Manifesto dos 6 LOUCOS IMORAIS contra 1 PSICOPATA

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Mais AMPLO espectro? É piada, né? 

CINCO preferiram Bolsonazóide; UM NÃO se importou. É piada, né? 

Manifesto pela CONSCIÊNCIA DEMOCRÁTICA? HAH...! É piada, né? 

O ex-presidente LULA NÃO foi convidado; mas o arremedo de juiz Sérgio MORO, SIM. É piada, né?

E Reinaldo Azevedo rebolando a bunda gorda


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Análise: Reinaldo Azevedo - 

O manifesto dos seis contra o golpismo de Bolsonaro tem mais amplo espectro

Eduardo Leite, João Doria, Ciro Gomes, Mandetta, João Amoedo e Luciano Huck: conversa vai da direita à centro-esquerda - Reprodução/CNN
Eduardo Leite, João Doria, Ciro Gomes, Mandetta, João Amoedo e Luciano Huck: conversa vai da direita à centro-esquerda Imagem: Reprodução/CNN
Reinaldo Azevedo

Colunista do UOL

01/04/2021 07h26

Seis pré-postulantes à Presidência da República resolveram assinar um manifesto conjunto em defesa da democracia. Cinco deles têm inequívoca proximidade ideológica: os tucanos Eduardo Leite e João Dória, João Amoedo (Novo), Luiz Henrique Mandetta (DEM) e Luciano Huck (sem partido).

Aquele que aparece encimando a lista em razão da ordem alfabética, no entanto, fala uma língua econômica bastante distinta dos demais: 

Ciro Gomes (PDT). Também é o único que anunciou voto em Fernando Haddad em 2018. 

Os outros preferiram Jair Bolsonaro — Huck não chegou a ser claro, mas acho que não deu para esconder.

Nota sobre 64 prova que Bolsonaro é incapaz também como golpista. Que bom!

Quem agitou a turma foi Mandetta. O texto, claro!, tem como primeiro alvo os desatinos golpistas do presidente.

Vejam a íntegra ao pé deste artigo. 

Há mais do que um simbolismo vago no fato de que tenha vindo à luz no dia 31 de março com o título "Manifesto pela Consciência Democrática". 

Trata-se de um repúdio ao golpismo. 

O ex-presidente LULA, no entanto, NÃO foi convidado. 

Logo, há mais na inciativa do que simplesmente repulsa à truculência de Bolsonaro.

O manifesto é essencialmente correto e sugiro apenas que se troque a palavra "intimidamento" por "intimidação". 

O Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa não reconhece essa variante.

O ressurgimento de um Lula elegível no cenário político força, desde já, uma reacomodação daqueles nomes que transitavam entre a direita-democrática e o centro. 

Repetir a fragmentação de 2018 anuncia o encontro com a irrelevância eleitoral. 

Ciro, por sua vez, vem tentando uma articulação com o PSB, mas com os olhos voltados à sua direita. 

Viu facilitada a interlocução com o campo mais centrista e conservador.

Obviamente, é cedo para dizer que esse grupo estará unido em torno de um nome. 

Mas parece que a eventual possibilidade da polarização entre Lula e Bolsonaro pode forçar uma nova estratégia: 

em vez de buscar tirar o petista do Segundo Turno, pode-se tentar ampliar o leque de alianças da direita democrática à centro-esquerda para tentar excluir o dito "Mito" do embate final.

Ciro foi o entrevistado do "Ziriguidum de Demori e Reinaldo" no dia 9 de março, no ClubHouse. 

Edson Fachin tinha anulado as condenações de Lula no dia anterior. Indagado se o fato lhe abria uma janela de oportunidades para alianças no terreno mais centrista e conservador, o pedetista respondeu cantarolando Roberto Carlos: "Esse cara sou eu".

Se esse ajuntamento dá samba ou não, bem, é impossível dizê-lo agora. 

Por ora, o manifesto parece traduzir o entendimento de que, cada um por sua conta, terminam todos esturricados ao sol, na praia.

Ah, sim:

Sergio Moro foi convidado, mas alegou que o contrato com a empresa de que é sócio — a americana Alvarez & Marsal — o impede de manifestações do gênero. 

Melhor assim, né? 

Ou o manifesto já nasceria desacreditado.

Leiam a íntegra do texto.

Manifesto pela Consciência Democrática

Muitos brasileiros foram às ruas e lutaram pela reconquista da Democracia na década de 1980. O movimento "Diretas Já", uniu diferentes forças políticas no mesmo palanque, possibilitou a eleição de Tancredo Neves para a Presidência da República, a volta das eleições diretas para o Executivo e o Legislativo e promulgação da Constituição Cidadã de 1988. Três décadas depois, a Democracia brasileira é ameaçada.

