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Projeção mostra como serão as varandas do The Edge Residences, que será erguido na Praia de Icaraí, no terreno da antiga sede do Clube Regatas Foto:
Divulgação
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Soter Engenharia
Poucos são aqueles que possuirão a mesma vista e com a mesma qualidade de arquitetura e design que o Epitácio apresenta Foto: Divulgação
Poucos são aqueles que possuirão a mesma vista e com a mesma qualidade de arquitetura e design que o Epitácio apresenta Foto: Divulgação

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https://oglobo.globo.com/boa-viagem/olimpia-parques-aquaticos-resorts-gigantes-ate-dinossauros-na-orlando-brasileira-1-25302013 [□]
https://oglobo.globo.com/economia/natureza-exuberancia-as-margens-da-lagoa-1-25255103?utm_source=Chamada_TAO&utm_medium=Chamada&utm_campaign=Chamada_TAO&utm_id=Chamada  [□]

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Maksoud Plaza fecha as portas e funcionários são informados de demissões pela imprensa

Ícone de SP, hotel está em recuperação judicial; prédio foi vendido em meio a acordo judicial com controladores do grupo JSL, de logística
Hotel Maksoud Plaza, que fechou após 42 anos de operação nesta terça-feira Foto: Divulgação
Hotel Maksoud Plaza, que fechou após 42 anos de operação nesta terça-feira Foto: Divulgação

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SÃO PAULO — O hotel Maksoud Plaza, um dos ícones de São Paulo, fechou as portas oficialmente nesta terça-feira após uma crise que se arrasta há mais de uma década e envolve litígios societários, passivos trabalhistas e dívidas com fornecedores.

Os funcionários do hotel de cinco estrelas já haviam recebido há dias a orientação de que não deveriam fazer reservas para depois do dia 7, mas só tiveram a confirmação oficial do encerramento das atividades pela imprensa.

Henry Maksoud Neto, o atual administrador do hotel, deu uma entrevista sobre o fim do empreendimento publicada antes de uma reunião que teve com os colaboradores na manhã desta terça.

O Maksoud Plaza é considerado um dos símbolos arquitetônicos de São Paulo, e está localizado na esquina da rua São Carlos do Pinhal com a Alameda Campinas, a duas quadras da Avenida Paulista. Inaugurado em 1979, chegou a hospedar grandes artistas, políticos e empresários.

Na lista de ex-hóspedes ilustres, estão a ex-primeira-ministra britânica Margaret Thatcher, o então secretário-geral da ONU Kofi Annan, o cantor João Gilberto, e as bandas de rock Rolling Stones e Guns N’Roses.

Hotéis esperam 100% de ocupação para Ano Novo, com avanço da vacinação e reabertura

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A estimativa é que para o Reveillon haverá 100% de ocupação da rede hoteleira da cidade. Na foto o Hotel Nacional em São Conrado. Foto: Guito Moreto / Agência O Globo
A estimativa é que para o Reveillon haverá 100% de ocupação da rede hoteleira da cidade. Na foto o Hotel Nacional em São Conrado. Foto: Guito Moreto / Agência O Globo
Na foto, o casal Lucas Alberto 33 anos, e Alexka Delate, 2 anos, vieram de São Paulo para comemorara o aniversário de casamento no Rio Foto: Guito Moreto / Agência O Globo
Na foto, o casal Lucas Alberto 33 anos, e Alexka Delate, 2 anos, vieram de São Paulo para comemorara o aniversário de casamento no Rio Foto: Guito Moreto / Agência O Globo
Ocupação dos hotéis tem alta com público brasileiro. Com isso os hotéis tem contratado novos funcionários. A camareira Carina Gomes da Silva, 41 anos, está há 3 meses trabalhando no Hotel Pestana, em Copacabana. Foto: Guito Moreto / Agência O Globo
Ocupação dos hotéis tem alta com público brasileiro. Com isso os hotéis tem contratado novos funcionários. A camareira Carina Gomes da Silva, 41 anos, está há 3 meses trabalhando no Hotel Pestana, em Copacabana. Foto: Guito Moreto / Agência O Globo
A estimativa é que para o Reveillon haverá 100% de ocupação da rede hoteleira da cidade. Com isso os hotéis tem contratado novos funcionários. A camareira Carina Gomes da Silva, 41 anos, está há 3 meses trabalhando no Hotel Pestana, emm Copacabana. Foto: Guito Moreto / Agência O Globo
A estimativa é que para o Reveillon haverá 100% de ocupação da rede hoteleira da cidade. Com isso os hotéis tem contratado novos funcionários. A camareira Carina Gomes da Silva, 41 anos, está há 3 meses trabalhando no Hotel Pestana, emm Copacabana. Foto: Guito Moreto / Agência O Globo
A estimativa é que para o Reveillon haverá 100% de ocupação da rede hoteleira da cidadde. Na foto o Hotel Nacional em São Conrado. Foto: Guito Moreto / Agência O Globo
A estimativa é que para o Reveillon haverá 100% de ocupação da rede hoteleira da cidadde. Na foto o Hotel Nacional em São Conrado. Foto: Guito Moreto / Agência O Globo

O hotel também já recebeu shows de Frank Sinatra e Julio Iglesias. A estimativa da companhia é de que mais de 3 milhões de pessoas tenham se hospedado ali em 42 anos de operação.

