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____________________* TRAVA ZAP: cuidado com MENSAGENS que fazem você PERDER o acesso ao WhatsApp ____________________* Nova atualização do GOOGLE_DRIVE permite BLOQUEAR USUÁRIOS INDESEJADOS (¿•?)

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__________* Nova atualização do GOOGLE_DRIVE permite bloquear USUÁRIOS INDESEJADOS (¿•?)

__________* SOBRE a pedra, o 'disco_voador' de Niemeyer; ABAIXO dela, a vida de Barba

__________* RIO de JANEIRO GELADO: Estado e capital podem ter MÍNIMAS RECORDES com chegada de FRENTE_FRIA

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__________* Nova atualização do GOOGLE_DRIVE permite bloquear USUÁRIOS INDESEJADOS (¿•?)

por
Imagem: Brainstudy/Reprodução

Em uma nova atualização do Google Workspace publicada nesta semana, o Google reconheceu que, embora o Google Drive tenha como objetivo permitir que as pessoas armazenem, compartilhem e colaborem remotamente, os recursos de compartilhamento podem ser usados por malfeitores. É exatamente por isso que a empresa decidiu criar uma maneira para bloquear outros usuários, mesmo se você já tiver dado acesso da pasta ou dos arquivos a outros usuários.

“O bloqueio de usuários não servirá apenas para preservar a utilidade do compartilhamento do Drive, mas também preservará a segurança dos usuários do Drive”, escreveu o Google em uma postagem no blog oficial da companhia. Além disso, o Google disse que o ato de bloquear um usuário no Drive também impedirá que ele interaja com você em outros aplicativos e serviços.

O novo recurso de bloqueio permitirá aos usuários impedir que outros compartilhem qualquer conteúdo com eles futuramente, coisa que o Google diz poder ser útil caso outro usuário “tenha um histórico de envio de spam ou conteúdo abusivo”. Ele também permitirá que os indivíduos removam todos os arquivos e pastas existentes em seu Drive compartilhados pelo usuário ofensor, fazendo com que eles se livrem do conteúdo de uma só vez.

Por último, conforme mencionado acima, o recurso permitirá que os usuários revoguem o acesso de outra pessoa ao seu conteúdo.

A função será liberada aos poucos aos usuários, mas funcionará como na imagem. (Reprodução/Google)

Para bloquear alguém, abra o Drive e clique com o botão direito em um arquivo, que exibe o menu de opções. Nesse menu, clique em Bloquear (usuário) e em Bloquear na janela. Caso mude de ideia, você também pode desbloquear alguém quando quiser.

O Google disse que começou a implementação gradual do recurso, que estará disponível para todos os usuários do Google Workplace, G Suite Basic, clientes empresariais e usuários com contas pessoais do Google desde a última quinta-feira (22).

__________* TRAVA ZAP: cuidado com mensagens que fazem você perder o acesso ao WhatsApp

Getty Images/iStockphoto
Imagem: Getty Images/iStockphoto

Gabriel Francisco Ribeiro

De Tilt, em São Paulo

24/07/2021 14h53

Atualizada em 24/07/2021 14h56

Você já ouviu falar de mensagens do WhatsApp que travam o uso do aparelho? Elas são conhecidas como "TravaZap", "Contact Bomb", "Binário", "Crashers", entre outros nomes. Apesar de não ser algo novo, de tempos em tempos internautas atualizam a oferta de tipos de mensagem que têm um único objetivo: fazer a pessoa perder acesso à conta no aplicativo.

Na internet existem chamadas para travas fracas, fortes e até um tipo de WhatsApp imune aos travamentos (que não é certeza de funcionar). O primeiro passo para se proteger é manter sempre seu aplicativo atualizado até a última versão, já que é por meio dos updates que o mensageiro acaba corrigindo bugs que podem ser aproveitados por usuários maliciosos.

A moda do TravaZap já se espalhou tanto que virou motivo de alerta de sites especializados no aplicativo, como o WaBetaInfo, que antecipa novidades do mensageiro antes que chegue aos usuários, no final do ano passado. De acordo com o site, a prática desagradável é popular principalmente no Brasil, apesar de rolar também em outros países.

O risco envolve dispositivos Android e com o iOS, sistema operacional da Apple.

O que é exatamente o Trava Zap

Como já mencionado, é quando uma mensagem tem como objetivo, literalmente, travar o WhatsApp da pessoa que a recebeu. Essas mensagens não fazem nenhum sentido e contêm diversos caracteres estranhos - é exatamente a combinação desses caracteres que pode fazer o app travar.

Após ler a mensagem inteira, o aplicativo do usuário que recebeu o conteúdo pode travar e não abrir mais. Isso porque, em alguns casos, o software não é capaz de processar o conteúdo composto de uma estrutura estranha.

Abaixo está um exemplo de uma mensagem Travazap:

trava - Reprodução/Twitter - Reprodução/Twitter
TravaZap: exemplo de mensagens que visam travar aplicativo Imagem: Reprodução/Twitter

Alguns tipos de textos enviados podem fazer o WhatsApp apresentar um "crash infinito", em que o app fecha automaticamente toda vez que o usuário tenta abrir o aplicativo.

Os conteúdos das mensagens podem variar, mas o objetivo é o mesmo. O usuário alvo da ação pode receber ou uma mensagem em texto completamente estranha ou, em outros casos, uma lista de cartões de contatos em que os nomes também são compostos de caracteres estranhos.

