A Rainha do trono:

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HILDEGARD sobre a morte de PAULO GUSTAVO: "NÃO foi covid, foi ASSASSINATO frio desse governo gelado e monstruoso"
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"Tô com raiva por esse momento que o país atravessa", diz ADNET sobre a morte de PAULO GUSTAVO 
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Morte de PAULO GUSTAVO comprova o GENOCÍDIO bolsonarista, diz JONES MANOEL 
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FELIPE NETO se revolta após morte de PAULO GUSTAVO e rotula Bolsonaro como assassino e genocida
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Mandetta leva à CPI omissões de Bolsonaro, mas tenta escapar de nós de sua gestão
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"A covid-19 é uma crise perdida, mas o Brasil pode aprender com os erros"
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Juliette é um case que não se encerra no 'BBB 21'
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De excluída a fenômeno digital e campeã: a jornada de Juliette no 'BBB 21'
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A Rainha do trono:
Depois de três meses de batalhas, Juliette conquista a coroa da casa mais vigiada do Brasil
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Reprodução/Globoplay - Reprodução/Globoplay
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Hildegard sobre a morte de Paulo Gustavo: "não foi covid, foi assassinato frio desse governo gelado e monstruoso"

Hildegard Angel

247 – "Hoje perdemos o maior ator de humor brasileiro da atualidade, maior bilheteria do teatro, maior bilheteria do cinema. Não foi COVID. Foi assassinato frio desse governo gelado, monstruoso, sem gota sentimento e amor, que recusou 11 oferecimentos de vacinas e assina milhares de mortes", escreveu a jornalista Hildegard Angel. Saiba mais:

Sputnik – O ator Paulo Gustavo não resistiu às complicações da COVID-19 e morreu nesta terça-feira (4) aos 42 anos. Ele sofreu uma embolia pulmonar no último domingo (2).

O ator Paulo Gustavo estava internado com complicações da COVID-19 desde o dia 13 de março no Rio de Janeiro. 

No último domingo (2) o quadro de saúde do ator teve uma piora, quando sofreu uma embolia pulmonar

Anteriormente, Paulo Gustavo vinha apresentando melhoras significativas, tendo uma redução dos sedativos e bloqueadores e conseguindo interagir.

Na noite desta terça-feira (4) os médicos anunciaram que o quadro do ator era irreversível, mas que ele mantinha os sinais vitais. 

​Nesta terça, novo boletim disse que o ator estava com quadro irreversível, mas mantinha os sinais vitais. No entanto, posteriormente, às 22h12, foi constatada a morte de Paulo Gustavo.

ator ficou marcado pelo grande sucesso com a comédia "Minha mãe é uma peça", vivendo o papel da personagem Dona Hermínia, de sua criação. A série de três filmes da obra vendeu mais de 26 milhões de ingressos entre 2013 e 2020.

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"Tô com raiva por esse momento que o país atravessa", diz Adnet sobre a morte de Paulo Gustavo

Marcelo Adnet

247 - Marcelo Adnet, um dos maiores comediantes do Brasil, disse na noite desta terça-feira ao receber a notícia da morte de Paulo Gustavo, que ficou "chocado, triste, com raiva" pelo momento que o país atravessa.

Adnet ressaltou as qualidades de Paulo Gustavo, um exemplo para o país inteiro", e desejou que "toda a intensidade do que a gente está sentindo seja convertido em potência, em amor pela vida". 

Paulo Gustavo morreu na noite desta terça-feira, vítima da Covid-19. 

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Morte de Paulo Gustavo comprova o genocídio bolsonarista, diz Jones Manoel

247 – "Vocês lembram que no começo da pandemia, o discurso de todo bolsonarismo é que só iria morrer idosos e pessoas com comorbidades e que os jovens e não idosos, como Paulo Gustavo, não precisavam se preocupar? São mortes que tem culpado e responsável. É genocídio!", diz o historiador Jones Manoel. Saiba mais:

Sputnik – O ator Paulo Gustavo não resistiu às complicações da COVID-19 e morreu nesta terça-feira (4) aos 42 anos. Ele sofreu uma embolia pulmonar no último domingo (2).

O ator Paulo Gustavo estava internado com complicações da COVID-19 desde o dia 13 de março no Rio de Janeiro. 

No último domingo (2) o quadro de saúde do ator teve uma piora, quando sofreu uma embolia pulmonar

Anteriormente, Paulo Gustavo vinha apresentando melhoras significativas, tendo uma redução dos sedativos e bloqueadores e conseguindo interagir.

Na noite desta terça-feira (4) os médicos anunciaram que o quadro do ator era irreversível, mas que ele mantinha os sinais vitais. 

​Nesta terça, novo boletim disse que o ator estava com quadro irreversível, mas mantinha os sinais vitais. No entanto, posteriormente, às 22h12, foi constatada a morte de Paulo Gustavo.

ator ficou marcado pelo grande sucesso com a comédia "Minha mãe é uma peça", vivendo o papel da personagem Dona Hermínia, de sua criação. A série de três filmes da obra vendeu mais de 26 milhões de ingressos entre 2013 e 2020.