A empresa está em recuperação judicial deste setembro do ano passado, quando listou dívidas de R$ 82 milhões. Nos autos, o hotel atribuía à pandemia o fracasso do empreendimento, embora a crise da marca precedesse em ao menos uma década o surgimento do coronavírus.

O hotel foi administrado em seus anos finais por Henry Maksoud Neto, neto do fundador da marca, morto em 2014. Henry Neto trava uma briga com o pai, Cláudio Maksoud, e o tio, Roberto Maksoud, pela herança.

Ao todo, o passivo das controladoras do hotel, Hidroservice e HM Hotéis, ultrapassa os R$ 300 milhões arrolados nos autos da recuperação judicial. Não entram nessa conta as dívidas com o fisco, por exemplo.

O fim definitivo das operações do hotel ocorre após um acordo entre Henry Neto e os irmãos Jussara e Fernando Simões, controladores do grupo JSL, de logística e transportes. Os Simões aremataram o prédio do hotel em 2011 por cerca de R$ 70 milhões em um leilão judicial que foi realizado para quitar uma dívida trabalhista de R$ 13 milhões.

O hotel e Henry Neto iniciaram, então, uma briga para anular o certame, sob o argumento de que, na data de sua realização, o passivo trabalhista já havia sido quitado.

A assessoria de Henry Neto aifrmou ao GLOBO que o acordo foi proposto inicialmente pelo juiz à frente da recuperação judicial como forma de destravar a venda de outros imóveis da empresa insolvente em leilões.

Os Simões, ainda segundo representante de Henry Neto, assentiram em fazer a correção monetária do valor do lance que vencera o leilão de 2011. Ao todo, vão pagar pelo imóvel R$ 132 milhões. Não se sabe o destino que os novos donos darão ao local.

Os demais leilões de ativos devem ser realizados no primeiro semestre de 2022 e inclui imóveis em Manaus e na região metropolitana de São Paulo. O valor arrecadado nos certames será usado para pagar dívidas do Maksoud Plaza, que terminará o processo praticamente sem ativos, apenas com a marca.

Em nota, a empresa gerida por Henry Neto diz que "prosseguirá no segmento de hospitalidade, utilizando a marca Maksoud Plaza" e que "em breve anunciará novidades", sem precisar detalhes.

"Apesar do fechamento do Hotel, a HM Hotéis prosseguirá honrando seus compromissos firmados no processo de recuperação judicial, assim como arcará com a indenização integral de todos os colaboradores dispensados. Os clientes que tinham reservas futuras no Maksoud Plaza serão reembolsados", diz o hotel em nota.

O Frank Bar, até então localizado no saguão do hotel e famoso por seus drinks e pelos seus shows de piano, também foi fechado. Os contratos com os demais restaurantes e cafés localizados no saguão do edifício serão rescindidos.

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Tatá Werneck e Fiuk se desentendem após exibição de 'Lady Night'

Cantor alegou que apresentadora não cumpriu roteiro combinado entre eles; humorista nega informação e é apoiada por colegas famosos
Tatá Werneck e o cantor Fiuk Foto: Divulgação
Tatá Werneck e o cantor Fiuk Foto: Divulgação

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A participação de Fiuk no "Lady Night", atração do Multishow comandada por Tatá Werneck, foi marcada por um desentendimento entre ambos os artistas. No programa que já foi ao ar e segue disponível no streaming, o filho de Fábio Jr. não encarou com bom humor as brincadeiras feitas pela apresentadora. Nos bastidores, aliás, o cantor pediu para que as gravações fossem paralisadas por dez minutos depois de se sentir constrangido.

Neste fim de semana, após a exibição do programa pela primeira vez, Fiuk publicou um vídeo no Instagram para esclarecer que a questão já havia sido resolvida entre ele e Tatá, e que a apresentadora havia, incusive, lhe mandado um pedido de desculpas. "A gente tinha combinado algumas coisas antes do programa, feito um roteiro e tal. Então ali na hora do ao vivo, normal, saiu um pouco do roteiro, vieram umas perguntas que a gente não tinha combinado", afirmou o cantor.

