GOOGLE GROUPS - RTS GAMES
Google Groups: como fazer um grupo na ferramenta

Dentro do ecossistema da Google, é possível iniciar grupos de discussão com emails organizados, uma lista de contatos de fácil gerenciamento e um acervo de mensagens que podem ser consultadas mesmo depois de apagadas na Caixa de Entrada.
O que é Google Groups?
Tudo isso é possível a partir do Google Groups, ou somente "Grupos", uma ferramenta que foi lançada ainda em 2001, mas só recentemente virou a grande alternativa no setor — especialmente depois da descontinuação dos grupos do Yahoo!, no final de 2019.
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Para quem está iniciando na plataforma, os passos abaixo ajudam você a criar um novo grupo do zero na ferramenta, desde o cadastro até os convites.
Como montar grupos no Google
1. Acessando o Grupos
O primeiro passo é ter uma conta Google, ou seja, um email @gmail.com. Essa etapa é obrigatória para quem deseja ser proprietário e criador de uma lista — os participantes não precisam necessariamente ter um endereço do Gmail.

A interface da página inicial do Groups.
Fonte: Google
Acesse o site do Google Groups para ser direcionado à janela principal da ferramenta. A maior parte da tela é ocupada pelos grupos dos quais você já faz parte.
2. Criando uma lista de discussões
No canto esquerdo, há um menu de configurações com as opções de gerenciamento das listas de discussões. Clique em "Criar grupo". Com isso, um formulário salta na tela para ser preenchido.

A primeira tela de criação de grupo.
Fonte: Google
A primeira etapa envolve informações básicas sobre o grupo, como o nome dele e o endereço de email que será utilizado para identificá-lo. Uma lista que abriga uma turma de faculdade de Direito da Universidade de São Paulo (USP), por exemplo, pode ter como email "turma_direitousp_2021" — caso ele ainda não tenha sido registrado, é claro.
Além disso, adicione uma breve descrição de até 300 caracteres. Com tudo preenchido, vá em "Próximo".
3. Ajustando a privacidade
A segunda tela contém as ferramentas de privacidade do grupo. Aqui, você define se ele pode ser encontrado por qualquer pessoa ou apenas por participantes, ou se a entrada é feita somente mediante convite.

A tela de configurações de privacidade.
Fonte: Google
Algumas das configurações são feitas por progressão de aprovação, com uma linha horizontal de gradação que você pode movimentar com o mouse. Quanto para mais a direita, mais o seu grupo fica disponível para visualização de conversas, postagens e lista de participantes.
3. Convide os primeiros membros
A última tela é dedicada à recepção aos novos membros. Nela, você pode definir que é proprietário, gerente e participante do grupo, digitando endereços de email que já estejam na sua agenda de contatos.

A janela final de configuração.
Fonte: Google
Além disso, é possível escrever uma mensagem de recepção para quem for convidado e escolher se os membros receberão a assinatura do grupo a cada email, nos resumos que compilam os recados mais importantes ou nunca.
Mantenha o botão "Adicionar participantes diretamente" para que as pessoas selecionadas já sejam incluídas à lista, sem que elas precisem aprovar algo. Por fim, vá em "Criar grupo".