Pela internet é fácil achar versões modificadas do WhatsApp que supostamente oferecem proteção contra essa prática. Contudo, não é recomendável baixar versões que modificam o WhatsApp, já que você pode ter sua privacidade das conversas e da própria conta afetada, além de correr o risco de ser punido pelo próprio WhatsApp.

O que fazer se o seu WhatsApp travar

A primeira coisa a fazer ao receber uma mensagem do tipo é tentar bloquear o contato que a enviou a partir de uma sessão ativa no WhatsApp Web, como recomendou o WaBetaInfo. Após isso, você deve mudar sua privacidade de grupos para que apenas contatos possam te adicionar a grupos e então remover a mensagem desagradável, se possível, pelo computador.

Se você não tiver uma sessão do WhatsApp Web ativa e não puder criar uma nova já que o aplicativo está travado, você deverá ter que infelizmente reinstalar o mensageiro, possivelmente perdendo seu histórico de chats.

É importante manter um backup ativo do WhatsApp para que você consiga recuperar o seu histórico de conversas ao reinstalar o aplicativo.

O problema de mensagens que travam o WhatsApp já rola há anos, com o aplicativo sempre tentando elaborar correções para isso. Muitas vezes usuários enviam os conteúdos de brincadeira para outros amigos - isso não deve ser feito em hipótese alguma, já que envolve uma falha grave de sistema e pode resultar em perdas irreparáveis.

__________* Sobre a pedra, o 'disco voador' de Niemeyer; abaixo dela, a vida de Barba

Cláudio Marsel (de camisa preta) com amigos, em frente à caverna em que mora há mais de oito anos, embaixo do MAC-Niterói - Ricardo Borges/UOL
Cláudio Marsel (de camisa preta) com amigos, em frente à caverna em que mora há mais de oito anos, embaixo do MAC-Niterói Imagem: Ricardo Borges/UOL

Matheus de Moura

Colaboração para o TAB, do Rio

21/07/2021 04h01

Quinta-feira, 15h. O pátio do disco voador conhecido como MAC (Museu da Arte Contemporânea), principal ponto turístico de Niterói (RJ), está repleto de visitantes de classe média-alta a tirar selfie com os três planos de fundo possíveis: Icaraí, bairro nobre da cidade; a zona sul do Rio de Janeiro; ou o próprio museu. O local, projetado por Oscar Niemeyer e inaugurado em 1996, abriga também um dos restaurantes favoritos da elite política, o BistroMAC.

Quase 200 metros abaixo do morro em que se localiza o MAC revela-se a discreta praia de Boa Viagem, onde adolescentes e estudantes da UFF (Universidade Federal Fluminense) se divertem em qualquer tarde ensolarada, seja dia de semana ou não. Mais de 10 garotos jogavam altinha enquanto as amigas e companheiras apreciavam o calor do sol. Uma caixa de som de 1000w explodia um batidão de 150bpm. Ao fundo, numa pequena caverna, moviam-se vultos. Um senhor, um rapaz e uma jovem.

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São os atuais residentes da caverna do "Barba".

Apelidado graças à desgrenhada barba que vai até um pouco abaixo do pescoço, Cláudio Marsel, 47, é um homem maltrapilho, de corpo magro e miúdo, que filosofa aos quatro ventos e cuida da principal caverna abaixo do museu, há mais de oito anos. É o único residente fixo; não deixa que os transeuntes ultrapassem a marca de duas semanas dividindo a areia consigo. Quando alguém diz jocosamente que vai ficar para sempre, responde prontamente com um "não vai, não! Se ficar, eu vou embora".

Atualmente, estão encostados na caverna por pouco mais de uma semana a jovem transexual Aline Oliveira, 22, e o marido Antônio Diogi, 32. No dia anterior, a garota fazia carinhosamente sua barba, de quem se enamorou há três meses, num intenso romance que se desenvolveu a partir da necessidade de companheirismo nas perigosas ruas de Niterói e do Rio de Janeiro, por onde pretendem vagar em busca de emprego, assim que possível — a começar por Copacabana.

Retrato de Cláudio Marsel, que mora há mais de oito anos embaixo da pedra que sustenta o Museu de Arte Contemporânea de Niterói - Ricardo Borges/UOL - Ricardo Borges/UOL
Cláudio Marsel, embaixo da pedra que sustenta o Museu de Arte Contemporânea de Niterói Imagem: Ricardo Borges/UOL

Toalha como divisória

Os três dividem o chão arenoso da grota. Barba dorme no interior e criou uma divisória de cômodo com uma toalha vermelha pendurada. Os outros dois ficam expostos ao léu. Dormir dentro da caverna, embora resolva o problema do frio, tem um tremendo lado negativo: ratos.

O lugar é apinhado de buracos e passagens que levam a poças d'água, rodeadas por ratazanas agressivas, que percorrem os túneis e a areia em busca dos restos de alimentos e carne humana, quando não encontram comida. "Tem que dormir com a pontinha da orelha ligada, com todos os sentidos. Se sentir alguma coisa, tem rato roendo sua perna", explica Barba, que se recusa a pôr veneno, temendo que seu cachorro o ingira.

A alimentação, cujos restos os ratos tanto almejam, vem de pelo menos duas fontes: quentinhas distribuídas por restaurantes parceiros e o mar. No primeiro caso, tende-se a tomar cuidado com um possível envenenamento — o que nem sempre é possível ("quando a fome é grande, não dá nem tempo de pensar nisso", explica ele). No segundo caso, consegue-se comida por meio da pesca e da cata de mariscos e mexilhões das pedras ali do morro da caverna.

