____________________ * ALTA de 52% em taxa extra NÃO SIGNIFICA que conta de luz TAMBÉM subirá 52%

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____________________ * ALTA de 52% em taxa extra NÃO SIGNIFICA que conta de luz TAMBÉM subirá 52%

____________________ * O que é o 'SUPERIMPEACHMENT', nova APOSTA da OPOSIÇÃO contra Bolsonaro

____________________ * Bisavós lésbicas criaram neta e bisneta e têm 'genro' trans

____________________ * Após MOBILIZAÇÃO de internautas, OITO marcas já CORTARAM anúncios do programa de Sikêra Jr

____________________ * JEAN WYLLYS critica Sikêra_Jr, que pediu "DESCULPAS" por ATAQUES_HOMOFÓBICOS: "enxugue suas lágrimas de CROCODILO"

____________________ * "Além da máfia da CLOROQUINA houve TAMBÉM a máfia das VACINAS?", questiona Flávio Dino

____________________ * O que vem por aí? Mourão?

____________________ * Um mar pintado de negro-OTAN

____________________ * Advogado diz "Fora Bolsonaro" ao vivo na Globo e indica que o fim do Genocida se aproxima (vídeo)

____________________ * DATENA é a terceira via INEXISTENTE e reflete o DESESPERO da BURGUESIA que se AUTOFLAGELA com o destrutivo Bolsonaro

____________________ * Bolsonarista, Thiago Gagliasso diz ser "ex-irmão" de Bruno Gagliasso

____________________ * Alckmin VENCERIA eleição para GOVERNO de SP em QUALQUER cenário, indica pesquisa

____________________ * Dia do Orgulho LGBTQIA+: Vasco lança camisa em RESPEITO à DIVERSIDADE 

____________________ * Astrid Fontenelle detona Fernanda Venturini após atleta pregar contra a vacina: “debochada, deselegante, desrespeitosa”

____________________ * RICKY MARTIN denuncia ataques HOMOFÓBICOS após mostrar fotos com o marido

____________________ * Projota reencontra Arthur_Picoli após a final do 'BBB 21': 'Finalmente'

____________________ * Ainda não há cura para o telescópio Hubble; computador backup também falhou

____________________ * PFF3 x Covid: Risco de infecção por coronavírus varia ‘muito’ de acordo com máscara usada, diz estudo

____________________ * Gil do Vigor quase perde Twitter por denúncias e lamenta: 'Gente ruim'

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____________________ * ALTA de 52% em taxa extra NÃO SIGNIFICA que conta de luz TAMBÉM subirá 52%

29.jun.2021 - Post da deputada federal Jandira Feghali (PCdoB-RJ) confunde aumento da taxa extra (bandeira vermelha) com aumento da conta de luz como um todo - Reprodução/Twitter Jandira Feghali
29.jun.2021 - Post da deputada federal Jandira Feghali (PCdoB-RJ) confunde aumento da taxa extra (bandeira vermelha) com aumento da conta de luz como um todo Imagem: Reprodução/Twitter Jandira Feghali

Beatriz Montesanti

Colaboração para o UOL, em São Paulo

29/06/2021 17h16

aumento de 52% no valor da bandeira vermelha patamar 2 a partir de julho não significa que a conta de luz aumentará na mesma proporção, como disseram alguns políticos de oposição ao presidente Jair Bolsonaro (sem partido) nas redes sociais hoje (29).

A tarifa da bandeira vermelha nível dois passará de R$ 6,24 para R$ 9,49 por 100 kWh (quilowatt-hora). Na prática, isso representará um impacto médio de 8,12% na conta final, segundo calculou para a Folha o economista André Braz, responsável pela elaboração dos índices de inflação medidos pela FGV (Fundação Getúlio Vargas). O aumento deve pressionar a inflação e levá-la para mais longe do teto da meta de 2021.

Governo prevê conta de luz menor com venda de Eletrobras, mas distorce dado

Políticos de oposição como os deputados federais Marcelo Freixo (PSB-RJ), Jandira Feghali (PCdoB-RJ) e Alice Portugal (PCdoB-BA), além do ex-senador Lindbergh Farias (PT), hoje vereador no Rio de Janeiro, alegaram incorretamente que a "conta de luz" vai subir 52%.

As bandeiras tarifárias são cobradas na conta de luz dependendo das condições de geração de energia no país. Quando as condições são favoráveis, não há cobrança extra (bandeira verde). Quando há problemas, são cobradas as bandeiras amarela, vermelha ou vermelha patamar 2, a mais alta.

A medida serve para sinalizar ao consumidor a necessidade de economizar eletricidade, dada a escassez de água nos reservatórios nacionais. Em 2018, porém, uma auditoria do TCU (Tribunal de Contas da União) apontou que as bandeiras não eram efetivas para provocar consumo consciente de energia.

O Brasil passa pela maior crise hídrica em mais de 90 anos, o que reduziu o nível dos reservatórios das hidrelétricas. Por isso, o país precisa acionar as usinas termelétricas, que produzem energia mais cara. A bandeira vermelha deve ser adotada durante todo o período seco, até o final de setembro.

____________________ * O que é o 'SUPERIMPEACHMENT', nova APOSTA da OPOSIÇÃO contra Bolsonaro

Grupos estão trabalhando para reunir a argumentação dos mais de 120 pedidos de impeachment contra o presidente - Alan Santos/PR
Grupos estão trabalhando para reunir a argumentação dos mais de 120 pedidos de impeachment contra o presidente Imagem: Alan Santos/PR

Letícia Mori

Da BBC News Brasil, em São Paulo

29/06/2021 13h18

Atualizada em 29/06/2021 13h45

Uma série de entidades, grupos políticos e pelo menos 11 partidos estão trabalhando para reunir a argumentação dos mais de 120 pedidos de impeachment contra o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) em um único pedido - que foi apelidado de "superimpeachment".

O novo texto será um pedido de impeachment normal, apenas reunindo em um só documento pelo menos 24 atos cometidos pelo presidente que a oposição considera se tratarem de crimes de responsabilidade.

Quatro ministros do STF são contra impeachment de Jair Bolsonaro

O "superimpeachment" deve ser protocolado na Câmara dos Deputados nesta quarta (30), segundo as entidades organizadoras. Entre elas estão os movimentos Agora!, Acredito, Livres e 324 Artes e MTST; grupos sindicais como a Apeoesp (dos professores de São Paulo) e a Asfoc (dos trabalhadores da Fiocruz); entidades como a UNE; a Bancada Ativista; o Instituto Marielle Franco e até grupos religiosos, como o Cristãos Contra o Fascismo. Também participam da iniciativa ao menos 11 partidos: PT, Psol, PCdoB, PDT, PSB, UP, PCO, Rede, PSTU, PCB e Cidadania.

Mas qual o peso desse novo pedido em um cenário em que já há mais de 120 pedidos feitos que não foram levados adiante? E quais as chances de um impeachment de Bolsonaro se concretizar?

Novo escândalo fortalece pedido

A oposição já trabalhava para reunir os diversos argumentos dispersos nos pedidos existentes em um novo documento quando o escândalo da compra da vacina Covaxin estourou neste mês.

O servidor do Ministério da Saúde Luis Ricardo Miranda disse à CPI da Covid que ele e seu irmão, o deputado Luis Carlos Miranda (DEM-DF), avisaram o presidente Jair Bolsonaro sobre suspeitas de irregularidades no contrato de compra da vacina Covaxin, da farmacêutica indiana Bharat Biotech. O preço acordado pelo governo brasileiro, de US$ 15 por vacina (R$ 80,70), ficou muito acima do inicialmente previsto pela empresa, de US$ 1,34 por dose. O gasto total do Brasil seria de R$ 1,6 bilhão.

Além disso, o servidor enxergou como suspeito o fato de a empresa Madison Biotech, uma offshore com sede em Cingapura, ter sido apontada como destinatária dos pagamentos, mesmo não sendo mencionada no contrato.

Segundo os irmãos, Bolsonaro não teria tomado nenhuma atitude contra o problema, que teria o envolvimento do líder do governo no Congresso, Ricardo Barros (PP-PR).

Se comprovado, isso poderia configurar prevaricação por parte do presidente - quando um funcionário público indevidamente não pratica um ato por interesse próprio (no caso, a falha em denunciar e agir contra o suposto esquema).

Tanto o governo quanto o deputado negaram qualquer envolvimento em irregularidades.

Segundo cientistas políticos ouvidos pela BBC, o escândalo adiciona ao "superimpeachment" um fato novo e bastante forte, que não estava presente em pedidos anteriores, mas isso pode não ser suficiente para levar a um impeachment de fato - ainda que cause mais desgaste ao governo Bolsonaro.