A conquista do Brasil sonhado por cada um de nós não pode prescindir da Democracia. Ela é nosso legado, nosso chão, nosso farol. Cabe a cada um de nós defendê-la e lutar por seus princípios e valores.

Não há Democracia sem Constituição. Não há liberdade sem justiça. Não há igualdade sem respeito. Não há prosperidade sem solidariedade.

A Democracia é o melhor dos sistemas políticos que a humanidade foi capaz de criar. Liberdade de expressão, respeito aos direitos individuais, justiça para todos, direito ao voto e ao protesto. Tudo isso só acontece em regimes democráticos. Fora da Democracia o que existe é o excesso, o abuso, a transgressão, o intimidamento, a ameaça e a submissão arbitrária do indivíduo ao Estado.

Exemplos não faltam para nos mostrar que o autoritarismo pode emergir das sombras, sempre que as sociedades se descuidam e silenciam na defesa dos valores democráticos.

Homens e mulheres desse país que apreciam a LIBERDADE, sejam civis ou militares, independentemente de filiação partidária, cor, religião, gênero e origem, devem estar unidos pela defesa da CONSCIÊNCIA DEMOCRÁTICA. Vamos defender o Brasil.

Ciro Gomes,
Eduardo Leite,
João Amoêdo,
João Doria,
Luiz Henrique Mandetta,
Luciano Huck.

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Análise: Reinaldo Azevedo - Há algo perturbador no olhar de Bolsonaro. Não é política. Não é economia

Jair Bolsonaro: sem o golpe para chamar de seu, restou desmoralizar seu ministro da Saúde e o Comitê contra a covid - Isac Nóbrega/PR
Jair Bolsonaro: sem o golpe para chamar de seu, restou desmoralizar seu ministro da Saúde e o Comitê contra a covid Imagem: Isac Nóbrega/PR
Reinaldo Azevedo

Colunista do UOL

01/04/2021 06h15

Atualizada em 01/04/2021 16h58

Jair Bolsonaro agiu de olho no calendário com seu marketing do terror. No melhor dos mundos para ele, esta quarta, 31 de março, seria por tropas nas ruas, em alguns locais simbólicos ao menos, indicando quem manda. Seria um feito e tanto. Nos 57 anos do golpe militar de 1964, as Forças Armadas voltariam a ser uma ameaça à segurança dos indivíduos, "celebrando", para usar um verbo da predileção de Braga Netto, mais um recorde de mortos por covid-19: 3.950 em 24 horas; 66 mil só no mês de março; 321.826 ao todo. Que feito! Quem não morresse em razão do vírus poderia morrer à bala.

É importante que tenhamos a clareza de que o presidente tentou desfechar um golpe. Eis o nome que se dá quando pessoas uniformizadas e armadas, que deveriam atuar como forças de Estado, resolvem ditar as regras da vida civil e da política. Não parece que seu novo ministro da Defesa seja do tipo que diz ao chefe: "Ah, melhor não..." Há um sinal de que, não fosse a resistência do Alto Comando das Forças Armadas, haveria general batendo às portas do Supremo para dizer: "Olhe, não se trata de um golpe, mas precisamos mudar isso..."

O É DA COISA: Ninguém assistiu ao enterro da última quimera bolsonarista

Não! Nunca achei, como escrevi aqui tantas vezes, que um golpe fosse viável ou factível. Isso não quer dizer que não se tenha tentado. Eis o ponto. Fosse o impeachment apenas matéria de merecimento, Bolsonaro teria de ser impichado 28 vezes. Mas, como se sabe, isso depende da política. As limitações de mobilização impostas pela pandemia também facilitam as tentativas de arruaça do mandatário.

Não pensem que Bolsonaro vai mudar. Uma das palavras de extremistas de direita, aqui e no mundo, é não recuar nunca. O presidente não é um teórico da coisa — como Filipe Martins —, mas é um intuitivo entusiasmado. O discurso negacionista encontra eco numa parcela significativa do país que, de verdade, está sendo ameaçada e lançada na insegurança econômica pela covid-19 e pela inépcia do governo.

E daí? Como de hábito, Bolsonaro atribui a terceiros os desastres provocados por seu governo e por ele próprio. Exerce, assim, o que tenho chamado aqui de estranho "populismo da morte". Muita gente que é prejudicada pelas medidas de restrição social — e existem aos milhões — prefere voltar a sua fúria contra governadores e prefeitos. Falta-lhes a clareza necessária para constatar que o caos é filho da indisciplina, que o alimenta.

Na fase em que estamos, quanto mais o presidente sabotar o distanciamento social, como voltou a fazer nesta quarta, mais prolonga a crise. E, assim, entramos no círculo vicioso desse populismo da morte: a conclamação à indisciplina, em nome do funcionamento da economia, contribui para aumentar a contaminação e os óbitos, o que, por seu turno, acaba paralisando a economia, o que alimenta o proselitismo funesto.

