_________________________* Aldo Rebelo-PT-Dilma X Direita-PSOL _________________________*

_________________________________________________Aldo Rebelo-PT-Dilma X Direita-PSOL ______________________* Então houve essa UNIÃO SINISTRA, SÓRDIDA entre esses interesses. ______________________* Esse pessoal é que depois se transformou ali em Lava Jato. ______________________* Esse LAVAJATISMO continua no PSOL até HOJE. _________________________________________________CPI do HACKER do SUS já | Pedro Doria _________________________________________________O centro morreu, viva o centro * _________________________________________________O que Bolsonaro ganha com o caos? | Vera Magalhães - O Globo
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_________________________________________________O que Bolsonaro ganha com o caos? | Vera Magalhães - O Globo

Há dois dias, no nosso quadro diário na CBN, Rodrigo Bocardi me pergunta: o que Jair Bolsonaro ganha com o caos que promove na vacinação, ou ao sair de férias pela segunda semana consecutiva enquanto a Bahia se afoga em chuvas?
A pergunta diz respeito à lógica eleitoral mais básica, estratégica mesmo. Pesquisas, conversas com aliados, uma passada rápida nas redes sociais, qualquer termômetro poderia mostrar ao capitão que a balbúrdia que ele fomenta em seu próprio governo, dia após dia, ano a ano, só acaba por minar suas próprias chances eleitorais. Pelo menos um substrato positivo em tanto retrocesso, diga-se.
O Brasil tem adesão histórica à vacinação, que se confirmou na pandemia de Covid-19. Os ataques nonsense perpetrados pelo presidente às vacinas não levaram a que as pessoas deixassem de se vacinar.
Só a vacinação, como diz até seu ministro da Economia, Paulo Guedes, permitirá que se inicie alguma tentativa de recuperação econômica — ademais profundamente comprometida pelas outras barbeiragens feitas pelo governo, como a implosão da responsabilidade fiscal.
Ainda assim, a verborragia de Bolsonaro contra a vacina segue a todo vapor, agora impedindo a imunização de crianças, chegando ao absurdo de usar a própria filha de 11 anos em seu discurso negacionista, negando a ela com orgulho a oportunidade de ser protegida contra o vírus.
De novo: o que ele ganha com isso? A resposta é: nada. Mas parece ser da sua natureza, algo que nenhum cálculo eleitoral é capaz de conter.
Como não se emenda e não se toca, Bolsonaro chegará a 2022 como essa bomba-relógio que, a despeito de todo o legado, tentará de tudo para se reeleger. Espera fidelizar os pouco mais de 20% que, as pesquisas mostram, seguem fiéis a ele — a ponto de impulsionar uma hashtag chamando de “orgulho do Brasil” alguém cuja obra, apenas no período entre Natal e Ano-Novo, se resume a andar de jet ski enquanto milhares de cidadãos por ele governados não têm casa para onde voltar.
Para sair dos já convertidos e chegar a um patamar que lhe garanta a passagem ao segundo turno, salve-se quem puder. Por isso não adianta Paulo Guedes mandar mensagens ao chefe e aos colegas clamando por algum freio de gastos num momento em que a pressão por reajustes de servidores tende a chegar ao nível máximo. Bolsonaro já deixou claro, entre uma folga e outra, que, por ele, concederia aumento a todas as categorias do funcionalismo. Então, o ministro que se prepare, porque a comporta vai de fato estourar.
Não há surpresa no comportamento do presidente, embora ele sempre esteja subindo um degrau em termos de atitudes incompatíveis com o cargo. Daí por que aqueles que, como a senadora Simone Tebet, dizem que jamais seria possível imaginar governo tão ruim devem fazer uma reflexão à luz da História desse personagem que o Brasil achou por bem eleger em 2018.
Em sua extensa carreira como deputado, depois de uma curta e indigna passagem como militar, Bolsonaro nunca fez questão de esconder o que era: um representante dos interesses corporativistas e do reacionarismo mais explícito, avesso às questões de gestão pública, a não ser aquelas ligadas aos grupos de interesse que ele representa (fabricantes de armas, latifundiários, garimpeiros, madeireiros).
O interesse público nunca foi pauta do parlamentar Bolsonaro, que envidou todos os esforços apenas em suas eleições, nas dos filhos e até na da mulher. Construiu vasto patrimônio à custa desses mandatos.
Eleito afrontando a lógica, a ciência, o decoro do cargo e o bom senso, Bolsonaro deve achar que se reelegerá assim — e segue. Se ganhará algo com isso, cabe ao eleitor responder no ano que vem.
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ALIADO do BOLSOBOSTA, Gusttavo Lima ouve coro de "FORA BOLSONARO" em show no Rio

