VARIANTE INDIANA CHEGOU * CPI na ENCRUZILHADA
MARANHÃO confirma primeiro caso de Covid-19 provocado por VARIANTE_INDIANA
Quase METADE dos ADULTOS mais POBRES de São Paulo JÁ teve Covid-19, diz estudo
Contra previsão de Bolsonaro, Brasil passa Itália em MORTES PROPORCIONAIS por Covid-19
CPI em uma ENCRUZILHADA | Míriam Leitão:
SATISFEITOS com DESEMPENHO de Pazuello, governistas queriam encerrar depoimento ontem
Depoimento para blindar Bolsonaro não convence
Pazuello diverge de outros depoentes sobre vacinas da Pfizer, cloroquina e filhos de Bolsonaro
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Quem são os palestinos | Guga Chacra
Rodolffo cita encontros pós-'BBB' e diz por que NÃO ASSUME affairs
Saiba o que disseram as testemunhas em depoimento sobre a morte de MC Kevin
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CPI em uma encruzilhada | Míriam Leitão - O Globo

(Por Alvaro Gribel, Míriam Leitão está de férias)
A CPI da pandemia chegou a uma encruzilhada com os depoimentos dos ex-ministros Ernesto Araújo e Eduardo Pazuello.
Os dois quebraram o compromisso de dizer a verdade, mas saíram impunes da comissão.
Seguiram a mesma linha do ex-secretário de Comunicação Fábio Wajngarten.
O que seria a PIOR semana para o governo desde o início das investigações se transformou em uma VITÓRIA da ESTRATÉGIA BOLSONARISTA.
Eduardo Pazuello sempre faltou com a verdade enquanto ocupou o posto de ministro da Saúde.
Ao lado de Bolsonaro, reafirmava as falas do presidente.
Nas coletivas de imprensa, mudava números e fazia promessas que sabia que não iria cumprir.
Nas reuniões com governadores, indicava apoio do governo federal, ainda que depois fosse desautorizado, como no episódio da carta de compromisso para a compra de vacinas do Butantan.
O que se esperava da CPI era que o general se sentisse ameaçado para contar o que sabe.
Ao contrário, com o HABEAS CORPUS no STF e a decisão do presidente da Comissão, Omar Aziz, de RECUSAR VOZ de PRISÃO a Wajngarten, o ex-ministro CONTRARIOU FATOS, a ponto de afirmar que nunca recebeu ordens de Bolsonaro em nada relacionado à pandemia.
Ao adiar o seu depoimento por duas semanas, alegando contato com dois militares infectados por Covid, o general pôde mapear as perguntas e se preparar para as respostas.
O depoimento ficou mais fácil pela postura do relator Renan Calheiros.
Ele tem sido protocolar nos questionamentos e poucas vezes se permite o direito ao contraditório.
Já Omar Aziz chegou a ameaçar o ex-ministro de que faltar com a verdade teria consequências.
Mas ele ficou em situação complicada ao poupar Wajngarten.
Se, por um lado, evitou a escalada da polarização, por outro, abriu o precedente para que os GOVERNISTAS fiquem À VONTADE.
Por tudo isso, Pazuello, até a hora em que passou mal, preferiu mentir a exercer o seu direito de ficar em silêncio.
Os senadores da base bolsonarista estão em minoria — são apenas quatro dos onze titulares —e carregam o peso dos 441 mil mortos desta pandemia.
Mas isso não terá qualquer efeito sobre a comissão se os depoentes puderem distorcer a realidade.
O grupo dos chamados sete senadores de oposição e independentes já pensa no uso de acareações.
De algum modo, a ESTRATÉGIA atual terá que ser REVISTA, sob pena de a CPI se transformar em um TEATRO para a NARRATIVA do GOVERNO.
CPI do Meio Ambiente
A operação da Polícia Federal contra o ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, deu força para a abertura de uma CPI na Câmara.
A imagem do ministro fica ainda mais arranhada perante investidores internacionais.
Pressão de custos
O gráfico mostra a forte pressão de custos sobre a indústria brasileira.
O núcleo de inflação no atacado industrial passou de 40% nos últimos 12 meses, segundo a consultoria LCA, que está revisando seu cenário para o Brasil, com mais PIB e inflação acima do teto da meta.
Ontem, a Câmara avançou para aprovar a MP de privatização da Eletrobras, com JABUTIS que devem ENCARECER a CONTA de ENERGIA em mais 20% para os grandes consumidores.