"Ainda trabalhamos com um cenário muito parecido com o anterior, apesar das novas denúncias. O sistema político ainda não digeriu a denúncia. Ela tem obviamente um potencial de degradação da presidência, mas ainda não identificamos um movimento de debandada dos parlamentares da base", afirma cientista político Creomar de Souza, professor da Fundação Dom Cabral e fundador da consultoria de risco político Dharma.

Assim como os outros pedidos, para ser aprovado o "superimpeachment" precisa ser colocado em votação pelo presidente da Câmara dos Deputados - atualmente o deputado Arthur Lira (Progressistas-AL), aliado do governo. Depois precisa ter o voto de pelo menos dois terços da Câmara para ser enviado ao Senado, onde precisa ser aprovado por maioria simples.

No momento, explica Souza, Bolsonaro tem base de apoio suficiente no Congresso para evitar essa aprovação.

Ou seja, mesmo que Arthur Lira cedesse à pressão para colocar o pedido em pauta no atual cenário, o pedido poderia acabar sendo negado pelos congressistas em votação. É o que avalia também o constitucionalista Wallace Corbo, professor de direito da Fundação Getúlio Vargas (FGV).

"Se ele (Lira) coloca esse impeachment em votação e não tem maioria, na verdade ele vai matar o impeachment", afirma Corbo.

"O atual cenário ainda não me parece um cenário em que o impeachment seja o mais provável", afirma o cientista político Rafael Cortez, sócio da Tendências Consultoria. "Mas, de qualquer modo, traz um novo elemento para os trabalhos da CPI da Covid e alimenta a mobilização oposição, materializada nesse 'superimpeachment'."

Pressão popular

A expectativa dos organizadores do "superimpeachment" é que o novo escândalo da Covaxin, desdobramentos da CPI da Covid e protestos populares contra o governo exerçam pressão suficiente sobre os parlamentares alinhados ao governo para gerar uma mudança de cenário.

Para o cientista político Sergio Praça, professor da FGV, no entanto, essa pressão só será suficiente se tiver adesão de mais setores populares que no momento apoiam o presidente.

Manifestantes protestam contra o governo Jair Bolsonaro na Esplanada dos Ministérios, em Brasília - Reuters - Reuters
Manifestantes protestam contra o governo Jair Bolsonaro na Esplanada dos Ministérios, em Brasília Imagem: Reuters

"O que a oposição precisaria fazer para derrubar Bolsonaro é provocar forte queda da popularidade do presidente. Nenhum presidente com mais de 20% de apoio popular (como tem Bolsonaro) sofre impeachment. Bolsonaro até pode ser o primeiro, mas é muito difícil", avalia Praça.

"Mas sou cético em relação a essa possibilidade de mudança. Se até agora a pessoa ainda avalia o governo Bolsonaro como ótimo ou bom, não vai ser um escândalo (como o da Covaxin) que vai mudar sua opinião", diz o cientista político. "O centrão vai desembarcar? Para esse desembarque seria preciso um vídeo de Bolsonaro colocando dinheiro em uma mala, e ainda assim tenho minhas dúvidas."

"A questão central é em que momento a manutenção do atual governo deixa de ser funcional para essa maioria legislativa, que conseguiu ter ganhos bem relevantes nos últimos tempos em termos de recursos, emendas parlamentares etc.", diz Rafael Cortez, da Tendências.

'Corrida contra o tempo'

Sérgio Praça aponta ainda um fator que pode atrapalhar o desejo da oposição por um impeachment: a proximidade cada vez maior das eleições de 2022.

"O tempo o joga contra o impeachment, a gente já está em julho de 2021, processo demora de três a quatro meses. É lento mesmo e tem que ser, é preciso dar o direito de defesa", afirma Praça.

Para as entidades organizadoras do "superimpeachment", o atual momento é a "hora da corrida".

"Se a gente não conseguir neste semestre, depois entramos em ano eleitoral e o impeachment fica muito difícil. Essa agora é a reta final da pressão", diz um representante do movimento Acredito.

Apesar dos especialistas estarem céticos quanto a possibilidade do presidente vir a ser de fato impedido no momento, eles afirmam que o "superimpeachment" é bastante relevante no atual cenário político e reforça o desgaste que o governo já vinha sofrendo diante da crise política, da crise sanitária e da crise econômica.

O professor de direito Wallace Corbo afirma que o novo pedido facilitaria o processo caso houvesse vontade política de fazer o impeachment andar.

"Ele facilita no sentido de que, ao concentrar vários crimes, permite uma visão mais abrangente dos atos do presidente", afirma Corbo. "De forma que os senadores teriam muito menos necessidade de fazer uma ginástica interpretativa para saber se o presidente cometeu ou não crime de responsabilidade, como aconteceu no caso da ex-presidente Dilma."

Suspeitas sobre contrato para compra da Covaxin são nova fonte de desgastes para governo Bolsonaro - EPA - EPA
Suspeitas sobre contrato para compra da Covaxin são nova fonte de desgastes para governo Bolsonaro Imagem: EPA

Segundo Corbo, do ponto de vista jurídico não faltam elementos para o processo andar.

"Os elementos jurídicos para a configuração de crime de responsabilidade já estão presentes, seja no campo da saúde, na condução da pandemia, seja no uso dos recursos públicos ou na violação da separação entre os poderes", diz ele. "Agora depende de dois fatores: se os congressistas em geral vão querer ou investigá-los se a oposição consegue fazer com que esses atos sejam suficientemente demonstrados."

Além disso, segundo o cientista político Rafael Cortez, o tipo de pressão exercido pelos pedidos de impeachment - e reforçado pelo novo - já tem um efeito forte no governo.

"O risco de interrupção do mandato vai estar presente até o final da atual gestão e já vem condicionando as ações do governo desde que começou a haver uma rejeição maior a Bolsonaro. Isso culminou numa tentativa de fazer uma coalizão desenhada muito mais para manutenção do mandato do que para avançar uma agenda liderada pelo Poder Executivo", diz Cortez.

____________________ * Bisavós lésbicas criaram neta e bisneta e têm 'genro' trans

https://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2021/06/bisavos-lesbicas-criaram-neta-e-bisneta-e-tem-genro-trans.shtml

Psicóloga casada com ex-militar em Limeira (SP) conta história de sua família...

São Paulo

Maria Rita Lemos, 74, mostra, orgulhosa, o casaquinho azul de tricô que fez para a bisneta, Catarina. Enquanto abraça a menina, que hoje tem 5 anos, diz que ensinou-a a rezar o “Santo anjo do Senhor” e comenta sobre a lasanha do almoço familiar do fim de semana.

O estereótipo da bisavó tradicional termina aí. Mãe de três filhos e avó de dois netos, viúva do primeiro marido e casada por dez anos com o segundo, a psicóloga Maria Rita começou um relacionamento aos 51 anos com outra mulher: a professora de educação física e sargento da reserva da Polícia Militar Fulvia Margotti, 60.

Da esq. para a dir., Túlio, Paloma, Maria Rita, Fúlvia e, no centro, Catarina
Da esq. para a dir., Túlio, Paloma, Maria Rita, Fúlvia e, no centro, Catarina - Arquivo pessoal

As duas se conheceram em 1998 em uma sala de bate-papo virtual, e Fulvia saiu de Cuiabá, onde morava, para conhecer a amiga virtual em Limeira (SP). Decidiu, então, terminar a relação de dez anos que tinha com uma namorada e se mudou para lá.

Chegou de carro, após dirigir mais de 30 horas, levando apenas uma muda de roupa, um violão e um computador. Acabou vendendo o automóvel para ajudar a companheira a pagar dívidas deixadas pelo ex-marido.

Juntas desde então, elas agora completaram 23 anos de união e quase 9 de casamento civil. Em sua casa, criaram a neta de Maria Rita, Paloma, e a bisneta, Catarina, e cuidaram da mãe de Fulvia quando ela adoeceu. Foi ela que decorou a cerimônia de casamento da filha, com pétalas de rosas e balões de coração, em 11 de novembro de 2012. A aliança do casal, porém, tem outra data gravada: 16 de outubro de 1998, dia em que se conheceram.

Paloma agora tem 29 anos e está casada com a analista de recursos humanos Thaís Asbahr Antônio, 35 —o primeiro sobrenome é da esposa e ela incorporou ao seu.

Depois de uma vida inteira sem se identificar com o gênero feminino, Thaís está fazendo tratamento para se tornar um homem trans, Túlio, como será chamado a partir de agora nesta reportagem.

“É um sonho realizado, uma libertação”, diz. Foram seis meses de preparação, entre exames e consultas com psicólogo e psiquiatra para confirmar o diagnóstico. A receita médica para a primeira injeção de hormônio era para o dia 4 de junho, um sábado. “À meia-noite eu já estava na farmácia. Não conseguia dormir, de tanta ansiedade”, conta.

A previsão é que as mudanças físicas ocorram em cerca de três meses, mas, segundo ele, sua voz já está mudando. “Daqui a um mês, de repente, se você me ligar eu já vou estar diferente.”