Apoiador de Jair Bolsonaro (PL), Gusttavo Lima foi surpreendido por um coro pedindo a saída do presidente durante show realizado na noite do último domingo (26) no Rio de Janeiro.
Após oferecer um “brinde aos cachaceiros da Barra da Tijuca”, o cantor ficou constrangido com um coro de “Fora, Bolsonaro”.
Gusttavo Lima, então, disfarçou e pediu para continuarem a tocar a música, após dar um suspiro ao microfone.
Em agosto deste ano, o cantor foi um dos sertanejos que assinaram um violão dado de presente pelo deputado federal Glaustin da Fokus a Bolsonaro durante viagem do presidente a Goiás.
Gusttavo Lima já foi defendido por Bolsonaro, que considerou que o cantor foi atacado “injusta e covardemente” após aparecer bêbado e fazendo propaganda de bebida alcoólica em live durante a pandemia.
“Parabéns, Bolsonaro. Você tirou 10. Levando água para milhões de pessoas que dependem da transposição do Rio São Francisco. Começar é fácil, terminar é difícil”, disse o sertanejo
_________________________________________________Hildegard Angel ironiza MIOPIA POLÍTICA de Simone Tebet
INCRÍVEL a miopia política de Simone Tebet. FUJAM dela.
Ninguém quem, PEDRO BÓ?
_________________________________________________Excluída do jantar que celebrou Lulalckmin, Dilma é problema para Lula | Malu Gaspar - O Globo
_________________________________________________A ausência de Dilma no jantar… por que Dilma foi barrada?
_________________________________________________BOLSONARO sabe que se APROXIMA do PONTO de RUPTURA
_________________________________________________O centro morreu, viva o centro
_________________________________________________Moro comete ato falho revelador em entrevista e diz que sentença contra Lula foi "combinada"
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Merval tenta convencer Alckmin a desistir de ser vice de Lula

247 – O colunista Merval Pereira, do Globo, que fez campanha pelo golpe de estado de 2016, contra a ex-presidente Dilma Rousseff, e pela prisão política do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em 2018, não esconde seu incômodo com uma eventual chapa Lula-Alckmin, que, segundo o marqueteiro Renato Pereira, vencerá a disputa presidencial em primeiro turno.
Diante da coluna, há uma reflexão a se fazer. Se Merval, o mais antipetista dos jornalistas brasileiros é contra a aliança, talvez ela seja mesmo capaz de garantir a vitória em primeiro turno, como diz Renato Pereira.
_________________________________________________ELEIÇÕES 2022 - Sem gosto - Merval Pereira
_________________________________________________O Brasil colocou seu futuro no prego | Vera Magalhães - O Globo
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Míriam Leitão: As PIORES EXPECTATIVAS se CONFIRMARAM no texto do ORÇAMENTO
Governo e Congresso têm uma NOÇÃO de PRIORIDADES EQUIVOCADA | Míriam Leitão
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_________________________________________________ELEIÇÕES 2021 NO CHILE
Chile vai às urnas: esquerda e extrema direita se enfrentam no 2º turno presidencial
_________________________________________________Quem é GABRIEL BORIC, o ex-líder estudantil que foi eleito presidente do Chile