O grupo criado no Google Groups, mas ainda sem convidados.
Fonte: Google
Pronto! Agora você tem um grupo criado no Google Groups e pode utilizar as várias ferramentas de interação, discussão e colaboração da plataforma. E vale lembrar que essa não é a única plataforma da empresa que permite trabalhos conjuntos: até pelo Google Maps é possível criar listas colaborativas com seus contatos.
Cupons de desconto TecMundo:
‘O cara da casa de vidro’. Por Fernando Brito
Originalmente publicado em TIJOLAÇO
Por Fernando Brito
O Ministério Público do Rio de Janeiro precisa vir, imediatamente, dar explicações sobre o destino que deu à investigação sobre o miliciano e ex-capitão do Bope Adriano da Nóbrega, apontado como líder da milícia Escritório do Crime, nas quais recebeu “grampos” de seus comparsas que, hoje, o The Intercept, revela terem menções que poderiam referir-se ao presidente da República: “Jair”, “Presidente” e “O cara da casa de vidro”.
As ligações de Adriano com o clã Bolsonaro (homenageado por Jair, quando deputado e pelo filho, senador Flávio, quando deputado estadual pelo Rio de Janeiro) são públicas e agravadas pelo fato de que sua ex-mulher e sua mãe foram, por meio de Fabrício Queiroz, funcionárias fantasma do gabinete do “Filho 01” do presidente.
Que, aliás, divulgou supostas provas de que a morte de Adriano havia sido uma “queima de arquivo”.
Isso, claro, exceto se usados “métodos curitibanos” razão para fazer qualquer acusação aos Bolsonaro.
Mas é razão para que se esclareça se os promotores possuem mais informações e se não viram motivos para enviar a investigação para a Procuradoria Geral da República, a quem caberia seguir nas investigações.
O poder é mesmo assim, uma “casa de vidro”, transparente. Em tudo deve haver luz, em nada devem existir dúvidas.
E há pouca luz e muita sombras nas ligações entre a família presidencial e o mundo escuro das milícias.
Morte por covid após vacina: o que explica internações e casos raros de óbito mesmo após duas doses?
Luis Barrucho
Da BBC News Brasil em Londres
24/04/2021 08h40
Relatos nas redes sociais contam histórias de pessoas que se infectaram por covid-19 ou morreram de complicações da doença mesmo após tomarem a vacina.
O caso do cantor Agnaldo Timóteo, por exemplo, foi um dos mais recentes —e notórios. Ele já havia tomado a segunda dose do imunizante quando começou a apresentar sintomas do novo coronavírus e veio a falecer semanas depois.
Vacina AstraZeneca/Oxford: risco de trombose é raríssimo e não há motivo para interromper imunização, avaliam cientistas
Ele não foi —e provavelmente não será— o único. Mas casos assim, ainda que amplamente noticiados pela imprensa, devem ser tratados como um "evento raro" e não significa que as vacinas não funcionam, principalmente se forem tomadas as duas doses do imunizante, no intervalo correto (leia mais ao fim da reportagem).
"As pessoas têm muita dificuldade de entender qual é a função de uma vacina", diz Natalia Pasternak, bióloga e divulgadora científica brasileira, fundadora e primeira presidente do Instituto Questão de Ciência. "Elas acham que a vacina é mágica. Ou seja, tomou a vacina, está protegido; não tomou, vai ficar doente. Não é assim que vacinas funcionam."
Segundo Pasternak, as vacinas "reduzem a chance de ficarmos doentes, a chance de precisarmos de hospitalização e a chance de morrermos".
"Basicamente, trata-se da redução de risco que observamos em uma população. Casos individuais não servem para a gente dizer se uma vacina é boa ou não. Precisamos olhar como essa vacina se comporta em uma população."
"Em determinada população, a vacina reduziu a incidência da doença? Então, ela funciona", resume.
E foi exatamente isso que os testes de eficácia das principais vacinas disponíveis no Brasil e no restante do mundo mostraram.
A taxa de eficácia geral da CoronaVac, por exemplo, a vacina mais usada no Brasil, é de 50,38%. E a proteção é de 78% para casos leves, segundo informou o Instituto Butantan em janeiro deste ano.
Isso significa que a vacina reduziu em 50,38% o número de casos sintomáticos entre os voluntários da pesquisa e em 78% o número de infecções leves.
Durante os testes, nenhum participante vacinado morreu ou foi hospitalizado por covid-19, o que fez o governo de São Paulo divulgar na ocasião uma taxa de 100% de eficácia para casos graves.
Mas o próprio Instituto Butantan esclareceu que essa informação não era estatisticamente significativa.
Isso porque não se sabe se foi a vacina que evitou os casos graves durante o estudo ou se eles não teriam ocorrido de qualquer forma, já que o número de casos graves no grupo placebo não foi significativo.
"Em outras palavras, se você tomar a CoronaVac, você reduz pela metade ou em 50% a sua chance de ficar doente comparado com alguém que não se vacinou. É isso que essa vacina faz. Ela reduz a sua chance de ficar doente pela metade. Já a sua chance de desenvolver doença grave é reduzida em praticamente cinco vezes comparado com alguém que não se vacinou. Nenhuma vacina oferece proteção de 100%", explica Pasternak.
No Chile, onde a CoronaVac também é a vacina mais aplicada (90%), testes recentes de larga escala mostraram resultados até mais otimistas.
Segundo o Ministério da Saúde chileno, um estudo com 10,5 milhões de pessoas mostrou que o imunizante tem 80% de efetividade para prevenir mortes, 14 dias depois da segunda dose. Os resultados mostram que a vacina chinesa foi efetiva em 89% para evitar a internação de pacientes críticos em UTIs, em 85% para prevenir as hospitalizações e 67% para impedir a infecção sintomática da doença.
O Chile é um dos países que mais vacinam no mundo. Quatro em cada dez chilenos (41%) já receberam pelo menos uma dose, taxa inferior apenas à de Israel (62%) e Reino Unido (49%). E 30% tomaram as duas doses.
Analogia do goleiro
Assim como outros epidemiologistas, Pasternak recorre à analogia do goleiro.
"Uma boa vacina é como se fosse um bom goleiro. E como sabemos que o goleiro é bom? Vamos olhar o histórico dele. A frequência com a qual ele faz defesas. Se ele defende com frequência, ele é um bom goleiro. Isso não quer dizer que ele é invicto, que ele nunca vai tomar gol. Mas, mesmo se tomar gol, ele não deixa de ser um bom goleiro. Precisamos olhar o histórico dele", diz.
"Mas se o time dele for uma droga, se a defesa do time dele for uma droga, ele vai tomar mais gol, porque vai ter muito mais bolas indo para o gol, então a probabilidade de ele errar aumenta", acrescenta.
Mas, então, o que faz essa probabilidade variar?
Aludindo à mesma analogia, Pasternak explica: "Se a defesa do time dele não usar máscara, fizer aglomeração, haverá muito mais vírus circulando, ou seja, mais bolas para o gol, então a probabilidade de ele tomar gol é maior. A mesma coisa acontece com uma vacina".
"A vacina diminui o seu risco de ficar doente, agora se você estiver numa área onde a defesa do time é ruim, onde o vírus está circulando muito, a chance de você ficar doente aumenta. Ou seja, as bolas ao gol. E a vacina é o goleiro".
E, claro, se a pessoa que ficar doente já tiver comorbidades (doenças associadas), como obesidade, diabetes, hipertensão ou asma, por exemplo, sua chance de desenvolver o quadro mais grave da doença é, portanto, maior mesmo já tendo sido vacinada.
Conclusão: vacinas funcionam, mas não são infalíveis. Mas, apesar de essa probabilidade ser pequena, quanto mais a doença estiver circulando, maior é a chance de o imunizante falhar.
"As vacinas aprovadas para Covid-19 são eficazes em proteger contra a doença, mas nenhuma vacina é 100% eficaz. O risco de infecção por Sars-CoV-2 em pessoas totalmente vacinadas não é completamente eliminado enquanto houver transmissão contínua do vírus na comunidade", reforça Denise Garrett, infectologista, ex-integrante do CDC (Centro de Controle de Doenças) do Departamento de Saúde dos EUA e atual vice-presidente do Sabin Vaccine Institute (Washington).
"Vamos ter uma pequena porcentagem de pessoas totalmente vacinadas que ainda ficarão doentes, serão hospitalizadas ou morrerão de covid-19. Esse número vai depender da eficácia da vacina, da taxa de circulação do vírus, e da prevalência de novas variantes. Por isso, a adesão às medidas de prevenção, como uso de máscaras e distanciamento social, continua a ser importante no contexto da implementação da vacina", acrescenta.
E, embora esteja passando pelo pior momento da pandemia, o Brasil tem um índice de isolamento social baixo: 38,3% segundo dados da empresa Inloco, colhidos a partir de dados de GPS e internet de celulares, relativos ao fim de março.
Garrett trabalhou por mais de 20 anos no CDC, órgão ligado ao Departamento de Saúde dos EUA (equivalente ao Ministério da Saúde no Brasil), como conselheira-residente do FETP (Programa de Treinamento em Epidemiologia de Campo) no Brasil, líder da equipe no Consórcio de Estudos Epidemiológicos da Tuberculose (TBESC) e conselheira-residente da Iniciativa Presidencial contra a Malária em Angola.
"Temos que enfatizar que existem evidências que pessoas totalmente vacinadas têm menos probabilidade de ter infecção sintomática e, potencialmente, menos probabilidade de transmitir a Sars-CoV-2 a outras pessoas", conclui.
Tais evidências foram observadas em países onde a vacinação está mais avançada, como Israel.
Ali, as infecções entre as pessoas com mais de 60 anos caíram 77% até 24 de fevereiro, enquanto as hospitalizações nesta faixa etária foram reduzidas em 68%.
Sendo assim, destaca Garrett, "a vacina é uma ferramenta essencial para controlar a pandemia. O que as pessoas precisam entender é que o fato de terem ocorrido casos e até mesmo algumas hospitalizações e mortes (muito mais raras) entre vacinados não significa que a vacina não funciona. A vacina funciona e muito! Mas a proteção, apesar de alta para casos graves e óbitos, não é 100%".
Importância da segunda dose
Pasternak lembra ainda ser primordial tomar as duas doses. Todos os estudos de eficácia das vacinas disponíveis no Brasil para combater a covid-19 mostraram a imunização completa somente 14 dias depois da segunda dose.
Um levantamento recente realizado pelo Ministério da Saúde apontou que pelo menos 1,5 milhão de pessoas que tomaram a primeira dose da vacina contra a covid no Brasil não completaram o esquema vacinal com a segunda dose.
"É importante lembrar que as vacinas são de duas doses. Temos visto no Brasil números enormes de inadimplência da segunda dose, um percentual muito alto. E isso não pode acontecer".
Um estudo realizado na Universidade do Chile identificou que uma única aplicação da vacina fornece proteção contra infecções de apenas 3%. Essa mesma proteção sobe para 56,5% duas semanas após a segunda dose.
Os números foram calculados levando em conta as vacinas atualmente aplicadas no Chile: CoronaVac (93%) e Pfizer BioNTech (7%).
No caso de Agnaldo Timóteo, que abre esta reportagem, sua assessoria informou que ele havia tomado a segunda dose dois dias antes de ser internado, o que sugere que ele foi infectado entre a primeira e segunda doses.
O cantor tomou a primeira dose no dia 15 de fevereiro e a segunda dose em 15 de março. Ele foi hospitalizado no dia 17 de março.
Os 10 piores filmes que faturaram muito dinheiro