Paloma e Túlio moraram com Maria Rita e Fulvia até se casarem e se mudarem para o apartamento onde vivem agora com a filha e quatro gatos. As duas avós ainda estão se acostumando com a nova identidade dele e de vez em quando se confundem e usam o pronome feminino. Costumam ser prontamente corrigidas pela pequena Catarina.

“Ela foi a primeira a pegar o nome, não erra nunca. Diz: ‘Não é mais minha tia Taís, é meu tio Túlio’”, conta Paloma. Segundo ela, o casal se preocupou em como contar a novidade para a filha e esperou até começar de fato o processo. “Mas ela foi a mais tranquila de todos, aceitou de uma forma muito natural. Tentamos sempre conversar com ela de um jeito adequado para a idade, sem queimar etapas, mas sem mentir também, sem esconder nada.”

Thaís Ahsbar Antônio, na montagem de fotos que fez para anunciar nas redes sociais sua transição de gênero
Thaís Ahsbar Antônio, na montagem de fotos que fez para anunciar nas redes sociais sua transição de gênero - Arquivo pessoal

Paloma, que desde os cinco anos de idade foi criada pelas duas avós, está acostumada a ter uma família diferente do padrão. “Nunca fui criada por pai e mãe, então para mim sempre foi natural crescer em uma família não tradicional. Lógico que as pessoas falavam ‘nossa, sua avó é casada com outra mulher?’, mas isso nunca foi um problema para mim”, diz.

Descobrir-se bissexual, para ela, não foi um problema. Já Túlio enfrentou as dificuldades de aceitação que tantos homossexuais precisam encarar desde cedo. Chegou a ser freira em um convento durante cinco anos, dos 20 aos 25.

“É surreal a diferença da criação da Paloma para a minha. Eu sou de uma família bem tradicional e demorei muito para me aceitar e, depois, para me assumir”, afirma. Hoje, seus pais já se acostumaram à nora e se dão bem com a família toda.

Segundo Fulvia, o casamento de Paloma e Túlio foi um divisor de águas nesse sentido. “Foi uma festa totalmente familiar. Meus parentes estavam aqui, minha mãe morava com a gente. Depois da cerimônia fomos para um restaurante, passamos a virada do ano todos juntos. Os pais do Túlio começaram a nos enxergar com outros olhos. Eles viram que não é promiscuidade. É uma família que paga contas, discute, como qualquer outra. É família.”

A transição de gênero da filha, porém, ainda é um tabu para eles. “Eles fingem que nada está acontecendo. Ninguém me chama de Túlio, é só Thaís. Talvez quando a barba começar a crescer algo mude”, diz ele.

O casal diz que sente alguns “olhares tortos” de algumas pessoas, mas nunca passou por situações de discriminação explícita. “No condomínio, quando a gente se mudou, o pessoal estranhou bastante ver a gente com a Catarina. Mas depois eles perceberam que somos uma família, que cuidamos bem da nossa filha, e agora nos respeitam mais”, diz Paloma.

A menina, que antes dizia que tinha duas mães, agora diz que tem dois pais: o biológico e Túlio. Já ele “foi abençoado com um monte de sogras”, brinca Fulvia, referindo-se a ela, Maria Rita, à mãe de Paloma e à madrasta da neta, casada com seu pai. “Precisa de um fluxograma para entender tudo”, diz, rindo. “Imagina uma ex-freira, uma ex-militar, esse tanto de gente. E todo mundo convive bem.”

Em breve, a grande família deve crescer ainda mais. Paloma e Túlio entraram na fila da adoção e querem um menino de até três anos de idade. Maria Rita e Fulvia estão ansiosas para serem bisavós mais uma vez.

“Estamos torcendo para ele vir”, diz Maria Rita. “Sofri bastante para chegar até aqui. Mas tenho muito orgulho da minha família.”

____________________ * Após MOBILIZAÇÃO de internautas, OITO marcas já CORTARAM anúncios do programa de Sikêra Jr

Sikêra Jr.

247 - Desde que o apresentador bolsonarista Sikêra Jr. disparou ataques homofóbicos em seu programa na RedeTV!, internautas cobram dos anunciantes o rompimento de vínculos com a atração.

O movimento #DesmonetizaSikera tem como objetivo fazer com que as marcas encerrem seus patrocínios ao programa, que dissemina discurso de ódio.

Até o momento, segundo contagem do BuzzFeed, oito empresas já comunicaram que não veicularão mais anúncios no programa: Hapvida, MRV, Magalu, Tim, Ford, Kicaldo, Novo Mundo e Blindex.

Sikêra Jr também está sendo acionado na Justiça pelas declarações homofóbicas.

____________________ * Jean Wyllys critica Sikêra Jr, que pediu "desculpas" por ataques homofóbicos: "enxugue suas lágrimas de crocodilo"

Jean Wyllys

247 - O ex-deputado federal Jean Wyllys (PT) criticou o apresentador bolsonarista Sikêra Jr., que pediu desculpas após fazer ataques homofóbicos durante programa "Alerta Nacional", da RedeTV!. O apresentador acabou perdendo patrocínio de oito marcas, diante da mobilização nas redes sociais.

“Sikêra, enxugue suas lágrimas de crocodilo; elas não lhe caem como aquele jumento ao lado do qual baila enquanto insulta. E não, nós não aceitamos suas desculpas esfarrapadas e fingidas”, escreveu Jean Wyllys no Twitter.

O movimento #DesmonetizaSikera tem como objetivo fazer com que as marcas encerrem seus patrocínios ao programa, que dissemina discurso de ódio.

____________________ * "Além da máfia da cloroquina houve também a máfia das vacinas?", questiona Flávio Dino

247 - Nas redes sociais, o governador Flávio Dino (PSB), questionou, nesta terça-feira, 29, se “além da máfia da cloroquina, houve também a máfia das vacinas” no governo de Jair Bolsonaro durante a pandemia do novo coronavírus.

Segundo ele, a “questão central a ser investigada passou a ser: qual a relação entre a decisão federal de atrasar a compra de vacinas, e escolher umas e não outras, com peculato e corrupção?”.

____________________ * O que vem por aí? Mourão? - Eric Nepomuceno

Por Eric Nepomuceno

O rumor, na verdade, não é novo. Ouvi pela primeira há um par de meses: do jeito que tudo desandou neste país, a começar pela fúria cada vez mais descontrolada de Jair Messias e passando pela volta de Lula ao cenário eleitoral, estaria sendo tramada, com o necessário apoio da alta cúpula dos fardados, a entrada de Hamilton Mourão no gabinete presidencial.

A Jair Messias restaria a porta dos fundos. Mourão trataria de instalar um “gabinete de notáveis”, a exemplo do que tentou Collor de Melo quando começou a naufragar, e oferecer ao país ares de mudança. Caberia a esse “gabinete” melhorar a imagem do governo, a ponto de abrir espaço para uma candidatura alternativa à de Lula, e com Jair Messias devidamente descartado da corrida eleitoral. Se há lógica nesse raciocínio, não há ou não havia, ao menos até agora, base com um mínimo de solidez para levá-lo a sério. Um rumor a mais, pois.

Afinal, não podemos esquecer que justamente a alta cúpula dos fardados, junto com um grosso punhado de empijamados, foram essenciais para que um juizeco provinciano cometesse as aberrações que cometeu, mandando Lula para a cadeia e impedindo que ele fosse candidato em 2018. Além, claro, do comportamento poltrão do Supremo Tribunal Federal, que engoliu a própria decência e se curvou à humilhação.

E menos ainda esquecer que fardados e empijamados estão espalhados pelo pior governo da história da República, cúmplices do genocídio devastador imposto pelo psicopata presidencial. 

Acontece que, a olhos vistos, Jair Messias perde apoio. Literalmente vem derretendo, e não só na opinião pública e no eleitorado: também nos meios que mandam neste país, até mesmo por parte dos donos do dinheiro. Há, é verdade, núcleos que continuam apoiando o mandatário, como o agronegócio e os grandes manipuladores da especulação financeira.

Mas não se pode esquecer que até entre os endinheirados as críticas ao governo crescem, ao mesmo tempo em que Lula ganha trânsito e, em alguns casos, exaltação. 

Exemplo dessa mudança foram as declarações de André Lara Resende no programa “Roda Viva”, da TV Cultura. Ele chegou a enaltecer Lula.

É importante lembrar que tanto o programa como o ex-presidente do BNDES podem ser chamados de uma série de nomes, menos de esquerdistas ou até mesmo progressistas.

Agora, entramos todos num novo e especialmente grave período, a partir das denúncias de um deputado bolsonarista e seu irmão, funcionário público do ministério da Saúde, contra um delinquente chamado Ricardo Barros e seu encobridor-mor, o próprio Jair Messias.