_________________________________________________Qual o caminho do PSOL?
_________________________________________________Em nota oficial, Anvisa confronta Bolsonaro e afirma repelir e repudiar ameaças
247 - A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicou nesta sexta-feira (17) nota de repúdio contra a ameaça feita aos diretores e técnicos da instituição por Jair Bolsonaro nesta quinta-feira (16).
Após a Anvisa aprovar a vacinação de crianças de 5 a 11 anos contra Covid-19, Bolsonaro, em transmissão ao vivo pelas redes sociais, afirmou que havia pedido os nomes dos responsáveis pela autorização.
Recentemente, diretores e técnicos da Anvisa foram alvos de ameaças de morte, justamente pela possibilidade - à época - de ser aprovada a imunização do público infantil.
A agência afirmou que "repudia e repele com veemência qualquer ameaça, explicita ou velada que venha constranger, intimidar ou comprometer o livre exercício das atividades regulatórias e o sustento de nossas vidas e famílias: o nosso trabalho, que é proteger a saúde do cidadão".
O texto é assinado pelo diretor-presidente, Antonio Barra Torres, e outros quatro diretores.
Leia:
"Em relação às declarações do Sr. Presidente da República durante “Live” em mídia social no dia 16 de dezembro de 2021 a Agência Nacional de Vigilância Sanitária comunica:
A Anvisa, órgão do Estado Brasileiro, vem a público informar que seu ambiente de trabalho é isento de pressões internas e avesso a pressões externas.
O serviço público aqui realizado, no que se refere à análise vacinal, é pautado na ciência e oferece ao Ministério da Saúde, o Gestor do Plano Nacional de Imunização - PNI, opções seguras, eficazes e de qualidade.
Em outubro do corrente ano, após sofrer ameaças de morte e de toda a sorte de atos criminosos, por parte de agentes antivacina, no escopo da vacinação para crianças, esta Agência Nacional se encontra no foco e no alvo do ativismo político violento.
A Anvisa é líder de transparência em atos administrativos e todas as suas resoluções estão direta ou indiretamente atreladas ao nome de todos os nossos servidores, de um modo ou de outro.
A Anvisa está sempre pronta a atender demandas por informações, mas repudia e repele com veemência qualquer ameaça, explicita ou velada que venha constranger, intimidar ou comprometer o livre exercício das atividades regulatórias e o sustento de nossas vidas e famílias: o nosso trabalho, que é proteger a saúde do cidadão.
Antonio Barra Torres, Diretor-Presidente
Meiruze Sousa Freitas, Diretora
Cristiane Rose Jourdan Gomes, Diretora
Romison Rodrigues Mota, Diretor
Alex Machado Campos, Diretor".
_________________________________________________FEDERAÇÃO PARTIDÁRIA de CENTRO_ESQUERDA é golpe final em Bolsonaro e no bolsonarismo
Por Luís Costa Pinto

