______________________________ * Nova pesquisa IPEC é DEVASTADORA para Bolsonaro ______________________________ 50% _____ RUIM ou PÉSSIMO ______________________________ 26% _____ REGULAR ______________________________ 23% _____ ÓTIMO ou BOM

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____________________ * Omar Aziz, presidente da CPI da Pandemia, está NAS MÃOS de BOLSONARO ___________ Senado aprovou ALTERAÇÃO em BENEFÍCIOS fiscais da ZONA FRANCA de MANAUS 

Por Josette Goulart Atualizado em 24 jun 2021, 08h19 - Publicado em 23 jun 2021, 15h17
Omar Aziz
Ao centro, o presidente da CPI, senador Omar Aziz (PSD-AM). Jefferson Rudy/Agência Senado

O Senado aprovou na noite de terça-feira, 22, uma alteração na medida provisória sobre impostos que deixou o senador Omar Aziz (PSD-AM), presidente da CPI da Pandemia, nas mãos do presidente Jair Bolsonaro. Os senadores aprovaram uma alteração no texto original da MP 1034 e que tira benefício fiscal na Zona Franca de Manaus. Uma derrota política para Omar Aziz, que chegou a deixar ontem os trabalhos da CPI dizendo justamente que precisava se dedicar à votação da MP que mudaria a Zona Franca.

Se Bolsonaro sancionar o texto como aprovado, a venda de petróleo, lubrificantes ou combustíveis derivados para a região, proveniente de outros estados, não terá isenção de impostos. O líder do governo no Senado, senador Fernando Bezerra (MDB-PE) garantiu que este trecho será vetado. Mas nunca custa lembrar que Bolsonaro já fez ameaças de deixar Manaus sem a Zona Franca, que rendeu até uma resposta dura de Aziz, que no próximo ano vai enfrentar uma campanha para tentar se reeleger senador pelo Amazonas

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O alarme também soou entre algumas empresas do setor de combustíveis. O Grupo Atem’s, por exemplo, tem o benefício fiscal por meio de uma liminar,  por conta de uma discussão sobre se a isenção vale para alguns produtos. Com a MP transformada em lei, pode perder a liminar. 

A MP 1034, originalmente, trata do aumento de impostos para bancos e indústria química para compensar perda de arrecadação com isenção de impostos para diesel usado pelos caminhoneiros. A inserção da Zona Franca de Manaus no texto foi feita na Câmara. Na noite desta quarta, 23, passou novamente pela Câmara e agora o texto vai à sanção  de Bolsonaro.

____________________ * Bolsonaro nega corrupção ao falar da Covaxin: ‘Não foi gasto um centavo’

Presidente ainda atacou a vacina CoronaVac, afirmando que ela tem pouca eficácia e que 'não está dando muito certo'

Por Da Redação Atualizado em 24 jun 2021, 22h41 - Publicado em 24 jun 2021, 22h35
Presidente Jair Bolsonaro durante live nas redes sociais - 24/06/2021
Presidente Jair Bolsonaro durante live nas redes sociais - 24/06/2021 YouTube/Reprodução

O presidente Jair Bolsonaro negou na noite desta quinta-feira, 24, a existência de irregularidades no contrato de importação da vacina indiana Covaxin.

Em sua tradicional live nas redes sociais, o chefe do Planalto lembrou ter declarado que só compraria vacinas após o aval da Anvisa e, como não houve, o Brasil não deu prosseguimento à compra. “Não recebemos uma dose de vacina, que corrupção é essa? Não foi gasto um centavo com aquilo. Pode olhar aí todas as notas. Sem falar que, publicamente, eu disse que só compraríamos vacina depois que passar pela Anvisa. E ponto final”, completou.

Mas Bolsonaro confirmou ter se encontrado em março com o deputado Luis Miranda (DEM-DF), que tem denunciado supostas irregularidades nas negociações para a compra da vacina Covaxin, desenvolvida pelo laboratório indiano Bharat Biotech. O presidente, porém, negou as suspeitas levantadas por Miranda, e definiu as acusações de corrupção como “coisa ridícula”.