Por Lupa Charleaux
via nexperts
Nem sempre as grandes bilheterias estão relacionadas com a qualidade do filme. Diversos blockbusters de Hollywood dividiram opiniões ou acabaram sendo massacrados pelo público e pela crítica.
Nesta lista, vamos apresentar os “10 piores filmes” que faturaram muito nas bilheterias. Para esse ranking, usamos as notas do agregador Rotten Tomatoes e os valores das bilheterias mundiais.
Esquadrão Suicida
Bilheteria Mundial: US$ 746 Milhões
Nota no Rotten Tomatoes: 26%
Reunindo os vilões da DC Comics, Esquadrão Suicida conseguiu levar vários fãs de HQs aos cinemas. Porém, as fortes interferências do estúdio resultaram em um filme de ação com enredo bastante confuso que desapontou o público e a crítica.
O Código da Vinci (2006)

O Código da Vinci (2006).
Fonte: IMDB/Reprodução
Bilheteria Mundial: US$ 760 Milhões
Nota no Rotten Tomatoes: 26%
A primeira adaptação dos livros de Dan Brown para o cinema, O Código da Vinci apresentou um elenco com grandes atores como Tom Hanks e Ian McKellen. Entretanto, o roteiro cheio de enigmas e o pouco capricho da produção não agradou os críticos.
A Saga Crepúsculo: Amanhecer - Parte 2 (2012)

A Saga Crepúsculo: Amanhecer - Parte 2 (2012).
Fonte: IMDB/Reprodução
Bilheteria Mundial: US$ 829 Milhões
Nota no Rotten Tomatoes: 25%
Os cinco filmes da Saga Crepúsculo foram alvos de muitas críticas, incluindo Amanhecer - Parte 2. Mesmo que tenha agradado o público adolescente, a produção apenas encerrou uma franquia marcada por atuações rasas e roteiros problemáticos.
Batman Vs Superman: A Origem da Justiça (2016)

Batman Vs Superman: A Origem da Justiça (2016).
Fonte: IMDB/Reprodução
Bilheteria Mundial: US$ 873 milhões
Nota no Rotten Tomatoes: 29%
Batman Vs Superman colocou os principais heróis dos quadrinhos para se enfrentarem nas grandes telas. Entretanto, a direção de Zack Snyder dividiu o público e a crítica devido ao tom extremamente sombrio com uma história irregular e cenas anticlimáticas.
A Era do Gelo 4 (2012)