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Felipe Neto se revolta após morte de Paulo Gustavo e rotula Bolsonaro como assassino e genocida

Felipe Neto

247 – "Desgraçado maldito genocida filho da puta corno demônio puto vagabundo podre tosco burro ladrão covarde lixo bandido mentiroso ASSASSINO", postou o youtuber Felipe Neto, logo após a morte do ator Paulo Gustavo. Saiba mais:

Sputnik – O ator Paulo Gustavo não resistiu às complicações da COVID-19 e morreu nesta terça-feira (4) aos 42 anos. Ele sofreu uma embolia pulmonar no último domingo (2).

O ator Paulo Gustavo estava internado com complicações da COVID-19 desde o dia 13 de março no Rio de Janeiro. 

No último domingo (2) o quadro de saúde do ator teve uma piora, quando sofreu uma embolia pulmonar

Anteriormente, Paulo Gustavo vinha apresentando melhoras significativas, tendo uma redução dos sedativos e bloqueadores e conseguindo interagir.

Na noite desta terça-feira (4) os médicos anunciaram que o quadro do ator era irreversível, mas que ele mantinha os sinais vitais. 

​Nesta terça, novo boletim disse que o ator estava com quadro irreversível, mas mantinha os sinais vitais. No entanto, posteriormente, às 22h12, foi constatada a morte de Paulo Gustavo.

ator ficou marcado pelo grande sucesso com a comédia "Minha mãe é uma peça", vivendo o papel da personagem Dona Hermínia, de sua criação. A série de três filmes da obra vendeu mais de 26 milhões de ingressos entre 2013 e 2020.

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Análise: Mandetta leva à CPI omissões de Bolsonaro, mas tenta escapar de nós de sua gestão

Carta de ex-ministro traz fator inédito; em depoimento, ele tenta escapar de críticas a política de testagem e lentidão na ampliação de leitos de UTI


Brasília

No primeiro depoimento da CPI da Covid, o ex-ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta apresentou elementos que deixam expressas, mais uma vez, omissões do presidente Jair Bolsonaro diante de alertas sobre a gravidade da pandemia.

Ao mesmo tempo, no entanto, Mandetta buscou escapar de possíveis críticas à sua gestão, como não ter atingido metas iniciais de ampliar leitos de UTI e não ter implementado, na contramão de recomendações internacionais, uma política de testagem mais ampla ainda em curto prazo.

Nos últimos meses, o ex-ministro, que se tornou um dos principais adversários de Bolsonaro após sua saída do cargo, já havia revelado projeções feitas pela pasta e apresentadas ao Palácio do Planalto sobre os impactos da pandemia, as quais apontavam até 180 mil mortes pela Covid em 2020. O ano terminou com 194 mil mortes —hoje, são 408 mil.

O ex-ministro Luiz Henrique Mandetta durante depoimento à CPI da Covid nesta terça-feira (4) em Brasília
O ex-ministro Luiz Henrique Mandetta durante depoimento à CPI da Covid nesta terça-feira (4) em Brasília - Jefferson Rudy/Agência Senado

Repetidas em CPI, no entanto, podem ganhar novo peso declarações que apontam que o presidente foi "alertado sistematicamente" em frente a outros ministros e ignorou as previsões. "Ir por esse caminho foi uma decisão dele", frisou o ex-ministro.

Um dos principais trunfos de Mandetta no depoimento foi a apresentação de uma carta inédita entregue a Bolsonaro em 28 de março de 2020 –fator inesperado considerando a série de entrevistas dadas pelo ex-ministro nos últimos meses e o livro que publicou.

No documento, o então titular da Saúde cita ao presidente um histórico das medidas adotadas até aquele momento e afirma que as primeiras orientações e recomendações da pasta "não receberam apoio do governo federal".

Ainda que tenha ocorrido em um contexto em que Mandetta já enfrentava divergências com o chefe, o que pode indicar a busca por uma blindagem prévia, a carta reforça que não faltaram tentativas de alerta.

Embora não tenha havido espaço dado pela CPI para leitura num primeiro momento, o longo tempo de sessão garantiu ao ex-ministro espaço para citar trechos e apontar outros fatos que indicam responsabilidades do governo, como a reunião à qual foi chamado no Planalto em que foi apresentada proposta de alterar a bula da cloroquina por decreto —o que contraria regras básicas da Anvisa— e falta de resposta a tentativas de obter apoio em negociações com a China por equipamentos.

Se por um lado cita esses e outros pontos, Mandetta, porém, driblou em parte críticas mais diretas a Bolsonaro, atribuindo o negacionismo do presidente a um possível “assessoramento paralelo”.​

Neste sentido, o ex-ministro reservou tom político mais duro a outros integrantes do governo, caso do ministro da Economia, Paulo Guedes, a quem chamou de "desonesto intelectualmente" e "pequeno para estar onde está", citando, por exemplo, críticas de Guedes a ele por não comprar vacinas –em um momento em que, na verdade, pesquisas ainda eram iniciais.

No depoimento, Mandetta também buscou escapar de possíveis nós da sua gestão, como não ter atingido meta, firmada ainda no fim de janeiro do ano passado, de ampliar em 2.000 o total de leitos de UTI à época ou incentivado uma política ampla de testagem.