A declaração de Fiuk, porém, foi rebatida por Tatá Werneck, que alegou que nenhuma pergunta é previamente combinada com os convidados. "Pra quem possa interessar: eu não combino roteiros com ninguém no programa. Eu explico quadros e pergunto sobre que assunto não posso falar. Ponto. O único quadro combinado é o 'torta com climão', que fiz na temporada passada", tuitou Tatá, na noite de sábado (4).

'Ele falou mentira'

O desentendimento entre Fiuk e Tatá Werneck fez o nome dos dois artistas se tornarem os assuntos mais comentados nas redes sociais, no último fim de semana. "Eu agora tô chateada mesmo! Porque ele falou uma mentira nos Stories. Eu estava fazendo de tudo para proteger ele. De TUDO! Se não tivesse vazado a briga, eu teria tirado tudo! Mas como vazou eu deixei só aquilo. Pra vocês acharem que foi só aquilo", contou Tatá, que pensou em impedir a exibição do programa com Fiuk após o ocorrido.

A apresentadora definiu como "absurdo" o fato de Fiuk mentir ao dizer que existe um roteiro pré-estabelecido com os convidados do "Lady Night". No Twitter, depois de ser questionada por fãs de Fiuk, Tatá chamou uma internauta para conversar por mensagem privada. "Pergunta pra ele. Vamos ver o que ele responde. Porque eu já mandei mensagem achando um ABSURDO ele falar esse tipo de coisa que NUNCA aconteceu".

Fiuk participa do programa 'Lady Night', comandado por Tatá Werneck Foto: Reprodução
Fiuk participa do programa 'Lady Night', comandado por Tatá Werneck Foto: Reprodução

Na noite de domingo (5), Fiuk publicou um novo vídeo no Instagram sobre o assunto. "Chato, chatinho, beleza. Eu não sou perfeito, nem finjo que sou. Mas, agora... Pô, mentiroso? Mentiroso é foda", respondeu o cantor.

Famosos defendem Tatá

Personalidades defenderam Tatá Werneck após o desentendimento público nas redes sociais. A cantora Anitta usou as redes sociais, no último domingo, para dizer que adorou ter participado do "Lady Night". "Tô voltando pro brasil já já ... quero ir no seu programa de novo, Tatá Werneck, é sempre divertidissimo. Me senti MARA quando fui. Sempre ótimo. Quero mais", tuitou a funkeira.

O youtuber Felipe Neto também se posicionou ao lado de Tatá Werneck. "Eu amo a Tatá Werneck. E quem não ama tá vivendo errado", escreveu ele, no Twitter.

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Surto de Ômicron em festa de Natal corporativa na Noruega é o maior fora da África do Sul, diz autoridade

Acredita-se que mais de 60 pessoas foram infectadas em evento, onde todos estavam vacinados e apresentaram teste negativo, segundo empresa
Entrada do restaurante Louise, em Oslo, onde houve um surto da variante Ômicron em uma festa de natal corporativa Foto: Ole Berg-Rusten / NTB / AFP
Entrada do restaurante Louise, em Oslo, onde houve um surto da variante Ômicron em uma festa de natal corporativa Foto: Ole Berg-Rusten / NTB / AFP

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OSLO — Pelo menos 13 pessoas em Oslo foram infectadas com a variante Ômicron da Covid uma festa de Natal corporativa, que foi descrita como um "evento de super propagação". Segundo disseram autoridades nesta sexta-feira, o número de infectados pode passar de 60.

O surto ocorreu em uma festa de Natal em 26 de novembro organizada pela empresa de energia renovável Scatec, que tem operações na África do Sul, onde a variante foi detectada pela primeira vez.

"Esta festa foi um evento de super propagação", disse Preben Aavitsland, um importante médico do Instituto Norueguês de Saúde Pública, por e-mail. "A hipótese que estamos trabalhando é de que pelo menos metade dos 120 participantes foram infectados com a variante Ômicron durante a festa. Isso torna este, por enquanto, o maior surto de Ômicron fora da África do Sul."

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Além das pessoas infectadas na festa, disse Aavitsland, duas pessoas que vivem na costa oeste do país e outras duas em quarentena no aeroporto de Oslo foram confirmadas como portadoras da variante.

O surto levou o governo norueguês a reintroduzir algumas restrições em todo o país para conter a disseminação da Covid. Em toda a Europa, empresas estão cancelando os planos de festa de Natal devido ao surgimento da Ômicron.

Sem casos graves por enquanto

A primeira pessoa em Oslo que teve a infecção pela variante confirmada compareceu à festa, na qual pelo menos um funcionário tinha acabado de retornar da Cidade do Cabo, na África do Sul.