Entrada da caverna em que Cláudio Marsel mora, há mais de oito anos, abaixo do MAC-Niterói - Ricardo Borges/UOL - Ricardo Borges/UOL
Museu de Arte Contemporânea de Niterói e a 'caverna' do Barba Imagem: Ricardo Borges/UOL

Uma grelha sobreposta nas pedras é usada como fogão. Há duas panelas pretas de ferro — uma grande, uma pequena —, alguns talheres espalhados pela mesa improvisada, nenhuma louça visível. Na grelha, quase sempre utilizam os galhos da praia para gerar fogo, mas, quando querem uma chama mais incandescente, recorrem ao plástico garimpado nos lixos. Numa dessas, Barba intoxicou-se com a fumaça do polímero e ficou acamado por alguns dias.

Enquanto a reportagem de TAB estava presente, o líder da caverna apareceu com um pedaço de bolo que um transeunte doou para que os residentes dali pudessem se deliciar. "Aí, não quer um pedaço de bolo, Aline?", perguntou à garota, que contemplava o nada, sentada numa pedra. "E você, Antônio?", ofereceu ao amigo, que remexia nas tralhas largadas no canto da grota. Ambos aceitaram. Sua última oferta foi a Luciano Gomes, 43, homem parrudo, usando boné, que ajeitava a tarrafa para pescar. Não quis.

Luciano é conhecido no mundo do brega e do forró como "Luciano, o gatinho dos teclados". Tendo lançado mais álbuns do que consegue contar, sente falta da vida de músico bem-sucedido. Durante a conversa, soltou o cabelo preso até então no boné vermelho, revelando madeixas que iam abaixo do ombro, como um verdadeiro artista do forró. Morador do Morro do Palácio, em Niterói, visita a praia há 15 anos em função da pesca, que considera exitosa, na maioria das vezes. Foi assim que, há dois anos, se aproximou do Barba e viraram grandes amigos. "Quando conheci ele, ele tava bêbado para caralho", conta rindo, junto ao amigo.

Todos ali tinham somente boas palavras para descrever o Barba. Aline lembrou de como ele era um homem despido de preconceito, tendo a acolhido sem reticências. Antônio é grato pela hospedagem e diz que o único problema de estar ali é que aparecem "pessoas estranhas de noite, ninguém faz nada, mas dá medo, né?".

Cláudio Marsel (de camisa preta) cata mexilhões perto da caverna em que mora há mais de oito anos, embaixo do MAC-Niterói - Ricardo Borges/UOL - Ricardo Borges/UOL
Cláudio Marsel (de camisa preta) cata mexilhões perto da caverna em que mora Imagem: Ricardo Borges/UOL
Cláudio Marsel retira mexilhões da pedra, próximo à caverna em que mora há mais de oito anos. A moradia improvisada está embaixo da pedra que sustenta o MAC-Niterói - Ricardo Borges/UOL - Ricardo Borges/UOL
Imagem: Ricardo Borges/UOL

Salve, simpatia

Cláudio Marsel de fato se vê como uma pessoa acolhedora, independentemente do credo, do gênero e da raça. A única coisa que lhe causa receio são os viciados em crack — instáveis e ladrões, segundo ele. A própria polícia militar, quando aparece para dar uma dura, só o faz tendo em vista encontrar algum viciado. "Eles fazem o trabalho deles", justifica.

Fugitivos e criminosos também são um problema. Barba lembra de uma vez em que acordou no meio da madrugada com um desconhecido apontando um facão de coco para o seu pescoço, tendo-o confundido com um dos habitantes temporários da caverna, alguém que aprontava muito "lá fora".

Para aliviar o clima tenso que ficava de vez em quando, ele decorou a caverna com flores de plástico que garimpou no lixo. Em todos os cantos, as coloridas flores e alguns soldadinhos também de plástico podem ser vistos, trazendo alguma delicadeza ao brutalismo rochoso. "Por que no meio da pedra não pode haver uma flor?", indaga.

Ele decidiu morar nas ruas há mais de oito anos — tempo que reside na caverna. Vivia uma vida relativamente pacata, morando no Viçoso Jardim com a mãe. Tem uma filha com a qual nunca manteve contato pois, segundo reclama, fora fruto de uma semana de paixão que em nada deu. A menina foi criada por outro homem, desde bebê.

Cláudio Marsel (de camisa preta) com amigos, em frente à caverna em que mora há mais de oito anos, embaixo do MAC-Niterói - Ricardo Borges/UOL - Ricardo Borges/UOL
Imagem: Ricardo Borges/UOL

O cotidiano e as brigas recorrentes em casa o fizeram abrir mão de tudo e seguir pelas ruas. Conhecia a praia de Boa Viagem porque pescava na ilha homônima, logo à frente. "Muitas pessoas moraram nessa caverna, coisa de morar por mais de 10 anos", explica, sobre quem vivia ali antes dele. Contudo, quando se ajeitou na grota, ninguém estava mais lá.

Vivendo de catar latinha, tomando banho no ferro-velho, temendo veneno na quentinha, Barba cansou. Quer uma casa com um banheirinho onde possa tomar banho em privacidade, uma sala onde deixar as coisas e uma chave para ninguém mexer nelas. "Aquilo [a caverna] é uma escolinha do professor Raimundo, tem todo tipo de personagem, mas não tem professor."