O Brasil desistiu de Jair Bolsonaro antes de o presidente inepto e perverso ter desistido da tentativa de reeleição. É isso o que nos dizem, de forma consolidada e sólida como um viaduto, as pesquisas de avaliação de governo e de intenção de voto divulgadas esta semana.
Um último levantamento, o PoderData, deve ser divulgado ainda na próxima semana. Nada indica que será diferente.
Com 60% de rejeição (64% entre os brasileiros com renda inferior a cinco salários mínimos) e preferido por escassos 33% dos eleitores evangélicos, quando o ex-presidente Lula o supera até nesse subgrupo, com 39% de preferência, o atual ocupante do Palácio do Planalto está em situação vexatória até mesmo para seu prontuário de crimes de responsabilidade.
Agora, o Brasil tem um encontro marcado com o bolsonarismo, e precisa superá-lo, encarcerá-lo e enterrá-lo num ataúde selado a chumbo - como se faz com lixo tóxico.
O bolsonarismo é a linha de ação política assentada no ódio, na divisão do País e no desmonte das políticas públicas que conferiam organicidade à luta já longa de uma Nação fadada a se digladiar incansavelmente contra sua realidade para reduzir o fosso abissal das desigualdades sociais.
Só a reconciliação dos brasileiros com uma agenda social, política e econômica focada na reindustrialização, assentada em estratégias de sustentabilidade e de preservação ambiental, além de tecer um compromisso inescapável com a distribuição de renda e o resgate da força do Estado como regulador e mediador de conflitos, nos trará essa vitória.
Não há saída fora da política. Logo, os atores políticos estão construindo saídas desse labirinto trágico com as ferramentas possíveis no arsenal institucional brasileiro. E a mais nova dessas saídas, forjada como uma geringonça que talvez nos conduza à porta de saída, é o instituto das federações partidárias.
PT, PSB e PCdoB dedicam-se há meses à tessitura de uma malha que os acolha e aos seus projetos em conjunto. O PV, anteontem, procurou as lideranças desse bloco de centro-esquerda e revelou interesse em integrá-lo. Dentro da Rede Sustentabilidade existe uma ala disposta a arquivar desentendimentos e fazer o mesmo. Por fim, em razão das boas, legítimas e pertinentes jogadas políticas da semana, o PDT começou a ensaiar uma adesão a essa Federação rascunhada com o propósito de tornar viável desde a largada um eventual terceiro mandato de Lula. Desnecessário sublinhar que a presença do ex-governador Geraldo Alckmin numa chapa presidencial com o petista é peça fundamental nessa construção sofisticada.
Não há tempo a perder, há um Brasil por resgatar do fundo do poço.
A reconciliação é desde já a pauta prioritária de uma Nação que rejeita com engulhos de repulsa os blefes e os arreganhos de Bolsonaro e do bolsonarismo, obsoletos e putrefatos, porém, ainda resilientes na estrutura de instituições que não os suportam mais.
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CHILE - MUITO PIOR do que o BRASIL:
Kast e Boric estão EMPATADOS às vésperas de 2º turno da eleição no Chile, diz pesquisa
Cada candidato tem 50% dos votos válidos
JOSÉ ANTÔNIO KAST, do Partido Republicano, e GABRIEL BORIC, da Convergência Social

SANTIAGO (Reuters) - O candidato presidencial chileno de extrema-direita José Antonio Kast e o esquerdista Gabriel Boric estão empatados entre eleitores prováveis, às vésperas do polarizado segundo turno da eleição do país no próximo domingo, segundo uma pesquisa vista pela Reuters nesta quinta-feira.
Kast, que levou uma maioria parcial no primeiro turno em 21 de novembro, tem 48,5% das intenções de votos, à frente de Boric, com 48,4%, segundo uma pesquisa com 2.218 potenciais eleitores conduzida pela consultoria AtlasIntel.
Quando votos não válidos são retirados da conta, cada candidato fica com 50% dos votos.
Pouco mais de 15 milhões de chilenos podem votar nas eleições de domingo. No primeiro turno, Kast, um parlamentar conservador, teve 27,9% dos votos, e Boric, 25,8%.
As primeiras pesquisas de opinião após o primeiro turno favoreceram o político de esquerda e ex-líder de movimento estudantil Boric em vários pontos, mas essa vantagem foi reduzida nos últimos dias.
Em uma pesquisa anterior da AtlasIntel, que entrevistou 2.692 prováveis eleitores no começo de dezembro, Boric liderava com 41% contra 38,7% de Kast, ou por 51,5% contra 48,5% de Kast considerando apenas votos válidos.
_________________________________________________CPI do hacker do SUS já | Opinião - O Globo
_________________________________________________Bolsonaro NEM com vacina
Tanto IPEC (ex-IBOPE) quanto Datafolha trouxeram o petista com proporção de votos muito superior à soma dos adversários.
______________________________________________Negacionista, Bolsonaro se enfurece ao saber de liberação de vacina para crianças