Segundo um porta-voz da Scatec, citado pelo New York Times, esse funcionário foi infectado pela Ômicron. Todos os participantes estavam totalmente vacinados e com teste negativo antes do evento, de acordo com a empresa.

"As autoridades de saúde confirmaram mais 12 casos de Ômicron em Oslo após um surto", disse a prefeitura da norueguesa em um comunicado. "Até agora, 13 casos da Ômicron foram confirmados após o sequenciamento. Espera-se que haja mais casos."

As autoridades de saúde disseram que os indivíduos infectados, até agora, apresentavam sintomas leves. Nenhum deles foi internado.

"Ainda é muito cedo para dizer se o quadro clínico da doença é diferente nas infecções por Ômicron e nas infecções pela [variante] Delta", disse Aavitsland. “Nenhum dos pacientes apresentou sintomas graves; nenhum foi hospitalizado. No entanto, isso não é inesperado, já que os participantes [da festa] não tinham idade avançada."

A empresa Scatec informou que tem seguido os conselhos das autoridades durante a pandemia, acrescentando que seu foco é cuidar de seus funcionários e limitar a propagação do vírus.

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_________________________________________________CEO do Twitter sai nos devendo uma | Opinião - O Globo


Por Pedro Doria

03/12/2021 • 00:01

Jack Dorsey não é mais CEO do Twitter. Em alguns aspectos, deixará saudades. Nenhum alto executivo de redes sociais falava com a franqueza dele. Jack sempre reconheceu que seu algoritmo ajuda a promover um ambiente mais agressivo na plataforma. Será substituído por Parag Agrawal, de 37 anos, CTO da companhia desde 2017. É uma escolha que fala muito sobre a visão que o ex-CEO deixa.

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Para entender esse movimento, há uma comparação possível, embora não perfeita. Jack Dorsey se move como Steve Jobs. Foi um dos fundadores do Twitter e o CEO que, talvez por excessivamente jovem, foi demitido em 2008 pelo conselho de administração. Como Jobs havia sido demitido da Apple, em 1985. Jobs saiu para fundar a NeXT, outra empresa de computadores. Jack criou a Square, uma das maiores fintechs americanas. E, como Jobs fizera em 1997, Jack voltou em 2015 para transformar o Twitter, quando a empresa andava de lado. No seu caso, ele impôs uma condição: que não deixaria seu outro emprego de CEO.

CEO de duas grandes empresas do Vale. Nem sempre os acionistas do Twitter gostaram da ideia. Afinal, a Square é uma companhia maior.

Quando Jobs deixou a Apple, seu câncer já terminal, deixou no cargo como sucessor o COO Tim Cook. O homem das operações. A Apple fabrica objetos, e o que faz dela eficiente é a capacidade de juntar peças fabricadas em cantos distintos do mundo numa fábrica chinesa que depois exporta os aparelhos para toda parte. A eficiência da logística é o que torna as máquinas excelentes e garante que todos os prazos se cumpram. Jobs compreendeu que o que mantém a Apple de pé e imensamente lucrativa é essa logística. Pôs no comando o executivo responsável por ela.

Ao escolher para o cargo o CTO, Jack está dizendo como compreende o Twitter. É uma empresa que, para funcionar bem e resolver os problemas que tem pela frente, depende, essencialmente, de uma bem azeitada área de tecnologia. Ele tem toda a razão.

Poucas redes sociais se mantiveram fiéis a sua essência como o Twitter. Agora mesmo, o Instagram deu um cavalo de pau em sua natureza. O que era uma rede que incentivava fotos hoje incentiva a publicação de vídeos curtos pegando a onda do TikTok. O Twitter, não. O número de toques até aumentou, recentemente, mas sua alma persiste: é uma rede em que são publicados textos muito curtos. Três frases, quatro, não mais: 280 toques.

Mas o Twitter que Jack pegou, em 2015, tinha problemas sérios de estrutura. Caía a toda hora. Sob seu comando, o sistema deixou os servidores desenhados em casa e migrou para a nuvem da Amazon. Foi preciso reescrever muito código. É trabalho de bastidores que ninguém vê, porém muda tudo. Uma vez estabilizado na nova casa, ficou mais fácil implementar novidades. A primeira foi refazer a plataforma voltada para anunciantes, o que permitiu dar um salto no faturamento.

Desde então, num ritmo acelerado, recursos diferentes vão aparecendo. O que dá certo fica, o que não dá roda.

Nesse sentido, a escolha de Parag Agrawal faz todo o sentido. A agilidade do Twitter depende de a rede ser estável, baseada numa infraestrutura sólida. Essa foi a principal obra de Jack Dorsey.