Nesta quarta, no tal comitê contra a covid, até Marcelo Queiroga, ministro da Saúde, sugeriu que as pessoas evitem aglomerações no feriado de Páscoa. Bolsonaro concedeu uma entrevista em seguida em que pregou vida normal e volta ao trabalho, insistindo na comparação esdrúxula, segundo a qual toques de recolher e outras medidas restritivas são coisas ainda piores do que estado de sítio. A afirmação é tão estúpida que nem errada chega a ser.

O atual presidente e o pensamento lógico nunca foram íntimos. Nos últimos dias, ele tem insistido na tese mentirosa de que o colapso na Saúde evidencia a ineficácia do "lockdown" — que, insista-se, nunca existiu em dimensão nacional ou estadual. Quando muito, algumas cidades o aplicaram, a exemplo de Araraquara, no interior de São Paulo, e com bons resultados.

E daí? Bolsonaro fala o que lhe dá na telha e, com uma simples declaração, transforma em bobos aqueles que acreditaram que o comitê poderia significar um passo adiante no combate à doença. É um pesadelo sem fim. Como lockdown não há e como há serviços que não podem parar, então já se tem uma taxa inevitável de contaminação — e, por consequência, de mortos.

O presidente não faz o menor esforço, no que lhe diz respeito, para impedir a permanência e agudização da tragédia. Ao contrário: sabota aquele que é, na prática, um esforço, ainda que modesto, do comitê que ele próprio criou.

Tem a arruaça na alma. Seja ao tentar agitar quartéis, seja ao recomendar às pessoas um comportamento que, potencialmente — e com altíssima potência —, é tão suicida como homicida.

Não haverá golpe. Isso não quer dizer que a democracia não esteja sendo esgarçada um pouco por dia, todos os dias.

O Brasil mata mais de um World Trade Center por dia.

O Brasil mata 14,6 Brumadinhos por dia.

O Brasil derruba 6,6 Boeings 747 por dia.

Mas nada move o coração do faraó.

Vejam a imagem. Há algo de perturbador nessa obstinação. Nada tem a ver com política. Nada tem a ver com economia. O que o move?

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Entrevista de Lula a Reinaldo Azevedo “quebra” a internet

247 - A estratégia da centro-direita brasileira de silenciar o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva tem sido um grande tiro no pé. Prova disso foi a entrevista concedida nesta quinta-feira (1) pelo ex-presidente Lula ao jornalista Reinaldo Azevedo no programa O é da coisa, na Bandnews FM. 

Em uma entrevista de uma hora e vinte minutos, Lula falou sobre vários temas, como a Lava Jato e ex-juiz Sérgio Moro, o governo de Jair Bolsoanro, a pandemia do novo coronavírus, defendeu o legado dos seus governos e os da ex-presidente Dilma Rousseff. 

No mesmo horário da entrevista de Lula na Bandnews, Jair Bolsonaro fazia sua tradicional live semanal. Internautas registraram a diferença de audiência no youtube entre as duas transmissões. Enquanto a entrevista de Lula chegou a ter 279 mil pessoas ao vivo, a live de Bolsoanro tinha 13 mil pessoas assistindo.

Ao ser questionado sobre o manifesto assinado por presidenciáveis de direita e centro-direita, como Ciro Gomes, o ex-ministro da Saúde Henrique Mandetta, os governadores João Doria e Luciano Huck e o apresentador da Globo Luciano Huck, Lula saudou a defesa da democracia, mas disse que ela veio tarde demais. 

"Essa gente, todos eles tiveram a chance em 2018 de deixar a democracia garantida votando no Haddad. Essa gente preferiu votar no Bolsonaro. Ciro só foi para Paris", afirmou Lula. 

Lula fez um apelo para que Jair Bolsonaro administre as crises do País: “Deixa de ser ignorante, presidente. Para de brigar com a ciência. Para de falar para os seus milicianos, fale para os 200 milhões de brasileiros”.

Lula também afirmou que a “Lava Jato oficializou o roubo” no Brasil. Ele lembrou que a operação “premiou todos os ladrões”, que fizeram esquemas de delações premiadas.

“Todos agora estão fumando charuto cohiba, aquele charuto cubano, e tomando rum cubano às nossas custas”, disse. 

Na entrevista, Lula também afirmou que o Brasil está vivendo um genocídio, causado “pela irresponsabilidade de um único homem, que brinca com a doença, que zomba da doença, que inventa remédio”, referindo-se a Jair Bolsonaro.

"Estamos vivendo um genocídio. Não um genocídio de estado como foi o genocídio contra os negros ou contra os indígenas, porque é um genocídio praticado pela irresponsabilidade de um único homem, que brinca com a doença, que zomba da doença, que inventa remédio”, afirmou.