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Sobre a pedra, o 'disco voador' de Niemeyer; abaixo dela, a vida de Barba

21/07/2021

Apelidado graças à desgrenhada barba que vai até um pouco abaixo do pescoço, Cláudio Marsel, 47 (1974), é um homem maltrapilho, de corpo magro e miúdo, que filosofa aos quatro ventos e cuida da principal caverna abaixo do museu, há mais de oito anos. 

__________* Com fim da paralimpíada, pira mais escultural da história será apagada

  • PorHAUS*
  • 27/07/2016 13:37
A Pira Olímpica desenhada por  Anthony Howe será apagada neste domingo (18), com o fim da Paralimpíada Rio 2016. 
Foto: Albari Rosa / Gazeta do Povo
A Pira Olímpica desenhada por Anthony Howe será apagada neste domingo (18), com o fim da Paralimpíada Rio 2016. Foto: Albari Rosa / Gazeta do Povo | Foto: Gazeta do Povo

A pira olímpica que foi usada nos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016 será apagada neste domingo (18). Durante os Jogos a peça surpreendente emocionou o mundo com seu movimento lento e enigmático.

Pira olímpica da Rio 2016. Foto: divulgação

Por traz da escultura que se movimenta com o vento está o trabalho do artista americano Anthony Howe, famoso pelos trabalhos em esculturas cinéticas, cheias de efeitos visuais produzidos através dos movimentos de sua estrutura

“Com tudo o que eu faço, quis transportar as pessoas para um novo lugar, passando um momento de paz, de graça”, disse Howe logo após a revelação da pira na cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos no dia 5 de agosto de 2016.

Andrucha Waddington, um dos diretores criativos da cerimônia de abertura, explicou que a pira é um móbile que se movimenta pelo vento e reflete o fogo, destacando a importância da energia eólica.

Detalhes

Para o símbolo do maior evento esportivo da Terra, a criação de Howe tem uma base de aço e, no topo, formas que lembram uma espiral

Batizada de Hipermoderna, a escultura foi colocada no centro de um espelho d’água em construção em frente às tombadas Igreja da Candelária e Casa França-Brasil, construídas entre o final do século XVIII e início do século XIX.

Assim como outras obras famosas de Howe, em cidades como Dubai, a do Rio deve tem movimentos circulares. Um estilo de trabalho particular que o artista, nascido em Salt Lake City, começou a desenvolver no fim dos anos 1980. Hoje elas trazem para a realidade peças que podem parecer virtuais, quase sempre em metal e movidas pelo vento, normalmente estudadas em modelos 3D.

Escultura cinética reside na interseção de inspiração artística e complexidade mecânica”, descreve o artista, em seu site. “A fabricação de uma das minhas peças depende de expressão criativa, fabricação de metal e um processo de design lento em partes iguais. Destina-se a alterar a própria experiência de tempo e espaço quando testemunhado”.

Apesar do vazamento da informação, os organizadores dos Jogos e da cerimônia de abertura não falam sobre o assunto. Eles tampouco dão informações sobre a dinâmica de acendimento da pira.

Nos bastidores, comenta-se que, primeiro, seria acionada a chama da pira do Maracanã, local da cerimônia de abertura. Só depois seria acesa a da Esplanada da Candelária, praça na Orla Conde que será apresentada hoje pelo prefeito Eduardo Paes ao presidente do Comitê Olímpico Internacional (COI), Thomas Bach.

*Com informações de O Globo

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__________* CASA.COM.BR

__________* Conheça a escultura que gira em volta da pira olímpica da Rio 2016

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Conhecido por suas esculturas cinéticas, o artista americano Anthony Howe criou a escultura que chamou a atenção na abertura dos Jogos Olímpicos Rio 2016. A escultura, impulsionada pelo vento, gira em torno da pira olímpica refletindo e potencializando a chama, cujo tamanho é bem menor em relação às das outras Olimpíadas.

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Feita de metal, a escultura cinética é formada por centenas de esferas e pratos reflexivos, suportadas por um anel ao redor da pira. Com mais de 12 metros de diâmetro e  1815 quilogramas, a obra de Anthony remete ao formato do Sol.

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A tocha em si é uma estrutura simples e consiste em uma esfera sobre uma coluna fina. Como a abertura alertou o público sobre questões ambientais, com uma chama menor é possível reduzir o consumo de gás para mantê-la acesa até o final dos jogos.


O artista também criou outra escultura para abrigar a pira em frente à Igreja da Candelária, no centro do Rio de Janeiro. Ela foi acesa com a chama da pira original, para ficar mais acessível a todos.

Fonte Dezeen

__________* Burle Marx: um roteiro para apreciar obras do paisagista para além do sítio que virou Patrimônio Mundial da Unesco

Jardins, escultura, azulejaria: um passeio por obras do artista espalhadas pelo Rio de Janeiro
Painel de Burle Marx no Instituto Moreira Sales na Gávea Foto: Custódio Coimbra / Agência O Globo
Painel de Burle Marx no Instituto Moreira Sales na Gávea Foto: Custódio Coimbra / Agência O Globo

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Aplicando sua “organização planejada dos elementos naturais” em sintonia com o modernismo, Roberto Burle Marx (1909-1994) deixou sua identidade em diversos espaços públicos do Rio. Conhecido principalmente por seu trabalho como paisagista, ele era também artista plástico.

