__________* NÍVEL ATUAL de geração de ENERGIA será INSUFICIENTE para atender a população a partir de OUTUBRO
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Novo detector de matéria escura registra eventos raros de alta frequência - Gizmodo Brasil

Físicos do Advanced Center for Dark Matter Physics e da Universidade da Austrália criaram um pequeno ressonador para detectar ondas gravitacionais. E, de forma impressionante, em seus primeiros 153 dias de operação, ele já detectou alguns eventos que os pesquisadores acreditam poder ser ondas gravitacionais de alta frequência — que nunca foram registradas antes.
O disco mede 2 centímetros de diâmetro e é composto por placas condutoras de disco de quartzo e um amplificador, colocados dentro de vários escudos de radiação e resfriados para proteção contra ruídos.
Funciona assim: ele vibra quando ondas acústicas de alta frequência passam por ele. Essas ondas induzem uma carga elétrica no quartzo que é captada pelas placas condutoras. Já o amplificador, por sua vez, torna o sinal de baixa voltagem mais fácil para os pesquisadores verem.

Os cientistas tiveram a certeza de seu funcionamento quando ele detectou algo entre os dias 12 de maio de 2019 e 27 de novembro de 2019. Os resultados foram publicados na revista científica Physical Review Letters.
“É empolgante que este evento tenha mostrado que o novo detector é sensível e está nos dando resultados, mas agora temos que determinar exatamente o que esses resultados significam”, disse William Campbell, coautor do o jornal, em um comunicado.
As ondas gravitacionais são ondulações no espaço-tempo produzidas pelo movimento (ou colisões) de objetos massivos, como buracos negros e estrelas de nêutrons. Mas aquelas detectadas até agora são sinais de baixa frequência e, embora ainda não esteja provado, alguns astrofísicos acreditam que as ondas gravitacionais também podem existir em frequências mais altas, emitidas por objetos como buracos negros primordiais ou nuvens de matéria escura. E se essas ondas existem, os cientistas querem encontrá-las.
Além das ondas gravitacionais, outras explicações para o sinal recebido podem ser a interferência de outras partículas que passam pelo detector, um meteoro próximo, o próprio detector tendo um problema técnico ou, talvez, a maioria tentadoramente – candidatos de matéria escura de alta massa.
Um problema maior, porém, é que as ondas gravitacionais de alta frequência podem não existir. Atualmente, eles são apenas uma ideia. “A questão de saber se as ondas de gravidade de alta frequência existem deve ser investigada, porque isso implica em uma nova física”, explicou Michael Tobar, coautor do artigo, ao Gizmodo.
Na próxima fase do experimento, a equipe construirá um detector duplicado, bem como um detector de múons; o segundo detector expandirá a faixa de frequência do dispositivo e permitirá aos pesquisadores correlacionar suas descobertas, disse Tobar. Se a próxima geração de dispositivos captar um sinal, as coisas podem ficar muito interessantes.
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Astrônomos descobrem nova classe de exoplanetas que podem ser habitáveis - Gizmodo Brasil