“Está essa onda toda aí… ‘Agora pegamos o governo Bolsonaro’, ‘corrupto’, ‘negociando vacina com 1.000% de sobrepreço’… Não vou entrar em muitos detalhes, não. Coisa tão ridícula. Isso aconteceu em março. Quatro meses depois ele resolve falar para desgastar o governo? O que ele quer com isso?”, questionou.

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O presidente voltou a duvidar a eficácia da vacina CoronaVac. “Passou pela Anvisa. Passou apertadinho, né, 50,58% de eficácia… Eu não vou entrar em detalhes aqui. A Anvisa é um órgão independente, faz o seu papel lá, tem o histórico de excelente serviço prestado aí no Brasil. Mas, pelo que parece, não está dando certo. Ou está pegando em pouca gente, não está pegando naquela quantidade de gente que achava que ia pegar. O tempo dirá”.

Bolsonaro aproveitou para também criticar o ex-presidente Lula, governadores e os presidentes da Argentina, Alberto Fernández, e da Venezuela, Nicolás Maduro.

“Deixar bem claro: você que perdeu seu emprego e sua renda, a culpa não foi minha. Quem fechou comércio foram governadores e prefeitos. Não joguem essa culpa para cima de mim”, afirmou. Ao mencionar o cenário econômico de outros países, declarou que as dificuldades na Argentina decorrem “do socialismo”. “Quem decidiu a eleição na Argentina foi o isentão. ‘Ah, não voto em nenhum dos dois’. A esquerdalha vai votar em todo lugar do mundo, a esquerda vota, são doutrinados para isso. Em consequência, a esquerda ganhou na Argentina”, disse o presidente, que ainda citou o ex-presidente da Venezuela Hugo Chávez e o atual, Nicolás Maduro, aos quais se referiu como “os candidatos do Lula”.

“Governos socialistas, igual o ex-presidiário aqui no Brasil”, afirmou. Mas, de acordo com Jair Bolsonaro, “o Brasil vai bem, graças a Deus”.

____________________ * Japão propõe semana de trabalho com quatro dias para melhor equilíbrio

Em diretrizes econômicas recém-divulgadas, governo alega que população pode usar dia extra para investir no estudos ou para conseguir empregos paralelos

Por Eduarda Gomes 24 jun 2021, 20h10
Cidade de Osaka, no Japão -
Cidade de Osaka, no Japão - Kyodo News/Getty Images

Diminuir as exaustivas jornadas de trabalho é o sonho de muita gente, e agora essa é uma quase realidade no Japão. Um dos novos projetos da política econômica do país sugere que as empresas diminuam os dias de trabalho dos funcionários, passando para quatro dias por semana.

A ação promete trazer muitos benefícios para as companhias também. Em diretrizes econômicas anuais recém-divulgadas, o governo alega que com menos dias de trabalho, as pessoas podem usar o dia extra para investir no estudos ou para conseguir empregos paralelos.

Além disso, também existe a ideia de que o dia livre impulsione a economia, uma vez que se espera que a população use o tempo para sair e gastar mais. Essa também seria uma forma de resolver o problema de natalidade do Japão. Com os jovens saindo, eles podem conhecer mais pessoas e começar a formar famílias.

“O governo está realmente ansioso para que essa mudança de atitude se sedimente nas companhias japonesas”, disse Martin Schulz, chefe de política econômica da Unidade de Inteligência de Mercado Global da Fujitsu, à DW.

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Segundo ele, “as companhias passaram a novos modos de operação e estão vendo um acréscimo gradual da produtividade”.

“Elas deixam seus funcionários trabalharem de casa e remotamente, em escritórios-satélites ou em locações da clientela, o que para muitos pode ser bem mais conveniente e produtivo”, acrescentou ao veículo alemão.

Conhecidos por serem trabalhadores assíduos, os japoneses chegam até a adoecer devido às jornadas exaustivas e estressantes de trabalho, e alguns até cometem suicídio.

____________________ * RUDY GIULIANI, ex-advogado de TRUMP tem registro SUSPENSO por tribunal de Nova York

Rudy Giuliani, ex-prefeito de Nova York, que já foi o principal promotor federal em Manhattan, pode ser impedido definitivamente de exercer a advocacia

Por Da Redação 24 jun 2021, 15h05
DUPLA ENROLADA - Trump e o advogado Giuliani.
DUPLA ENROLADA - Trump e o advogado Giuliani: o indulto limparia a barra dos dois, além de filhos e genro -  Drew Angerer/Getty Images

Rudy Giuliani, o ex-advogado pessoal do ex-presidente Donald Trump e ex-prefeito de Nova York, foi suspenso de exercer a advocacia no estado.