BC americano assusta
O mercado financeiro reagiu mal à ata do Banco Central americano divulgada ontem.
Alguns diretores do Fed abriram discussão para a retirada de estímulos, com o receio de que a alta da inflação seja mais prolongada do que o esperado.
Isso deixou os investidores cautelosos, o que afetou o preço das commodities e de várias bolsas mundo afora.
O Brasil tem sido favorecido por esse cenário de muita liquidez, e uma mudança de postura por lá teria fortes efeitos sobre os juros e a nossa moeda.
Satisfeitos com desempenho de Pazuello, governistas queriam encerrar depoimento ontem | Lauro Jardim - O Globo

Governistas queriam encerrar o depoimento de Eduardo Pazuello na CPI da Covid nessa quarta-feira.
Na avaliação dos capitães de Jair Bolsonaro, Pazuello estava se saindo bem na oitiva.
A comissão foi suspensa até quinta-feira por causa da sessão plenária do Senado.
A oposição também queria estender os trabalhos da CPI.
Rodrigo Pacheco, porém, não concordou. No início dos trabalhos da comissão, o presidente do Senado e integrantes da CPI acordaram que o colegiado "não atrapalharia os trabalhos da Casa". O combinado é que as sessões do grupo sejam encerradas ao abrir a sessão plenária.
Quem são os palestinos | Guga Chacra - O Globo

Os palestinos são os árabes levantinos de religião cristã e muçulmana cujas famílias habitavam o atual território de Israel, a Cisjordânia e a Faixa de Gaza antes de 1948. Seus antepassados foram parte do Império Otomano até a Primeira Guerra Mundial e do Mandato Britânico nas décadas posteriores. Hoje alguns vivem onde estavam as suas raízes familiares e outros estão espalhados por uma diáspora ao redor do mundo como imigrantes ou refugiados.
Os palestinos cujas famílias conseguiram permanecer após a guerra de 1948 no que hoje é Israel são chamados de árabes-israelenses. Isto é, têm cidadania israelense. Majoritariamente muçulmanos sunitas, há minorias cristãs e drusa. Muitos reclamam de preconceito e demandam mais direitos dentro da sociedade israelense. A não ser pelos drusos, poucos servem nas Forças Armadas. Nos últimos anos, parecia haver uma clara maior integração dos árabes-israelenses. Um partido árabe inclusive negocia a sua participação em uma coalizão de governo. Há grandes médicos, advogados e acadêmicos árabes com cidadania de Israel. Mas os recentes confrontos em cidades como Lod demonstraram que ainda há um longo caminho a ser percorrido.
Os palestinos de Jerusalém são os cristãos e muçulmanos cujas famílias estavam na parte oriental quando esta foi conquistada por Israel na Guerra de 1967, unificando a cidade. Possuem direito à cidadania israelense, mas a maioria opta por não ter por ver como uma negação da identidade palestina e do sonho de Jerusalém Oriental ser a capital de uma futura Palestina independente.
Os palestinos da Cisjordânia são aqueles cujas famílias já habitavam cidades deste território como Nablus, Belém, Ramallah e Hebron ou foram forçadas a sair do que hoje é Israel em 1948. Vivem sob ocupação militar e civil israelense desde 1967, quando Israel conquistou o território anteriormente nas mãos da Jordânia. Possuem autonomia apenas em algumas áreas sob controle da Autoridade Palestina. A maior parte do território está nas mãos de Israel, que construiu dezenas de assentamentos, onde vivem centenas de milhares de colonos. Os palestinos são obrigados a passar por pontos de controle israelenses, além de estarem submetidos a uma série de restrições.
Os palestinos residentes em Gaza são aqueles cujas famílias já habitavam o território ou foram forçadas a sair do que hoje é Israel em 1948. Viveram até 2005 sob ocupação israelense. Há quase 15 anos, vivem sob bloqueio marítimo, terrestre e aéreo de Israel e são governados pelo grupo terrorista Hamas. Há ainda os refugiados palestinos no Líbano, onde são tratados como segunda classe, na Síria e na Jordânia – neste último, são cidadãos com todos os direitos. Muitos imigraram para os EUA e Chile.
Palestinas também são as minhas amigas Helen e Solange, nascidas em uma proeminente família cristã de Haifa nos anos 1940, até terem de ir para Beirute na guerra. Palestina também é a Jihan, de uma tradicional família cristã grego-ortodoxa de Jerusalém e Belém. Palestino é o meu professor Rashid Khalidi, de uma das mais tradicionais famílias sunitas de Jerusalém. Palestino é o Seif, um sunita torcedor do Liverpool e investidor em bitcoin. Palestina era a avó armênia da minha amiga libanesa Karma, que viveu toda a vida dela no quadrilátero armênio de Jerusalém, perto do portão de Jaffa.
Depoimento para blindar Bolsonaro não convence | Opinião - O Globo