O que ele prometeu e não entregou, porém, é igualmente grande. O algoritmo do Twitter ajuda a promover ondas de cancelamentos virtuais, pois distribui mais mensagens de ódio. Ajuda a cindir sociedades, ressaltando diferenças e enterrando concordâncias. Está entre os responsáveis por quebrar a política em democracias. Jack havia prometido entregar um algoritmo que incentivasse diálogo. Não o fez. Que Agrawal o faça.

Pedro Doria - Assinatura | Arte

Por Pedro Doria 


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Quase um mês após a reabertura dos EUA, Nova York comemora a volta dos turistas

Cidade tem registrado recuperação no número de visitantes, mas ainda longe dos níveis pré-pandemia

Nicole Hong, Patrick McGeehan e Chelsia Rose Marcius / 2021 / The New York Times
01/12/2021 - 02:13 / Atualizado em 01/12/2021 - 02:54
Os famosos artistas de rua fantasiados da Times Square, um símbolo da área mais turística de Nova York Foto: Gabby Jones / The New York Times
Os famosos artistas de rua fantasiados da Times Square, um símbolo da área mais turística de Nova York Foto: Gabby Jones / The New York Times

01/12/2021 - 02:13 / Atualizado em 01/12/2021 - 02:54

Os famosos artistas de rua fantasiados da Times Square, um símbolo da área mais turística de Nova York Foto: Gabby Jones / The New York Times

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NOVA YORK – As filas no carrinho Halal Guys, no centro de Manhattan, estão ficando mais longas; o número de visitantes internacionais adquirindo ingressos para a Estátua da Liberdade cresceu mais de 50%. Há alguns milhares de pessoas a mais andando em Times Square.

Em 8 de novembro, depois de mais de um ano e meio, os EUA reabriram suas fronteiras para os estrangeiros vacinados — e os primeiros sinais já indicam que eles começaram a voltar a Nova York, principal destino norte-americano desses turistas.

Muitos negócios que deles dependem, incluindo hotéis e restaurantes, veem sinais de que o fluxo pode aumentar com a aproximação das festas de fim de ano, dando o empurrão tão necessário à cidade, cuja mão de obra luta para se recuperar dos efeitos da pandemia.

O setor do turismo aos poucos foi crescendo para se tornar um dos pilares da economia nova-iorquina: 66,6 milhões de viajantes passaram pela cidade em 2019, registrando um recorde, e são seus gastos que mantêm centenas de milhares de empregos, do ajudante de cozinha ao segurança do museu, passando pelo motorista de ônibus.

Passageiros num ônibus turístico double-decker em Midtown Manhattan: o número de visitantes internacionais vem aumentando consideravelmente desde a reabertura dos EUA a turistas vacinados Foto: Gabby Jones / The New York Times
Passageiros num ônibus turístico double-decker em Midtown Manhattan: o número de visitantes internacionais vem aumentando consideravelmente desde a reabertura dos EUA a turistas vacinados

Passageiros num ônibus turístico double-decker em Midtown Manhattan: o número de visitantes internacionais vem aumentando consideravelmente desde a reabertura dos EUA a turistas vacinados Foto: Gabby Jones / The New York Times

Algumas companhias aéreas informam que os primeiros voos levando estrangeiros a passeio para a metrópole, depois de um ano e oito meses, estavam completamente lotados.

— Parece mesmo que a cidade está feliz por voltar a se mostrar para o mundo. A energia é incrível — comentou Christiaan Vander Kuylen, de 25 anos, recém-chegado de Bruxelas.

Na verdade, era sua primeira vez na Big Apple; chegou para ver a companheira, que se mudara para lá havia quatro meses. Fez questão de comer na Katz's Delicatessen do Lower East Side, assistir a "Moulin Rouge" na Broadway e comprar jeans e tênis no SoHo, bairro cujo comércio foi duramente castigado pela ausência dos visitantes.

Para as autoridades municipais do turismo, esse retorno é motivo de otimismo, mesmo com a previsão de "apenas" 2,8 milhões estrangeiros chegando a passeio este ano, diferença drástica em relação aos 13,5 milhões de 2019.

Antes da pandemia, cerca de metade das vendas no cartão de crédito feitas nas grandes lojas de departamento da cidade era de turistas. Os estrangeiros geralmente gastam mais em estadas mais longas, e, apesar de representarem cerca de 20% do número total de visitantes, desembolsam o equivalente à metade do valor injetado. São os hotéis principalmente que dependem deles para garantir a ocupação durante a semana. Em 2019, estiveram em Nova York em maiores números britânicos, chineses, canadenses e brasileiros.