Além do Sítio Burle Marx, em Guaratiba, que se tornou patrimônio mundial da Unesco, o roteiro para apreciar seu legado na cidade vai do verde do Aterro do Flamengo ao painel de azulejos da Fiocruz, passando por uma escultura de grande formato no Recreio. Confira:

Parque do Flamengo

Vista aérea de um trecho do Aterro do Flamengo. Foto: Custódio Coimbra / Agência O Globo
Vista aérea de um trecho do Aterro do Flamengo. Foto: Custódio Coimbra / Agência O Globo

Com 1, 2 milhão de metros quadrados, o Aterro é considerado o maior projeto de Roberto Burle Marx — e não só por seu tamanho. Inaugurado em 1965 com a função de alargar o fluxo no trânsito entre o Centro e a Zona Sul, o Parque do Flamengo foi uma tela em branco para ele, contratado à época para, dentro do projeto de Affonso Reidy, configurar o paisagismo do espaço.

— O Aterro é uma delícia. Ele teve uma inteligência de escolher espécies adequadas à região ou já nativas. Isso garante uma manutenção maior. Se o poder público não cuidar, a própria natureza se encarrega disso — diz João Vargas Penna, diretor do documentário "Filme paisagem: Um olhar sobre Roberto Burle Marx", de 2018.

A marca de Burle Marx no imenso parque contrasta, por exemplo, com a sisudez dos arbustos de estilo europeu da Praça Paris, em frente ao Monumento dos Pracinhas. O paisagismo do Aterro é o contrário daquilo, preza pelas espécies tropicais.

Floração das palmeiras Corypha umbraculifera, ou palma talipot, no Aterro do Flamengo. A palmeira trazida do Sri Lanka por Roberto Burle Marx floresce apenas uma vez na vida, cerca de cinquenta anos depois de plantada. Foto: Guito Moreto / Agência O Globo
Floração das palmeiras Corypha umbraculifera, ou palma talipot, no Aterro do Flamengo. A palmeira trazida do Sri Lanka por Roberto Burle Marx floresce apenas uma vez na vida, cerca de cinquenta anos depois de plantada. Foto: Guito Moreto / Agência O Globo

— Ele criava esses espaços pensando no coletivo e no futuro. Nos ensinou que na profissão de paisagista precisamos ter uma certa generosidade em entender que nem sempre iremos presenciar a plenitude dos jardins projetados. Ao plantar uma árvore, talvez não cheguemos a ver sua frutificação ou floração, mas não tem problema, pois alguém irá usufruir e apreciar a longo prazo — comenta Isabela Ono, filha de Haruyoshi Ono, grande parceiro profissional do arquiteto, e sócia do Escritório Burle Marx.

O projeto do entorno do Museu de Arte Moderna, outra criação de Reidy entregue aos cuidados de Burle Marx, mostra a preocupação do artista não só com a vegetação, mas com a escolha de outros elementos na composição, como os granitos e os seixos rolados. O MAM, aliás tem uma tela de Burle Marx em seu acervo.

Calçadão de Copacabana

Um grande mosaico: Burle Marx pôs as mãos no calçadão no início dos anos 1970 Foto: Custódio Coimbra / Agência O Globo
Um grande mosaico: Burle Marx pôs as mãos no calçadão no início dos anos 1970 Foto: Custódio Coimbra / Agência O Globo

Um dos símbolos da cidade, o calçadão de Copacabana tem o traço de Burle Marx. Muita gente não sabe, mas o desenho ondulado das pedras portuguesas junto à areia é inspirado no piso da Praça do Rossio, em Lisboa, e foi adotado aqui na gestão do prefeito Paulo de Frontin, em 1919.

Nos anos 1970, com o projeto de duplicação da Avenida Atlântica, coube a Burle Marx dar um novo traçado às ondas, além de criar os desenhos do canteiro central e do calçadão junto aos prédios, que o paisagista transformou num lindo mosaico abstrato moderno.

— O desenho de piso artístico da Atlântica é uma obra de arte viva. As pessoas podem interagir com o espaço, pensado para ser apreciado tanto do nível do pedestre, quanto do alto dos prédios — diz Isabela Ono.

Praça Heitor Bastos Tigre

Escultura de Burle Marx no Recreio tem 11 metros de altura. Foto: Marcelo Régua / Agência O Globo
Escultura de Burle Marx no Recreio tem 11 metros de altura. Foto: Marcelo Régua / Agência O Globo

Um busto do diplomata que nomeia a praça no Recreio seria a escultura colocada ali, na altura do número 16.500 da Avenida das Américas. Por sugestão do filho, também Heitor, optou-se pela instalação de uma grande obra de arte. Chamaram Burle Marx.

Burle Marx e Haruyoshi Ono trabalham no projeto da escultura Foto: Divulgação
Burle Marx e Haruyoshi Ono trabalham no projeto da escultura Foto: Divulgação

Com 11 metros de altura (o equivalente a um prédio de três andares), a peça, única escultura do artista em logradouro público, foi feita a quatro mãos com Haruyoshi Ono e teve seu projeto executado pelo italiano Gianni Patuzzi, em 1989. É feita de argamassa armada policromada, tem um colorido vivo e curvas modernas.

Sítio Burle Marx

Localizado em Barra de Guaratiba, o sítio que se tornou Patrimônio Mundial da Unesco é um grande santuário para quem quer apreciar a obra de Roberto Burle Marx. Entre pinturas, esculturas e cerâmicas, o espaço reúne mais de três mil obras no acervo museológico, fora as 3.500 espécies de plantas, como filodendros, bromélias, cycas, helicônias, maranthas e palmeiras.

