BOLSOLÃO * 5G-636570/44'2T ?

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5G aos 63/65/70 ? Aos 44/2⁰Tempo ? ______ Perdeu, playboy. Perdeu...!

Até o pleno desenvolvimento do App e das roupas dá uns 70, por aí. E o preço que pode ser EXORBITANTE ?

Bancada do PSOL vai ao MPF contra o Bolsolão do governo

5G – Como essa rede mudará a indústria e outros setores

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"É um novo mensalão", diz Gil_Castello_Branco, fundador da associação CONTAS ABERTAS

BIDEN diz que DESEMPREGADOS que NÃO aceitarem oferta de trabalho PERDERÃO benefícios

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Bancada do PSOL vai ao MPF contra o Bolsolão do governo

247 - A bancada do PSOL na Câmara Federal protocolou nesta segunda-feira (10) uma representação no Ministério Público Federal pedindo a abertura de investigação sobre o chamado “Bolsolão”, um orçamento paralelo de R$ 3 bilhões montado por Jair Bolsonaro para a compra de apoio de parlamentares no Congresso Nacional.

No documento, a bancada destacou que, "contrariando princípios administrativos consagrados, os acordos para direcionar o dinheiro não são públicos e não têm transparência. Ou seja: ganha quem apoia o governo".

Líder da minoria, Marcelo Freixo (PSOL-RJ) anunciou que também entrou com representação junto ao Tribunal de Contas da União (TCU).

"Apresentei, enquanto líder do Bloco da @minorianacamara, uma representação no TCU pra que seja investigado o 'tratoraço' do governo Bolsonaro, o esquema que supostamente girou, às escondidas, R$ 3 BILHÕES pra compra de apoio de parlamentares e de tratores superfaturados", tuitou.

Acuado pelo escândalo do Bolsolão, o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), aliado do governo, tentará fazer alterações no Regimento Interno da Câmara que reduzirão a margem de ação da minoria em plenário.

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5G – Como essa rede mudará a indústria e outros setores

Vivemos em mundo cada vez mais conectado. Em tempos de transformação digital, já não existem mais barreiras entre o mundo físico e o mundo virtual. Isso muda a forma como produzimos, consumimos e até como vivemos.

Mas ainda não estamos 100% conectados. Quando não há acesso ao wi-fi, nem sempre é possível transmitir um grande número de informações em um curto espaço de tempo. É justamente por isso que o 5G deve promover uma nova revolução em todos os aspectos de nosso cotidiano.

O que é o 5G?

O 5G é a quinta geração de internet móvel, que promete ter um salto grande em relação ao 4G, rede que é utilizada atualmente. O protocolo funciona através de ondas de rádio, assim como as gerações anteriores. Porém, o espectro coberto pelo 5G é bem mais amplo, espalhando-se entre 600 e 700 Mhz, 26 e 28 Ghz e 38 e 42 Ghz.

As antenas da rede 5G serão acopladas às antenas que já existem atualmente, de forma que os dois protocolos funcionem simultaneamente. Um mecanismo inteligente será capaz de focalizar as ondas, ao invés de emiti-las para todas as direções. E a direção desse foco será determinada justamente pela demanda de aparelhos que requisitarem uma conexão.

Mas vamos ao que interessa: o 5G promete ser até 100 vezes mais rápido que a internet atual, com transferências de dados praticamente em tempo real. Isso significa que a rede tem potencial de substituir até o wi-fi, por exemplo.

Porém, se você empolgou com a ideia de usar o 5G, é preciso ter paciência. A rede ainda está em fase de testes em países como Coréia do Sul e Estados Unidos. Acredita-se que o protocolo deve chegar ao Brasil em 2020.

Por que o 5G vai transformar o mundo?

Quando o 5G estiver consolidado em grande parte dos países e financeiramente viável para a maior parte da população, teremos um novo cenário. Estaremos – agora sim – totalmente conectados, sem restrições de locais ou de velocidade.

Os impactos vão além da possibilidade de baixar um filme em segundos de qualquer lugar. A ideia é que o 5G seja o verdadeiro impulso para a Internet das Coisas, já que objetos de todos os tipos poderão processar e enviar uma grande quantidade de dados em alta velocidade.