O ex-ministro não respondeu, por exemplo, a uma menção inicial em pergunta do senador Humberto Costa (PT-PE) sobre declaração feita por ele em março de 2020 de que a recomendação de ampliar a testagem seria "desperdício de recursos".

Mais tarde, em outra pergunta sobre o tema que citava recomendação da OMS (Organização Mundial de Saúde), disse que seria "inexequível" testar "100% da população do mundo" —uma distorção na orientação da entidade, que direcionava a medida a pessoas com sintomas.

Mandetta então apontou que a pasta tinha elaborado um plano específico para testagem. Ele, no entanto, deixou o cargo sem que a medida tivesse sido implementada.

Já a dificuldade de ampliar o total de leitos de UTI foi justificada pela concorrência internacional por equipamentos, o que levou a uma negociação para produção de 15 mil respiradores no país.

O ex-ministro não citou, porém, atrasos que ocorreram na sequência de sua saída na entrega desse volume, o qual também passou por mudanças por um de seus sucessores, o general Eduardo Pazuello.

Logo no início do depoimento, Mandetta também atribuiu uma dificuldade inicial na definição de medidas a uma demora da OMS em reconhecer o coronavírus como pandemia.

Neste contexto, Mandetta diz que o Brasil já havia questionado a entidade em diferentes momentos por desconfiar de uma situação mais grave —o que soa, em parte, contraditório diante de outras respostas em que ele atribuiu a recomendações da OMS decisões como a de não ter recomendado uma medida específica para o Carnaval do ano passado.

Apesar desses pontos, Mandetta ganhou força ao citar, logo no início do depoimento, uma lista de ações adotadas pelo Ministério da Saúde, o que torna visível que houve, ainda que com falhas, um planejamento rápido de medidas que podem ter ajudado nos dias iniciais da crise, como a contratação de médicos extras e editais para compra de equipamentos de proteção individual.

Mandetta também buscou se afastar do governo Bolsonaro dizendo que houve desinteresse do presidente e de parte dos ministros, como Guedes, no diálogo com a Saúde em meio ao agravamento da pandemia.

Na prática, as declarações ajudam a dificultar a tentativa de parte dos senadores governistas em atribuir ao ex-ministro responsabilidades na crise, já que ele joga no colo do governo uma lista de equívocos e omissões.

Fica a dúvida, porém, se os pontos apontados podem levar a novos desdobramentos na comissão que investiga falhas no enfrentamento à pandemia.

"De mim, 410 mil vidas me separam do presidente até hoje", diz Mandetta. De fato, ele não mentiu: o ex-ministro deixou o cargo quando o país somava 1.933 mortes pela Covid.

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"A covid-19 é uma crise perdida, mas o Brasil pode aprender com os erros"

Arquivo pessoal
Imagem: Arquivo pessoal
Cristiane Segatto

Colunista do UOL

05/05/2021 04h00

Sucessivos erros (intencionais ou não) na resposta à pandemia saíram caríssimo ao Brasil: mais de 400 mil mortes e uma grave crise econômica e social. Muitas das ações e inações do governo federal estão sob os holofotes da CPI da Covid, no Senado. Tão importante quanto registrar e investigar o malfeito é aprender com as falhas.

"Essa é uma crise perdida, mas o Brasil pode aprender com os erros", diz o médico Welfane Cordeiro Junior, especialista em terapia intensiva e emergências. Durante a pandemia, ele ajudou na reconfiguração de mais de 300 hospitais públicos em todas as regiões do país, com o objetivo de criar gabinetes de crise e aumentar a capacidade de atendimento.

O trabalho foi feito por meio do projeto Lean nas Emergências, uma das ações do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS (PROADI-SUS), do Ministério da Saúde, e também por meio da iniciativa Todos pela Saúde. Em entrevista à coluna, Cordeiro Junior diz que o Brasil precisa aproveitar esse momento para modificar o modelo de resposta a crises e criar uma legislação que obrigue os hospitais a ter planos de catástrofe.

Qual é sua avaliação sobre a resposta brasileira à pandemia?

O Brasil errou em quase tudo. Por não se empenhar em ter vacina, permitiu que a demanda por atendimento crescesse. E também errou muito na questão da capacidade de atenção à alta demanda. Agora é hora de refletir sobre os erros. Isso é algo que fazemos nos planos de catástrofe. Ao final da jornada, as pessoas falam sobre o que deu errado naquele dia. É uma forma de evitar que os erros se repitam na manhã seguinte. Se o Brasil perder a oportunidade de fazer o que precisa ser feito agora para enfrentar a próxima crise, vai errar de novo.

O que precisa mudar?

O Brasil tem uma legislação que fala muito sobre vigilância sanitária e pouco sobre resposta assistencial. A França, por exemplo, tem o chamado Plano Branco. Ele determina como os hospitais devem organizar um gabinete de crise e fazer uma reconfiguração interna para conseguir responder adequadamente a uma situação de alta demanda repentina. No Brasil, não temos isso. Durante a pandemia, por meio do Todos pela Saúde, o que fizemos foi tentar correr contra o tempo para capacitar os hospitais no meio da crise. Isso ajudou, mas não é o suficiente.

Como estimular ou induzir essas mudanças?