A Era do Gelo 4 (2012).
Fonte: IMDB/Reprodução
Bilheteria Mundial: US$ 877 Milhões
Nota no Rotten Tomatoes: 37%
O quarto filme da franquia A Era do Gelo fez muito sucesso entre o público infantil e os pais que levaram as crianças aos cinemas. Por outro lado, os críticos apontaram a trama sem graça e tão “imprevisível quanto uma geleira” como os pontos fracos da animação.
Alice no País das Maravilhas (2010)

Alice no País das Maravilhas (2010).
Fonte: IMDB/Reprodução
Bilheteria Mundial: 1,025 Bilhão
Nota no Rotten Tomatoes: 51%
Dirigido por Tim Burton e com um elenco talentoso, Alice no País das Maravilhas é visto como um “filme medíocre com uma excelente bilheteria”. Certos críticos consideraram a produção uma afronta à clássica obra de Lewis Carroll.
Star Wars: Episódio I - A Ameaça Fantasma (1999)

Star Wars: Episódio I - A Ameaça Fantasma (1999).
Fonte: IMDB/Reprodução
Bilheteria Mundial: US$ 1,027 Bilhão
Nota no Rotten Tomatoes: 52%
Apesar do sucesso de bilheteria, o retorno da franquia Star Wars foi considerado uma decepção em 1999. A Ameaça Fantasma mostra em detalhes uma trama política tediosa que está bem distante das empolgantes aventuras da trilogia original.
Piratas do Caribe: Navegando em Águas Misteriosas (2011)

Piratas do Caribe: Navegando em Águas Misteriosas (2011).
Fonte: IMDB/Reprodução
Bilheteria Mundial: US$ 1,045 Bilhão
Nota no Rotten Tomatoes: 33%
Embora seja a maior bilheteria da franquia, Piratas do Caribe: Navegando em Águas Misteriosas é marcado pelo roteiro longo e confuso. Nem o retorno do mundo dos mortos do Capitão Jack Sparrow conseguiu salvar a produção das críticas.
Transformers: A Era da Extinção (2014)

Transformers: A Era da Extinção (2014).
Fonte: IMDB/Reprodução
Bilheteria Mundial: US$ 1,104 Bilhão
Nota no Rotten Tomatoes: 17%
O sucesso mundial de Transformers: A Era da Extinção se contrapõe às opiniões dos críticos. Enquanto o público se impressionou com as cenas de ação com robôs gigantes, os especialistas não conseguiram desviar a atenção das inúmeras falhas de roteiro.
Minions
Bilheteria Mundial: US$ 1,159 Bilhão
Nota no Rotten Tomatoes: 55%
Carismáticas criaturas da franquia Meu Malvado Favorito, os Minions tiveram a oportunidade de estrelar o próprio filme em 2015. Apesar da estética pastelão funcionar com as crianças, o enredo não cativou os adultos e, por consequência, os críticos.
Quais desses filmes você assistiu no cinema? Conte para gente nos comentários!
10 casais de séries que deveriam ter ficado juntos


Por Flávio Motta Coutinho
via nexperts
Alguém falou em casais de séries?
Quem nunca assistiu uma série torcendo para o casal principal ficar junto e acabou se frustrando depois de um tempo? São tantas injustiças que ficou até difícil preparar essa lista!
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Separamos apenas 10 casais que mereciam ter ficado juntos, mas garantimos que esta lista poderia ser bem maior. Confira os principais!
10. Slater e Jessie (Uma Galera do Barulho)

(Fonte: NBC/Divulgação)
Fonte: NBC
Existem casais que simplesmente possuem uma química absurda mesmo que não consigam funcionar juntos, como é o caso de Slater e Jessie. Desde a versão original até o reboot, é possível ver como os dois personagens funcionam bem juntos, mesmo que um deles esteja em um casamento feliz - como é o caso de Jessie.
9. Haley e Andy (Modern Family)

(Fonte: ABC/Divulgação)
Fonte: ABC
Uma das maiores séries de comédia dos últimos anos, Modern Family acabou em sua 11ª temporada e o desfecho romântico de Haley, uma das personagens principais, deixou alguns fãs decepcionados.
O romance com Andy ocorreu na 6ª temporada e eles combinavam perfeitamente. No entanto, ela acaba o seriado voltando com seu ex, Dylan, com quem tem gêmeos.
8. Angel e Cordelia (Angel)

(Fonte: The WB/Divulgação)
Quando Angel ganhou sua própria série - spin-off derivado de Buffy, a Caça Vampiros - muitas possibilidades se abriram para o personagem e a relação dele com Cordelia deixou os fãs empolgados para ver o que seria do casal.
Eventualmente, o romance começou a ser desenvolvido, mas Angel morreu/transcendeu antes de poder desenvolver melhor a relação com Cordelia.
7. Jackie e Hyde (That ‘70s Show)

(Fonte: Fox/Divulgação)
Fonte: Fox
Jackie acabou entrando em alguns relacionamentos ao longo da série, mas ninguém encaixou tão bem com sua dinâmica quanto Hyde. Eles tinham química e o sentimento de despertar sempre o melhor um no outro, gerando conforto e confiança a cada novo episódio.
Os outros relacionamentos de Jackie, como o com Michael Kelso ou Fez, não chegam perto do que ela teve com Hyde.
6. Alex e Jo (Grey’s Anatomy)

(Fonte: ABC/Divulgação)
Fonte: ABC
Quem assiste Grey’s Anatomy já deve estar acostumado a se frustrar e com o relacionamento interrompido entre Alex e Jo não foi diferente.
Eles nutriam uma relação de confiança e vulnerabilidade por muito tempo, ajudando um ao outro a superar os traumas que cada um mantinha. No entanto, o desfecho de Alex terminando com Jo via carta para ficar com Izzie foi absolutamente frustrante.
5. Neal e Sara (White Collar)