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Cynara Menezes: Reinaldo é o pai dos bolsominions

Cynara Menezes: nunca antes se viu gente com tão baixo nível no governo

247 - A jornalista Cynara Menezes, editora do blog Socialista Morena, criticou na manhã desta quinta-feira (1) o jornalista Reinaldo Azevedo, que entrevistou no início da noite o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva

Durante participação no Bom Dia 247, Cynara Menzes disse que Lula deve dar entrevistas para jornalistas alinhados a distintos pensamentos políticos e fez uma observação em relação ao pai do termo "petralha". 

"Agora eu torço para que algum dia, algum desses entrevistados dê uma cobrada no Reinaldo, por ter sido o pai dos bolsominios. Porque ele é o pai dos bolsominios", disse Cynara. 

A jornalista lembrou de textos escritos por Reinaldo Azevedo no qual ele acusa o político e guerrilheiro comunista Carlos Marighella, assassinado pela Ditadura Militar, de ser um "arrancador de perna". 

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Dilma diz que a redução da Farmácia Popular é ''manifestação deliberada de crueldade"

Ex-presidente Dilma Rousseff

247 - A ex-presidente Dilma Rousseff criticou nesta quinta-feira (1) o governo de Jair Bolsonaro, por reduzir o alcance do programa Farmácia Popular. 

Segundo levantamento feito pela Folha de S. Paulo, o Farmácia Popular teve 20,1 milhões de beneficiários em 2020, o que representa 1,2 milhão de pessoas a menos que no ano anterior. A cobertura de 2020 foi a menor desde 2014.

Em nota, Dilma disse que a redução é uma "manifestação deliberada de crueldade". "Com este desprezo pela vida, Bolsonaro está negando medicamentos gratuitos a brasileiros que têm algumas das comorbidades mais perigosas para quem for contaminado pelo coronavírus", afirmou a ex-presidente Dilma. "Isto acrescenta mais um ato no rol de atitudes deste governo que podem caracterizar genocídio", acrescentou.

Leia a nota na íntegra:

Negar remédio gratuitos é expor brasileiros à morte 

O programa "Aqui tem Farmácia Popular”, lançado no governo do ex-presidente Lula e ampliado no meu governo, chegou a fornecer medicamentos gratuitos a 30,4 milhões de brasileiros portadores de doenças crônicas como diabetes, hipertensão e asma. Atende principalmente pessoas de baixa renda, que, de outra forma, não teriam condições de tomar os remédios de uso contínuo necessários à sua sobrevivência.

O programa começou a ser reduzido depois do golpe de 2016, no governo Temer, e está sendo levado à destruição por Bolsonaro. Já deixou de atender 10 milhões de pessoas. Desde o ano passado, mais 1,2 milhão de brasileiros perderam o direito à gratuidade dos medicamentos.

O desprezo pela vida define bem o governo Bolsonaro, na negação da pandemia, no repúdio às medidas de proteção e isolamento social, no atraso na aquisição de vacinas, no descaso em relação à compra e fornecimento de oxigênio, respiradores e analgésicos para intubação. Mas tudo o que é ruim pode ser ainda pior num governo como este.

É uma manifestação deliberada de crueldade a decisão de Bolsonaro de levar à virtual extinção o programa “Aqui Tem Farmácia Popular”, justamente quando o povo mais precisa, pois o país vive sob os efeitos de uma pandemia que está matando 22 brasileiros por segundo.

Com este desprezo pela vida, Bolsonaro está negando medicamentos gratuitos a brasileiros que têm algumas das comorbidades mais perigosas para quem for contaminado pelo coronavírus. Milhões de pessoas com doenças crônicas serão obrigadas a procurar UPAs e hospitais públicos, arriscando-se ao contágio por um vírus que, no caso deles, significa perigo altíssimo de morrer. Isto acrescenta mais um ato no rol de atitudes deste governo que podem caracterizar genocídio.

DILMA ROUSSEFF

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Lula: 

“Esse mercado, se tivesse juízo, ia a Aparecida do Norte pagar promessa para eu voltar”

247 - O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva fez uma crítica contundente ao mercado em entrevista concedida ao jornalista Reinaldo Azevedo, na Bandnews, na noite desta quinta-feira (1º) e relembrou os bons tempos de seu governo, “quando o povo podia comprar”.

“Ô, Reinaldo, me faz uma coisa, me arranja um debate com esse tal do ‘mercado’”, provocou o ex-presidente, quando indagado se não fez um governo muito aliado ao mercado. 

“Esse mercado, se tivesse juízo, ia a Aparecida do Norte pagar promessa para eu voltar”, disse. “A coisa mais importante que oferecemos aos empresários foi mercado. O povo podia comprar”, lembrou.

“Eu quero saber o que faz o mercado. Se é só pra trocar papel, se eles querem viver de dividendo... No meu governo o Brasil era protagonista”, destacou ainda.