Um desavisado que ouvisse o ex-ministro da Saúde Eduardo Pazuellofalando de sua gestão ontem na CPI da Covid poderia imaginar que estava noutro país, tão róseas as tintas usadas por ele para pintar o quadro do combate à pandemia. A realidade, sabemos, exibe tons mais soturnos.
Ficou claro que o objetivo de Pazuello era um só: blindar o presidente Jair Bolsonaro. Mesmo que, para isso, precisasse se expor. Chegou ao absurdo de dizer nunca ter recebido orientação de Bolsonaro na pandemia. Ora, o presidente que recorre ao STF contra medidas de restrição, brada contra o isolamento social, incentiva a cloroquina e chama de “canalha” quem desdenha o “tratamento precoce” nunca orientou o ministro? Acredite quem quiser.
Os senadores não engoliram. Lembraram que Bolsonaro desautorizou Pazuello publicamente no episódio da CoronaVac. “Um manda, o outro obedece”, disse o então ministro. Ontem afirmou que o chefe falava para as redes sociais, não dava ordem. Se não mentiu ontem, então quem mentiu na ocasião foi Bolsonaro, quando disse ter mandado cancelar a compra da vacina.
Pazuello não conseguiu evitar contradições. Afirmou que as negociações para comprar vacinas da Pfizer nunca foram interrompidas, ao contrário do que disseram o ex-secretário de Comunicação Fabio Wajngarten e o ex-CEO da empresa Carlos Murillo. Argumentou que o obstáculo eram as cláusulas “assustadoras” impostas pela farmacêutica e citou pareceres da AGU e da CGU. O senador Eduardo Braga o confrontou com os pareceres, sem obstáculo nenhum à compra da vacina.
Ao falar sobre Manaus, Pazuello disse que só tomou conhecimento da falta de oxigênio em 10 de janeiro. O presidente da CPI, Omar Aziz, afirmou ter recebido informações do governo do Amazonas de que ele fora informado no dia 7. Pazuello continuou negando. Alegou desconhecer negociações para usar avião dos Estados Unidos no transporte de oxigênio. A senadora Eliziane Gama mostrou documentos atestando que o ministério sabia do fato.
Pazuello foi questionado também sobre as denúncias de fraude numa licitação do Ministério da Saúde durante sua gestão. Como mostrou reportagem do “Jornal Nacional”, duas empresas foram contratadas sem licitação por R$ 28 milhões para reformas no Rio. Sócios de uma delas são os mesmos de outra, envolvida num escândalo em contrato com as Forças Armadas. As licitações foram anuladas e estão sob investigação. Pazuello disse ter tomado conhecimento do fato pela imprensa.
O tão aguardado depoimento não trouxe resultados imediatos para a CPI. Pazuello foi bem treinado pelo Planalto e tinha respostas prontas. Apesar de ter obtido habeas corpus para ficar em silêncio, só usou da prerrogativa uma vez, numa pergunta da senadora Eliziane sobre Manaus. Os senadores agora terão trabalho para cotejar as contradições entre suas declarações e as de outros depoentes, para desmontar a tentativa de blindagem de Bolsonaro.
O depoimento continua hoje e ainda poderá trazer novidade. Mas, mesmo que Pazuello não se transforme no homem-bomba da CPI, não terá conseguido desfazer a imagem de uma gestão desastrosa, origem da tragédia que nos conduziu a mais de 440 mil mortos. Indagado sobre o motivo de sua demissão, foi lacônico: “Missão cumprida”. Numa rede social, o ex-ministro Luiz Henrique Mandetta ironizou: “Dia D, Hora H. Omissão cumprida”.
Pazuello diverge de outros depoentes sobre vacinas da Pfizer, cloroquina e filhos de Bolsonaro