(Fonte: USA Network/Divulgação)
O personagem de Matt Bomer foi construído como alguém incapaz de desenvolver um relacionamento amoroso duradouro, mas sua relação com Sara poderia provar o contrário.
No entanto, ele acabou traindo sua confiança de um jeito imperdoável e ela deixou claro que seria impossível voltar. No fim, eles seguiram como amigos.
4. Sam e Diane (Cheers)

(Fonte: NBC/Divulgação)
Fonte: NBC
A dinâmica amor e ódio nunca foi tão bem representada como neste casal, o que faz com que a primeira temporada de Cheers seja tão divertida.
Sam e Diane representam um caso específico de casal que não deu certo: foram muitas idas e vindas até que, no fim, eles perceberam que não funcionavam juntos, o que deixou o público frustrado, afinal, ficava claro que os personagens nutriam sentimentos fortes um pelo outro.
3. Rory e Logan (Gilmore Girls)

(Fonte: The CW/Divulgação)
Logan ficou desmotivado quando Rory negou seu pedido de casamento e o relacionamento dos dois acabou ali, momentaneamente. No retorno de Gilmore Girls, em 2016, nós vemos a dupla junta novamente, mas apenas como um caso.
Logan está em um relacionamento com a personagem Odette e leva um tempo até que Rory perceba que aquilo é insustentável. Ela acaba grávida com um potencial filho de Logan, mas nunca tivemos a confirmação.
2. Alexis e Ted (Schitt’s Creek)

(Fonte: CBC/Divulgação)
Fonte: CBC
Um grande exemplo de casal que desperta o melhor um no outro quando estão juntos! Alexis começa como uma garota mimada e sem muitos objetivos além de reclamar, mas é lindo ver o quanto ela cresce durante a série - e sua relação com Ted tem grande influência no processo.
O término do casal acontece na última temporada do seriado e é doloroso ver o quanto eles tinham tudo para dar certo se tivessem se encontrado em um momento diferente da vida.
1. Barney e Robin (How I Met Your Mother)

(Fonte: CBS/Divulgação)
Fonte: CBS
HIMYM tem fama de deixar os fãs frustrados quando se trata de casais e esse é um dos principais exemplos. Barney e Robin tinham uma visão de mundo parecida, afinal, apesar de serem agitados, mostravam um lado vulnerável quando estavam juntos.
Eles acabam se casando, mas veem que nada funciona e se separam, gerando grande decepção em quem esperou por muitas temporadas na expectativa de vê-los juntos e felizes.
Foi bom enquanto durou - mas a gente torcia para que tivesse durado mais!
Como personalizar a barra de tarefas do Windows 10

A Microsoft liberou uma atualização para o Windows 10 que permitirá outras formas de personalizar a barra de tarefas. Entre as novidades, está o recurso “Notícias e Interesses”, que oferece acesso rápido a um feed com manchetes do dia, informações meteorológicas, dados sobre trânsito e por aí vai.
O recurso aprenderá as suas preferências ao longo do tempo, mas desde o início é possível escolher o que será exibido, bem como a forma de exibição do conteúdo. De modo geral, a novidade é semelhante ao recurso de widgets do MacOS Big Sur. Abaixo, confira o vídeo oficial de divulgação:
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Conforme o comunicado oficial da Microsoft, a liberação da novidade ocorrerá de forma gradativa. Isso será sinalizado pelo surgimento de um pequeno informe meteorológico referente à sua localização no canto inferior direito da barra de tarefas.
Como personalizar a barra de tarefas?
Passo 1: Uma vez localizado o ícone, como ilustrado na imagem abaixo, passe o mouse sobre ele. Essa ação exibirá o feed de “Notícias e Interesses”. Para ver mais informações sobre os cards informativos, basta deslizar o mouse sobre cada um deles;

Passo 2: Para customizar os assuntos que são exibidos, selecione “Mais opções” e clique na opção “Mais stories como este” ou “Menos stories como este”. Dessa forma, o algoritmo aprenderá as suas preferências. Você também poderá reagir aos conteúdos com emojis. Essas opções estão na parte inferior de cada card. Vale lembrar que as notícias e informações são automaticamente atualizadas no decorrer do dia;
Passo 3: Caso tenha gostado de alguma das notícias exibidas é possível, além de reagir positivamente, salvar o card. Para tanto, basta clicar sobre o ícone ao lado dos três pontinhos, ainda na parte inferior do card;

Passo 4: Para personalizar seu “feed” de forma direta, selecione a opção “Gerenciar Interesses” e escolha quais assuntos quer ver na sua tela, bem como os veículos de notícias que deseja ler;

Passo 5: Por fim, para desabilitar qualquer um dos ícones, que representam os conteúdos, dê um clique com o botão direito sobre a barra de tarefas.
Vale ressaltar que a experiência é bastante fluida. Isso significa, em outras palavras, que o usuário não precisa parar outras atividades para acessar o feed. Basta arrastar o mouse sobre o ícone na barra de tarefas que os conteúdos aparecerão. Portanto, não é necessário trocar de aba ou mesmo abrir um novo programa.
Cupons de desconto TecMundo:
9 jogos parecidos com Age of Empires para você se divertir