É impossível prever onde essa estrada irá chegar. Pode até ser que em lugar algum, mas o desgaste do governo e do mandatário, que já é muito, será ainda mais imenso. 

E é justamente diante desse novo cenário que surgem declarações positivas com relação a Lula, e o tal rumor pode começar a ganhar peso e consistência. Afinal, para os fardados e empijamados Lula e o PT continuam a ser inimigos, graças à Comissão da Verdade e suas revelações, mas não há como continuar sustentando o governo.

Do outro lado, ninguém, a não ser um grupelho fanatizado e radical, aguenta mais o desequilíbrio irremediável de Jair Messias, que só faz piorar mais e mais sua conduta e suas aberrações.

Entre um quadro e outro, haverá espaço para Mourão?

____________________ * Um mar pintado de negro-OTAN - Pepe Escobar

Por Pepe Escobar

Contratorpedeiro norte-americano USS Ross navega no estreito de Bósforo a caminho do Mar Negro

Por Pepe Escobar, para o Asia Times

Tradução de Patricia Zimbres, para o 247

Bem-vindos ao mais recente espetáculo da OTAN: a Sea Breeze, ou Brisa do Mar, começa hoje e vai até 23 de julho. Os co-anfitriões são a Sexta Frota dos Estados Unidos e a Marinha Ucraniana. O principal protagonista é o Grupo Marítimo Permanente da OTAN 2.

O espetáculo, em novilíngua otanense, é apenas uma pequena exibição de "fortalecimento da dissuasão e da defesa". A narrativa da OTAN nos diz que o exercício vem "crescendo em popularidade" e agora conta com mais de 30 países "de seis continentes", mobilizando tropas de 5 mil homens, 32 navios, 40 aeronaves, e "18 equipes de  operações especiais e mergulho". Todos eles comprometidos com a implementação e o aperfeiçoamento daquele mágico conceito da OTAN: a  "interoperabilidade". 

Bem, dissipando as brumas e chegando ao cerne da questão: a OTAN vem projetando a impressão de estar se apoderando de áreas específica do Mar Negro em nome da "paz". Os artigos de fé supremos da OTAN, reiterados na cúpula mais recente, são "a anexação ilegal da Crimeia pela Rússia"  e " apoio à soberania da Ucrânia". Então, para a OTAN, a Rússia é uma inimiga da "paz". Tudo o mais são brumas de guerra híbrida. 

A OTAN não apenas "não reconhece e jamais reconhecerá a anexação ilegal e ilegítima da Crimeia", mas também denuncia sua "ocupação temporária". Esse script, redigido em Washington, é recitado por Kiev e por virtualmente toda a União Europeia. 

A OTAN descreve a si mesma como comprometida com a "unidade transatlântica". A Geografia nos diz que o Mar Negro não foi anexado ao Atlântico. Mas isso não é impedimento para a boa-vontade da OTAN – que, como mostram os registros, transformou a Líbia, na África do Norte, em uma terra arrasada dominada por milícias. Quanto à intersecção da Ásia Central e do Sul, o traseiro coletivo da OTAN  foi chutado sem a menor cerimônia por um punhado de pashtuns maltrapilhos armados de fuzis kalashnikovs falsificados.

Apresentando os 9 de Bucareste  

A Casa Branca define seus aliados do flanco leste, a OTAN, como os 9 de Bucareste. 

Os 9 de Bucareste incluem os membros dos Quatro de Visegrado (República Tcheca, Hungria, Polônia e Eslováquia); o Trio do Báltico (Estônia, Letônia e Lituânia); e dois vizinhos do Mar Negro (Bulgária e Romênia). A Ucrânia, não – pelo menos por enquanto.

Quando a Casa Branca fala em "fortalecer as relações transatlânticas", o verdadeiro significado é, acima de tudo, "cooperação mais próxima com nossos 9 aliados da Europa Central, do Báltico e da região do Mar Negro em todo o espectro de desafios". Tradução: "todo o espectro de desafios" significa Rússia. 

Bem-vindos, pois, à volta em  estilo do Intermarium – ou "entre os mares", principalmente o Báltico e o Negro, com o Adriático como atração paralela. 

Após a Primeira Guerra Mundial, a iniciativa de algo que talvez viesse a se tornar uma aliança geopolítica incluía os três países Bálticos, Iugoslávia, Tchecoslováquia, Hungria, Romênia, Bielorrússia e Ucrânia. A trama toda foi urdida na Polônia.   

Agora, sob o Hegêmona e seu braço armado da OTAN, uma nova versão do Intermarium Báltico Mar-Negro vem sendo criada para ser a Nova Cortina de Ferro da Guerra Fria 2.0 contra a Rússia. É por essa razão que a incorporação definitiva da Ucrânia à OTAN é tão importante para Washington – como a solidificação definitiva do Intermarium.

007 no papel de Monty Python 

O prólogo da Sea Breeze teve lugar na semana passada, com uma farsesca pantomima Britannia Rules The Waves, encenada como um sketch de Monty Python – mas com nuances potencialmente explosivas.

Imagine-se esperando em um ponto de ônibus em algum lugar de Kent - e encontrando em uma lata de lixo uma massa encharcada - quase 50 páginas - de documentos secretos detalhando as elaborações do Ministério da Justiça sobre o emprego explicitamente provocativo do destroyer Defender na costa de Sebastopol, na Crimeia.

Até mesmo o jornalista da BBC destacado para cobrir a questão do destroyer arrasou a versão de Londres, que afirmava que se tratava apenas de uma "passagem inocente". Além do mais, os armamentos do Defender estavam carregados quando o navio avançou duas milhas marítimas em águas russas. Moscou divulgou um vídeo documentando todo o episódio.

E ainda tem mais. A massa encharcada encontrada em Kent revelava não apenas discussões sobre a possível reação russa à "passagem inocente", mas também especulações sobre a possibilidade de os britânicos, "incentivados" pelos americanos, deixarem para trás alguns comandos, após a retirada das tropas do Afeganistão, no próximo 11 de setembro.  

O fato se qualifica como evidência adicional de que o combo anglo-americano-OTAN, na verdade, não irá "sair" do Afeganistão.
Um vago "cidadão comum" entrou em contato com a BBC quando encontrou o material geopoliticamente radioativo. 

Ninguém sabe se o vazamento foi uma cilada ou um erro bobo. Se o tal "cidadão comum" fosse um verdadeiro whistleblower, ele teria entregue o material ao Wikileaks, não à BBC.    
Essa "inocente passagem" ocorreu poucas horas depois de Londres e Kiev terem assinado um acordo sobre o "aumento das capacidades navais ucranianas".

No front russo, a porta-voz do Ministério das Relações Exteriores Maria Zakharova resumiu todo o ocorrido: "Londres exibiu mais um ato de provocação, seguido por um monte de mentiras para encobri-lo. Os agentes 007 não são mais os mesmos". 

Enquanto isso, no front mediterrâneo, que a OTAN vê como seu Mare Nostrum, dois caças russos Mig-31k – capazes de transportar mísseis hipersônicos Khinzal - foram reenviados à Síria na semana passada. O alcance do Khinzal abrange a totalidade do Mediterrâneo, do leste ao oeste.

Por todo o Sul Global, a OTAN promovendo a "paz global" no porto de Odessa, no Mar Negro, fatalmente irá evocar tons líbios misturados a tons afegãos. Austin Powers, o autodenominado Agent Double Oh! Behave! se encaixaria perfeitamente na tramoia dos "documentos secretos" da lata de lixo de Kent. "Oh, Behave!" se aplica perfeitamente ao Sea Breeze. Caso contrário, pode vir a surgir a oportunidade de dizer alô para o Sr. Kinzhal.

____________________ * Advogado diz "Fora Bolsonaro" ao vivo na Globo e indica que o fim do Genocida se aproxima (vídeo) - Joaquim de Carvalho

Por Joaquim de Carvalho

Michelle Barros e manifestação: já não dá para segurar o grito. Foto: reprodução

Já está na boca do povo. Nesta terça-feira, ao encerrar sua participação no Bom Dia São Paulo, o jornal local da Globo na capital paulista, o advogado Klayton Roberto de Oliveira mandou um “Fora Bolsonaro” (Veja o vídeo ao final).

A apresentadora, Michelle Barros, não perdeu a linha. E seguiu na apresentação como se a declaração fosse a coisa mais normal do mundo. “Obrigada. Bom trabalho aí para você”, disse ela.

A manifestação do advogado se soma a outras de repúdio a Bolsonaro que nas últimas semanas têm ganhado cada vez mais espaço nas esferas públicas. 

Bolsonaro agora é também a expressão da corrupção, característica de sua trajetória na política que muitos fingiam não ver. 

Bolsonaro e os filhos enriqueceram na política. Dinheiro honesto não justifica o patrimônio que a família tem, a começar pelas duas casas no condomínio Vivendas da Barra, avaliadas cada uma em 5 milhões de reais.