Em uma decisão divulgada nesta quinta-feira, 24, após um processo disciplinar, um tribunal de apelação de Nova York concluiu que há evidências incontestáveis de que Giuliani comunicou declarações comprovadamente falsas e a tribunais, legisladores e ao público em geral na qualidade de advogado do ex-presidente Donald Trump durante a campanha presidencial em 2020 contra Joe Biden.

Em sua decisão disse que as ações de Giuliano representavam uma “ameaça imediata” ao público e que ele “inflamara diretamente” as tensões que levaram ao motim no Capitólio em janeiro.

Os advogados de Giuliani, John Leventhal e Barry Kamins, comunicaram estar desapontados com a decisão ter sido proferida pelo tribunal antes de ser feita uma audiência sobre as alegações apontadas contra o cliente deles.

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Giuliani — ou os advogados que o representam — deve comparecer ao tribunal em Washington DC na quinta-feira à tarde por causa de um processo por difamação da empresa de gestão de votos Dominion Voting Systems, que está processando o advogado e outros por declarações que fizeram de fraude eleitoral.

Rudy Giuliani ganhou ascensão nacional quando foi prefeito da cidade de Nova York entre 1994 e 2001, período em que ocorreu os ataques terroristas contra as Torres Gêmeas em 11 de setembro de 2001.

____________________ * A absurda realidade de ‘Dom’: O que é fato e ficção na série brasileira | É tudo história

Trama sobre rapaz que assaltava casas de luxo no Rio de Janeiro conduz seriado do Amazon Prime Video, que acaba de confirmar a produção da 2ª temporada

Por Raquel Carneiro Atualizado em 24 jun 2021, 13h31 - Publicado em 24 jun 2021, 13h22
Gabriel Leone (no meio) interpreta Pedro Dom na série nacional 'Dom' -
Gabriel Leone (no meio) interpreta Pedro Dom na série nacional 'Dom' -  //Divulgação

Ao arrebanhar milhões de pessoas até os cinemas com o filme 2 Filhos de Francisco, o cineasta Breno Silveira se tornou ímã de pessoas interessadas em contar tramas da vida real – especialmente aquelas que envolvem pais e filhos. Foi assim que ele conheceu Luiz Victor Lomba, um policial da reserva que, nos anos 70, se aliou ao exército no combate da chegada da cocaína ao Brasil. Um detalhe em sua história chamava a atenção: Victor era pai de Pedro Machado Lomba Neto, criminoso conhecido como Pedro Dom, que, no início dos anos 2000, assaltava mansões no Rio de Janeiro para alimentar seu vício em cocaína.

A história com contornos que desafiam até a ficção foi adaptada por Silveira na série Dom, do Prime Video, da Amazon, com Gabriel Leone como Dom e Flavio Tolezani na pele de Victor. Uma segunda temporada foi confirmada nesta quinta-feira, 24, após Dom se tornar a série de língua não-inglesa mais vista na plataforma. Envolvente, a trama bebe principalmente dos relatos contados por Victor. Elementos ficcionais e pesquisas feitas pela equipe completam o roteiro. Silveira, porém, alerta: “As cenas mais absurdas da série foram invenção da realidade”, disse ele a VEJA.

Victor busca Dom no meio do baile funk 

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Dom
//VEJA.com

Logo nos primeiros minutos da série, uma cena impressionante: Victor sobe o morro atrás de Dom. Armado, ele entra em um baile funk e atira para cima chamando a atenção de todos. Não bastasse a ousadia, Victor ainda brada que é policial, mas que está ali apenas em busca do filho, antes de colocar a arma no chão. Mesmo com diversos traficantes lhe apontando suas armas, o pai desesperado se recusa a sair dali até que Dom vá com ele. A cena aconteceu na vida real. Victor contou a Breno Silveira que o filho estava há 6 dias no Morro da Mangueira e que tinha ouvido notícias de que ele estava prestes a sofrer uma overdose pelo alto consumo de drogas naquele período. O ex-policial não teve dúvidas e subiu o morro para levar o filho para casa. Assim como mostra a série, na vida real Victor de fato algemou Dom na cama, mas ele se soltou sozinho.