É preciso fazer pressão política para criar uma legislação capaz de exigir que o Brasil tenha planos de resposta à crise do ponto vista da assistência à saúde. Hoje nada exige que os hospitais se organizem para isso. A resposta a uma crise como a da pandemia precisa ser regional. A França trabalha com essa resposta regional integrada. No Brasil, ela é muito centrada nos municípios. O SUS tem mais de 100 macrorregiões de saúde. Defendo a ideia de que cada uma delas precisaria ter alguém todos os dias puxando os dados dos hospitais e acompanhando a situação real de cada um. Só assim é possível aliviar as instituições que estão muito sobrecarregadas em um determinado momento, reorganizar o fluxo de pacientes entre elas, enxergar onde estão os recursos disponíveis, redistribuir insumos etc. Às vezes, o insumo que falta em um hospital está disponível entre outro da mesma região.

Isso não é feito hoje?

Hoje é cada município por si. E, dentro do município, cada hospital age de uma forma. Se o gabinete de crise é municipal, os hospitais que não são do município não conversam entre si. Vimos isso no Rio de Janeiro. Se o hospital era municipal, a resposta à crise era uma. Se ele era estadual, era outra. Federal, idem. Eles não se conversavam. Isso é um desperdício incrível.

Qual é a consequência dessa falta de diálogo?

É preciso ter uma visão de cima. Um comando, com organização e participação de todos. Sem isso, não há solidariedade. Percebemos que alguns hospitais estavam sobrecarregados e outros não. Um município do interior teve uma crise e pediu para levar um médico nosso. A UPA municipal estava sobrecarregada. Havia leito de UTI na Santa Casa de lá, mas ela não conversava com o município. Essa desorganização da resposta à crise tem sido um grande problema ao longo da pandemia.

Qual é a definição de crise no sentido da assistência à saúde?

Uma crise é uma demanda muito acima da capacidade do serviço. Algo que ocorre de forma abrupta. Pode ser provocada por um acidente de trânsito grave, uma explosão, um atentado, um desastre natural etc. A base da resposta a catástrofes é igual no mundo inteiro. Há livros que ensinam a fazer isso. Cria-se um sistema de comando centralizado para organizar a resposta. Depois agimos de acordo com o tipo de crise ocorrida. É preciso fazer a análise dos riscos existentes em cada região.

Que tipo de informação essa análise revela?

Coordenei a preparação dos hospitais de Belo Horizonte para a Copa do Mundo de 2014. Descobrimos que havia um reator nuclear na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), usado em experimentação. E se um dia esse reator vazar? O que vamos fazer? O problema é que não temos planos para situações críticas nem fazemos análise de risco. Há uma refinaria da Petrobras em Betim que usa produtos químicos o tempo todo. Se um dia ela vazar, a Petrobras deve ter um plano. E o hospital que precisará receber essas pessoas? Ele não está preparado para isso. Um plano tem que ser feito para identificar o risco em todas as áreas (seja uma contaminação química, uma pandemia etc) de cada região de saúde.

Antes da pandemia, você já coordenava esforços para reduzir a superlotação nos hospitais públicos que fazem parte do projeto Lean nas Emergências. Essas instituições estavam mais preparadas para enfrentar a pandemia?

A superlotação nos pronto-socorros sempre foi um grave problema. Ela acontece nos hospitais que têm dificuldade para fazer o giro (rotatividade) dos leitos e naqueles em que os leitos são pouco resolutivos. Além disso, há um déficit crônico de vagas de terapia intensiva no país. Com a alta demanda provocada pela covid-19, as instituições que não conheciam ou não adotavam metodologias de melhoria operacional sofreram mais. Os hospitais que receberam o treinamento do Lean nas Emergências conseguiram aumentar a capacidade de atendimento. Eles tinham as ferramentas para extrair o máximo dos recursos disponíveis e trabalhar da melhor forma possível.

O tempo de permanência de um paciente com covid-19 na UTI é variável. Como é possível melhorar o giro desses leitos?

Em muitos lugares, o paciente sai da UTI apenas quando tem condições de ir para uma enfermaria. Faltam leitos intermediários para receber esses doentes. Na pandemia muitos pacientes com condições de sair da ventilação mecânica continuam ocupando a UTI porque precisam de apoio e reabilitação. Enquanto isso, muita gente que precisa de ventilação mecânica não consegue uma vaga. O que fizemos foi ajudar os hospitais a aumentar a capacidade de leitos intermediários. Esses espaços precisam menos do médico e mais das equipes de suporte (fisioterapeutas e outros profissionais). Essa e outras medidas de organização dos fluxos de pacientes fizeram diferença e os hospitais alcançaram resultados mais satisfatórios.

Para trabalhar dessa forma é preciso ter conhecimento e serenidade. Como o desespero provocado pela pandemia afetou os profissionais e comprometeu a organização dos serviços?

Percebemos isso muito bem na segunda onda em Manaus. O Ministério da Saúde pediu e nós mandamos uma equipe para ajudar os hospitais de lá. Apesar do treinamento e da experiência que eles haviam adquirido no início da pandemia, as equipes ficaram apavorados com o tsunami da segunda onda.Tiveram muita dificuldade na reorganização.