Quando ele se separou da segunda esposa, Ana Cristina Valle, em 2008, veio à tona que o padrão de vida dele era incompatível com a renda declarada

Ana Cristina declarou que a renda do então deputado chegava a R$ 100 mil ( R$ 200 mil em valores atualizados).

Segundo reportagem de Veja, que teve acesso ao processo de separação litigiosa, Bolsonaro recebia R$ 26,7 mil como deputado e R$ 8,6 mil como militar da reserva. 

No processo, Ana Cristina diz que, para totalizar os R$ 100 mil reais, Bolsonaro tinha outras receitas. Mas ela não identifica a origem desses recursos.

Ana Cristina também acusou Bolsonaro de furtar o cofre que ela mantinha em uma agência do Banco do Brasil, no Rio de Janeiro, supostamente com presentes que ganhou do então marido: R$ 600 mil em joias, US$ 30 mil e R$ 200 mil em dinheiro vivo.

A Polícia abriu inquérito, mas ela nunca prestou depoimento, e o caso foi arquivado.

No processo em que discutia a guarda do filho, Renan, o 04, a defesa juntou depoimento de Bolsonaro em que ele acusava Ana Cristina de ter levado o filho para a Noruega e condicionava o retorno ao Brasil à devolução do dinheiro e das joias tirados do cofre.

Ana Cristina, na campanha em 2018, negou essas acusações, mas ela própria tem o patrimônio suspeito e uma lista de parentes que recebiam salário dos gabinetes da família Bolsonaro sem trabalhar.

Enquanto esteve casada com Bolsonaro, comprou 14 imóveis, com valores que, atualizados, somam mais de R$ 5,3 milhões.

Bolsonaro costuma reagir às acusações de corrupção com agressividade e se apresenta aos eleitores com roupas e cenários que correspondem aos de um homem simples.

Nada mais falso, como relatou o ator Alexandre Frota, hoje deputado federal, antigo aliado de Bolsonaro, atualmente rompido com ele.

A imagem de honestidade de Bolsonaro não resiste a uma verificação minimamente séria sobre seu patrimônio e padrão de vida.

São tantos furos que ele deverá cair como os chefes das milícias, denunciado por antigos aliados, como o deputado Luís Miranda.

Ou alguém acha que o Wellington da Silva Braga, o Ecko, foi capturado e morto recentemente em razão de trabalho de investigação da Polícia Civil?

Claro que não. Aquilo foi serviço dado.

Bolsonaro, o cara da casa de vidro, como comparsas do miliciano Adriano da Nóbrega o chamam, também cairá pela ação de quem está próximo.

Ele já está podre.

____________________ * Datena é a terceira via INEXISTENTE e REFLETE o DESESPERO da BURGUESIA que se AUTOFLAGELA com o destrutivo Bolsonaro - Davis Sena Filho

Por Davis Sena Filho

O Brasil é agente funerário de sua própria morte, porque age como um suicida ou um ser vítima de doença terminal em busca de eutanásia, que odeia a si próprio, com profundo complexo de vira-lata e baixíssima autoestima, que quando se olha no espelho o quebra por sentir vergonha, pois se torna insuportável olhar para seus fracassos e iniquidades refletidos por meio de sua lamentável imagem.

Enquanto as eleições presidenciais de 2022 não chegam para a população votar e decidir sobre a realidade em que vivemos atualmente, a burguesia brasileira responsável por um golpe de estado em 2016, que levou o Brasil à bancarrota moral, financeira, econômica, bem como também jurídica e política, José Luiz Datena, ex-repórter de futebol e há muito tempo apresentador de programa policial dos piores na Rede Bandeirantes resolve se filiar ao PSL.

Trata-se de um partido de aluguel e de direita, historicamente fisiológico, nepotista e corrupto, que elegeu Jair Bolsonaro, um político mais do que medíocre, do baixo clero e fascista em todos os sentidos, que ora se encontra sem partido, mas que evidentemente escolherá algum para se candidatar à reeleição, pois, se o apresentador de programa de policial, Luiz Datena, não sabe, pois que fique agora a saber: a terceira via não existe, pois se trata de um embuste, porque não é plausível em um País onde milhões de famílias estão irremediavelmente divididas, fato real que evidencia que a Nação, a sociedade ou a população estão indelevelmente divididas e dispostas a se enfrentar em dois blocos: a primeira via e a segunda via. Ponto!

Volto a reiterar, como o fiz em artigos anteriores: 1) O Lula é a primeira via, bem como o centro, porque o centro e a centro-esquerda são o Lula, no espectro político e ideológico atual do País; 2) Bolsonaro é a segunda via, ou seja, o espaço político-partidário que ele representa, a direita e a extrema direita; e 3) Não existe terceira via, pelo fato de o Brasil estar em pleno processo decisório e quase revolucionário de escolha eleitoral para seu destino, se será uma  nação soberana ou se torna, definitivamente, em pleno século XXI, em um País colonizado e a sustentar os interesses dos países hegemônicos, a exemplo dos EUA.

Datena, que é praticamente um analfabeto político, como se percebe quando fala pela televisão, mas homem que se mostra enfezado e de pavio curto diariamente na TV Band, precisa ter essa compreensão, assim como ele optou em ser um candidato ou político de direita, sendo que no passado disfarçava sua vocação de cidadão conservador para ficar bem na fita quando se tratava de se apresentar à sociedade que até então estava a escolher candidatos do campo progressista e desenvolvimentista em tempos recentes.

Depois que Luiz Datena apoiou o golpe de estado contra Dilma Rousseff, sem ter cometido crime de responsabilidade, e se calou diante das perseguições covardes e desumanas que levaram Lula injustamente à prisão, como se comprova em cada decisão objetiva da Justiça, Datena não pode mais disfarçar sua indisfarçável opção pela defesa dos interesses dos ricos, o que ele sempre negará, a gritar, a vociferar e a se mostrar furioso e irascível na tela de tevê, em um teatro que somente os idiotas engolirão como forma de concordar com o que é totalmente inverídico por parte de Datena, a atuar como ator canastrão, mas, sem dúvida, um inquilino do campo da direita.

O Brasil está radicalmente polarizado — avisem ao burguês Luiz Datena —, e continuará assim até que aconteçam as eleições para presidente em 2022. Se o Datena não tiver essa compreensão, é melhor antes pedir o chapéu para se resguardar, porque vai entrar pelo cano, cair com os burros n'água ou cair do cavalo, já que não será possível para ele tergiversar quanto à realidade de quem ele é e pretende ser, bem como a quem ele servirá, que, evidentemente, é a burguesia brasileira, principalmente a paulista, a qual ele se tornou umbilicalmente ligado. É fato!

A verdade é a seguinte: a burguesia apoiada pela pequena burguesia e que vão às ruas desde 2013 vestidas de papagaios ou periquitos amarelos, destrambelhados e barulhentos, estão desesperadas com os péssimos resultados econômicos propiciados pelo desgoverno fascista e ultraliberal de Bolsonaro e seu ministro irresponsável, Paulo Guedes, que está a ferrar com o mercado interno, a dolarizar a economia e aumentar vergonhosamente as tarifas públicas tão necessárias para o desenvolvimento da indústria e do comércio controlados há séculos pela burguesia secularmente escravocrata.   

Por sua vez, os programas policiais, se assim podem ser chamados, deveriam ser proibidos, porque, na verdade, seus formatos tem por finalidade causar impacto junto à sociedade, em um show de horrores que expõe o mundo cão em que vive o pior lado das pessoas, de forma a causar desassossego, medo e ódio no seio da sociedade, que já tem a polícia, o MP e a Justiça para cuidar de questões como essas, bem como observar com mais cuidado e atenção a narrativa de fundo ideológico que vicejam nesses programas, que tem por fundamental necessidade desviar a atenção do que realmente importa.

E o que importa, cara pálida? O que importa são as questões sociais e econômicas urbanas e rurais, onde imperam as desigualdades e as injustiças, que não são minimamente amenizadas e jamais serão corrigidas por políticos da direita brasileira, a exemplo de Bolsonaro e tantos outros, porque o que interessa a bilionários como os membros da família Saad, patrões de gente como o Luiz Datena, é concentrar renda e riqueza para manter o controle do status quo sobre o dinheiro e o patrimônio públicos nas mãos de políticos e candidatos de direita como o apresentador do Brasil Urgente.

Datena, se eleito presidente, continuaria a fazer o que fez Michel Temer e faz Jair Bolsonaro: privilegiar e beneficiar a iniciativa privada, com políticas econômicas de desmonte e entrega das empresas públicas brasileiras, além de manter o fim dos programas de inclusão social, como ocorreu após a deposição de Dilma Rousseff, em 2016, mas com reflexos ainda em 2015, quando se iniciou o processo de deposição da presidente honesta e reeleita legitimamente por intermédio das pautas bombas votadas e aprovadas na Câmara, a liderá-lo o golpista delinquente Eduardo Cunha, de forma a engessar o governo Dilma e impedir que a mandatária governasse.