Críticas a Paulo Guedes

Lula afirmou que “um governo só consegue governar se tiver duas características: credibilidade e previsibilidade”. “Qual é a confiança que o Bolsonaro passa ao povo brasileiro?!”, indagou.

“O Guedes é aquele marido que ao invés de arrumar um emprego ele quer sair vendendo os móveis, o fogão, a geladeira... Quer tudo menos trabalhar”, criticou em seguida o ministro da Economia de Paulo Guedes.

O ex-presidente relembrou a história da formação de sua chapa com o então vice José Alencar, empresário. “Minha chapa com o Zé Alencar de vice foi a maior aliança entre o capital e o trabalho nesse país”, definiu.

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Manifesto dos presidenciáveis:

5 dos 6 votaram em Bolsonaro - Marketing de ocasião...!

Bernardo Mello Franco

 - O Globo

Amoêdo, Leite, Mandetta, Ciro, Doria e Huck: manifesto "pela consciência democrática"

Seis presidenciáveis divulgaram um manifesto “pela consciência democrática”. O texto não cita Jair Bolsonaro, mas afirma que a democracia está “ameaçada” em seu governo. “Cabe a cada um de nós defendê-la e lutar por seus princípios e valores”, conclama.

A carta exalta o movimento das Diretas, que “uniu diferentes forças políticas no mesmo palanque”. “O autoritarismo pode emergir das sombras, sempre que as sociedades se descuidam”, alerta. Curiosamente, os signatários se descuidaram quando o país elegeu um candidato que exaltava a ditadura e ameaçava “fuzilar” adversários.

Dos seis autores do manifesto, cinco pediram voto para Bolsonaro em 2018. Em São Paulo, João Doria chegou a mudar o próprio nome: passou a se vender como “Bolsodoria”. Seu padrinho político, Geraldo Alckmin, definiu a metamorfose como atitude de “traidor”.

O tucano Eduardo Leite também surfou a onda de extrema direita para se eleger no Rio Grande do Sul. Há oito meses, ele disse não sentir remorso pelo apoio ao capitão. “Não tenho arrependimento porque, dadas aquelas circunstâncias, acho que seria muito ruim o retorno do PT ao poder”, justificou.

O discurso é idêntico ao de João Amoêdo. “Não me arrependi porque não tinha opção. Achava pior votar nulo ou no PT”, disse no ano passado o ex-candidato do Novo. Não foi a única declaração que envelheceu mal.

Às vésperas do segundo turno, o apresentador Luciano Huck informou, em vídeo: “No PT, eu jamais votei e jamais vou votar. Isso é fato”. Em defesa de Bolsonaro, ele disse que “as pessoas podem amadurecer”. “Tem uma chance de ouro, né? De ressignificar a política no Brasil”, empolgou-se.

Henrique Mandetta não se limitou a fazer campanha: virou ministro de Bolsonaro. Ciro Gomes viu seu partido apoiar Fernando Haddad no segundo turno, mas preferiu voar para Paris. Depois disse que o capitão não oferecia nenhum risco à democracia.

Nos últimos tempos, cobrou-se que o PT fizesse uma autocrítica dos escândalos de corrupção. É justo, mas também seria bom pedir aos signatários do manifesto que expliquem por que ajudaram o atual presidente a chegar lá.

O sexteto também deveria informar o que fará num possível duelo entre Bolsonaro e a esquerda em 2022. Sem isso, o apelo à “consciência democrática” pode soar como marketing de ocasião.

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"Essa gente preferiu votar no Bolsonaro", diz Lula sobre manifesto em defesa da democracia

Apesar da alfinetada, o ex-presidente diz que pode se aproximar de políticos de centro

Da redação com BandNews FM
01/04/2021 • 19:59 - Atualizado em 01/04/2021 • 21:31
O ex-presidente Lula
O ex-presidente Lula Reprodução

As eleições de 2022 parecem distantes, mas Lula já começa a desenhar seu campo de apoio e alfineta presidenciáveis do centro.

"Sou favorável e aplaudo qualquer manifesto que defenda a democracia, agora todos esses tiveram a chance de garantir a democracia votando no Haddad.

Essa gente preferiu votar no Bolsonaro.

Ou seja, você faz um manifesto e sequer reconhece o erro? 

O Ciro só foi para Paris, não votou", afirmou ele sobre documento encabeçado pelo ex-ministro da Saúde de Bolsonaro, Luiz Henrique Mandetta, e assinado por Luciano Huck, João Doria, Eduardo Leite, João Amoedo e Ciro Gomes.

Apesar da estocada, o ex-presidente admite fazer alianças com forças políticas de centro.

"Se for preciso chegar no centro para ganhar as eleições, a gente vai procurar.

Eu fui presidente da República, eu convivi com toda essa gente", afirmou.