Qual foi o principal erro do Ministério da Saúde nesse contexto?

Faltaram diretrizes. O Ministério da Saúde precisa apontar o caminho. Isso faltou demais nessa crise. Tudo ficou solto. O papel dele não é o de garantir os recursos na ponta, mandar gente para onde precisa. Ele até pode mandar, mas isso deve ser exceção na gestão de uma crise. O Ministério precisa mostrar como deve ser a resposta, em quais condições é preciso ativar um hospital de campanha, por exemplo. Muita gente começou a ativar hospital de campanha logo de cara. Isso só deve ser feito depois que os hospitais existentes já trabalharam para ampliar a capacidade de atendimento a partir dos recursos de que dispõem. Do contrário, é desperdício. Sem diretrizes do Ministério da Saúde e sem uma visão organizada em cada região, o resultado é disputa. Cada hospital ou município fica sonegando recurso. Falta de comando tem sido um problema sério nessa crise.

Passamos de 400 mil mortos. Você está mais otimista ou pessimista em relação aos próximos meses?

Há uma tendência de diminuição das mortes nos próximos dias porque a transmissão vem caindo, mas está tudo muito imprevisível. A segunda onda tende a diminuir pouco a pouco, mas vai demorar. Estamos falando de 3 mil mortes por dia. Nos próximos dois meses a pressão sobre o sistema deve diminuir, mas a mortalidade continuará elevada. Temos que ficar muito atentos porque a gripe espanhola teve até três ondas. Essa pandemia tem sido um aprendizado contínuo. Estamos trocando pneu com o carro andando.

Como o contexto político agravou a crise sanitária?

O papel do líder é ser farol. Os líderes são referência para muita gente nos atos e nas atitudes do dia a dia. Além de todos os erros no enfrentamento da pandemia, no Brasil falta exemplo. Não tivemos uma boa campanha do governo federal para incentivar o uso de máscara, nem autoridades mantendo distanciamento e evitando aglomerações. Em outros países, líderes que pensavam de forma equivocada no início da pandemia mudaram de atitude depois. No Brasil isso não aconteceu. Com bons exemplos, talvez a história da covid-19 no país tivesse sido outra. Falta de liderança mata.

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A Rainha do trono: Depois de três meses de batalhas, Juliette conquista a coroa da casa mais vigiada do Brasil

A Rainha do trono

Daniel Palomares
De Splash, em São Paulo
Carla Borges Pi/HBO/Globo/Reprodução

O "BBB 21" pode ter sido longo, escuro e cheio de horrores, mas chegou ao fim. Depois de muitas batalhas durante uma das melhores temporadas de todos os tempos, Gilberto e Juliette protagonizaram a chance de sentar no trono do reality, antes mesmo da grande final. Fiuk e Camilla se tornaram coadjuvantes perto dos dois, mesmo sendo finalistas.

De um lado, a Casa do Vigor seguiu à risca o lema do "Tchaki Tchaki" e não economizou nas cachorradas. Do outro, a Casa dos Cactos se jogou no "Tchurubei Tchurubai" e sobreviveu bravamente às investidas dos inimigos. Foi pau! Gil, único que poderia vencer Juliette e conquistar a vitória, acabou eliminado na semifinal e abriu caminho para a maquiadora.

Se um dia ouvimos falar na história de uma rainha conquistadora, que já tinha reunido uma legião de seguidores e estava prestes a dominar o mundo quando enlouqueceu e botou tudo a perder, desta vez, foi diferente. Com o favoritismo escancarado e seus 23 milhões de fãs no Instagram, Juliette Freire fez o fim da série mudar. Ela reescreveu a história de Daenerys Targaryen e confirmou seu sucesso, se consagrando campeã e conquistando o trono de R$ 1,5 milhão.

No início rejeitada pela casa e também pelo público por suas investidas em Fiuk, Juliette virou alvo dos comentários de Karol Conká e opção de voto até de sua antiga aliada, Sarah. As apunhaladas se converteram em sucesso aqui fora e na conquista do R$ 1,5 milhão com 90,15% dos votos.

Que tal relembrar o jogo dos tronos do "BBB 21" e entender como chegamos até aqui?

  • Daenerys Targaryen

    Juliette da Casa dos Cactos, Primeira de Seu Nome, Nascida da Paraíba, A Não Eliminada, Quebradora dos Paredões. Assim como a herdeira Targaryen, Juliette só foi aumentando seu poder de conquista ao longo do jogo, conquistando mais aliados na casa e fãs aqui fora.

    Imagem: Arte UOL
  • Jon Snow

    Protagonista da temporada, Gil passou por altos e baixos assim como o bastardo da família Stark. Se Jon chegou até a morrer após se cercar de pessoas erradas, Gil também foi cancelado pelo público, mas seu vigor prevaleceu e o fez disparar na guerra pelo trono.

    Imagem: Arte UOL
  • Margaery Tyrell

    Nada como ser conquistado por uma verdadeira jogadora, articulada e meticulosa. Sarah, como Margaery, virou favorita de muitos com seus dotes de espiã estrategista, mas estava no lugar errado na hora errada quando seu sucesso foi pelos ares.