Apesar do otimismo, as projeções foram reduzidas pelo fato de a China ainda impor restrições severas à saída do país. Nos anos anteriores à pandemia, o turista chinês gastava, em média, US$ 3 mil, quase 60% mais do que o de outras nações, de acordo com o gabinete da controladoria estadual.

Outro motivo de preocupação é o aumento de casos de Covid-19 em países europeus como o Reino Unido e a Alemanha. Para entrar nos EUA, o visitante estrangeiro tem de exibir o resultado negativo de um exame feito até três dias antes do embarque.
Clientes no BO's Bagels, que tem sido uma parada popular entre turistas europeus que visitam as igrejas do bairro do Harlem, no norte de Nova York Foto: Gabby Jones / The New York Times
Clientes no BO's Bagels, que tem sido uma parada popular entre turistas europeus que visitam as igrejas do bairro do Harlem, no norte de Nova York Foto: Gabby Jones / The New York Times

Clientes no BO's Bagels, que tem sido uma parada popular entre turistas europeus que visitam as igrejas do bairro do Harlem, no norte de Nova York Foto: Gabby Jones / The New York Times

Mesmo assim, a volta dos viajantes internacionais já tem um efeito notável em estabelecimentos como a BO's Bagels, no Harlem, parada popular para os europeus que vão visitar as igrejas da região. Há cerca de uma semana, Andrew Martinez, o dono, percebeu um fluxo de clientes que não falavam inglês e faziam pedidos de combinações pouco comuns como salmão defumado e Nutella no pãozinho bagel. O movimento já estava 30% maior que o normal, e essa demanda o estimulou a contratar mais dois funcionários, que começaram imediatamente.

— Foi o que salvou a gente. A impressão que tenho é que faz uma semana que acordei de um coma prolongado, com tudo de volta ao normal — desabafou Martinez, de 48 anos.

Em Battery Park, Lower Manhattan, o número de pessoas que tomou a balsa para conferir a Estátua da Liberdade de perto subiu para cerca de 5.500 por dia na segunda semana de novembro; na véspera da reabertura das fronteiras foram 3.500, segundo Michael Burke, diretor de operações da Statue Cruises:

— O tráfego da página de compra de ingressos do nosso site no exterior ultrapassou os 60% nas últimas semanas.

Em entrevista com mais de uma dúzia de turistas estrangeiros na cidade, muitos disseram ter comprado passagem assim que souberam do fim da proibição de viagem para (re)ver familiares, amigos ou resolver negócios.

O número de pessoas embarcando nos ferries de Lower Manhattan para visitar a Estátua da Liberdade cresceu de 3.500 para 5.500 em poucos dias após a reabertura das fronteiras americanas Foto: Gabby Jones / The New York Times
O número de pessoas embarcando nos ferries de Lower Manhattan para visitar a Estátua da Liberdade cresceu de 3.500 para 5.500 em poucos dias após a reabertura das fronteiras americanas Foto: Gabby Jones / The New York Times
O número de pessoas embarcando nos ferries de Lower Manhattan para visitar a Estátua da Liberdade cresceu de 3.500 para 5.500 em poucos dias após a reabertura das fronteiras americanas Foto: Gabby Jones / The

Como Dave Hughes, de 38 anos, CEO de uma startup na Escócia, que saiu de Glasgow e fez uma parada em Nova York antes de seguir para reuniões em Phoenix e Boston. Pouco depois de pousar, foi a seu bar favorito no Lower East Side, o Milano's, onde ficou feliz de reencontrar os bartenders e alguns clientes que conhecia. Antes da pandemia, ele viajava várias vezes por ano a Nova York, mas desta vez ficou chocado com o movimento fraco na Times Square e o número de lojas fechadas por toda parte:

— Andar pelo centro sem ter de ficar desviando dos turistas cheios de sacolas foi bem diferente, sem dúvida.

Em 13 de novembro, primeiro sábado depois da volta do turismo internacional, mais de 272 mil pessoas passaram pela Times Square, o que representa um aumento de 1,2% em relação à semana anterior, segundo o grupo de defesa comercial Times Square Alliance. Na mesma época, em 2019, havia aproximadamente 330 mil pedestres na área.

O prefeito Bill de Blasio já anunciou que a Times Square receberá o público para a tradicional queda da bola do Réveillon, que, segundo suas palavras, "é mais uma prova para o mundo de que nos recuperamos 100%". (Embora a festa esteja reservada só para quem tem vacinação completa.)