  • Lula: "Meu grande milagre foi colocar o pobre no orçamento"

Sou favorável e aplaudo qualquer manifesto que defenda a democracia, agora todos esses tiveram a chance de garantir a democracia votando no Haddad. Essa gente preferiu votar no Bolsonaro

Lula não acredita, entretanto, em um novo nome com força para vencer as eleições:

"Toda vez que você fica tentando pescar em terra seca, não tem peixe. 

Um país desse tamanho, com essa cultura, você não inventa candidato. 

Se você inventar, o resultado é nefasto".

Se for preciso chegar no centro para ganhar as eleições, a gente vai procurar

Luiza Trajano vice?

Questionado sobre a possibilidade de Luiza Trajano, da rede varejista Magazine Luiza, ser a sua vice, o ex-presidente disse ser pouco provável: 

"Eu tive uma extraordinária relação com a Luiza Trajano quando eu fui presidente da República, a Dilma também teve uma boa relação com ela. 

Ela é uma mulher excepcional e eu não acredito que a Luiza Trajano se meta na política".

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Ciro: manifesto é 'consenso possível' contra 'surto autoritário' de Bolsonaro | Vera Magalhães - O Globo

Ciro Gomes

O manifesto de seis potenciais candidatos à Presidência em 2022 em defesa da democracia prontamente levantou especulações: seria o documento um ensaio para a tão falada, mas ainda tão pouco nítida e concreta, frente ampla para enfrentar Jair Bolsonaro e Lula no ano que vem?

A resposta é: com essa configuração, muito dificilmente.

Uma das maiores surpresas do texto foi a adesão de Ciro Gomes (PDT), o único entre os signatários que já é candidato declarado e assumido como tal por seu partido, e o mais à esquerda do grupo quando se analisa o projeto econômico e de desenvolvimento do país que ele prega.

Brinquei com ele que, como na música de Renato Russo, sua presença ali poderia ser resumida como "festa estranha, com gente esquisita". 

Ciro não tem ilusões de que ali vá sair uma chapa para a Presidência, com o apoio dos demais. Prefere deixar as conversas -- que vem tendo -- sobre 2022 de fora da equação.

Como publiquei aqui ontem, ele foi procurado na própria quarta-feira por Luiz Mandetta para assinar o documento, que vinha sendo gestado pelos demais. Manifestou desconforto com a presença de Sérgio Moro no grupo, por ter dúvidas quanto à presença do ex-juiz e ex-ministro de Bolsonaro no que poderia ser chamado de "polo democrático" (aliás, o nome do grupo no WhatsApp, no qual o pedetista ingressou no celular da sua mulher, uma vez que não usa o aplicativo).

"Trata-se apenas de um gesto, concreto, objetivo, no sentido de que, colocadas de lado nossas divergências, algumas inconciliáveis, temos o consenso posível a favor da democracia, da Constituição e contra um claro surto autoritário de Bolsonaro", me disse o ex-ministro.

A primeira ideia apresentada por Mandetta a Ciro era um projeto de lei de iniciativa popular instituindo em 31 de março o Dia Nacional da Consciência Democrática, o que seria uma resposta às tentativas anuais do bolsonarismo e das Forças Armadas de celebrar o golpe de 1964.

Mas prevaleceu no grupo a ideia do manifesto, considerada uma resposta simbolicamente mais forte e mais imediata que um projeto, que precisaria ser mandado ao Congresso, votado e poderia perder o impacto da data.

Ciro e os demais signatários, dos quais falei com três entre ontem e hoje, sabem que dificilmente haverá "liga" entre muitos dos integrantes do grupo.

O que ficou de sinal da conversa, conforme impressões que colhi com eles, de forma consensual ou isolada:

1) foi a primeira vez que Huck se apresentou como pré-candidato de forma mais explícita, aceitando integrar o grupo, e até dando sugestões no texto;

2) os dois tucanos presentes, João Doria e Eduardo Leite, ao assinarem juntos, estão admitindo a possibilidade de uma prévia no PSDB, o que será inédito se de fato ocorrer (já houve vários ensaios frustrados no passado);

3) Moro não só é um elemento que causa desconforto entre os demais como, a cada dia, dá sinais de que não vai se aventurar numa eleição, optando pelo caminho de construir uma carreira na iniciativa privada e tentar sair dos holofotes.

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Presidenciáveis assinam manifesto conjunto em defesa da democracia | Vera Magalhães - O Globo

Seis possíveis candidatos à Presidência da República em 2022 vão divulgar nesta quarta-feira, aniversário de 57 anos do golpe militar que instituiu a ditadura em 1964, um manifesto em defesa da democracia.

A carta é assinada por Ciro Gomes, Eduardo Leite, João Amoêdo, João Doria Jr., Luiz Henrique Mandetta e Luciano Huck.