Por Thiago Simões
via nexperts
Age of Empires teve seu nome marcado no mundo dos games. Desde o seu surgimento, em 1997, a franquia tomou conta do coração dos apaixonados por estratégia em tempo real.
Até hoje foram seis games lançados no mercado e, agora, os fãs vivem a expectativa da chegada de Age of Empires 4. Segundo a Microsoft, o jogo deve chegar aos computadores até o fim deste ano.
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AoE foi o pai de muitos jogos que surgiram no mercado ao longo dos últimos anos. Muitas tentativas tiveram êxito e abaixo citaremos alguns jogos inspirados em uma das maiores franquias de todos os tempos. Vamos fugir um pouco dos triviais, como a série Warcraft e Starcraft.
Stronghold Crusader
O criador de castelos mais famoso do mundo segue a mesma premissa encontrada em Age of Empires. Ele é um pouco mais complexo do que o jogo da franquia da Microsoft, mas tem todos os ingredientes que o tornam essencial para os fãs de estratégia em tempo real.
Além de construir super-proteções para o seu reino será necessário desenvolver seu povo e principalmente suas forças armadas, para impedir ataques e, até mesmo conquistar a região. Recentemente tivemos o lançamento de Stronghold: Warlords, que recebeu uma análise no Voxel.
Northgard
Desenvolvido pela Shiro Games e lançado em 2017 para PC, esse game é um RTS focado na temática viking, que segue em alta no mercado de games. Você tem direito a se divertir com 8 clãs, sendo 2 comprados via DLC.
Seu objetivo é conquistar Northgard, construindo sua cidade e desenvolvendo sua população. E lógico, como um bom viking, você vai para o confronto direto contra os inimigos. Ele possui uma arte única, leve e bem divertida. Não traz muitas novidades ao gênero, mas agrada muito.
Command and Conquer
Se você curte jogos de guerra e um bom RTS tem que jogar a série Command and Conquer, principalmente a versão Red Alert 3. Lançado em 2008 para PC e em 2013 para o Xbox 360 e PlayStation 3, este game tem cadeira cativa de quem curte o gênero.
O jogo oferece uma realidade alternativa à Segunda Guerra Mundial, onde os seus grandes inimigos serão a União Soviética e os japoneses, chamados no jogo de o Império do Sol Nascente. Command Conquer tem uma peculiaridade. Sempre foi um jogo muito bem balanceado, independentemente de não ter um grande foco na beleza gráfica.
Praetorians
Desenvolvido pelo Pyro Studios e a londrina Eidos Interactive (Hitman e Tomb Raider). game), Praetorians é um dos RTS mais antigos e próximos do início da saga Age of Empires. O RTS surgiu em 2003 para PC, mas chegou a ganhar versões para os consoles, como o Xbox One e o PlayStation 4.
Assim como a maioria dos RTS, você deve desenvolver seu poderio militar por meio de matérias-primas. O jogo tem como pano de fundo a conquista de Júlio César nas Guerras da Gália, que aconteceram em 52 a.C.
Cossacks
A franquia ucraniana de RTS clássico possui muitos fãs espalhados pelo mundo. O nome do jogo é uma alusão ao povo ucraniano, que ficou conhecido pelo seu poderio militar composto por camponeses.
Lançado primeiramente em 2001, o título traz como ingrediente adicional às campanhas de RTS, o gerenciamento econômico. Pode parecer um pouco mais complicado que o normal, já que você tem muita coisa para cuidar ao mesmo tempo, porém, você se acostuma. O último game saiu em 2016 e agradou em cheio os fãs da franquia.
Spellforce
Mesclar RTS e RPG é uma tarefa para poucos. Esta é a proposta da série Spellforce. O game surgiu em 2003 pela Grimlore Games. A terceira edição, lançada em 2017, contou com i crivo da publisher THQ Nordic, mas não agradou logo de cara os fãs, devido a grande presença de bugs.
Como um bom RPG, o contexto do game é de fantasia, trazendo orcs, magos, bruxos e tudo o que você pode imaginar.
Rise of Nations
Quando a série Age of Empires esteve adormecida, Brian Reynolds, uma das mentes criativas de Civilization II, trouxe ao mercado este RTS, que traz o desenvolvimento de 18 civilizações ao longo de 8 eras mundiais.
O game chegou a receber versões para o console, mas é no PC que ele realmente cativou os fãs do gênero.
Empires Apart
Publicado pela Slitherine e desenvolvido pelo estúdio italiano DESTINYbit, Empires Apart chegou ao mercado em 2008 e traz a possibilidade de comandar seis civilizações antigas, além da coleta de recursos para a construção de estruturas. Cada facção também possui um herói , para facilitar sua vida na conquista pelo mundo.
Company of Heroes
Chegamos a cereja do bolo do gênero de RTS. Se você gosta de games deste estilo, a série Company of Heroes é obrigatória. Desenvolvido por Josh Mosqueira, o game traz gráficos belíssimos, ação frenética e o mais importante: imersão.
Para os fãs de jogos de guerra, CoH é uma presença obrigatória na sua biblioteca de jogos de computador.
Existem outros milhares de jogos do gênero RTS que se assemelham ao encontrado na franquia Age of Empires. Trouxemos apenas alguns games que podem te ajudar a desbravar ainda mais neste gênero que possui fãs por todo o mundo.
Conhece um outro jogo que merece destaque? Deixe nos comentários deste texto.
Brasil gasta R$ 8,3 bilhões por ano com servidores em carreiras extintas, diz secretário de Guedes