BRASÍLIA — No depoimento à CPI da Covid, o ex-ministro da Saúde Eduardo Pazuello deu versões diferentes às relatadas por outros depoentes sobre algumas ações do governo federal no enfrentamento à pandemia. Diferentemente de Carlos Murillo, executivo da Pfizer, e do ex-secretário de Comunicação Social do governo federal Fábio Wajngarten, Pazuello disse que houve resposta sim às ofertas de vacina feitas no ano passado pela empresa farmacêutica. Também divergiu de seus antecessores no cargo — Luiz Henrique Mandetta e Nelson Teich — sobre questões com a influência dos filhos do presidente Jair Bolsonaro e o uso de cloroquina.
Em depoimento na semana passada, Murillo disse que o governo não rejeitou nem aceitou a oferta da Pfizer. Wajngarten relatou uma carta enviada pelo presidente mundial da empresa, Albert Bourla, a alguns integrante do governo brasileiro que ficou sem reposta.
Nesta quarta-feira, perguntado pelo relator da CPI, senador Renan Calheiros (MDB-AL), por que não respondeu as propostas da Pfizer no ano passado, Pazuello afirmou primeiramente que as condições oferecidas eram piores do que as de outras empresas. Depois, diante da insistência de Calheiros, Pazuello disse que respondeu sim a Pfizer.
— Respondemos inúmeras vezes. De agosto a dezembro. Eu tenho todas a comunicações da Pfizer.
— O presidente da Pfizer disse que não houve resposta. Ele mentiu? — questionou Calheiros.
Pazuello afirmou que a resposta era a negociação direta com a Pfizer e disse que vai enviar toda a documentação com as respostas para a CPI.
— Foram respondidas em negociação intensa e direta.
Calheiros insistiu novamente e Pazuello disse:
— Não houve decisão de não responder a Pfizer. Pela quinta vez.
Ainda segundo o ex-ministro, Bolsonaro foi informado por ele durante todo o processo das tratativas com a Pfizer, de julho do ano passado até março deste ano.
Há duas semanas, o ex-ministro Mandetta citou o papel dos filhos do presidente Jair Bolsonaro, em especial do vereador Carlos Bolsonaro (Republicanos-RJ), que participava das reuniões no Planalto com ministros. Na versão de Mandetta, Carlos e seus irmãos, o senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ) e o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), dificultaram a relação com a China, país fornecedor de material de saúde. Nesta quarta-feira, Pazuello também negou influência dos filhos de Bolsonaro e até lamentou não ter falado mais com eles.
— Não havia influência dos filhos políticos dos presidentes. E eu achava que ia me encontrar mais com eles — disse o ex-ministro.
Quando depôs, há duas semanas, o também ex-ministro Nelson Teich disse que deixou o cargo cerca de um mês depois de ter entrado no governo porque percebeu que não teria a autonomia e a liderança de que precisava. De acordo com ele, isso ficou mais evidente em relação às "divergências com o governo quanto à eficácia e extensão do uso do medicamento cloroquina para o tratamento da Covid-19". O remédio, apesar de não ter eficácia comprovada para tratar a doença, foi a aposta de Bolsonaro no enfrentamento à pandemia.
Nesta quarta-feira, indagado por Calheiros se sua nomeação para ministro, em substituição a Teich, se deu sob a condição de cumprimento de alguma ordem, como por exemplo a recomendação do uso de cloroquina ou outro remédio para tratamento precoce da Covid-19, Pazuello negou:
— Em hipótese alguma. O presidente nunca me deu ordens diretas para nada.
Depoimento de contrastes
Propostas de vacinas feitas pela Pfizer
Pazuello: "Foram respondidas em negociação intensa e direta, com dezenas de documentação e reuniões. (...) Vou responder novamente: as respostas foram respondidas inúmeras vezes na negociação. Nós nunca fechamos a porta."
Wajngarten: "Na linha cronológica do tempo, a carta (da Pfizer a autoridades brasileiras falando da aquisição de vacinas) foi enviada 12 de setembro. O dono do veículo de comunicação me avisa, em 9 de novembro, que a carta não havia sido respondida."
Carlos Murillo (sobre proposta feita em agosto do ano passado): "Como era vinculante e estávamos neste processo com todos os governos, teria uma validade de 15 dias. Passados esses 15 dias, o governo do Brasil não rejeitou, mas tampouco aceitou a oferta."
Cloroquina
Pazuello (ao ser questionado se sua nomeação se deu sob a condição de cumprir alguma ordem, como a recomendação de uso da cloroquina): "Em hipótese alguma. O presidente nunca me deu ordens diretas para nada."
Teich: "As razões da minha saída do ministério são públicas. Elas se devem, basicamente, à constatação de que eu não teria a autonomia e a liderança que imaginava indispensáveis ao exercício do cargo. Essa falta de autonomia ficou mais evidente em relação às divergências com o governo quanto à eficácia e extensão do uso do medicamento cloroquina para o tratamento da Covid-19. Enquanto a minha convicção pessoal, baseada em estudos, era de que naquele momento não existia evidência de sua eficácia para liberar, existia um entendimento diferente por parte do presidente, que era amparado na opinião de outros profissionais, até do Conselho Federal de Medicina, que, naquele momento, autorizou a extensão do uso. Isso aí foi o que motivou a minha saída."
Filhos de Bolsonaro
Pazuello: "Não havia nenhuma influência dos três filhos políticos do presidente e volto a colocar: eu achava que eu ia me encontrar mais com eles, e faço essa observação aqui, tanto com o próprio presidente, mas não houve isso. A pandemia nos consumia o dia inteiro. Nem para encontros sociais, nada. Foi muito pouco encontro, muito pouco encontro. Podia ter havido mais."
Mandetta: "Eu, por exemplo, testemunhei várias vezes reunião de ministros em que o filho do presidente, que é vereador no Rio de Janeiro, estava sentado atrás tomando as notas da reunião. (..) Eu fui até certo dia ao Palácio do Planalto, e eles estavam todos lá, os três filhos do presidente, e mais assessores que são assessores de comunicação. Disse a eles: olha, eu preciso conversar com o embaixador da China, eu preciso que ele nos ajude, pedir uma reunião com ele, posso trazer aqui?. 'Não, aqui não'. Acabei fazendo por telefone."
Rodolffo cita encontros pós-'BBB' e diz por que não assume affairs - Patrícia Kogut, O Globo