E os equívocos mirabolantes continuam. Não é que o deputado de baixo clero, Júnior Bozzella, do PSL, anunciou que José Luiz Datena irá concorrer à Presidência da República sem nunca ter sido político ou líder sindical, talvez síndico ou líder estudantil? Datena sairá diretamente de seu programa policial de péssima qualidade para tentar ser presidente do Brasil. Seria cômico se não fosse trágico e ridículo, mas como este País não é para amadores, e eu sei disso há décadas, penso em gente como o Temer, os generais da ditadura, o Collor e, incrivelmente, no Bolsonaro, cuja alcunha é Bozo.

Evidentemente que o Datena pensou: "Por que não eu? Até o Bozo virou presidente. Se ele pode, eu posso... Entro num partido de aluguel, de direita e tento tocar minha vida, pois estou entediado com esse programa mequetrefe e rastaquera que eu apresento há anos na Band..." Porém, e enquanto isso, Datena sabe e sempre saberá que seu programa de forma alguma é útil para a população, que fica refém do medo e da revolta por causa de programas desse baixo nível, que em países desenvolvidos são fiscalizados quando não proibidos a partir de determinada faixa etária e horário.

Luiz Datena, conforme notícia do site "Metrópoles", acertou sua filiação em jantar, cujos convivas eram os presidentes do MDB e do PSL, bem como também contou com a participação dos deputados Rodrigo Maia e Aguinaldo Ribeiro. Essa gente, que representa a burguesia que ferrou com a economia do Brasil e jogou o povo ao mapa da fome, a destruir a indústria e o comércio de forma criminosa e completamente irresponsável pensa que vai eleger o Datena e o que o valha pela terceira vida em um País completamente conflagrado pela divisão política e a luta de classe.

São antagonismos e diferenças que se impõem dia a dia neste País de "elite" econômica perversa e golpista, assim como tão atrasada que fez o Brasil retroceder para os anos de República Velha, com graves perdas de direitos dos trabalhadores, além do desmonte do estado nacional e seus códigos de proteção às minorias e ao meio ambiente. Datena é um brincalhão quando se dispõe a tal aventura, mas é gente desse naipe que é perigosa. José Luiz Datena é a terceira via inexistente e apenas reflete o desespero da burguesia, que se autoflagela com o destrutivo e agressivo Jair Bolsonaro. É isso aí.

____________________ * Bolsonarista, Thiago Gagliasso diz ser "ex-irmão" de Bruno Gagliasso

Os irmão romperam há mais de três anos por conta de divergências políticas

Thiago e Bruno Gagliasso
Thiago e Bruno Gagliasso (Foto: Reprodução/Instagram)

247 - O bolsonarista Thiago Gagliasso, rompido há mais de três anos com Bruno Gagliasso por conta de divergências políticas, diz agora ser "ex-irmão" do ator.

A declaração consta em uma mensagem enviada por Thiago a Leandra Leal após a atriz se posicionar contra o governo Jair Bolsonaro em participação no programa "Altas Horas", da Rede Globo.

"Oi, Le. Sou eu, Thi, ex-irmão de Bruno Gagliasso. Adorei sua posição no 'Altas horas'. Sou teu fã. Mas tu já viu a tal da prestação de contas da (lei) Rouanet? Sei que toda a visibilidade poderia nos ajudar. Mande uma mensagem para o Fabio Porchat", escreveu ele em tom de deboche.

____________________ * Alckmin VENCERIA eleição para GOVERNO de SP em QUALQUER cenário, indica pesquisa

O ex-governador Geraldo Alckmin (PSDB) seria o nome com mais chances de vencer as eleições ao governo do estado de São Paulo, se elas fossem hoje, revela pesquisa Ideia /Exame

Geraldo Alckmin
Geraldo Alckmin (Foto: Adriano Machado/Reuters)

247 - O ex-governador Geraldo Alckmin (PSDB) seria o nome com mais chances de vencer as eleições ao governo do estado de São Paulo, se elas fossem hoje, revela pesquisa Ideia /Exame, publicada no portal Exame nesta segunda-feira (28). Em todas as simulações de segundo turno para 2022, ele aparece com vantagem nas intenções de voto em relação aos outros possíveis candidatos, com aproximadamente 44%.

No primeiro turno, Alckmin encontra-se no primeiro lugar das pesquisas quando a disputa é sem a presença do atual governador, João Doria (PSDB). Em um pleito em que os dois estejam presentes, há um empate técnico. Em terceiro lugar, encontra-se Fernando Haddad (PT).Nos cenários de segundo turno, Alckmin venceria Doria com 38% contra 26% dos votos válidos. Caso enfrente o atual vice-governador, Rodrigo Garcia, teria uma vitória acachapante de 43% contra 13%. Contra os nomes de esquerda - Fernando Haddad (PT) e Guilherme Boulos(PSOL) - o desempenho é o mesmo, com Alckmin obtendo 44% das intenções de voto contra 25% de ambos os candidatos.

O levantamento questionou os entrevistados sobre uma eventual disputa eleitoral sem a presença de Alckmin. Márcio França, seu ex-vice governador, se beneficiaria da sua ausência e venceria Fernando Haddad por 44% contra 25% no segundo turno.

____________________ * Dia do Orgulho LGBTQIA+: Vasco lança camisa em RESPEITO à DIVERSIDADE 

Clube carioca fez posicionamento histórico contra a homofobia e a transfobia e lançou uma camisa usada neste domingo (27) em campo pelos jogadores

Gil do Vigor com camisa do Vasco pela diversidade
Gil do Vigor com camisa do Vasco pela diversidade (Foto: Reprodução)

247 - O Vasco da Gama chamou a atenção neste domingo (27) pelo histórico posicionamento em respeito à diversidade e contra a homofobia e a transfobia na véspera do Dia Internacional do Orgulho LGBTQIA+, celebrado nesta segunda-feira, 28 de junho.

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Uma camisa lançada pelo clube carioca em edição especial fez sucesso com os torcedores nas redes sociais e fez com que o time fosse o primeiro a lançar uma peça do uniforme em homenagem à data. Uma delas foi entregue a Gil do Vigor, do BBB.

Outra ação foi feita no São Januário, onde um mosaico exibindo a palavra “Respeito”, acompanhado pela bandeira símbolo da causa LGBTQIA+, vestiu parte da arquibancada. Confira algumas reações e, abaixo, o texto publicado no site do clube:

Vasco faz posicionamento histórico contra a homofobia e a transfobia

 O Dia Internacional do Orgulho LGBTQIA+ é celebrado nesta segunda-feira (28/06), mas o Vasco da Gama antecipou seu posicionamento na luta contra a homofobia e a transfobia, em especial no ambiente esportivo brasileiro, e inicia uma série de ações a partir deste domingo (27/06) para mais uma vez ser um instrumento de mudança na luta contra os preconceitos. Faz parte do DNA do Vasco da Gama liderar a luta contra os preconceitos no esporte e na sociedade.

MOSAICO

O dia amanheceu com as sociais de São Januário vestidas por um mosaico exibindo a palavra “Respeito”, acompanhado pela bandeira símbolo da causa LGBTQIA+. A Colina Histórica não poderia deixar de ser palco de mais esse movimento, fazendo uma analogia às mudanças internas que o Clube já propõe, e outras que estão em fase de desenvolvimento.

Mosaico em São Januário em apoio ao movimento contra a homofobia- Foto: Rafael Ribeiro/Vasco.com.br

Uma dessas mudanças já existentes em São Januário é a possibilidade de associados terem seus nomes sociais na carteirinha de sócio. O respeito começa com atos simples. Mas de nada adiantaria implementar uma ação inclusiva em um ambiente que não respeita as diferenças. Por conta disso, a Diretoria de Integridade do Vasco, em alinhamento com a Vice-Presidência de Responsabilidade Social do Cruzmaltino, estão em fase final do desenvolvimento das Políticas de Inclusão, Respeito e Diversidade, que além de incluir a temática LGBTQIA+, também tratam de assédio, igualdade de gêneros e combate ao racismo.

MANIFESTO

Ainda com o viés da liderança da discussão acerca da temática LGBTQIA+, o Vasco convidou clubes, atletas, torcedores, dirigentes, federações e a sociedade para repensarem seus posicionamentos através da carta Respeito e Diversidade, que pode ser lida aqui.

AÇÕES NA PARTIDA VASCO X BRUSQUE

O Vasco entrará em campo na partida contra o Brusque, neste domingo, com uma camisa especial, em edição única, desenvolvida para marcar a posição do Clube na luta contra a homofobia e transfobia. Ela estará à venda nas lojas Gigantes da Colina e através da Vasco Store, e parte da verba arrecadada com as vendas será destinada à instituição Casa Nem, um centro de acolhimento que abriga pessoas LGBTQIA+ em situação de vulnerabilidade social.