O lado escritor de Victor 

Dom
//VEJA.com

A narração da série é atrelada ao livro que Victor escreve sobre o filho. Victor realmente tinha um lado escritor. Ele lançou um livro, chamado O Beijo da Bruxa, sobre uma operação na qual estava envolvido para destruir um laboratório de cocaína. O policial também escreveu um livro sobre a relação com o filho, mas não publicou, com receio de narrar histórias envolvendo a polícia carioca. No seu último mês de vida, antes de falecer em 2018, vítima de um câncer de pulmão, Victor ainda escreveu várias revelações e enviou aos roteiristas da série.

Internações de Dom

Dom
//VEJA.com

Em um dos momentos mais marcantes da série, Dom (vivido por Guilherme Garcia) é internado dez vezes em uma clínica de reabilitação. A ficção, no caso, amenizou a realidade. Na verdade, foram 15 internações no total, sendo a primeira quando ele tinha 13 anos de idade. A passagem pela Febem (hoje, Fundação CASA) – experiência que o colocou de fato em contato com a criminalidade – também aconteceu. Na série, porém, ela se dá quando ele está prestes a completar 18 anos e, na vida real, ele foi detido no local mais novo, por volta dos 15 anos.

Roubos e fugas mirabolantes 

Dom
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Loiro, olhos azuis e sorriso carismático, Dom não tinha dificuldades para driblar porteiros e seguranças na Zona Sul carioca, onde ele e seu “bonde” cometiam roubos entrando e saindo pela porta da frente de grandes condomínios. Os assaltos específicos representados na série são obra da ficção. Diversos roubos na época eram atrelados ao grupo mesmo não sendo. Victor contou aos roteiristas que aconteceu de ver na TV a manchete sobre um assalto que acusava Dom, porém o rapaz estava na casa do pai naquele momento. O que é fiel na série é o modus operandi do grupo: Dom era bom com fechaduras e muito inteligente, ele orquestrava os roubos e usava sua aparência para abrir portas.

Lico, o melhor amigo 

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Dom
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A relação de amizade entre Dom e Lico (Mc Caverinha na infância, e Ramon Francisco adulto) é um dos fios condutores emotivos da trama. Filho da empregada da família, Lico se vicia em cocaína junto com Dom. Inseparáveis, eles representam duas pontas da sociedade: a do jovem branco de classe média e o jovem negro da favela. Mesmo em realidades distantes, ambos são igualmente destruídos pelo vício. Dom de fato tinha um amigo inseparável, mas boa parte da criação de Lico é ficção. “Existiam vários amigos, parentes, pessoas diferentes que foram amigas de Dom e se envolveram com drogas também. Juntei todos em uma pessoa só”, conta Silveira.

Jasmin, a namorada 

Dom
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Interpretada por Raquel Villar, Jasmin é a grande paixão da vida de Dom. É também quem lhe apresenta o esquema de roubos em mansões. Na vida real, o rapaz teve uma namorada, a quem o pai enxergava como má influência. Jasmim, porém, é uma personagem fictícia. O fato é que ela e Viviane (Isabella Santoni) foram inspiradas nas duas namoradas do Mauricinho Botafogo, outro ladrão de residências no Rio, apresentado rapidamente na série antes de ser preso e deixar o terreno livre para Dom.

Relação de Victor com Arcanjo, o militar 

Dom
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Não há evidências sobre o arranjo entre Victor e o militar que o alicia em 1969, apelidado de Arcanjo (intepretado por Wilson Rabelo). Ao diretor da série, porém, o ex-policial garantiu que ele era real, mas de modo algum revelaria detalhes sobre quem era seu “chefe”. Na trama, Arcanjo contrata Victor, então mergulhador profissional, para mapear os pontos de contrabando no litoral do nordeste brasileiro. Mais tarde, ele designa Victor para atuar infiltrado na favela Santa Marta, Zona Sul do Rio. “Um dia o Victor me mostrou de longe o cartão com o nome Arcanjo, mas logo escondeu. Não sabemos quem ele é, apenas que foi um militar importante durante a ditadura”, conta Silveira.