Rodolffo, cantor que participou do "Big Brother Brasil" 21, contou que está solteiro e que já teve alguns encontros após o reality show. O ex-marido de Rafa Kalimann brincou na web sobre as mulheres citadas como suas namoradas e explicou seu status após o programa.
— Estou soltinho, igual arroz de primeira. (Estou tirando o atraso) na medida do possível — contou ele, no canal do Youtube de GKay.
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O artista explicou que não viu Sarah nem Juliette como pretendentes, já que desenvolveu amizade pelas duas. Ele disse ainda que viveu uma transformação na maneira como enxerga relacionamentos:
— Eu mudei minha cabeça de uns anos para cá com relação a relacionamento. Eu não quero assumir ninguém... Eu não quero... Se ficar com alguém lá dentro da casa você está assumindo para o país inteiro. Eu acho uma sacanagem, principalmente se existir uma expectativa da pessoa para mim (...) Não estou a fim de expor. O mesmo sentimento que eu tinha lá dentro, estou tendo aqui fora. Não estou a fim de expor ninguém, gerar expectativa no público e gerar expectativa na pessoa e da minha parte não ser verdadeiro. Eu só vou assumir uma pessoa quando for de verdade da minha parte.
Rodolffo contou ainda que ficaria com a atriz Duda Reis e que já tomou banho no quarto da ex-BBB Gizelly Bicalho:
— Eu tava hospedado num hotel num evento e tomei banho no quarto dela, eu e Matheuzinho. A gente estava hospedado em outra cidade, aí fomos para a cidade do evento, não tinha levado roupa... Um rolo danado. Mas é só amizade.
O sertanejo soltou ainda que ficaria com a ex-BBB Thaís Braz e, entregou que Rafa Santos, irmã de Neymar, está ficando com um amigo seu:
— Ela é bonita. Mas está ficando com um amigo meu. Te conto em off. Fiquei sabendo essa semana, inclusive.
O cantor também confirmou que é real um nude atribuído a ele vazado recentemente na web:
— Fiquei sabendo que rodou um negócio aí pela internet. Aquilo lá não era o meu melhor.
Na conversa, ele também falou sobre a dificuldade que tem em tomar a iniciativa ao abordar pretendentes:
— Eu sou dos mais tímidos do mundo, eu não chego fácil não...

Veja como é a casa de Rodolffo:

Rodolffo, do camarote do "BBB" 21, posa ao lado de seu carro: uma BMW. O carro esportivo é avaliado em mais de R$ 300 mil Reprodução
Maranhão confirma primeiro caso de Covid-19 provocado por variante indiana

RIO — O governo do Maranhão confirmou o primeiro caso de Covid-19 provocado pela variante do coronavírus detectada pela primeira vez na Índia. Ela foi identificada em um paciente indiano que deu entrada em um hospital da rede privada em São Luís na semana passada.
O governo do Maranhão informou no domingo que foi notificado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) sobre a hospitalização do paciente, um homem de 54 anos, tripulante do navio Mv Shangon Da Zhi, ancorado no estado.
Segundo as informações divulgadas no domingo, um teste já havia confirmado o diagnóstico, mas ainda não havia sido identificada qual cepa do coronavírus causou a doença. Uma amostra do vírus foi enviada ao Instituto Evandro Chagas para realizar o sequenciamento genômico.
Será realizada uma coletiva de imprensa com Carlos Lula, secretário de Saúde do Maranhão, nesta quinta-feira, para tratar do assunto.
A variante indiana B.1.617 foi classificada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como uma "preocupação global".
— Existe alguma informação disponível que indica uma transmissibilidade acentuada [da variante indiana] — disse Maria Van Kerkhove, autoridade técnica da OMS em Covid-19, em uma entrevista coletiva na semana passada.
Avaliação clínica dos tripulantes
O paciente de 54 anos que começou a ter sintomas no dia 4 de maio, apresentando febre. "Procedimentos médicos foram realizados previamente à sua remoção para o hospital, no dia 13 de maio, mas os sintomas persistiram. A remoção do paciente foi realizada por meio de helicóptero por determinação médica", informou comunicado divulgado por Calos Lula no domingo.
A Secretaria de Saúde do Maranhão informou que, no domingo, uma equipe técnica inspecionou o navio para avaliação clínica dos tripulantes, coleta de amostras para diagnóstico da Covid-19 e investigação epidemiológica dos casos suspeitos.
"Toda tripulação foi colocada em quarentena e isolada em cabines individuais na embarcação. O navio permanece em alto mar, na área de fundeio, e não chegou a atracar no porto, em São Luís", informou, em nota.
Durante a inspeção, 23 amostras do tipo PCR foram coletadas, 21 de pessoas assintomáticas e duas sintomáticas. As amostras foram encaminhadas ao Laboratório Central de Saúde Pública do Maranhão (LACEN/MA) e para o Instituto Evandro Chagas, em Belém, para sequenciamento genômico.
Segundo o governo do Maranhão, depois disso 13 tripulantes do navio apresentaram teste positivo para a Covid-19.
A Secretaria de Saúde do estado também informou que os 24 passageiros embarcaram no navio Mv Shangon Da Zhi na África do Sul, na Cidade de Cabo.
Quase metade dos adultos mais pobres de São Paulo já teve Covid-19, diz estudo