Camisa irá estrear na partida contra o Brusque, em São Januário – Fotos: Matheus Lima

Os uniformes serão posteriormente leiloados na plataforma Play For a Cause, e o valor arrecadado também será destinado à mesma instituição.

Além do mosaico nas arquibancadas e da camisa especial, que terá um patch temático, o ambiente de jogo também estará alusivo à data, com as bandeirinhas de campo nas cores do arco-íris símbolo do movimento.

Patch que será estampado na camisa cruzmaltina neste domingo- Foto: Rafael Ribeiro/Vasco.com.br

AÇÕES CONTÍNUAS

Além das ações supracitadas, especialmente desenvolvidas para este domingo, o Vasco da Gama pretende continuar o importante debate com as Políticas de Inclusão, Respeito e Diversidade e a carteirinha com nome social, mas também tem a intenção de propor uma campanha educativa quando o público voltar à São Januário, contribuindo para a mudança em um dos principais ambientes de preconceito: os estádios.

O Colégio Vasco da Gama também tratará de temáticas de combate ao preconceito e inclusão reforçadas dentro de suas disciplinas aplicadas na educação dos Meninos e Meninas da Colina.

Todas as ações foram construídas em conjunto com o grupo Vasco LGBTQIA+, pensando sempre em dar voz a quem realmente tem lugar de fala nas temáticas inclusivas.

____________________ * Astrid Fontenelle detona Fernanda Venturini após atleta pregar contra a vacina: “debochada, deselegante, desrespeitosa”

Apresentadora do GNT criticou a postura da atleta Fernanda Venturini após ela afirmar, em vídeo publicado no seu próprio Instagram, que é "contra a vacina"

Fernanda Venturini
Fernanda Venturini (Foto: Reprodução)

247 - A apresentadora do GNT Astrid Fontenelle criticou neste domingo (28), em suas redes sociais, a postura da atleta Fernanda Venturini, após ela afirmar, em vídeo publicado no seu próprio Instagram, que é "contra a vacina". 

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“Foi sim!! E foi debochada, deselegante, desrespeitosa. A hora é de incentivar a vacinação! Ela fez ao contrário disso. #FernandaVenturini cagou!”, disparou Astrid. 

A indignação de Astrid é resultado de uma postagem de Fernanda rechaçando o uso da vacina.  "Gente, olha onde eu e Zeca [namorado dela], a gente, está. A gente veio pedalando para tomar a vacina. Eu sou contra a vacina, mas como eu quero viajar o mundo eu vou tomar. Vou tomar Pfizer que eu acho que é menos pior", disse Venturini em story publicado no sábado (26).

Após sofrer diversas críticas, Venturini disse que é a favor da vacina. 

____________________ * Ricky Martin denuncia ataques homofóbicos após mostrar fotos com o marido

Cantor Ricky Martin - RODRIGO GARRIDO
Cantor Ricky Martin Imagem: RODRIGO GARRIDO

Colaboração para o UOL, em São Paulo

29/06/2021 12h55

Ricky Martin denunciou ataques homofóbicos que recebeu em suas redes sociais após publicar fotos de um ensaio fotográfico com seu marido, o pintor Jwan Yosef. O cantor afirmou que perdeu seguidores e recebeu comentários desrespeitosos nas publicações.

"Há uma semana publiquei umas fotos com meu esposo para uma edição especial da revista CAP 74024. Para ambos foi uma experiência maravilhosa e uma maneira de celebrar nosso orgulho. O que não esperava, sobretudo depois de todo o trabalho que tem sido feito durante tantos anos, é que um grande número de pessoas decidiram deixar de nos seguir ou comentar de maneira desdenhosa", escreveu.

Ricky Martin aparece com barba descolorida e explica: 'Entediado'

Martin disse que não está preocupado com seu número de seguidores, mas com "a mensagem que está por trás destas decisões". Segundo o cantor, no entanto, o episódio causou nele a mesma sensação que teve antes de assumir sua homossexualidade publicamente em 2008, um medo "paralisante e atormentador".

"Hoje vejo as fotos e o que sinto é uma paz plena de poder celebrar minha família como merecem. A me celebrar como sou, sem importar o que dirão", continuou.

O ex-integrante da banda Menudo acrescentou que o medo, que antes o paralisava, hoje o incentiva a lutar em defesa da comunidade LGBTQIA+.

O que mais desejo nessa vida é que todos possamos nos sentir livres, orgulhosos de nós mesmos, felizes, que sejamos amados, respeitados e aceitos. Que possamos expressar como nascemos, sem receber represálias ou sermos castigados. Não é justo seguir perdendo vidas valiosas por culpa de preconceitos e falta de educação.

Ricky Martin finalizou a mensagem dedicando um recado para aqueles que se sentem perdidos ou desvalorizados, afirmando que há uma grande comunidade que irá recebê-los com os braços abertos. "Vocês valem muito, não se esqueçam, por favor", escreveu.

Artistas como Rosalía e J Balvin deixaram comentários carinhosos na publicação.

"Você é um grande, um ídolo, um exemplo a seguir, um orgulho. Te amo, te respeito e te apoio", escreveu o cantor Luis Fonsi.

____________________ * Gil do Vigor quase perde Twitter por denúncias e lamenta: 'Gente ruim'

Gil do Vigor  - Divulgação
Gil do Vigor Imagem: Divulgação

Colaboração para o UOL, em São Paulo

25/06/2021 06h45

O ex-participante do "BBB 21" Gilberto Nogueira chegou perto de ter sua conta do Twitter, com quase dois milhões de seguidores, bloqueada. O economista se queixou que andou recebendo denúncias em vídeos de quando ele ainda era um participante do reality show publicados na página.

"Genteeeee, alguém está entrando nos conteúdos do Twitter da época que eu estava no BBB e denunciando copyright e meu Twitter quase foi bloqueado! Por conta destas pessoas ruins, vou precisar procurar qualquer video passado e verificar", explicou Gil do Vigor. "Tem muita gente ruim nesse mundo! Pena".

____________________ * Projota reencontra Arthur após a final do 'BBB 21': 'Finalmente'

BBB 21: Projota recebe Arthur em sua casa - Reprodução/Instagram
BBB 21: Projota recebe Arthur em sua casa Imagem: Reprodução/Instagram

Colaboração para o UOL, em São Paulo

29/06/2021 15h46

Atualizada em 29/06/2021 15h49

Quase dois meses após a final do "BBB 21" (Globo), Projota finalmente reencontrou seu maior amigo de confinamento, Arthur Picoli.

Os dois fizeram o encontro na casa do rapper, que registrou o momento da chegada de Arthur e publicou no Stories de seu Instagram. "Ó quem tá lá! Finalmente vai acontecer esse encontro", disse Projota ao ver o amigo.

Em um momento fofo, Arthur apareceu sendo recebido por Marieva, filha de Projota e Tâmara Couto. O instrutor de crossfit apareceu animado nas gravações ao lado do cantor, ambos sempre sorridentes.

Na semana passada, por conta do aniversário de Arthur, Projota fez uma homenagem a ele para comemorar a data: "Feliz aniversário para o irmão/filho/amigo que a vida resolveu me enviar depois dos 30 e tantos anos! Parabéns, meu irmão, como te falei sempre, você é um cara de luz, uma pessoa muito especial para quem eu só desejo o que há de melhor na vida!", disse ele, também pelo Instagram.

"Conte sempre comigo, mano! Aproveita seu dia e principalmente esse novo ano que se inicia, cheio de novas emoções e descobertas. E quando o barato estiver doido, já sabe para quem pode ligar! Feliz aniversário, Arthur de Conduru", finalizou na ocasião.

____________________ * Ainda não há cura para o telescópio Hubble; computador backup também falhou

Telescópio Hubble - Divulgação/Nasa
Telescópio Hubble Imagem: Divulgação/Nasa

Marcella Duarte

Colaboração para Tilt

29/06/2021 13h54

A Nasa segue batalhando para solucionar uma misteriosa falha computacional que deixou o icônico Telescópio Espacial Hubble inoperante, há mais de duas semanas. Nos últimos dias, tentativas de ligar o computador backup também não deram certo.

O Hubble entrou em modo de segurança -- como uma hibernação eletrônica -- no último dia 13, quando seu computador primário, que opera os instrumentos científicos, parou de funcionar repentinamente. Os controladores da missão ainda não sabem explicar o que ocasionou o problema; desde então, estão realizando manobras para reiniciar o sistema e ressuscitar o telescópio.

Primeiro, tentaram alternar para o módulo de memória backup, diversas vezes, sem sucesso. Com indícios de que outra parte do hardware poderia ter originado a falha — e erros de memória seriam um sintoma —, a complicada alternativa foi inicializar um computador backup, que foi instalado em 2009, mas nunca havia sido sequer ligado no espaço.