As buscas por planetas habitáveis são constantes entre os cientistas. Até agora, acreditava-se que os extraterrestres, caso existam, habitariam planetas rochosos como o nosso. No entanto, uma nova pesquisa mostrou o contrário.
Segundo o artigo, publicado na revista científica The Astrophysical Journal, uma classe de planetas chamada “Hycean” também poderia abrigar vida. Este tipo de planeta não existe em nosso sistema solar, mas é bastante abundante na galáxia. O que se sabe é que eles são grandes, muito quentes, têm atmosferas cheias de hidrogênio e estão cobertos por um enorme oceano.
A equipe liderada por Nikku Madhusudhan, do Instituto de Astronomia de Cambridge, sugeriu um conjunto de bioassinaturas que os astrônomos deveriam procurar ao estudar esses lugares, junto com uma lista de candidatos promissores.
Em uma entrevista ao Gizmodo, Madhusudhan disse que a nomenclatura é uma junção das palavras hidrogênio e oceano. O astrônomo teve a ideia enquanto estudava um mini-Netuno potencialmente habitável conhecido como K2-18b. Intrigado com as condições vistas neste exoplaneta, ele e seus colegas embarcaram em uma investigação mais completa para explorar o potencial de planetas do mesmo tipo.
A classe pode ter até 2,6 vezes o tamanho da Terra e temperaturas atmosféricas de 200 graus Celsius. Quando questionado sobre quais características os Hycean são passíveis de habitabilidade, o especialista explicou: “a superfície seria coberta por oceano, a presença de pressão atmosférica semelhante à da Terra, temperaturas na superfície do oceano e o hidrogênio- rica atmosfera, fornecem as condições necessárias e proteção contra radiação prejudicial”.
O novo artigo será de interesse dos astrobiólogos. Os Hycean são muito comuns na Via Láctea, o que significa que os exoplanetas habitáveis podem ser muito mais numerosos do que se pensava. Os pesquisadores também forneceram uma lista de bioassinaturas que os cientistas deveriam procurar ao observar esses exoplanetas, incluindo oxigênio, ozônio, metano e óxido nitroso, e também gases incomuns, como cloreto de metila e sulfeto de dimetila, que poderiam sinalizar vida.
A equipe identificou 11 Hycean candidatos orbitando estrelas próximas – todas anãs vermelhas. O mais promissor deles é o K2-18b, “para o qual já temos observações planejadas com o Telescópio Espacial James Webb”, conta Madhusudhan.
O legal da hipótese proposta neste artigo é que ela é testável. Se as varreduras espectroscópicas dos mundos Hycean não produzirem nenhum traço das bioassinaturas propostas, é provavelmente um sinal de que esses exoplanetas estão mortos, em mundos inóspitos. Mas se essas bioassinaturas aparecessem em nossas observações, seria uma história completamente diferente e um resultado tentador.
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Ainda dá para evitar RACIONAMENTO DURO, mas país está à BEIRA do APAGÃO
A situação ficou MAIS CRÍTICA do que se estimava até início de julho e tempos serão BICUDOS
Vinicius Torres Freire:
Ainda é possível evitar um racionamento estrito de eletricidade, dizem entendidos no assunto, hoje no setor privado, mas que já tiveram altos cargos na administração do setor elétrico em vários governos, desde FHC. O racionamento no sentido mais geral, por meio de aumento de preços e mudanças de horário de consumo de grandes empresas, já começou.
Uma nova providência de racionamento menos duro deve ser adotada no começo de setembro, se Jair Bolsonaro deixar (o dito presidente da República não quer más notícias antes da pororoca que sua turma quer promover no 7 de Setembro).
Consumidores residenciais e, em geral, empresas menores podem receber um prêmio se reduzirem o consumo. Quem paga essa conta? Não há previsão orçamentária ou plano de crédito extraordinário para isso. Logo, algum outro consumidor vai pagar. Ainda está indefinida a meta de redução de consumo (há quem sugira 5% até o fim do período de chuvas no Centro-Sul do país, em março ou abril, a não ser que caia um dilúvio até lá).
Especialistas do setor elétrico ouvidos por este jornalista dizem, na maioria, o seguinte:
1) implementar o racionamento agora ou em breve é antecipar um prejuízo econômico que ainda pode ser evitado (racionamento entendido aqui como redução obrigatória de consumo);
2) o fim de setembro é uma data crítica para que se tome uma decisão de racionar, mas é preciso elaborar um plano desde já;
3) é possível administrar o sistema “no osso” até novembro, “como aliás tem sido feito em Nova York ou na Califórnia”, diz um especialista, se o plano proposto pelo Operador Nacional do Sistema (o “diretor de tráfego” da eletricidade no país) for executado. Mas o risco de blecautes vai ser muito grande; dezembro depende da chuva;
4) é preciso desde já insistir em reduções de consumo, voluntárias ou incentivadas;
5) o governo não pode politizar o assunto e tem de mostrar mais rapidez na ação. Hum.
A situação ficou mais crítica do que se estimava até início de julho. Em suma, chegou menos água nos reservatórios do Sudeste e do Sul do que se previa; 2021 tem sido pior do que 2020 em termos de água.
As previsões do tempo são mais ou menos precisas para o prazo de 15 dias (e não são boas). Depois disso, é névoa, talvez seca: é difícil saber o que virá de chuva. Para piorar, o consumo cresce com a reabertura da economia e em breve virá o calor.
As medidas propostas pelo ONS incluem o aumento extraordinário da “exportação” de eletricidade do Norte e do Nordeste para o Sul e o Sudeste; importação de mais energia de Argentina e Uruguai; contratação de mais energia de usinas térmicas, o quanto possível (do que se vai saber um pouco mais só na semana que vem); adiar a manutenção de usinas e equipamentos em geral necessários à produção de energia; redução do uso da água dos reservatórios do Sudeste/Centro-Oeste (o que tem implicações ambientais e econômicas).
Em resumo, um racionamento depende de Bolsonaro não dar uma patada no setor elétrico, que as autoridades da área sejam rápidas, que usinas térmicas não pifem, que venha energia bastante dos vizinhos do Mercosul (bom dia, Paulo Guedes!), que o período chuvoso não atrase como em 2020, que exista um plano de incentivo de redução do consumo (que vai custar caro para alguém). Se der um probleminha nesses postes gigantes de luz no meio do nada ou muita gente ligar o ar condicionado, digamos, pode ter blecaute, apagão transitório.
“Tá tranquilo, tá favorável”, como dizia o MC Bin Laden em um sucesso pop do ano de 2017. Só piorou, desde então.
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NÍVEL ATUAL de geração de ENERGIA será INSUFICIENTE para atender a população a partir de OUTUBRO
O Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) recomenda importar mais energia e aumentar o número de usinas termelétricas em funcionamento

247 - A partir de outubro deste ano, a capacidade atual do país de gerar energia elétrica será insuficiente para atender a demanda da população, informou nesta quinta-feira (26) o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS).
O órgão disse avaliar como "imprescindível" o aumento da oferta de energia em cerca de 5,5 GW a partir de setembro.
O ONS recomenda importar mais energia e aumentar o número de usinas termelétricas em funcionamento, o que poderia aumentar ainda mais o custo para os consumidores.
Na terça (24), o Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico (CMSE) já havia informado uma "relevante piora" nas condições hídricas no país.
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