Victor fica amigo de traficante no morro 

Dom
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Vivido de forma envolvente por Fábio Lago, o chefão do morro Ribeiro é um dos primeiros grandes traficantes do Rio de Janeiro nos anos 70, segundo a série. Recrutado por Arcanjo para trabalhar infiltrado na favela Santa Marta, Victor conquista Ribeiro e começa a trabalhar para ele. A missão de fato ocorreu, assim como a amizade do policial disfarçado com o traficante – que tem outro nome na vida real. Segundo o diretor, a cena em meio a uma chuva torrencial, em que Ribeiro busca um delator, e assassina uma pessoa na frente de Victor, foi contada em detalhes pelo ex-policial. “O Victor viu o morro se transformar de lugar do samba e de pessoas pobres em ponto de violência e tráfico de drogas. Ele ainda assumiu que o Ribeiro conquistou sua admiração, por seu carisma e modo de tratar a comunidade”, disse Breno Silveira.

Dom sequestrado pela polícia 

Dom
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Toda a relação de Dom e Victor com o restante da família foi criada pelos roteiristas. Porém, um dos momentos mais marcantes envolvendo a mãe e a irmã do rapaz (vividas por Laila Garin e Mariana Serrone, respectivamente) de fato ocorreu – e não foi só uma vez. Próximo ao fim da série, Dom é sequestrado por policiais militares, que pedem 200.000 reais da família. Na vida real, a situação foi ainda pior: na verdade, ele foi sequestrado duas vezes pelas autoridades em busca de uma fatia do dinheiro roubado pelo rapaz.

Dom não tem sensibilidade para dor

Dom
//VEJA.com

A série mostra um acidente que ocorreu na vida real. Aos 5 anos de idade, Pedro foi atropelado. Quebrou a clavícula, a bacia e o braço esquerdo. Teve fraturas múltiplas na perna e a costela perfurou um pulmão. O pai dizia que foi um milagre ele ter sobrevivido. Os médicos perceberam que Pedro, que não chorou durante os procedimentos, sofria de uma condição do sistema nervoso que o impedia de sentir dor. “É a dor que ensina, que protege, alerta do perigo. A dor nos dá limite”, alerta o avô do garoto na série. Silveira chegou a ver fotos do menino internado e os laudos do hospital.

Victor e os Homens de Ouro 

Dom
//VEJA.com

A mostra a entrada de Victor para o Homens de Ouro, grupo militar que mais tarde seria conhecido como Esquadrão da Morte, que perseguiam de forma violenta desde criminosos até opositores à ditadura. Ao diretor, Victor assumiu que essa foi “a pior coisa que fez na vida”. Ele acabou expulso por desonra – trama que a segunda temporada deve explorar.

____________________ * Covaxin confirma quem é o mais perigoso adversário de Bolsonaro | José Casado

Presidente recebeu denúncia e mandou um dos suspeitos anunciar uma investigação — contra quem denunciou contrato suspeito de R$ 1,6 bilhão na Saúde

Por José Casado Atualizado em 24 jun 2021, 17h56 - Publicado em 24 jun 2021, 09h00
Bolsonaro no Palácio da Alvorada 23.06.2021
Jair Bolsonaro, ontem — //Reprodução

Jair Bolsonaro se elegeu prometendo “acabar com a corrupção”, recebeu uma denúncia e mandou um dos suspeitos anunciar uma investigação — contra o servidor público que denunciou.

Antes, havia mandado afastar dois outros funcionários, policiais federais que investigavam os enlaces de um ministro com contrabandistas de madeiras da Amazônia.

Todas as digitais visíveis nessas suspeitas de corrupção pertencem a integrantes do governo Bolsonaro.

A oposição a reboque, preocupada com a sobrevivência eleitoral, mantém o padrão dos últimos 29 meses. Mas o caso de ontem confirma: Bolsonaro na presidência é o mais perigoso adversário do Bolsonaro candidato à reeleição.

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Basta olhar o retrovisor do pandemônio na pandemia. Três meses atrás, no sábado 20 de março, ele recebeu na residência presidencial os irmãos Miranda, um Luis é deputado do DEM do Distrito Federal, o outro Luis é servidor concursado, chefe da seção de importações do Ministério da Saúde.