SÃO PAULO — Quase metade (47%) dos adultos mais pobres da cidade de São Paulo possuem anticorpos contra o novo coronavírus, acima da taxa de 41,6% registrada na população total. A estimativa chega a 48,4% considerando apenas a população negra.
O índice é bem superior ao encontrado nos paulistanos dos bairros mais ricos, 35,9%, e na população branca, 35%. Os dados são da sexta fase do projeto de monitoramento da soroprevalência de coronavírus em São Paulo (SoroEpi MSP).
São, no total, 3,5 milhões de adultos que já tiveram Covid-19 na capital paulista. No período entre a quinta fase do estudo (realizada entre 14 e 23 de janeiro, num espaço de 109 dias) e a mais recente, cerca de 1 milhão de paulistanos adultos se contaminaram.
A contaminação pelo novo coronavírus, segundo a pesquisa, tem influência da escolaridade, raça e cor de pele, idade e número de habitantes por residência. Pessoas com até ensino médio incompleto, por exemplo, apresentaram uma taxa de infecção 1,8 vezes maior que os paulistanos com nível superior completo: 45,2% contra 24,7%.
A faixa etária com maior prevalência foi a de 35 a 44 anos, cujo índice de infecção é 1,4 vezes maior do que a observada no grupo com mais de 60 anos: 51,3% contra 36,2%.
O monitoramento também identificou, pela primeira vez, maior registro de anticorpos contra a doença em residências com mais de cinco moradores (48,2%), quando comparadas com residências com até dois moradores (34,3%).
Ainda não haviam sido vacinados 83,7% dos adultos de São Paulo, que somam 8,4 milhões de pessoas. A coleta da pesquisa foi realizada entre 22 de abril e 1º de maio. Anticorpos foram registrados em 45,7% dos vacinados e em 40,8% dos não vacinados.
O estudo foi financiado pelo Instituto Semeia, pelo Grupo Fleury, Ipec e Todos pela Saúde, e coordenado por pesquisadores de USP e Unifesp.
Internações
O estado de São Paulo registrou aumento de 4,97% nas internações por Covid-19 nos últimos 15 dias: o número foi de 4.805 para 5.044. Já nos leitos públicos de UTI para Covid, houve uma ligeira queda nas últimas duas semanas, de 0,38%, segundo a plataforma InfoTracker. Na últilma terça, eram 4.349 pacientes em leitos intensivos. Em 4 de maio, eram 4.366.
No total, somando doentes em enfermarias e UTIs, a rede pública ficou mais lotada em São Paulo, passando de 9.171 internações para 9.393, um salto de 2,42%. Se levada em conta a soma de hospitais públicos e privados, houve uma queda de 0,79% nas internações de UTI no estado, ainda de acordo com a InfoTracker. Há 14 dias, eram 10.240 internados. Na terça, eram 10.159. Para enfermaria, porém, houve um aumento de 4,4%: 11.193 pacientes há 14 dias contra 11.685 na terça.
Contra previsão de Bolsonaro, Brasil passa Itália em mortes proporcionais por Covid-19

BRASÍLIA — Nos últimos dias, o Brasil passou a Itália no índice de mortos por Covid-19 por milhão de habitantes: são 2.077 mortos a cada milhão de pessoas, contra 2.061 no país europeu. Os dados são do site Our World In Data, vinculado à Universidade de Oxford. No ano passado, no início da pandemia, o presidente Jair Bolsonaro disse que o Brasil poderia passar por um "momento triste", mas não seria "como na Itália", e acusou a imprensa de potencializar a situação do país europeu para passar "pavor" e "histeria".
Em números absolutos, o Brasil tem mais de o triplo de óbitos: são 441 mil mortos, contra 124 mil na Itália. A população brasileira, no entanto, também é mais de três vezes maior (211 milhões, contra 60 milhões). Por outro lado, a Itália tem um percentual maior de idosos, o que torna a população mais vulnerável ao novo coronavírus. Esse foi, inclusive, um dos argumento utilizados por Bolsonaro para dizer que a situação da Itália não se repetiria no Brasil.
Em pronunciamento em cadeia nacional de rádio e televisão, no dia 24 de março, o presidente afirmou que o país europeu tinha "um grande número de idosos e com um clima totalmente diferente do nosso". Naquela época, a Itália passava por um colapso no sistema de saúde. O país foi o primeiro da Europa a ser atingido pela Covid-19.
— Grande parte dos meios de comunicação foram na contramão. Espalharam exatamente a sensação de pavor, tendo como carro-chefe o anúncio do grande número de vítimas na Itália. Um país com grande número de idosos e com um clima totalmente diferente do nosso. O cenário perfeito, potencializado pela mídia, para que uma verdadeira histeria se espalhasse pelo nosso país — disse o presidente no pronunciamento.
Dias antes, em 17 de março, Bolsonaro já havia comparado a Itália ao bairro de Copacabana, no Rio de Janeiro. O presidente disse que os italianos eram "muito mais sensíveis" por serem mais velhos:
— Agora a Itália é uma cidade...É um país parecido com o bairro de Copacabana, onde cada apartamento tem um velhinho ou um casal de velhinhos. Então são muito mais sensíveis, morre mais gente — declarou o presidente.
Depois, em entrevista ao SBT exibida em 21 de março, Bolsonaro já havia dito que, no seu "entender", a situação brasileira não seria igual a da Itália:
— Podemos ter um momento triste, mas não será como na Itália, ao meu entender.
O Brasil já havia passado a Itália em número de mortes por milhão de habitantes em setembro. A situação permaneceu assim até novembro, quando a segunda onda chegou primeiro na Europa.
De acordo com o Our World in Data, o Brasil está em 11º lugar na lista de países com mais mortes proporcionais. O topo do ranking é ocupado pela Hungria, que tem 3.036 de óbitos por milhão de habitantes. O Brasil, contudo, faz poucos testes, o que, segundo especialistas, leva a uma subnotifcação. Segundo a plataforma Worldometers, é o Brasil é o 117º em testes por milhão de habitantes (220 mil).
Saiba o que disseram as testemunhas em depoimento sobre a morte de MC Kevin