O então Sítio Antônio da Bica foi comprado pelo paisagista junto com seu irmão, Guilherme Siegfried, em 1949. Dentro dos seus 405 mil m², há até uma pequena capela do século XVII.

A capela do Sítio Roberto Burle Marx, em Guaratiba, data do século XVII Foto: Michel Filho / Agência O Globo
A capela do Sítio Roberto Burle Marx, em Guaratiba, data do século XVII Foto: Michel Filho / Agência O Globo

— O Sítio Roberto Burle Marx é um local mágico. Lá, Roberto colecionou uma variedade enorme de espécies vegetais, sendo seu espaço de experimentação e observação botânica, onde acompanhava o desenvolvimento da vegetação e a relação entre os grupamentos vegetais, e depois aplicava este aprendizado nos projetos de paisagismo. O sítio foi sua residência por dez anos e hoje é um ótimo local para conhecer suas obras de arte e coleções particulares — detalha Isabela.

O espaço foi considerado Patrimônio Cultural Brasileiro em 1985 e, em 2000, foi tombado integralmente pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional.

Lá estão parte das espécies descobertas pelo paisagista, como a Heliconia burle-marxii, símbolo do sítio, ou a Merianthera burlemarxii, do Espírito Santo.

A visitação ao sítio acontece de terça a sábado (excetos feriados), nos horários de 9h30, 9h45, 13h, 13h30 e 14h. É preciso fazer agendamento ser agendada por telefone (2410-1412) ou e-mail (visitas.srbm@iphan.gov.br). A entrada custa R$ 10.

Casa Roberto Marinho

Jardim de Burle Marx na Casa Roberto Marinho é extensão da Mata Atlântica. Foto: Alexandre Cassiano / Agência O Globo
Jardim de Burle Marx na Casa Roberto Marinho é extensão da Mata Atlântica. Foto: Alexandre Cassiano / Agência O Globo

O jardim com a assinatura de Burle Marx é uma das principais atrações do casarão construído em 1939 no Cosme Velho e que hoje abriga um centro cultural.

— É uma transição da Floresta da Tijuca, é na pontinha da floresta. Ele usa espécies tropicais, mas fazendo uma transição para o espaço residencial. É uma floresta organizada, uma transição natural — diz Lauro Cavalcanti, que é diretor da Casa Roberto Marinho e foi curador da mostra “Roberto Burle Marx 100 anos — A permanência do instável”, que comemorou o centenário de nascimento do artista em 2008, no Paço Imperial.

Rua Cosme Velho 1.105, Cosme Velho — 3298-9449. Ter a dom, do meio-dia às 18h. Sáb, dom e feriados, das 9h às 18h. Agendamento pelo site casarobertomarinho.org.br. Grátis (qua) e R$ 10.

Fundação Oswaldo Cruz

Painel de azulejos de Burle Marx na Fiocruz. Foto: Simone Marinho / Agência O Globo
Painel de azulejos de Burle Marx na Fiocruz. Foto: Simone Marinho / Agência O Globo

Uma pequena pérola do modernismo brasileiro integra o campus da Fundação Oswaldo Cruz, em Manguinhos. Projetado na década de 1940 pelo arquiteto Jorge Ferreira, o Pavilhão Arthur Neiva tem um painel de azulejos de Burle Marx.

—Ele teve formação nas artes plásticas, foi assistente do Portinari, do Guignard. Isso se reflete na azulejaria, é visível a influência do Portinari — explica Lauro Cavalcanti.

O artista se inspirou no formato do protozoário Trypanosoma cruzi, transmissor da Doença de Chagas, para desenhar o painel de formas geométricas e tons de azul.

Instituto Moreira Salles

O jardim projetado por Burle Marx para a casa do banqueiro e embaixador Walther Moreira Salles, na Gávea Foto: Custodio Coimbra / Agência O Globo
O jardim projetado por Burle Marx para a casa do banqueiro e embaixador Walther Moreira Salles, na Gávea Foto: Custodio Coimbra / Agência O Globo

Ao longo de sua carreira, Burle Marx trabalhou em inúmeros projetos residenciais. Um exemplo é a casa do banqueiro e embaixador Walther Moreira Salles, na Gávea, desenhada pelo arquiteto Olavo Redig de Campos, construída em 1951 e que hoje abriga o IMS. O paisagismo de Burle Marx está lá, bem como um painel de azulejos feito pelo mestre que retrata mulheres lavadeiras. Também em tons de azul e branco.

— Ele inovou na maneira se criar jardins, utilizando na composição plantas nativas que eram consideradas menores na época. Na residência do embaixador, por exemplo, ele usa a espécie Calycophyllum spruceanum, o pau-mulato, uma árvore do Norte do país — destaca Isabela Ono.

Rua Marquês de São Vicente 476, Gávea – 3284-7400. Ter a sex, do meio-dia às 16h30. Sáb, dom e feriados, das 10h às 16h. Grátis.

Outros trabalhos do mestre:

Sede Náutica do Vasco da Gama(Rua General Tássio Fragoso 65, Lagoa). Um belo painel de azulejos feito por Burle Marx decora uma das fachadas do edifício.

Edifício Sede da Petrobras (Av. República do Chile 65). O edifício de arquitetura arrojada ganhou jardins suspensos projetados pelo paisagista nos vãos da fachada.