Jair Bolsonaro e o deputado Luis Miranda posaram juntos depois da reunião do sábado 20 de março no Palácio da Alvorada
Jair Bolsonaro e o deputado Luis Miranda posaram juntos depois da reunião do sábado 20 de março no Palácio da Alvorada — Reprodução/Twitter

A conversa, agora se sabe, ficou concentrada no pacote de papéis sobre um gasto de R$ 1,6 bilhão (US$ 200 milhões) da Saúde na compra da vacina indiana Covaxin — com corretagem privada nacional e a preço 1.000% maior do que havia sido anunciado pela própria fabricante seis meses antes.

O que fez Bolsonaro? Manteve-se em silêncio. Olhando os preços das vacinas contra Covid-19 anunciadas pelo governo, uma procuradora federal de Brasília achou cara demais a Covaxin e resolveu pôr a lupa sobre os contratos da Saúde. Chamou para depor o Miranda chefe de importações da Saúde.

Ele contou uma história sobre “pressões anormais” da cúpula do ministério na contratação da vacina indiana, até hoje não entregue e que ainda não recebeu aval da Anvisa para entrar no programa nacional de imunização.

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Destacou entre os autores da coação Antônio Élcio Franco Filho, antigo instrutor nas Forças Especiais do Exército, número dois na gestão do general Eduardo Pazuello na Saúde. Coronel, ele passou à reserva na semana seguinte ao encontro do presidente no Palácio da Alvorada com os irmãos Miranda, e acabou abrigado na Casa Civil.

Em 22 de fevereiro, o Ministério da Saúde reservou R$ 1,6 bilhão no orçamento para pagar 20 milhões de doses da vacina indiana Covaxin, — com corretagem privada nacional e a preço 1.000% maior do que havia sido anunciado pela própria fabricante seis meses antes —
Em 22 de fevereiro o Ministério da Saúde reservou R$ 1,6 bilhão no orçamento para pagar 20 milhões de doses da vacina indiana Covaxin,  com corretagem privada nacional e a preço 1.000% maior do que havia sido anunciado pela própria fabricante seis meses antes — Reprodução/VEJA

Ontem, Bolsonaro mandou o chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, e o assessor Elcio Franco anunciarem ações da Polícia Federal e da Controladoria-Geral da União contra o deputado federal e seu irmão, servidor da Saúde.

Onyx apelou a Deus, se enrolou na bandeira do patriotismo e, claro, culpou a oposição de conspiração maquiavélica com o deputado Miranda. Esqueceu de mencionar que Miranda é aliado de Bolsonaro e devoto do presidente da Câmara Arhur Lira, do PP de Alagoas, síndico do Centrão em parceria com o deputado Ricardo Barros, do PP do Paraná, o autor da ação legislativa que facilitou o contrato da Covaxin na Saúde.

O show do governo foi acompanhado na CPI da Pandemia e no Supremo à luz do Código Penal. Senadores e juízes coincidiram na conclusão: Bolsonaro expôs o próprio governo num aparente conluio, abuso de poder, intimidação de testemunhas, obstrução de justiça e não cumprimento do dever (prevaricação) por suposto interesse ou má-fé.

Numa coincidência, mandou fazer uma edição extra do Diário Oficial para estampar a demissão do ministro Ricardo Salles, do Meio Ambiente, investigado no Brasil e nos Estados Unidos por envolvimento em contrabando de madeira da Amazônia. Antes, havia removido os delegados federais responsáveis pelo inquérito contra o ministro, seus assessores e empresas madeireiras.

A demissão de Salles num dia em que suspeitas de corrupção dominaram o clima no Planalto, até pode ter sido acaso. Mas tem precedente.

Um ano atrás, no início do inverno, foi preso Fabricio Queiroz, assessor de um de seus filhos parlamentares, na casa do advogado do presidente. No mesmo dia, Bolsonaro demitiu o ministro da Educação, Abraham Weintraub.

O problema dos excessos de coincidências é que induzem à desconfiança.