RIO — A comemoração pelo primeiro show de MC Kevin no Rio de Janeiro durou quase 24 horas e terminou com a trágica morte do cantor. Desde o início da tarde de sábado, quando chegou ao Rio com a mulher e um casal de amigos, até o início da noite de domingo, quando o funkeiro caiu da varanda, testemunhas contaram à polícia que MC Kevin estava sem dormir desde sua apresentação no Baile do Imperador, evento ilegal que aconteceu numa casa de festas em Vila Valqueire. Ele emendou numa festa na casa de outro cantor, na Barra da Tijuca, onde teria consumido drogas e bebido.
De acordo com o depoimento das testemunhas à polícia, antes de terminar o dia com uma modelo num dos quartos do hotel, ele ainda teve uma discussão pública com a mulher e o segurança, com direito a garrafa quebrada. Saiba o que cada uma das testemunhas contou à polícia:
Viúva diz que Kevin consumiu bebida alcoólica e droga

MC Kevin cumpriu a agenda de show, com uma apresentação em Vila Valqueire, na madrugada de domingo. A advogada Deolane Bezerra, esposa do cantor, contou em depoimento que eles foram para a casa de MC PK, também na Barra da Tijuca, mesmo bairro do hotel onde o casal, amigos e produtores estavam hospedados. Deolane e Kevin retornaram ao quarto, a cobertura 1.305, apenas por volta de meio-dia. Ela contou que o marido estava "extremamente agitado" após ingerir bebida alcoólica e MD, uma droga sintética.

O cantor deixou o quarto para pagar a estadia dos amigos Gabriel e MC VK, o que motivou uma briga com Deolane. Por meio de mensagens, ela questionou o número de quartos custeados por Kevin e chegou a chamá-lo de "otário" pelos gastos. Ela conta que, após o desentendimento, o funkeiro ligou diversas vezes para convencê-la a acompanhar a ele e aos amigos num passeio na orla em frente ao hotel. Deolane bloqueou o número de Kevin no celular e ficou no quarto dormindo. Ela, então, foi acordada pelos amigos Thainá e Lucas batendo na porta do quarto, que procuravam pelo MC. Sem saber onde ele estava, Lucas continuou a procurá-lo pelo hotel, e voltou, minutos depois, acompanhado de MC Bruninho, e disse que Kevin havia se jogado de um apartamento do 5º andar.
Modelo conheceu o cantor na praia

A modelo Bianca Domingues conheceu MC Kevin e alguns amigos dele no início da tarde de domingo enquanto estava num quiosque na Praia da Barra. Ela disse ter reconhecido o cantor por segui-lo nas redes sociais. Lucas teria se aproximado e iniciado a conversa — em que trocaram número de telefone e redes sociais — e voltado ao grupo de amigos. Instantes depois, Victor Elias Fontenelle, o MC VK, se aproximou, se apresentou como cantor e na conversa falou sobre o consumo de bebidas e drogas e Kevin desde o show, na madrugada.

Bianca, segundo contou, foi convidada a se juntar ao grupo de amigos. Além de ter compartilhado a bebida, também deu tragos num cigarro de maconha. O convite para subir até o quarto 502 partiu de Victor, com a promessa de que Kevin também iria em seguida, apenas acompanhado do segurança porque a esposa do cantor estava hospedada no mesmo hotel.
No quarto, foi combinada a quantia de 2 mil reais para que Bianca tivesse relações sexuais com os dois. Jhonatas entrou no quarto para entregar um preservativo, tendo deixado o local após tomar banho e por insistência de Kevin, que teria ficado irritado.
Jhonatas voltou uma segunda vez ao quarto, dizendo: "estão vindo aí" e "vai moiá". Nesta hora, Kevin estava na varanda com a modelo. Ela olhou para dentro do quarto, e quando voltou a olhar para o cantor, ele passava a segunda perna sobre o parapeito da sacada. Já totalmente do lado de fora, ela conseguia ver apenas metade do corpo do MC. Bianca viu o movimento como se fosse um impulso para acessar o andar abaixo. A modelo conta que primeiro ficou sem reação, tendo gritado em seguida para chamar uma ambulância. Neste momento, Victor deixou o apartamento para ver o que tinha acontecido ao amigo.
MC VK diz que convidou modelo para hotel