Sua execução e divulgação coincide com a radicalização por parte do presidente Jair Bolsonaro e as suspeitas de que ele pode tentar levar as Forças Armadas para endossarem alguma medida de exceção.

O fato de a iniciativa unir políticos de cepas tão diferentes quanto Ciro Gomes e Amoêdo, e tucanos que podem até disputar internamente a candidatura, caso de Doria e Leite, é inédito e pode originar outras iniciativas e conversas, inclusive para a composição entre eles com vista às eleições do ano que vem.

Apurei que o ex-juiz Sérgio Moro foi convidado a fazer parte do manifesto, mas não quis assiná-lo, o que foi lido pelo grupo como um sinal de que ele pode não se apresentar para a disputa.

As primeiras conversas entre potenciais presidenciáveis ocorreram no início do ano num grupo batizado de MMA, Mandetta, Moro e Amoêdo. A ideia, então, era pensar numa candidatura única entre eles.

Com a decisão do STF de anular a condenação de Lula, as conversas se ampliaram para os tucanos e para Huck, a respeito de se seria possível pensar numa candidatura única.

Com a escalada autoritária de Bolsonaro, Mandetta começou a articular a elaboração do manifesto, e Ciro Gomes foi chamado a participar. Foi criado, inclusive, um grupo de WhatsApp com os seis signatários e Moro, que, ao final, ficou fora da carta.

O ex-juiz e ex-ministro alegou razões contratuais do escritório em que trabalha para não chancelar o texto. Ele está, inclusive, nos Estados Unidos.

Lula não foi chamado para as conversas nem para assinar o manifesto. Fernando Haddad também não. Segundo dois integrantes do sexteto com quem conversei, a avaliação foi que o PT estaria em outro campo político.

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Gleisi ironiza manifesto da centro-direita: 'Parece vetado para quem votou contra Bolsonaro em 2018'


247 - A deputada e presidente nacional do PT, Gleisi Hoffmann, ironizou o manifesto em defesa da democracia assinado esta semana pelos presidenciáveis de centro-direita Ciro Gomes (PDT), Eduardo Leite (PSDB), João Amoêdo (Novo), João Doria (PSDB), Henrique Mandetta (DEM) e Luciano Huck (sem partido). “Pareceu-me um manifesto vetado para quem votou contra Bolsonaro em 2018”, disse Gleisi, de acordo com a coluna Painel,  da Folha de S. Paulo. 

“Desconheço se alguém do campo da esquerda foi convidado a assinar”, completou. Apesar da ironia, Gleisi destacou que “iniciativas em defesa da democracia sempre são importantes e louváveis”. 

O presidente do PSOL, Juliano Medeiros, disse que os esforços pela união contra Bolsonaro são bem-vindos, mas “não podem vender ilusões”. Para ele, é uma ingenuidade acreditar que “PSDB, DEM e Novo —corresponsáveis pelo caos que o Brasil vive— podem formular saídas viáveis para a crise”. 

O governador do Maranhão, Flávio Dino, que não foi chamado para participar da elaboração ou da assinatura do documento, disse que assina “todos os manifestos que ajudem a mobilizar a sociedade a favor da democracia e contra o terror bolsonarista”. 

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A distorcida pequenez da “Frente Ampla”

1 de abril de 2021, 16:35
Em cima: João Doria, Ciro Gomes e Luiz Henrique Mandetta. Embaixo: Luciano Huck, Eduardo Leite e João Amoêdo

Por Luís Costa Pinto, do Jornalistas pela Democracia 

Seis políticos tiveram a ideia de criar um grupo de whatsapp para, por meio dele, tentarem se posicionar na trágica cena brasileira. 

Cada um chamou o assessor mais próximo – seja de imprensa, seja de assuntos gerais – e se danou a refletir sobre o que fazer com a ideia de um grupo de whatsapp que os uniria.

Liminarmente, decidiram excluir cinco protagonistas que podiam lhes fazer sombra – e que lhes assombra. 

Assim, excluíram possibilidades de diálogo 

com Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o ex-presidente; 

com Marina Silva (Rede), a ex-ministra do Meio Ambiente e ex-senadora; 

com Guilherme Boulos (PSol), o ativista e líder do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto; 

com Flávio Dino (PCdoB), governador do Maranhão e liderança evidente entre os articulados governadores do Nordeste; 

com Fernando Haddad (PT), ex-ministro da Educação, ex-prefeito de São Paulo, candidato que obteve 54,5 milhões de votos para presidente da República em 2018.

Daí, condoídos com o autoexílio ao qual se impôs o ex-juiz Sérgio Moro desde quando foi defenestrado do governo que ajudou ilegitimamente e fraudulentamente a eleger, acionaram-no nos Estados Unidos. 

Queriam a participação dele. 

Moro pediu escusas, mas disse que não podia juntar-se ao grupo no parquinho virtual, pois isso poderia pegar mal para seu empregador – a empresa de gestão de ativos podres e recuperações judiciais Álvares & Marsal. 