Ao norte dali, no Halal Guys, o movimento cresceu 20% durante o fim de semana pós-reabertura, segundo seu CMO, Andrew Eck. Tradicionalmente, os turistas de fora representam 30% da clientela do carrinho, que era famoso pelas filas enormes de gente faminta e curiosa para provar os pratos de frango e arroz com carne — e que agora virou franquia mundial.

Aos poucos, viajantes voltam a fazer parte do cenário da Times Square, em Nova York Foto: Gabby Jones / The New York Times
Aos poucos, viajantes voltam a fazer parte do cenário da Times Square, em Nova York Foto: Gabby Jones / The New York Times
Aos poucos, viajantes voltam a fazer parte do cenário da Times Square, em Nova York Foto: Gabby Jones / The New York Times

Entretanto, alguns donos de hotéis e restaurateurs ainda se mostraram cautelosos, dizendo que a reabertura se deu muito tarde e que é muito provável que o turismo internacional só se normalize no ano que vem.

— Pessoalmente, acho que vai ser uma coisa mais lenta, mais gradual — apostou Mandy Oser, que comanda o Ardesia Wine Bar em Hell's Kitchen desde 2009.

O movimento do bar vem aumentando consistentemente desde a reabertura dos teatros da Broadway, em setembro, mas Oser ainda espera uma "invasão".

— Estou de olho na chegada de uma influencer holandesa para prestigiar nossas harmonizações de queijos e vinhos — conta.

Mas, mesmo sem turistas, ela espera bombar em dezembro, pois o pessoal local já começou a fazer reservas para as festas natalinas e o Réveillon.

Na segunda semana de novembro, mais de 214 mil pessoas viram os espetáculos da Broadway, o que representa um aumento de 11% em relação à anterior, como informa a Broadway League, associação comercial que representa produtores e donos de teatro. Não se sabe ao certo quanto desse crescimento se deve aos estrangeiros, que geralmente representam 20% do público.

No Q4 Hotel, no Queens, que depende quase exclusivamente de viajantes internacionais, as reservas estão praticamente esgotadas para o fim de novembro e dezembro, como informa o gerente Aaron Lajara, de 29 anos. O albergue, que oferece quartos compartilhados para até oito pessoas, ficou fechado durante um ano e sete meses, reabrindo só em outubro. Durante esse período, Lajara conta que sobreviveu graças ao seguro-desemprego e ao auxílio federal:

— Financeiramente, foi um sufoco. Psicologicamente, eu estava doido para voltar a trabalhar.

Duas mulheres observam a Estátua da Liberdade a partir do sul da ilha de Manhattan Foto: Gabby Jones / The New York Times
Duas mulheres observam a Estátua da Liberdade a partir do sul da ilha de Manhattan Foto: Gabby Jones / The New York Times
Duas mulheres observam a Estátua da Liberdade a partir do sul da ilha de Manhattan Foto: Gabby Jones / The New York Times

Os turistas terão mais opções de acomodação, porque diversos hotéis reabriram no último mês sob a pressão de uma nova legislação local que exige o pagamento de US$ 500 por semana de indenização aos funcionários dispensados — a menos que abram as portas e recontratem pelo menos 25% da mão de obra.

Dois dos maiores hotéis da cidade — o Hilton e o Grand Hyatt, em Midtown Manhattan — reabriram em outubro, mas muitos ainda continuam inativos, deixando milhares de empregados do setor à deriva.

É provável que as grandes excursões, fonte lucrativa de renda dos destinos turísticos, demorem mais a voltar com força total; segundo o porta-voz do 9/11 Memorial & Museum, os grupos internacionais estão fazendo reservas só para março/abril de 2022. De fato, segundo as projeções da agência oficial de turismo municipal, o setor só vai recuperar os níveis de 2019 em 2024.

Andy Sydor, de 58 anos, que atua como guia turístico há mais de duas décadas, contou que está vivendo do que ganhou em 2019, ano em que trabalhou de segunda a segunda entre junho e julho:

— Foi um período tão movimentado que às vezes a espera para entrar na Estátua da Liberdade chegava a três horas.

De uns meses para cá, Sydor vem fazendo passeios contratados no Brooklyn, faturando US$ 50 por hora de visitantes de estados como Oklahoma e Flórida, mas não pegou nenhum grupo internacional desde o início da pandemia.

— Acho que, se visse pelo menos uma reserva estrangeira, eu ficaria mais animado.

John Fitzpatrick, dono dos dois hotéis que levam seu nome em Midtown, disse que a primeira leva de visitantes do exterior parece ser de gente que chegou para rever os familiares.

— Mesmo que estejam aqui para se reunir com a família, ainda assim passam pelo centro para fazer compras. E, a julgar pelas reservas que venho recebendo, vem outra onda de turistas por aí. Para o primeiro fim de semana de dezembro, por exemplo, já está tudo lotado, com muita gente que virá da Irlanda. Devagar a gente chega lá —  comemorou, esperançoso.