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E, surpreendentemente, ele ligou. Mas caiu no mesmo erro que o computador principal. Ou seja, a agência espacial ainda não faz ideia de onde está a "doença" do Hubble. Mas acredita que todos seus instrumentos estejam saudáveis, apesar de terem parado de coletar dados científicos.

Agora suspeita-se da Unidade de Comando/Formatador de Dados Científicos (CU/SDF), responsável por formatar e transmitir informações, ou do regulador de força, que fornece uma voltagem constante para abastecer o computador. "Se a voltagem estiver fora dos limites, poderia causar os problemas observados", declarou a Nasa.

Os próximos testes devem focar nessas peças de hardware, que também têm backups.

Envelhecido e resiliente

Estes computadores foram instalados em uma grande manutenção, realizada em 2009, mas foram desenvolvidos nos anos 1980. O revolucionário telescópio foi lançado ao espaço em 24 de abril de 1990. É um grande desafio consertar remotamente um sistema operacional antigo, que orbita a Terra a cerca de 570 km de altitude.

Na atualização de 12 anos atrás, cinco astronautas foram até o espaço para instalar o novo-velho computador, baterias e instrumentos científicos. Desta vez, porém, a Nasa não pretende enviar uma tripulação — e nem conseguiria, por limitações de naves; na época, foi utilizado o ônibus espacial Discovery.

A agência espacial norte-americana continua tentando isolar a falha e reativar o Hubble à distância, mas este pode ser o último capítulo de uma história de 31 anos de observações e descobertas. O fim de uma era.

Caso nada dê certo, a agência espacial pode decidir fazer uma espécie de funeral para o icônico telescópio. Há um dispositivo de segurança capaz de trazer o Hubble de volta para a Terra. Ele queimaria durante a reentrada na atmosfera, como uma estrela cadente. Uma despedida digna.

Legado para a astronomia

O Hubble revolucionou a astronomia e nossa visão do Sistema Solar, da Via Láctea e de galáxias distantes. Por meio dele, conseguimos ver coisas que apenas imaginávamos existir, como buracos negros e o nascimento das estrelas, e até estimar a idade do Universo (13,7 bilhões de anos).

Em mais de três décadas, os dados coletados e as imagens registradas, além de belíssimas, foram usados em mais de 16 mil publicações científicas, que serviram como base para outras 800 mil pesquisas.

O telescópio tem sido extremamente resiliente, ultrapassando o tempo previsto de operação. Nos últimos anos, superou uma série de falhas técnicas. A Nasa lançou cinco missões de serviço para lá, entre 1993 e 2009, e resolveu diversos erros de software remotamente. O mais recente, em março, o colocou em modo de segurança por vários dias.

O Hubble é nosso olho no espaço, enquanto aguardamos o lançamento do Telescópio Espacial James Webb, previsto para outubro deste ano - mas que vem sofrendo diversos atrasos. De última geração, ele continuará a expandir o legado do "velhinho".

____________________ * PFF3 x Covid: Risco de infecção por coronavírus varia ‘muito’ de acordo com máscara usada, diz estudo

Usar uma máscara PFF3 de alto grau pode proteger quase inteiramente os profissionais de saúde da Covid, constatou a pesquisa.

Por David Shukman, BBC

O que devemos saber sobre as máscaras PFF2/ N95

O que devemos saber sobre as máscaras PFF2/ N95

A qualidade das máscaras faciais que os profissionais de saúde usam faz uma grande diferença no risco de infecção por coronavírus, segundo um estudo conduzido em um hospital em Cambridge, no Reino Unido.

Usar uma máscara de alto grau conhecida como PFF3 pode fornecer até 100% de proteção.

Máscaras do tipo N95 e N100 (à direita). — Foto: CDC/Pexels

Entidades de classe vêm fazendo campanha para que trabalhadores recebam equipamentos melhores de proteção individual (EPI).

VÍDEO: 'É preciso distribuir máscaras de qualidade', diz Jurema Werneck

VÍDEO: 'É preciso distribuir máscaras de qualidade', diz Jurema Werneck

Os dados foram coletados durante um programa de testes da entidade NHS Foundation Trust, ligada ao sistema de saúde britânico, o NHS (equivalente ao SUS no Brasil).

Os resultados foram publicados em um artigo que ainda não foi revisado por pares.

Durante a maior parte do ano passado, o hospital seguiu a orientação do governo que especifica que os profissionais de saúde devem usar máscaras cirúrgicas, exceto em algumas situações limitadas.

Embora resistentes a fluidos, essas máscaras são relativamente frágeis e frouxas e não têm o objetivo de filtrar aerossóis infecciosos — minúsculas partículas de vírus que podem permanecer no ar e agora são amplamente tidas como fonte de infecção por coronavírus.

Foto mostra profissional de saúde usando máscara do tipo PFF2 ao cuidar de paciente com Covid-19 em UTI de Valenciennes, norte da França, no dia 22 de abril. — Foto: Pascal Rossignol/Reuters

O estudo descobriu que a equipe que cuida de pacientes em alas "vermelhas" (onde há pacientes com covid) enfrentava um risco até 47 vezes maior do que aqueles em alas "verdes" (sem pacientes com Covid).

O pesquisador principal, Mark Ferris, especialista em saúde ocupacional do hospital, disse que a equipe estava se contaminando com Covid apesar de seguir todos os protocolos de controle de infecção.

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Assim, quando a segunda onda da pandemia começou a acontecer em dezembro passado, os gerentes dos hospitais de Cambridge tomaram a decisão de aumentar a proteção nas alas vermelhas.

"A única coisa que faltava tentar fazer ainda era adotar as máscaras PFF3, e foi isso que eles fizeram", disse Ferris.

As máscaras PFF3 são mais fechadas no rosto e projetadas especificamente para filtrar aerossóis.

Grande impacto

Covid-19: Devo continuar usando máscara depois de vacinado ou de ter contraído a doença?

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Nas semanas seguintes a essa mudança, a taxa de infecções entre os profissionais de saúde nas enfermarias vermelhas caiu drasticamente, atingindo o nível das alas verdes, onde não havia pacientes com Covid.

O estudo conclui que "os casos atribuídos à exposição na ala caíram significativamente, com máscaras PFF3 fornecendo 31-100% de proteção (e provavelmente 100%) contra a infecção de pacientes com Covid-19."

Todos os casos restantes provavelmente foram causados por disseminação na comunidade, e não no hospital.

O artigo afirma que as máscaras cirúrgicas resistentes a fluidos são "insuficientes" para proteger os profissionais de saúde.

VÍDEO: Comparativo de máscaras, segundo estudo publicado na 'Science'

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Mike Weekes, da Cambridge University NHS Hospitals Foundation Trust, que trabalhou no estudo, disse que a pesquisa dá "algumas evidências do mundo real de que as máscaras PFF3 são realmente eficazes, e mais eficazes do que as máscaras cirúrgicas".

Ele acrescentou: "Claramente, é um estudo relativamente pequeno e, portanto, precisamos ver essas descobertas replicadas em outro lugar. Mas, dada a diferença nos resultados que vimos, como uma espécie de efeito do princípio de precaução, o que devemos pensar é adotar máscaras PFF3 para quem cuida de um paciente com coronavírus."

Campanha

Profissionais de saúde com máscaras do tipo PFF2 cuidam de paciente internada com Covid-19 em UTI de São Leopoldo (RS), no dia 16 de abril. — Foto: Silvio Avila/AFP

O hospital de Cambridge está entre 17 em todo o Reino Unido que decidiram atualizar suas máscaras, à revelia da política nacional.

O apelo para que as máscaras PFF3 sejam distribuídas de forma mais ampla é uma demanda de longa data de diversos órgãos de profissionais de saúde.

Em uma carta aberta ao Secretário de Saúde do Reino Unido, Sajid Javid, um grupo de consultores e médicos diz que o novo estudo fornece ainda mais evidências de por que a política precisa ser alterada.

"Isso tem implicações importantes para a proteção do trabalhador de saúde, já que o Reino Unido lida com o que se espera que seja uma 'onda final', além de tentar reduzir o enorme acúmulo de outros trabalhos enquanto enfrenta a inevitável doença e isolamento da equipe", escreveu o grupo.

Um porta-voz do Departamento de Saúde e Assistência Social disse que as orientações sobre os padrões de máscaras são atualizadas regularmente para refletir os mais recentes avanços científicos.

"A segurança do NHS (sistema de saúde britânico) e da equipe de assistência social sempre foi nossa prioridade e continuamos a trabalhar 24 horas por dia para entregar materiais para proteger aqueles na linha de frente. As evidências e os dados emergentes são monitorados e revisados continuamente e as orientações serão alteradas de acordo, caso seja apropriado."


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