    Imagem: Arte UOL
  • Cersei Lannister

    A grande vilã da temporada. Debochada, irônica e implacável, a língua da Mamacita foi um chicote em Curicica, assim como a de Cersei em Westeros. Mesmo com a torcida geral por seu fracasso, é impossível não reconhecer como ela foi crucial.

    Imagem: Arte UOL
  • Sam Tarly

    Sensato e sensível, Fiuk é querido por muitos e visto como chato por outros. Tal qual Sam, o fiel escudeiro de Gil Snow. Desta vez, ele conseguiu superar o parceiro.

    Imagem: Arte UOL
  • Joffrey Baratheon

    Era difícil aturar as megalomanias de Joffrey Baratheon. Mesmo antes de se tornar rei, ele já era conhecido por seu jeito birrento e mimado. Até dá para lembrar do Projota, não é mesmo?

    Imagem: Arte UOL
  • Ned Stark

    Logo nos primeiros episódios do reality, já ficou na cara que ele seria um dos protagonistas da disputa. Quem diria, então, que logo no início, ele acabaria perdendo a cabeça? Com seu jeito explosivo, Lucas Penteado é o nosso Ned Stark, saindo da disputa antes do previsto.

    Imagem: Arte UOL
  • Mindinho

    Viih Tube soube manipular o jogo perfeitamente, prometendo mundos e fundos para todos dentro da casa e armando pelas suas costas, como Mindinho. Mas esse jeitinho articulado não inspirou confiança no público que a eliminou em seu primeiro paredão.

    Imagem: Arte UOL
  • Walder Frey

    Tem algo pior que prometer lealdade e amizade a alguém e acabar traindo aquela pessoa? Walder Frey, responsável pelo Casamento Vermelho, fez isso com Robb Stark, assim como Nego Di agiu com Lucas.

    Imagem: Arte UOL
  • Alto Pardal

    A fé militante do Alto Pardal só trouxe efeitos negativos para Westeros, julgamentos desnecessários e desgosto geral. Lumena se perdeu em algumas problematizações dentro da casa e não conseguiu mostrar seu lado alto astral e divertido.

    Imagem: Arte UOL
  • Theon Greyjoy

    Theon Greyjoy começou o jogo dos tronos de maneira detestável. Odiado e incompreendido, quando tivemos a chance de conhecer mais a fundo seus sentimentos e dores, também passamos a nos afeiçoar mais com ele. Foi assim o arco de redenção de Arthur Picoli de Conduru!

    Imagem: Arte UOL
  • Sansa Stark

    Antes de se tornar Rainha do Norte, Sansa sofreu na mão de vários homens da série. Carla Diaz também tinha potencial de ser uma das principais rainhas desse ano, mas acabou sucumbindo perante Rodolffo e seu antigo príncipe de Conduru.

    Imagem: Arte UOL
  • Missandei

    Camilla prometia muito, mas acabou ofuscada por outras narrativas. Porém, sua lealdade a Juliette, tal qual a de Missandei por Daenerys, a fez avançar muito mais do que se pensava, rumo a final.

    Imagem: Arte UOL
  • Tommen Baratheon

    Tommen tinha tudo para reinar com justiça e força, mas acabou sucumbindo justamente pela falta de mais pulso firme. O discurso de eliminação de João teve o mesmo gostinho de quero mais.

    Imagem: Arte UOL
  • O Corvo de Três Olhos

    O Corvo de Três Olhos tem papel fundamental na narrativa de "Game of Thrones". Não podemos dizer o mesmo da funkeira Pocah. Ao menos, não dá pra negar que ambos passaram a maior parte do tempo deitados.

    Imagem: Arte UOL
  • Tyrion Lannister

    Tyrion nasceu como um dos favoritos de "GOT", encantando por seu carisma e inteligência. Caio também começou o jogo despontando como um dos queridinhos nas redes sociais, mas acabou perdendo o brilho e saindo antes do top 5.

    Imagem: Arte UOL
  • Bronn

    Bronn é um brutamontes com pensamentos e atitudes ultrapassadas e condenáveis. Mas, ao lado de Tyrion, formou uma dupla quase infalível, tal qual Caio e Rodolffo.

    Imagem: Arte UOL
  • Gilly

    Thais é a melhor definição de planta nesta edição. Seu único momento relevante foi a tentativa frustrada de um romance com Fiuk. Pelo menos na série, Gilly terminou com Sam.

    Imagem: Arte UOL
  • Lancel Lannister

    Lancel Lannister se envolveu com a vilã Cersei e depois foi literalmente explodido por ela num golpe de mestre. Se parece com o fim de Arcrebiano e Karol Conká?

    Imagem: Arte UOL
  • Will, o Patrulheiro

    Você se lembra dele? Provavelmente não. Will foi o primeiro a morrer em "Game of Thrones", assim como Kerline, a primeira eliminada.

    Imagem: Arte UOL
Carla Borges Pi/HBO/Globo/Reprodução

As primeiras guerras

Logo nas primeiras semanas da disputa, a primeira grande guerra aconteceu. Karol Conká não soube dosar sua animosidade e destilou seu veneno contra Lucas Penteado, o expulsando da mesa e até dizendo que poderia agredi-lo. O poderio militar da Mamacita dentro da casa era tamanho que o ator ficou completamente isolado da casa, recebendo apenas um voto de confiança de Sarah. Não foi suficiente: após novas investidas de Karol, Pocah, Projota e outros, Lucas pediu para sair.