Ou seja, mais do que seres humanos completamente conectados, teremos objetos, eletrodomésticos e cidades inteiras trocando informações de todos os tipos. E isso abre as portas para diversas oportunidades.

Talvez a mais clara delas sejam os carros autônomos. Para que esses veículos funcionem com precisão e segurança, é preciso que eles estejam conectados o tempo todo, trocando um grande volume de informações com semáforos e outros carros, por exemplo. Com a implementação do 5G, fica muito mais viável imaginar um mundo rodeado por carros inteligentes.

5G e a indústria

4ª revolução Industrial já mostrou que o futuro do setor está na geração, integração e análise de dados. A digitalização do chão de fábrica permitiu coletar um volume enorme de informações, o que dá aos gestores um melhor entendimento sobre toda a operação.

Mas é possível ir ainda além: um dos maiores desafios das fábricas é a conectividade para sensores e outros dispositivos de Internet das Coisas. Muitos locais não podem ser completamente mapeados por wi-fi, seja por causa da grande área ou por condições próprias desses ambientes.

É nesse sentido que o 5G pode realizar grandes transformações na indústria, abrindo a porta para soluções com realidade aumentada, sensores inteligentes em máquinas, equipamentos ou pessoas, robôs para automatização de processos e muito mais!

E o mesmo vale para outros setores como saúde, logística e varejo. Onde houver uma busca constante por geração de dados e trocas de informações, a tecnologia 5G poderá ser útil para ampliar os horizontes

Novidá e o 5G

A Novidá desenvolveu um sistema de geolocalização indoor capaz de monitorar a movimentação de pessoas e equipamentos dentro de qualquer ambiente. Para isso, a empresa utiliza beacons ou smartphones que trocam informações com sensores instalados na planta.

Para todo esse sistema funcionar, o software precisa de conectividade. Enquanto o 5G não chega ao país, trabalhamos com wi-fi ou 3G, por exemplo.

Dessa forma, o gestor recebe dados em tempo reais sobre o que está acontecendo em sua empresa, o que gera insights para reorganizar seu layout, realocar a equipe e analisar a produtividade de cada funcionário.

Quer entender melhor como nossa solução de Internet das Coisas pode ajudar sua empresa a tomar decisões mais assertivas? Agende uma conversa com nossa equipe!

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10 p0nt0$ o B0l$0lão, que 0_Anta-g0nista noticia desde 2020

10.05.21 13:46
A liberação de recursos públicos para parlamentares fora do script é uma prática que existe há vários governos e que, com Bolsonaro, se intensificou. 

Este site tem mostrado como o esquema funciona desde o primeiro ano da atual gestão

O termo Bolsolão ganhou destaque no noticiário de ontem para hoje, agitou as redes sociais e deixou o mundo político em polvorosa em meio à pandemia, com uma CPI da Covid em andamento no Senado.

Compreende-se: é um escândalo gigantesco.

Há meses, O Antagonista mostra como, desde o primeiro ano do governo Bolsonaro, as chamadas verbas extras estão sendo usadas pelo presidente

 — que, não custa lembrar, foi eleito prometendo acabar com o velho toma lá, dá cá — 

como compra de apoio político ou de pautas específicas no Congresso.

Quem acompanha este site sabe como a farra dessas emendas garantiu a formação da base do atual governo, inclusive atraindo ao Palácio do Planalto até lulistas como Ciro Nogueira, o senador piauiense que preside o PP. 

Essas emendas somaram-se à negociação de cargos estratégicos no segundo escalão da Esplanada e em estatais.

O Estadão rastreou o uso de R$ 3 bilhões em emendas extras liberadas pelo governo, revelando a aplicação desses recursos por parlamentares em compras superfaturadas de tratores, por exemplo.

Entenda em 10 pontos toda essa história, que O Antagonista começou a desvelar ainda no início de 2020:

1. ________________________________________________________ A reportagem do Estadão teve acesso a um conjunto de 101 ofícios enviados por deputados e senadores ao Ministério do Desenvolvimento Regional e órgãos vinculados, para indicar como eles preferiam usar esses recursos públicos, sem que haja controle. 

Com parte desses recursos, 115 tratores foram comprados por valores até 259% acima do preço de mercado.