____________________ * Os possíveis crimes de Bolsonaro | Ricardo Rangel

Se o Brasil fosse um país civilizado, a queda do presidente seria inexorável

Por Ricardo Rangel Atualizado em 24 jun 2021, 12h39 - Publicado em 24 jun 2021, 09h43
Bolsonaro no Palácio da Alvorada 23.06.2021
O presidente Jair Bolsonaro enfrenta sua maior uma crise, que não tem data para acabar //Reprodução

Com seu telefonema ao premier da Índia, Bolsonaro deixou claro que estava envolvido pessoalmente em dar celeridade no processo de aprovação da vacina Covaxin. Se, como tudo indica, a compra não era de interesse público, somente de interesse de terceiros, é crime de advocacia administrativa, mais conhecido por tráfico de influência.

Se, como tudo indica, Bolsonaro foi comunicado de que havia grave suspeita de ilegalidade na compra da vacina, mas não comunicou o fato à Polícia Federal, descumpriu sua obrigação de tomar uma providência. É crime de prevaricação.

Se, como tudo indica, em vez de comunicar à polícia, Bolsonaro comunicou a terceiros, é crime de vazamento de informação sigilosa e há base para se enxergar crime de organização criminosa.

Ao ameaçar testemunhas, Onyx Lorenzoni cometeu crime de intimidação e obstrução de justiça, com direito a prisão preventiva em flagrante sem data para ser solto. Como fez isso em nome do presidente sem ser desautorizado nem demitido, Bolsonaro é cúmplice no crime.

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Por fim, se Bolsonaro recebeu ou receberia qualquer tipo de compensação por ajudar na compra da vacina, no pagamento antecipado ou por avisar à quadrilha de que foi comunicado do esquema, é crime de corrupção passiva (no último caso, é também crime de organização criminosa).

Todos os crimes arrolados acima são crimes comuns, passíveis de denúncia pela Procuradoria-Geral da República ao Supremo Tribunal Federal.

E, independentemente de ser culpado, o simples fato de Bolsonaro ter se colocado na posição de suspeição em que está, configura crime de responsabilidade, passível de impeachment pelo Congresso Nacional.

Se o Brasil fosse um país civilizado, a queda de Jair Bolsonaro seria inexorável.

____________________ * Pelo orgulho LGBTQIA+, shopping de SP exibirá beijo gay em sua fachada | Radar

Ação do Mercado Livre vai acontecer no próximo dia 28 a partir das 18h

Por Lucas Vettorazzo Atualizado em 24 jun 2021, 19h12 - Publicado em 24 jun 2021, 18h31
Mês do orgulho LGBTQIA+
Artistas fizeram ilustrações de beijos entre pessoas do mesmo sexo para projeção na fachada do Shopping Center 3, na Avenida Paulista, centro de SP. André Inácio/Reprodução

O Mercado Livre projetará imagens de beijos entre pessoas do mesmo sexo por sete horas consecutivas na fachada de um shopping na avenida Paulista, no centro de São Paulo. 

A projeção ocorrerá no Shopping Center 3 e começará às 18h de segunda, 28, e irá até a 1h de terça, 29. A exibição marcará o término de uma ação de marketing da empresa em homenagem ao mês do orgulho LGBTQIA+, comemorado ao longo de junho. 

Desde o último dia 6 que o Mercado Livre veicula uma propaganda na TV e na internet com cenas de beijos gays misturadas a referências da cultura pop. A peça foi batizada  de “Novos Beijos Icônicos”.  

A projeção da próxima segunda exibirá ilustrações de 14 artistas brasileiros com representações de beijos inspiradas na campanha. O objetivo é normalizar o olhar do público para cenas do tipo, infelizmente ainda tratadas como tabu no Brasil.

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A imagem que ilustra essa notinha é do ilustrador e quadrinista André Inácio. Ela mostra um lutador de boxe beijando um outro homem ao final de uma luta. É uma referência clara a filmes como o clássico Rocky Balboa, em que o lutador recebe o beijo da pessoa amada ao término da peleja. A mensagem da campanha é justamente essa: está tudo bem se essa “pessoa amada” tiver o mesmo sexo do protagonista.   

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____________________ * Pelo orgulho LGBTQIA+, SHOPPING de SP exibirá BEIJO GAY em sua FACHADA 

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