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Metro quadrado ultrapassa os R$ 20 mil em empreendimento de luxo de Icaraí

Mercado imobiliário de Niterói foca no público de alto padrão e espera movimentar R$ 2,1 bilhões em 2022

Projeção mostra como serão as varandas do The Edge Residences, que será erguido na Praia de Icaraí, no terreno da antiga sede do Clube Regatas Foto:
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Soter Engenharia
Projeção mostra como serão as varandas do The Edge Residences, que será erguido na Praia de Icaraí, no terreno da antiga sede do Clube Regatas Foto: Divulgação / Soter Engenharia

NITERÓI — Empresas do mercado imobiliário estimam um movimento de compras na cidade para o ano que vem de R$ 2,1 bilhões, um salto de mais 300% em relação aos R$ 484 milhões do ano passado. Para dar a volta por cima na crise provocada pela pandemia e atingir a meta, a aposta é no público de altíssimo padrão. A expectativa se justifica pelo apetite da classe média alta, que já comprou quase metade das 144 unidades do empreendimento de luxo The Edge Residences, lançado na última sexta-feira. Um apartamento no condomínio que será construído na Praia de Icaraí, no antigo terreno do Clube Regatas, chega a custar R$ 13 milhões, o que faz o valor do metro quadrado ultrapassar os R$ 20 mil, o mais alto já praticado em Niterói segundo agentes do setor. Pelo índice Fipezap, o valor médio atualmente no bairro é de R$ 7.557.

A expectativa da Associação das Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi) de Niterói é fechar este ano com R$ 1,7 bilhão em vendas. Somente o The Edge Residences, que será erguido pela Soter Engenharia, deve movimentar R$ 550 milhões, maior valor alcançado por um empreendimento imobiliário na cidade até hoje. O condomínio terá duas torres, de 14 andares cada uma, com apartamentos de três e quatro suítes, com varandas amplas e vista para o mar ou para o cinturão verde localizado no morro atrás do empreendimento. Os jardins da fachada e das áreas comuns do condomínio foram projetados pelo Escritório Burle Marx. O apartamento mais barato custa R$ 1,49 milhão.

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Para atender o apetite do público de alto padrão, a Gafisa planeja lançar em abril um empreendimento do mesmo nível em um terreno na esquina das ruas Tavares Macedo e Presidente Backer, em Icaraí. A área é cobiçada por agentes do setor há mais de 30 anos. Para adquirir o espaço, a construtora precisou negociar com seis famílias que eram donas de imóveis no local. O condomínio terá 74 apartamentos, distribuídos em nove andares. Uma unidade com 170 metros quadrados e quatro suítes custará em média R$ 3 milhões.

Arena para gamers

A procura pelo luxo também fez a construtora niteroiense União Realizações se unir à paranaense Mônaco para criar um novo condomínio exclusivo em um dos últimos terrenos da Boa Viagem. Lançado este mês, o Lazuli, na Rua Antônio Parreiras, também terá jardins projetados pelo Escritório Burle Marx e promete manter à a disposição dos moradores uma arena gamer e até um centro de treinamento de alta performance, com piscina semiolímpica indoor, esteiras profissionais de corrida e rolo de treino para ciclismo com simuladores da Maratona de Boston e do Tour de France. Serão 112 unidades, o que deve movimentar mais de R$ 300 milhões em vendas.

Para Bruno Serpa Pinto, vice-presidente da Ademi de Niterói e presidente da Spin, o que impulsionou os lançamentos de alto padrão na cidade foram as mudanças que a pandemia trouxe na forma de morar da classe média alta.

— Não é uma questão de ser alto luxo ou não, mas as pessoas estão repensando a forma de viver e dando cada vez mais valor à moradia. Muita gente está optando por gastar menos em viagens e compras caras no exterior para morar cada vez melhor. A tendência não é comprar um metro quadrado, mas uma experiência diferente. E essa nova safra de lançamentos entrega isso — argumenta.

Além do luxo

Para além dos empreendimentos de alto padrão, o mercado também aposta em imóveis mais baratos, como o Flow Santa Rosa, que será construído na Rua Doutor Mário Viana e terá apartamentos de um e dois quartos a partir de R$ 220 mil. Lançamentos com unidades de apenas um dormitório não são vendidos na região há pelo menos mais de uma década.

A Ademi de Niterói prevê o lançamento de 24 novos empreendimentos na cidade em 2022, totalizando 2.911 unidades. Este ano, foram 14 empreendimentos (1.559 unidades); e em 2020, apenas sete (384 unidades).

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