2. ________________________________________________________ Como O Antagonista já mostrou em situações anteriores — leia aqui, por exemplo –, esses recursos são difíceis de ser rastreados, não possuem critérios definidos para a sua liberação nem há transparência sobre a lista de parlamentares beneficiados. 

Basicamente, congressistas escolhidos pelo governo — da situação à oposição — têm o poder de indicar como os recursos serão aplicados em suas bases eleitorais. Nenhum real sai de Brasília sem paternidade. 

Tudo, nesse modelo, é feito por meio de negociações nas coxias da Esplanada. 

Esses recursos não são contabilizados entre as chamadas emendas impositivas, aquelas a que cada parlamentar tem direito e que o governo tem a obrigação de liberá-las.

3. ________________________________________________________ Os recursos da chamada verba extra (que o Estadão optou por chamar de “orçamento paralelo” ou “secreto”), criada em 2019 sob a rubrica “emendas do relator”, não têm detalhamento e são transferidos para projetos solicitados pelos parlamentares diretamente aos ministérios — principalmente ao Ministério do Desenvolvimento Regional. 

Distribuído para as pastas e outros órgãos geralmente como crédito suplementar, esse dinheiro sai da Esplanada para atender a interesses paroquiais, como revitalização de praças, pavimentação de ruas, construção de pontes e, agora se sabe, compra de tratores superfaturados. 

Os tribunais de contas têm dificuldade de monitorar e fiscalizar a aplicação desses recursos, pois eles não aparecem detalhadamente em sistemas existentes para acompanhamento orçamentário.

4. ________________________________________________________ Ainda no início de 2020, O Antagonista conseguiu via Lei de Acesso à Informação (LAI) dados sobre o esquema no Ministério do Desenvolvimento Regional — vale a pena relembrar aqui –, então comandado por Gustavo Canuto. 

A pasta foi criada por Jair Bolsonaro. 

Destrinchamos nas nossas reportagens a destinação de R$ 3,8 bilhões, liberados no apagar das luzes do ano anterior. As notícias sobre o assunto caíram como uma bomba nos bastidores do Congresso. 

Foi a primeira vez que um veículo de comunicação mostrou essa prática no governo Bolsonaro. 

Ao detalhar as planilhas, revelamos como o grupo de Davi Alcolumbre e outros aliados do governo em Pernambuco e no Amazonas, por exemplo, tinham sido beneficiados. 

Canuto acabou deixando o cargo, também em razão desse episódio, e no seu lugar entrou Rogério Marinho.

5. ________________________________________________________ O Ministério do Desenvolvimento Regional, segundo parlamentares ouvidos por O Antagonista, continuou sendo o órgão campeão na liberação desses recursos extras. 

Mas também figuram com destaque os ministérios da Agricultura, do Turismo, da Infraestrutura, da Cidadania e da própria Saúde. 

Também está jorrando dinheiro dessa forma via Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) e Companhia do Vale do São Francisco (Codevasf), onde líderes do Centrão emplacaram apadrinhados em cargos estratégicos. 

A Codevasf, no governo Bolsonaro, teve seu escopo de atuação ampliado pelo Congresso, justamente para que a possibilidade de uso desses recursos também se alargasse.

6. ________________________________________________________ Em 27 de janeiro deste ano, às vésperas das eleições na Câmara e no Senado, O Antagonista publicou um espelho das planilhas da distribuição de R$ 630 milhões em emendas extras, para apoiar a eleição municipal de aliados e também garantir Arthur Lira (PP) e Rodrigo Pacheco (DEM) no comando do Congresso. 

Deu certo. 

Na semana passada, também publicamos com exclusividade a planilha do Planalto para a liberação de R$ 10 milhões a cada deputado federal aliado, como parte desse mesmo esquema.

7. _______________________________________________________  Quando questionados sobre essas verbas extras, Planalto e ministérios, geralmente, alegam ser impossível ter controle da liberação desses recursos. 

No ano passado, por exemplo, a assessoria do ministro Luiz Eduardo Ramos, então na Secretaria de Governo, disse a O Antagonista que o único balanço feito por eles era o “das emendas impositivas”, ou seja, as individuais e de bancadas — também vale relembrar aqui.