Escaldado com a participação no grupo de Telegram da “República de Curitiba” administrada pelo amigo Deltan Dallagnol quando o Estado brasileiro era seu empregador e ele conspurcou o juramento de imparcialidade dos juízes, preferiu dar um perdido na turma embora a tentação fosse apor seu jamegão no texto que estava sendo preparado pela assessoria dos seis pretendentes a atores centrais na cena brasileira.

Ciro Gomes, João Doria, Eduardo Leite, João Amoedo, Luciano Huck e Luiz Henrique Mandetta fecharam nas coxas a minuta que lhes foi passada pela assessoria certificando-se de que não havia o nome “Jair Bolsonaro” no corpo do que passaram a chamar de “Manifesto Pela Consciência Democrática”. 

Depois, modificaram o último parágrafo e mandaram ver na caixa alta – ou seja, nas palavras com todas as letras escritas de forma maiúscula como se gritassem para o leitor: 

“Homens e mulheres desse país que apreciam a LIBERDADE, sejam civis ou militares, independentemente de filiação partidária, cor, religião, gênero e origem, devem estar unidos pela defesa da CONSCIÊNCIA DEMOCRÁTICA. Vamos defender o Brasil.”

Seis assinaturas, cinco ausências e nenhuma proposta concreta de unir o País em torno de algo. 

Podiam ter proposto, por exemplo, ação conjunta pelo IMPEACHMENT IMEDIATO de Bolsonaro. 

Mas, o Novo de Amoedo é contra; o PSDB de Doria e Leite tem no ex-presidente Fernando Henrique Cardoso uma espécie de “reserva moral” (deles, claro) e FHC já disse que não é o caso de impeachment; o DEM de Mandetta segue como híbrido estado dentro e fora do Governo Bolsonaro ao mesmo tempo, Ciro Gomes, do PDT, quando pôde fazer algo efetivo e eficaz para interromper o processo golpista que nos trouxe até aqui pegou um avião e foi para Paris chorar mágoas e pitangas porque menos de 12% dos brasileiros o queriam Presidente da República; e Huck, uma lástima: perdeu o bonde da História que se dirigia a ele em 2018, contendo um cavalo selado na 1ª Classe, e se acovardou na hora de assumir a candidatura. 

O segundo turno teria sido entre ele e o candidato do PT – Haddad ou Lula.

A “Frente Ampla de Whatsapp” liderada pelo cearense Ciro Gomes tem a estreiteza da ação política do ex-governador e ex-ministro. 

Posto ser considerado intragável por empresários e executivos engalados da Avenida Faria Lima por seus métodos toscos de tratar as pessoas e impor seus pontos de vista, aceitaria fazer um roque na chapa que tem em mente? 

Por exemplo, pondo o gaúcho Eduardo Leite na cabeça e colocando-se como vice? Ou Doria? 

Falo dos dois neo-queridinhos do mercado financeiro, mas poderia especular com Luciano Huck: do fundo de sua consciência democrática, Ciro toparia ceder a Luciano Huck a cabeça de chapa, abraçando uma candidatura a vice que seria honrosa e valorosa caso vençam? 

Ou a estreita “Frente Ampla” foi desenhada por arquitetos que comungam com hóstias de tapioca fornecidas pelo “Senhor de Sobral”?

Não se poderá levar a sério a amplitude e a ousadia de uma iniciativa política que cometeu a pachorra de anular todo um lado do espectro político tendo suas lideranças assumido autoritariamente a condição de tradutores dos anseios populares.

Uma Frente Ampla pelo impeachment, pela derrubada imediata de Jair Bolsonaro, pela devolução do Brasil aos princípios basilares das sociedades civis democráticas e regidas pelo Estado de Direito não só é bem-vinda como é urgente. 

Tal frente, porém, tem de ser ampla de fato – como foi a das DIRETAS, JÁ. 

Com ela, derrotamos a ditadura militar. 

Depois, a convertemos em frente de apoio à candidatura de Tancredo Neves no Colégio Eleitoral. 

Só assim se permitiu que o Brasil vivesse um hiato de prosperidade e reconstrução democrática até que tudo começasse a ruir quando cinco d’Os Seis do Whatsapp foram às ruas para açular os militares e infernizar a população a fim de sacramentarem o golpe de 2016 e iniciar o roteiro que levou Bolsonaro ao Palácio do Planalto.

Frente Ampla pressupõe menos vaidades e mais ousadias que todo o comportamento adotado até aqui pelos signatários do “Manifesto Pela Consciência Democrática”. 

Um imediato pedido de desculpas aos cinco protagonistas medrosamente trancados nos camarins do show que ora se desenrola deve ser o ponto de partida para que, juntos, todos os democratas reescrevam o fim dessa tragédia brasileira.

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