Karol não se deu por vencida e foi para cima de outros alvos. Juliette passou os primeiros dias de "BBB" deslocada dos demais participantes e até servindo de chacota para alguns. Conká reclamou de seu sotaque, ignorou suas tentativas de aproximação e acabou transformando a rival em mártir para o público.

No fim, Karol acabou derrotada.

Carla Borges Pi/HBO/Globo/Reprodução

Segunda temporada

Sarah foi fundamental no desenrolar do jogo para conseguir eliminar os dois maiores desafetos do público: Nego Di e Karol Conká, as rejeições que entraram para história do programa. Porém, como ela própria sugeriu, o excesso de confiança a fez pisar na bola. Se no início, foi unha e carne com Juliette, ao se aproximar de Caio e Rodolffo, acabou colocando a antiga amiga na mira dos votos. O público não gostou.

Para piorar, quando as atitudes de Sarah começaram a chegar aos ouvidos de toda a casa, ela precisou encarar uma traição de onde menos esperava. Dois de seus melhores amigos no jogo, justamente Caio e Rodolffo, decidiram votar nela no paredão que culminou em sua eliminação da casa.

Carla Borges Pi/HBO/Globo/Reprodução

Rumo a final

A relação de Juliette e Fiuk sempre foi levada entre tapas e beijos. Os dois embarcaram juntinhos no programa e as constantes investidas da maquiadora nele nos primeiros dias de "BBB" geraram um ranço generalizado no público. Comida também virou motivo de disputa: um cuscuz e um bolo de chocolate causaram a discórdia. Afinal, eles queriam mesmo ser amantes ou inimigos?

Na reta final, a guerra derradeira foi travada entre amigos. Mesmo aliados dentro da casa, os fãs de Gil e Juliette aqui fora lutaram até o último minuto pela vitória de seu favorito. As batalhas foram sangrentas: teve fake news, ameaças a familiares, mutirões gigantescos. Os dois protagonistas realmente despertaram a paixão do brasileiro e a batalha foi decidida ainda na semifinal.

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De excluída a fenômeno digital e campeã: a jornada de Juliette no 'BBB 21'

Colaboração para o UOL, em São Paulo

05/05/2021 00h47

Atualizada em 05/05/2021 00h48

Juliette foi, sem dúvidas, uma das protagonistas do "BBB 21". Ela chega na final como a segunda participante mais seguida no Instagram na história do programa — atrás apenas de Sabrina Sato e ultrapassando Grazi Massafera e Rafa Kalimann. Relembre um pouco da trajetória da paraibana que marcou esta edição.

Imune

Juliette já ganhou seu destaque antes mesmo do confinamento começar. O público escolheu 6 dos 20 jogadores para entrarem imunes no jogo e a paraibana foi uma delas. Junto com Arthur, Fiuk, Lumena, Projota e Viih Tube, ela ficou um dia num loft separado da casa principal. A maquiadora foi, inclusive, a primeira a entrar no loft.

Juliette revela nervosismo pré-final: 'Medo de conversar com o povo'

Juliette foi a participante do grupo pipoca que mais ganhou seguidores no Instagram após a estreia do 'BBB 21' - Reprodução/Globo - Reprodução/Globo
Juliette foi a participante do grupo pipoca que mais ganhou seguidores no Instagram após a estreia do 'BBB 21' Imagem: Reprodução/Globo

Flerte com Fiuk

A paraibana se afeiçoou desde o início ao filho de Fábio Jr. No loft dos imunes ela começou a fazer brincadeiras sobre formar um casal com ele, mas o público das redes sociais não ficou muito fã deste comportamento. Até mesmo o cantor se irritou com a sister no início.

Os dois tiveram um relacionamento de altos e baixos. Enquanto o cantor se aproximou de Karol Conká e Lumena, a advogada fez amizade com Gil e Sarah, e depois com Viih Tube e Camilla de Lucas. Depois das eliminações das aliadas de Fiuk, ele ficou sozinho, e os dois se aproximaram novamente.

Eles chegaram à final juntos, e os flertes se intensificaram no último mês do programa. A advogada recebeu massagens do cantor, e chegou a beijar seu mamilo. No penúltimo dia de confinamento os dois se 'casaram' em uma cerimônia de brincadeira celebrada por Camilla que rendeu o primeiro selinho do 'casal'.

BBB 21: Juliette e Fiuk dão selinho - Reprodução/Globoplay - Reprodução/Globoplay
BBB 21: Juliette e Fiuk dão selinho Imagem: Reprodução/Globoplay

A excluída

A passagem de Juliette pelo reality foi muito marcada por acontecimentos das primeiras semanas do confinamento. O grupão formado por Karol Conká, Lumena, Nego Di e Projota não gostava do jeito da paraibana, e a criticaram de forma bastante dura. O grupo se reunia para falar mal da maquiadora, e a rapper e a psicóloga ficaram marcadas por falas pesadas contra a sister.