8. ________________________________________________________ Em fevereiro deste ano, O Antagonista enviou para quase 60 senadores e para mais de uma centena de deputados perguntas sobre se eles tinham recebido verba extra e pedindo o detalhamento da aplicação desses recursos

A maioria não respondeu ou fez cara de paisagem: relembre aqui

Lideranças, em reservado, dizem que esse esquema das emendas invisíveis, ou verba extra, é o que garante a sustentabilidade do governo Bolsonaro e afasta qualquer possibilidade de impeachment.

9. ________________________________________________________ O senador Major Olimpio (PSL), que morreu vítima de Covid, revelou em 2020 (e este site também publicou com exclusividade) que emissários do Palácio do Planalto procuraram senadores para oferecer a liberação de R$ 30 milhões em emendas extras e formar uma base de apoio no Senado

Uma das intenções era garantir o apoio à reeleição inconstitucional de Davi Alcolumbre como presidente do Senado, o que não se concretizou, mas o apoio teria sido transferido a Rodrigo Pacheco (DEM), o candidato de Bolsonaro. 

Ninguém nunca negou essa história. 

Pelo contrário, senadores confirmaram o recebimento das emendas extras, mas ponderaram que não prometeram nada em troca.

10. _______________________________________________________ Um especialista em orçamento, com mais de 20 anos de experiência na Esplanada e hoje funcionário de um gabinete no Senado — e, por isso, pediu reserva –, já resumiu assim a O Antagonista, de maneira bem didática, o esquema agora chamado de Bolsolão: 

“Verba extra é ‘fio do bigode’. Isso não é de agora, sempre existiu. 

Mas há, sim, um volume muito maior sendo liberado neste governo. 

Emendas individuais e de bancadas têm marcadores no orçamento: você consegue rastrear no momento do pedido e da liberação dos recursos. 

Verba extra é diferente, porque ela não está prevista em lei alguma. 

O parlamentar chega para um ministro e diz: 

‘Olha, minhas emendas acabaram e eu preciso de mais’. 

Pode ou não ter uma contrapartida. 

Quando o ministério não tem mais orçamento disponível, pode-se abrir esse espaço por meio de créditos suplementares, aprovados pelo Congresso. 

É claro que o assessor do ministro tem essa tabela de Excel, com tudo isso detalhado. 

Mas é carta na manga, essas informações não são encontradas em nenhum sistema corporativo”.

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"É um novo mensalão", diz fundador da associação Contas Abertas

10.05.21 13:49
Gil Castello Branco avalia que o caso é "mais uma vez compra de apoio político disfarçado de emenda parlamentar". Para ele, "é uma espécie de novo mensalão."

O economista Gil Castello Branco, fundador da associação Contas Abertas, avalia que o governo Bolsonaro driblou o orçamento oficial, os órgãos de controle e até o Congresso Nacional ao criar uma forma de distribuir recursos para um grupo seleto de parlamentares.

“Esse caso é mais uma vez compra de apoio político disfarçado de emenda parlamentar. É uma espécie de mensalão com recursos do orçamento para favorecer alguns parlamentares que o governo resolveu contemplar. Não tem transparência, porque não se sabe quem foi o autor do pedido e o local beneficiado.”

Gil lembra que as emendas parlamentares são impositivas e todos têm direito a elas na elaboração do orçamento. No primeiro ano do governo, porém, foi criada a figura da “emenda do relator”, que funciona como um guarda-chuva para esses pedidos nada republicanos.

“Percebe-se claramente que poucos deputados e senadores têm o privilégio de encaminhar pedidos diretos ao Ministério do Desenvolvimento Regional, no caso, para alocar recursos em programas historicamente usados com fins eleitoreiros, como pavimentação, perfuração de poços e compra de equipamentos agrícolas.”

Ele ressalta que é “extremamente difícil fiscalizar a aplicação desse recurso da maneira como está sendo aplicado”“Isso tem que ser investigado.”

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Vem uma 'tempestade' contra Bolsonaro _ 05.05.21-OGLOBO 

depoimento de Luiz Henrique Mandetta “foi um prenúncio do que tende a ser um bombardeio contra o governo”, diz O Globo, em editorial.