BRASÍLIA – O governo federal gasta R$ 8,3 bilhões por ano com 69 mil servidores que estão na ativa e trabalham em funções consideradas extintas pela União. A informação foi repassada pelo secretário especial de Desburocratização do Ministério da Economia, Caio Paes de Andrade, durante a primeira audiência pública da reforma administrativa na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) na Câmara dos Deputados nesta segunda-feira.
— É um dado de hoje: somente no Executivo federal, nós gastamos R$ 8,3 bilhões, com 69 mil servidores que trabalham em funções que nós consideramos extintas – afirmou.
E acrescentou:
— Esse é o tipo de distorção que nosso sistema criou. Se isso já não faz nenhum sentido nos dias de hoje, imaginem daqui a dez anos com tantas tarefas se tornando automáticas e digitais.
O secretário destacou que essa é uma situação complexa e citou como exemplo um servidor que foi contratado como operador de telex.
— O operador de telex está até hoje na nossa folha de pagamento, mas não tem mais telex e, ao mesmo tempo, não conseguimos preparar esse cidadão para outro trabalho porque caímos no desvio de função – explicou.
Ele também avaliou que o processo de digitalização e desburocratização do estado deve se aprofundar, o que vai modificar a atuação dos servidores públicos.
Em sua apresentação, Paes de Andrade também acenou para os atuais servidores, que não são afetados pela proposta do governo.
— É importante que os servidores públicos atuais que não têm seus direitos afetados pela nossa PEC entendam isso. Estamos ajustando o futuro para criar uma administração pública mais moderna e eficiente e com isso honrar todos os compromissos contratados no presente – declarou.
Paes de Andrade ainda ponderou que a situação do funcionalismo na esfera federal é complicada, mas que nos governos estaduais e municipais é ainda mais delicada. Por isso, a proposta de reforma administrativa do governo comporta um arcabouço legal para melhorar a gestão do funcionalismo.
— Para o futuro, propomos reduzir o número de carreiras, implementar avaliações efetivas de desempenho, proibir progressões automáticas dos cargos e restringir a estabilidade no emprego às carreiras típicas de estado. Nossa proposta ataca privilégios e melhora os mecanismos de administração pública de uma forma geral – defendeu.
Ele ainda falou sobre a necessidade de modificar o regime jurídico único, porque um servidor público acaba mantendo um vínculo de até 59 anos com o governo: são 28 anos na ativa, 20 anos de aposentadoria e 11 anos de pensão.
— São 59 anos. Eu não sei como nós podemos achar que isso é sustentável de alguma maneira – frisou.
Estado admite que cidades do Rio podem suspender 'temporariamente' vacinação da Covid -19 por falta da 2ª dose

RIO — Após o ministro da Saúde admitir que há "dificuldades" no fornecimento de vacinas para aplicação da segunda dose da CoronaVac, a secretaria estadual de Saúde disse já ter recebido, extraoficialmente, comunicados de municípios "que não têm mais doses de vacina para aplicação e terão que suspender a vacinação".
Segundo a pasta, "caso ocorra essa suspensão, será temporária até que nova remessa de imunizantes seja enviada pelo Ministério da Saúde para o estado". Entretanto, no mesmo comunicado, a Secretaria estadual de Saúde diz que aguarda informações de Brasília de quando essa distribuição irá ocorrer.
A secretaria de Saúde não respondeu quais foram as cidades que já avisaram que não possuem doses suficientes. Nesta segunda-feira a prefeitura de Nova Iguaçu informou ter suspendido o cronograma por não ter recebido doses "suficientes para suprir a demanda na cidade"
"A secretaria municipal de saúde de Nova Iguaçu marcou o retorno para a segunda dose em 21 dias e não 28 dias, deixando a população coberta dentro do prazo máximo de retorno", diz o comunicado.
Capital não deve ter suspensão
Segundo o secretário municipal de Saúde Daniel Soranz, a cidade do Rio tem imunizantes suficientes para a segunda dose da Coronavac. Nos últimos dias a cidade tem recebido pessoas de outros municípios procurando a segunda dose do imunizante, mas pelas regras da prefeitura do Rio, é preciso que o reforço seja aplicado na mesma unidade da primeira dose.
Ele explica ainda que uma diferença pequena de tempo não deve afetar na imunização contra a doença:
— Temos recomendado que o ideal é fazer o mais próximo possível do 28 dia da primeira dose. Estamos explicando para essas pessoas que há uma previsão de entrega regular desses imunizantes para os municípios também, e por isso não podemos gerar pânico — diz Soranz.
Ministro admite 'certa preocupação'
Em uma em sessão da comissão do Senado, o ministro Marcelo Queiroga informou que doses da CoronaVac não serão entregues nesta semana, a previsão é que sejam distribuídas aos estados daqui a dez dias devido ao atraso da entrega o IFA ( Ingrediente Farmacêutico Ativo) ao Butantan pela China. Sem dar detalhes, Queiroga informou que o ministério vai emitir uma nota técnica sobre o assunto. Ele lembrou que há cerca de um mês a pasta liberou a aplicação da segunda dose, e, agora, “há uma certa preocupação”.
— Tem nos causado certa preocupação a CoronaVac, a segunda dose. Há pedidos de governadores, de prefeitos, porque, se os senhores lembram, cerca de um mês atrás foram liberadas as segundas doses para que se aplicassem, e agora, em face do retardo de insumo vindo da China para o Butantan, há uma dificuldade com essa segunda dose — declarou.
Explosão recorde é registrada em Proxima Centauri, estrela perto da Terra
Marcella Duarte
Colaboração para Tilt
26/04/2021 18h02
A estrela que fica mais perto da Terra, Proxima Centauri, emitiu sua mais violenta explosão já registrada, cerca de cem vezes mais poderosa do que qualquer outra observada em nosso Sol.
Uma anã vermelha, com um oitavo da massa do nosso Sol —uma anã amarela— Proxima Centauri fica a cerca de 4,2 anos luz (40 trilhões de quilômetros) da Terra, na Constelação do Centauro. Para comparação, o nosso Sol fica a cerca de 150 milhões de km daqui.
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Acreditava-se que um dos exoplanetas de Proxima Centauri poderia abrigar vida. Mas, com erupções devastadoras desta magnitude, as chances são mínimas. Foi a primeira vez que cientistas observaram o fenômeno com tanta riqueza de detalhes em um astro que não seja o Sol. A pesquisa, liderada por uma equipe da Universidade do Colorado em Boulder, nos Estados Unidos, foi publicada na revista The Astrophysical Journal Letters na última quarta-feira (21).