Faculdade de Arquitetura e Urbanismo — FAU/UFRJ (Av. Pedro Calmon 550, Fundão). O jardim do entorno da FAU é de Roberto Burle Marx, que também assina um painel externo da faculdade.

Conjunto Habitacional do Pedregulho (Rua Capitão Félix 50). Simbólico pelas linhas sinuosas, o projeto de Affonso Eduardo Reidy em São Cristóvão também tem os jardins assinados por Burle Marx.

Largo da Carioca (Centro). O projeto paisagístico no entorno do edifício do BNDES, do Convento de Santo Antônio e o enorme mosaico de pedras portuguesas que calçam o local são do paisagista.

Palácio Gustavo Capanema (Rua da Imprensa 16). Marco da arquitetura moderna, o prédio tem um jardim suspenso desenhado por Burle Marx. Atualmente está em obras.

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RIO de JANEIRO GELADO: Estado e capital podem ter MÍNIMAS RECORDES com chegada de FRENTE FRIA 

Todo o território vai sentir a mudança no tempo, mas em especial as áreas tradicionalmente mais frias, como o Sul e a Região Serrana
Turistas aproveitam o frio para curtir Petrópolis, na Região Serrana Foto: Gabriel de Paiva em 23/07/2021 / Agência O Globo
Turistas aproveitam o frio para curtir Petrópolis, na Região Serrana Foto: Gabriel de Paiva em 23/07/2021 / Agência O Globo

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RIO — A despedida de julho será gelada por todo o Estado do Rio de Janeiro. Nos próximos dias, a previsão é de variação de temperatura. Pode esquentar nesta segunda e terça-feiras, mas os termômetros terão uma queda acentuada já a partir de quarta com a chegada da massa de ar frio mais forte a alcançar o Rio este ano. Segundo a MetSul Meteorologia, a expectativa é que seja registrado novo recorde no ano de baixa temperatura. Todo o estado vai sentir a mudança no tempo, mas em especial as áreas tradicionalmente mais frias, como o Sul e a Região Serrana.

De quarta para quinta-feira, segundo a empresa, pontos já costumeiramente mais frios na cidade do Rio devem registrar temperaturas entre 7 e 8 graus, como na Vila Militar e no Alto da Boa Vista, podendo diminuir ainda mais. Já a expectativa de neve se dissipou para Itatiaia — que tem os registros mais baixos no parque nacional. Na região deve haver geadas, como ocorreu em outras ocasiões neste inverno. Para enfrentar o frio da maneira correta, abaixo, a pediatra e alergista Selma Sabrá dá dicas de como cuidar da casa e da saúde.

Os ventos ganham força a partir de quarta-feira, o que vai causar uma queda também na sensação térmica, segundo a MetSul. É neste período que a temperatura terá maior queda, principalmente na madrugada e na manhã de quinta-feira. O ar frio, por ser mais denso, vai movimentar a massa de ar e gerar vento. Na previsão, podem chegar à velocidade de 31 km/h. O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) prevê vento moderado e rajadas para o dia.

"À noite, quando a temperatura cair de 10 a 12 graus, o vento vai trazer a sensação de 7 ou 8 graus. O vento vai potencializar a sensação de frio", prevê a MetSul para o Rio.

As chuvas, que não marcam tanta presença na estação e andam ainda mais escassas no Brasil este ano, voltam a aparecer nos próximos dias, com pancadas já a partir de quarta, segundo o Climatempo. O tempo mais úmido vai contribuir para uma sensação maior de frio, mesmo não marcada pelos termômetros. Já a partir de sexta-feira, as condições mais secas tornam o ambiente propício para a geada em pontos da Região Serrana.

— Há uma chance bem alta de serem as temperaturas mais baixas, assemelhando-se à primeira onda de frio no fim de junho e começo de julho. Podemos ter tanto a manhã mais fria do ano como a tarde mais fria nesta semana. Deve ter sim uma condição bem fria prevista. Pode sim bater a menor temperatura do ano — diz o meteorologista César Soares, do Climatempo.

As previsões do tempo entre os órgãos variam, com média de três graus de diferença. A expectativa de frio mais intenso e de ventos mais fortes é comum a todas. Para a capital, de acordo com o Climatempo a semana terá:

  • segunda-feira: mínima de 12 graus e máxima de 31 graus; sol e sem nuvens
  • terça-feira: mínima de 14 graus e máxima de 32 graus; sol com algumas nuvens
  • quarta-feira: mínima de 14 graus e máxima de 24 graus; sol com muitas nuvens a nublado e pancadas de chuva no fim da manhã
  • quinta-feira: mínima de 11 graus e máxima de 18 graus; sol com pancadas de chuva de manhã e muitas nuvens à tarde
  • sexta-feira: mínima de 9 graus e máxima de 20 graus; sol com muitas nuvens a nublado
  • sábado: mínima de 11 graus e máxima de 22 graus; sol com muitas nuvens a nublado

As chuvas, que não marcam tanta presença na estação e andam ainda mais escassas no Brasil este ano, voltam a aparecer nos próximos dias, com pancadas já a partir de quarta, segundo o Climatempo.