“Mandetta, que deixou a pasta em 16 de abril de 2020, não tergiversou sobre erros e omissões do presidente Jair Bolsonaro. Disse que, sob seu comando, o ministério seguia numa direção, Bolsonaro noutra. Questionado sobre se esse descompasso contribuíra para que o país superasse os 410 mil mortos, foi direto: ‘Tem, sim, impacto. O Brasil podia mais, o SUS podia mais, poderíamos estar vacinando desde novembro’ (…).

Os ventos da CPI sopram contra Bolsonaro. Ficou claro que ele ignorou a ciência, fez pressão por medicamentos ineficazes, a ponto de tentar mudar a bula de um remédio, e desprezou todos os alertas do ministro da Saúde. A gestão de Mandetta cobre menos de dois meses de pandemia. Ainda há muita água para rolar. E, pelo jeito, vem aí uma tempestade.”

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Biden diz que desempregados que não aceitarem oferta de trabalho perderão benefícios

Presidente americano vem recebendo críticas dos republicanos, segundo os quais, o plano de ajuda contra a Covid desestimula a procura por trabalho
O Globo com agências
10/05/2021 - 16:37 / Atualizado em 10/05/2021 - 16:44
Presidente americano Joe Biden fala sobre a situação da economia do país na Casa Branca Foto: KEVIN LAMARQUE / REUTERS
Presidente americano Joe Biden fala sobre a situação da economia do país na Casa Branca Foto: KEVIN LAMARQUE / REUTERS

WASHINGTON  - O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, defendeu-se nesta segunda-feira contra críticas de que a expansão dos benefícios a desempregados prevista no projeto de lei de alívio à Covid, aprovado em março, está desestimulando os americanos a aceitarem novas ofertas de trabalho.

Biden disse que o governo vai lembrar aos estados americanos esta semana que qualquer cidadão desempregado que receba uma oferta de posto de trabalho deve aceitá-la ou correr o risco de perder o auxílio-desemprego.

"Qualquer pessoa que oferecer um emprego adequado deve aceitar o emprego ou perderá o seguro-desemprego”, disse Biden. 

Existem algumas exceções para a Covid-19, mas, fora isso, essa é a lei”, disse.

Ele também está instruindo o Departamento do Trabalho dos EUA a trabalhar com os estados para restabelecer os requisitos de que aqueles que recebem auxílio-desemprego devem demonstrar que estão procurando trabalho ativamente.

Parlamentares republicanos atribuíram o fraco relatório de empregos da semana passada à decisão do presidente democrata de oferecer benefícios a desempregados ampliados até setembro. 

Alguns governadores republicanos descartaram os benefícios adicionais, direcionando recursos extras a outras iniciativas.

"As pessoas que afirmam que os americanos não trabalharão, mesmo que encontrem uma oportunidade boa e justa, subestimam o povo americano", disse Biden na Casa Branca. 

"Não vemos muitas evidências de" pessoas ficando em casa por causa do aumento do auxílio ao seguro-desemprego, que foi estendido até o início de setembro no projeto de lei da Covid-19, disse ele.

O número de vagas efetivadas em abril ficou em 266 mil, menos da metade da estimativa mais fraca em uma pesquisa da Bloomberg. 

Os republicanos rapidamente culparam a extensão do seguro-desemprego suplementar de US $ 300 por semana até o início de setembro por pagar efetivamente a alguns americanos para ficarem em casa.

Biden disse que os dados da folha de pagamento de abril foram baseados em uma pesquisa feita durante um período em que a pandemia estava atingindo com mais força do que agora.

Ele sinalizou que 35% dos adultos em idade produtiva já estão totalmente vacinados, contra 18% naquela época.

Ele também destacou várias medidas que devem ajudar a estimular o crescimento do emprego no futuro. 

Entre elas:

  • O lançamento de distribuições para estados e áreas locais de US$ 350 bilhões em ajuda sob o projeto de lei de março, permitindo que esses governos aumentem as contratações.
  • Os primeiros cheques de socorro vão a partir de hoje para 16.000 "restaurantes duramente atingidos".
  • Aviso aos empregadores de que eles podem contratar de volta seus trabalhadores dispensados em tempo parcial, sem que os indivíduos tenham que abrir mão de todos os seus benefícios de desemprego.
  • A liberação de orientações aos estados para ajudar a distribuir fundos para creches. O objetivo é ajudar os pais trabalhadores a voltarem ao trabalho.
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