Victor Elias Fontenelle, o MC VK, disse que viu MC Kevin beber uísque e gim, fumar maconha e usar MD (droga sintética) na casa do amigo MC PK Delas. De volta ao hotel, por volta de meio-dia, Victor presenciou uma briga do cantor com a mulher devido ao pagamento de estadia para parte dos amigos que continuavam no Rio. Após a discussão, Deolane voltou para o quarto, e Kevin chamou os amigos para irem à praia, em frente ao hotel.

Apenas ele e Bianca foram para o quarto, tendo Kevin chegado cerca de 5 minutos depois. Quando os três deram início a relações sexuais, Jhonatas entrou no quarto, e após insistências, não teria saído, mas se escontido atrás de uma cortina. Ele interveio ao receber uma mensagem sobre Deolane estar procurando por Kevin, avisando que "vai moia".
Segundo Victor, em depoimento, neste momento ele foi tomar banho, e Kevin foi com a modelo para a varanda. Após sair do banheiro, foi em direção à sacada, abriu as cortinas e viu Kevin saltando o parapeito e, logo em seguida, a queda após as mãos escorregarem. O amigo afirma não ter havido "nada de anormal" no quarto e que acreditava que o cantor tentou passar para o andar abaixo por "receio de ser descoberto" pela esposa.
Amigo deixou quarto antes da queda de cantor
Amigo de Kevin há aproximadamente sete anos, Jhonatas Augusto Cruz afirmou que o cantor e a viúva, Deolane, tinham uma boa relação. Ele conta que após o show, demorou um pouco mais para voltar ao hotel, tendo encontrado Kevin apenas no início da tarde de domingo, após parte da equipe decidir viajar para São Paulo apenas na segunda-feira. Os dois foram para praia, na frente do hotel, acompanhados por Gabriel, Victor, Jader (segurança do cantor) e Lucas. Jhonatas afirmou que o grupo de amigos bebeu drinques e fumaram cigarros de maconha.
Segundo ele, Bianca e os amigos começaram a trocar olhares, até que Victor foi até ela. Os dois teriam saído da praia por volta das 18h sozinhos, em direção ao hotel. Logo em seguida, Kevin também foi para o local. Jhonatas afirma que os três já tinham acordado de ter relações sexuais, por isso, ele também foi ao quarto 502, para participar e foi atendido na porta por Kevin, que pediu que conseguisse preservativos.

Ao voltar, Bianca negou que teria relações com um terceiro homem, e Kevin pediu então para que o amigo deixasse o quarto. Jhonatas ainda tentou permanecer no quarto com a esperança de participar da orgia. Ele foi para o banheiro e bateu a porta, simulando ter ido embora. Ao perceber que tinha dado certo, ele saiu e se escondeu atrás da cortina, mas foi visto pela mulher e, enfim, saiu do quarto.
Jhonatas então conta que voltou ao quiosque da praia. No local, ele afirma ter visto Lucas falar para Gabriel que Deolane queria saber onde o marido estava, e que Gabriel, então, falou que teria enviado uma mensagem para Victor. Cerca de 10 minutos depois, viu Victor gritar por socorro enquanto dizia que Kevin tinha tentado ir para o apartamento de baixo e "se jogou". Ao voltar, viu o cantor caído, respirando com dificuldade. Ele então tirou Bianca do local para que Deolane não a visse.
Produtor avisou para a mulher do cantor sobre a queda
Luccas Pombal, produtor de MC Kevin, estava junto com a mulher quando foi procurar pelo cantor na praia. Em depoimento à polícia, ele contou que esteve no quarto onde o funkeiro estava hospedado com Deolane e acordou a advogada para perguntar sobre o paradeiro dele. O produtor afirmou ainda que como ela não sabia, voltou à praia, onde contou para Gabriel que Deolane estava perguntando por Kevin. Foi quando ele recebeu uma ligação da mulher dizendo que ela iria com a advogada procurar o cantor.

Neste momento ele soube que o cantor estaria com Victor e viu quando Gabriel enviou uma mensagem para VK. Minutos depois o próprio Victor apareceu na praia gritando para contar que Kevin tinha caído. Luccas então teria ido até o local onde MC Kevin caiu e depois foi até o quarto de Deolane para avisar sobre a tragédia e pediu que ela não fosse ver o corpo. Ele teria descido com ela para esperar pela ambulância e depois foram até o hospital, onde souberam que Kevin não resistiu aos ferimentos e morreu.
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