Um dos conflitos entre a baiana e a paraibana foi, inclusive, motivo de conversas e desconfianças dos brothers até os últimos dias do reality. Pocah também falava mal da sister, e esta relação ficou abalada até a eliminação da cantora.

Depois das primeiras semanas, Karol Lumena se acertaram com a advogada, mas a exclusão da sister montou sua principal narrativa para fora da casa, e a empatia com a paraibana fez com que ela ganhasse cada vez mais fãs.

G3

Apesar de ter começado o programa mal no quesito amizades, Juliette protagonizou o grupo mais popular entre os fãs do reality: o G3, união entre ela, Gilberto e Sarah. No início do BBB, o grupo também contava com Lucas Penteado, mas ele desistiu do reality na segunda semana.

O 'G3', apelidado assim pelo público, foi um fenômeno de favoritismo nas redes sociais. Tanto que o próprio programa usou isso em uma das edições. O grupo, porém, começou a ter atritos internos em determinado momento do confinamento. Juliette conversou com Sarah e elas 'romperam' a aliança. A advogada também teve um longo desabafo com Gilberto, onde se 'desobrigou' a ser leal com ele.

Duplas

Após um começo turbulento, Juliette foi acolhida e formou duplas em diferentes momentos do confinamento. Algumas mais polêmicas do que outras.

Depois que o 'G3' foi desintegrado, a paraibana se aproximou bastante de Viih Tube. Desde o início, elas tiveram um tipo de ligação vai e volta, cheio de conversas pesadas e desabafos. Porém, a prioridade que a advogada dava à youtuber no jogo não era recíproca, já que Viih considerava Thaís como sua melhor amiga e maior aliada.

A influencer e a maquiadora se estranharam bastante desde o início do reality. Elas chegaram a 'dar um tempo' na amizade, após alguns desentendimentos entre Juliette e Thaís. Mas, depois da eliminação da goiana, as duas ficaram próximas novamente até que a youtuber fosse também eliminada.

Um dos fatores de eliminação de Viih, inclusive, foi o fato da torcida ter considerado a amizade das duas falsa, do ponto de vista da influencer. Viih, já fora da casa, falou sobre o assunto e reconheceu que foi injusta com a paraibana durante o confinamento.

Uma dupla inesperada que surgiu foi a de Juliette com Camilla de Lucas. A também influencer tinha João Luiz como maior aliado, porém eles viraram um trio a partir do fim do 'G3' e dos conflitos entre a maquiadora, Viih e Thaís. Os dois, inclusive, chegaram a brincar que a paraibana era o 'B.O.' que eles tinham que carregar. Após a eliminação dele, as duas grudaram ainda mais, chegando juntas à final. Elas trocaram declarações e relembraram o início da amizade e o jeito que se conectaram já na reta final do reality.

BBB 21: Camilla e Juliette fazem as pazes - Reprodução / Globoplay - Reprodução / Globoplay
BBB 21: Camilla e Juliette fazem as pazes Imagem: Reprodução / Globoplay

Fenômeno fora da casa

Depois dos episódios onde Juliette era excluída, suas redes sociais começaram a bombar em apoio à sister, e este movimento se estendeu até o último dia do reality.

Além disso, a maquiadora mostrou seu talento na música durante o confinamento, e foi reconhecida. Além de Rodolffo ter dito que gostaria de gravar uma música com ela, alguns outros profissionais fizeram montagens de arranjos para a voz de Juliette.

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Juliette é um case que não se encerra no 'BBB 21'

BBB 21: Juliette na sala de estar
BBB 21: Juliette na sala de estar Reprodução/Globoplay

Colaboração para Splash, em São Paulo

05/05/2021 04h00

A participação de Juliette no "BBB 21" e a formação de seu fã-clube pouco comum estão entre os assuntos do podcast UOL Vê TV #74, com Aline Ramos, Chico Barney, Débora Miranda e Mauricio Stycer.

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Imagem: Reprodução/Globoplay
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Stycer destaca o fato de a edição não ter mostrado coisas importantes a respeito da história da maquiadora e advogada paraibana. "Uma coisa decisiva foi a ofensa da Karol Conká a ela. Esse episódio foi mal mostrado no programa, mas foi explorado nas redes sociais."

O documentário da Karol Conká explora isso também. Foram dois pesos e duas medidas. Não exploraram o assunto no programa, mas mostram no filme.
Mauricio Stycer

"A criação do fã-clube para a Juliette, de uma proporção pouco comum, vai criar uma continuação do BBB", diz o colunista do UOL. "Será uma relação interessante da Juliette fora do 'BBB'. Ali é jogadora. Agora vamos ver a vida real."

Vai ter cobrança e vai ter muito diálogo. É um case que não se encerra no 'BBB'.
Mauricio Stycer

Para Débora, "será uma relação totalmente diferente". "Vai se transformar muito, partindo do princípio que as pessoas não vão acompanhar a vida dela 24 horas por dia. As cobranças vão vir porque os fãs criam uma sensação falsa de proximidade, que não existe."

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Os fãs ficam na expectativa de que eles vão continuar decidindo os rumos da vida dessas pessoas. A continuação do 'BBB' é o Instagram.
Chico Barney
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