Rio deve continuar sem neve

A MetSul Meteorologia indica chance de neve apenas para o Sul do Brasil esta semana. Apesar das baixíssimas temperaturas nas alturas do Parque Nacional de Itatiaia, no Sul do Rio de Janeiro, condições típicas da região não são favoráveis ao fenômeno:

"A chance em Itatiaia é pequena porque só operam camadas de inversão térmica, diferentemente do que vai acontecer no Sul do Brasil onde todo o perfil vertical da atmosfera, ou seja, da base da nuvem onde surge a neve até o chão, todo o perfil vai estar favorável. É muito comum na região do Itatiaia, pela sua grande altitude, existirem camadas de inversão térmica, ou seja, camadas mais quentes, de temperaturas mais altas, aí isso poderia prejudicar a ocorrência de neve. Tecnicamente não é possível se descartar. Mas é uma chance muito pequena", segundo a MetSul.

A geada, no entanto, deve marcar presença mais uma vez no parque, que já teve registro este ano. De acordo com o Inmet, responsável por operar no local a estação que marcou recorde este ano com 9,9 graus negativos, a paisagem deve ser renovada na sexta-feira, com mínima de 0 grau e máxima de 20 graus.

O mês pode ser tradicionalmente de férias, mas o frio faz parte do charme da região. O Hotel Terras da Finlândia, em Penedo, em Itatiaia, está lotado. O movimento é superior ao do ano passado, quando ainda não havia a vacinação contra a Covid-19 e as medidas de restrições eram mais rígidas no estado. Os hóspedes vão de malas cheias com itens para enfrentar as baixas temperaturas, conta Ana Paula Oliveira, gerente de vendas da unidade:

— Penedo sempre deu muito movimento. E agora, tem fila para entrar. As pessoas trazem casaco, touca, luva. Principalmente o carioca vem atrás do frio e gosta de ir ao parque nacional. Além desse passeio, recomendamos aproveitar os festivais de fondue.

Também em Penedo, o Hotel Bougainville vê as reservas aumentarem durante os meses das férias. Os visitantes são principalmente da cidade do Rio ou da Baixada Fluminense e cerca de 10% do Estado de São Paulo. O perfil do público é formado 50% por casais e 50% por famílias com filhos.

— O frio é atrativo nessa época do ano — aponta Oneglia Cavalcanti, gerente do hotel.

Cuidados com a casa e com o corpo

Se por um lado há os caçadores de frio, quem busca se proteger ao máximo pode deslizar e acabar cometendo erros que podem causar o efeito contrário. Os ambientes fechados já são apontados há tempos como um vilão, isso bem antes da pandemia de Covid-19. Nas estações com temperaturas mais baixas, vírus e bactérias tendem a se propagar com facilidade, e a falta de circulação do ar é um dos agravantes.

Sintomas como coriza e obstrução nasal que agravados podem resultar em crises de sinusite, bronquite e asma se tornam mais frequentes, segundo a pediatra e alergista Selma Sabrá. E no caso de viroses, a chance de contágio também fica elevada.

— Pelo ambiente ficar mais fechado porque está ventando ou frio, isso favorece até a propagação de viroses. O paciente, que já é alérgico e que de um modo geral já tem sintomas respiratórios, piora por conta da diminuição da temperatura. Normalmente, esfria muito, a temperatura cai, e aí começam os sintomas a ficar mais evidentes, principalmente quem já tem alergia — explica a médica.

Se o Rio de Janeiro é conhecido pelas altas temperaturas, a hora de tirar casacos e cobertores do armário é um dos momentos que exigem atenção, em especial para quem tem alergias. Nesta segunda e terça-feiras, o sol aparece ao longo do dia. Essa é a hora de pegar vestimentas e cobertas para pegar um arzinho, tirando o cheiro "de guardado", que pode ter origem de ácaros e mofo. Quem preferir lavar para tirar a poeira também pode aproveitar para secar bem as peças.

Em momentos mais quentes do dia, o ideal é abrir as janelas para deixar o ar circular e arejar a casa. Os cuidados são muitos, que vão desde a temperatura certa na hora do banho à atenção em manter a rotina de lavar bem as mãos. A pediatra e alergista Selma Sabrá indica o que requer atenção nesta época.

Atenção com a casa:

  • Colocar casacos, mantas, cobertas e cobertores no sol para poder arejar
  • Lavar bem as roupas para tirar as poeiras, mas sem deixar o cheiro de produtos, como amaciantes e detergentes, em especial para uso por pessoas que têm alergia. Pode optar pelo uso de produtos neutros
  • Não varrer a casa com vassoura, mas passar pano úmido ou aspirador. Varrer levanta a poeira, o que é pior em ambientes que tendem a ficar fechados
  • Tapetes e cortinas têm que ser aspirados para evitar o acúmulo de poeira
  • Caso não seja possível higienizar sofás e poltronas, cobri-los com um lençol durante o uso, a ser trocado pelo menos uma vez por semana
  • Para as crianças, evitar bichinhos de pelúcia ou lavá-los e higienizá-los

Cuidados com o corpo:

  • Fazer atividade física é bom e necessário, mas sem se expor sem estar devidamente agasalhado
  • Evitar alimentos gelados porque isso mantém o corpo mais frio. Opções de alimentos e bebidas mais quentes são melhores
  • Manter-se hidratado bebendo água, o que auxilia também na peleEvitar banhos muito quentes. Os hidratantes corporais são uma aposta para melhorar a pele, mas devem ser evitados produtos com aroma muito forte e requer atenção ao rótulo de componentes para quem tem alergias (opções hipoalergênicos são mais indicadas)
  • Lavar bem as mãos e com frequência. Em temperaturas mais baixas, vírus e bactérias se propagam de maneira mais fácil
  • Evitar locais fechados e com aglomeração
  • Em casos de congestão nasal, dormir com a cabeceira da cama mais elevada

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