Astrônomos acreditam que um "flare" estelar acontece quando campos magnéticos próximos à superfície de uma estrela se retorcem e se quebram, liberando energia eletromagnética concentrada em determinado ponto.
A superexplosão em Proxima Centauri aconteceu no dia 1º de maio de 2019, e durou apenas sete segundos. Nesse tempo, ela ficou 14 mil vezes mais brilhante, quando observada em comprimentos de onda ultravioleta —mas não produziu muita luz visível.
O momento foi captado por cinco de nove telescópios em diversos pontos da Terra e no espaço, incluindo o Hubble, o satélite TESS (Transiting Exoplanet Survey Satellite), o ASKAP (Australian Square Kilometer Array Pathfinder) e o Alma (Atacama Large Millimeter/Submillimeter Array).
Aos pés da Cordilheira dos Andes, no Chile, o Alma é um radiotelescópio de última geração, composto por 66 antenas, que estuda a radiação produzida pelos objetos e é essencial para nossos estudos sobre a origem do Universo.
Com as observações, cientistas também confirmaram que a estrela tem pelo menos dois planetas ao seu redor. Um deles, chamado Proxima Centauri b, fica em uma zona tecnicamente habitável, com temperaturas adequadas para manter água no estado líquido.

A maioria dos exoplanetas (planetas fora do Sistema Solar) estão em torno das abundantes anãs vermelhas. O problema é que, apesar de menores, elas são muito mais ativas que o nosso Sol, explodindo com maior intensidade e frequência. Todos os dias podem acontecer "flares" de maior ou menor intensidade.
Acredita-se que o evento registrado na Proxima Centauri tenha sido um dos mais violentos de toda nossa galáxia, a Via Láctea. Isso gera um ambiente inóspito a toda forma de vida que conhecemos. Essas explosões podem não apenas destruir organismos como danificar o planeta, acabando com sua atmosfera, por exemplo.
Por outro lado, a radiação pode desencadear reações que originam a vida, e já conhecemos microrganismos terrestres, como os tardígrados, que parecem imunes a ela.
"Se houvesse vida no planeta mais próximo de Proxima Centauri, ela teria que ser muito diferente de qualquer coisa na Terra. Um ser humano lá passaria por maus bocados", disse a astrofísica Meredith MacGregor, autora principal do estudo.
A energia de uma erupção estelar pode ser observada em todo o espectro eletromagnético, desde ondas de rádio até raios gama. Esta foi a primeira vez que o fenômeno foi registrado com cobertura completa de comprimento de onda em um astro que não fosse o nosso Sol, e também a primeira vez que radiação milimétrica foi observada em uma explosão estelar.
Ao observar uma erupção tão poderosa, e com tanta riqueza de detalhes, astrônomos e astrofísicos podem compreender melhor o mecanismo e os mistérios por trás dela. Isso também pode tornar mais eficiente nossa busca por vida além do Sistema Solar, ao revermos a habitabilidade da Via Láctea em ambientes extremos como o entorno de uma anã vermelha.
Análise: Nunca Vi 1 Cientista - Série de comédia Space Force comete o velho erro de estereotipar cientistas

Ana Bonassa e Laura de Freitas
Com colaboração de Marcella Souza
26/04/2021 04h00
Você não sabe o que exatamente faz um cientista?
Este vídeo da nossa série sobre erros científicos da ficção vai esclarecer muitas de suas dúvidas.
Vamos pegar o "Space Force", da Netflix, e mostrar todos os vacilos da série de comédia ao retratar os cientistas.
E spoiler: os personagens só reforçam estereótipos.
Não conhece a história da série?
Vamos lá: em 2018 o presidente norte-americano Donald Trump anunciou a criação de um novo braço das Forças Armadas dos Estados Unidos: a Space Force (sim, aquela cujo logo foi acusado de plagiar o de "Star Trek").
A trama aborda o dia a dia dessa grande instituição militar.
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O objetivo da Space Force (ou Força Espacial, na tradução para o português) é colocar as pessoas de volta à Lua.
Para isso, cientistas são designados para executar a missão.
E é aí que as gafes começam a surgir.
Na série, os cientistas têm suas especialidades, mas será que é assim na vida real?
Onde que a ficção forçou a barra e criou um profissional que faz coisas que não fazem sentido algum?
No vídeo, a Marcella Souza, doutora em Tecnologia de Processos Químicos e Bioquímicos, mostra uma listinha de absurdos que vão surgindo nos episódios.
Alemanha terá lockdown até junho depois que restrições não surtiram efeito na redução de casos de Covid-19

25/04/2021 13h19
Por Michael Nienaber
BERLIM (Reuters) - A taxa de infecções por coronavírus na Alemanha aumentou neste fim de semana, apesar das restrições mais rígidas no país, e o ministro das Finanças, Olaf Scholz, advertiu que não deverá haver alívio no lockdown antes do final de maio.
Venezuelanos recorrem a criptomoedas contra hiperinflação
A Alemanha está lutando para conter uma terceira onda de infecções, com esforços sendo dificultados pela variante B117 mais contagiosa, que surgiu pela primeira vez no Reino Unido, e um início relativamente lento da campanha nacional de vacinação.
"Precisamos de um cronograma para voltar à vida normal, mas deve ser um plano que não terá que ser revogado depois de alguns dias", disse Scholz ao jornal Bild am Sonntag.
O governo federal deve ser capaz de delinear "passos claros e corajosos rumo à abertura" para o final de maio, permitindo que os restaurantes ajustem seus planos de reabertura e os cidadãos planejem seus feriados, disse ele.
Scholz disse que as medidas também vão esclarecer quando as idas a shows, teatros e estádios de futebol serão possíveis.


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