247 - Jair Bolsonaro, que desde o início da pandemia tem se mostrado contrário à vacinação contra a Covid-19, ficou transtornado ao saber que a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) havia anunciado a aprovação do uso da vacina da Pfizer para crianças de 5 a 11 anos.
Segundo o jornalista Josias de Souza, colunista do UOL, em ambiente fechado , Bolsonaro declarou que, se pudesse atrasar o relógio, não teria indicado Antonio Barra Torres para comandar a Anvisa.
"A perspectiva de aprovação da versão infantil da vacina da Pfizer levou-o a se referir a Barra Torres com expressões de calão rasteiro. Os palavrões pronunciados em privado soaram como um prenúncio das barbaridades que Bolsonaro dirá sob refletores sobre a vacinação de crianças", diz Josias.
Bolsonaro já havia atacado a Anvisa em público, ao chamar de "coleira" o passaporte vacinal que a agência recomendou que fosse exigido dos viajantes que chegam ao Brasil.
Leia também reportagem da Agência Brasil sobre o assunto:
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou o uso da vacina produzida pelo consórcio Pfizer-BioNTech, a Comirnaty, contra a covid-19 em crianças com idade de 5 a 11 anos.
A aprovação foi anunciada hoje (16), em transmissão ao vivo da Anvisa, no Youtube, após avaliação técnica da agência, sobre o pedido apresentado em novembro, indicando o uso da vacina para este público. A resolução com a autorização da Anvisa será publicada ainda hoje (16) no Diário Oficial da União, em edição especial, segundo gerente geral de Medicamentos da Anvisa, Gustavo Mendes.Gustavo Mendes.
“Com base na totalidade das evidências científicas disponíveis, a vacina Pfizer-BioNTech, quando administrada no esquema de duas doses em crianças de 5 a 11 anos de idade, pode ser eficaz na prevenção de doenças graves, potencialmente fatais ou condições que podem ser causadas pelo SARS-CoV-2”, disse Mendes.
O gerente lembrou que as análises contaram com a participação de diversos especialistas tanto da Anvisa como de outras entidades. “Verificamos segurança e tolerabilidade, em uma primeira fase. Nela foram aplicadas doses diferentes. Com base no resultado, chegamos à conclusão de que deveriam ser aplicadas 10 microgramas, quantidade inferior à aplicada em adultos”, disse.
Ele acrescentou que, na comparação entre crianças de 5 a 11 com pessoas de 16 a 25 anos [considerando as doses correspondentes a cada grupo], foi identificada a presença de anticorpos nas crianças.
“Observamos desempenho satisfatório da vacina também contra a variante Delta”, ressaltou. “E não há relato de nenhum evento adverso sério, de preocupação ou relato relacionado a casos muito graves ou mortalidade por conta da vacinação. Esse perfil de segurança é muito importante”, completou.
De acordo com a gerente geral de Monitoramento, Suzie Marie Gomes, as doses de vacinas para crianças é de um terço em relação à dose e à formulação aprovada anteriormente. Além disso a formulação pediátrica é diferente. Ou seja, não se pode fazer diluição da dose de adulto para a dose de criança.
Suzie Marie acrescenta que as crianças que completarem 12 anos entre a primeira e a segunda dose devem manter a dose pediátrica. A vacina da Pfizer-BioNTech já havia sido autorizada para aplicação em adolescentes com idade a partir de 12 anos.
Por fim, a gerente de Monitoramento ressalta que não há estudos sobre coadministração com outras vacinas e que, portanto, o uso de diferentes vacina não é indicado.
Segundo a Anvisa, a dose da vacina para crianças será diferente daquela utilizada para pessoas a partir de 12 anos. Os frascos também terão cores distintas para evitar erros na aplicação.
_________________________________________________Com diferença de dois dias, pesquisas Ipec e CNT indicam vitória de Lula no primeiro turno

247 - Duas das principais pesquisas de intenções de voto do país, do Instituto de Pesquisas e Comunicação (Ipec) e da Confederação Nacional de Transportes (CNT) divulgadas nesta terça-feira (14) e quinta-feira (16), respectivamente, apontam o favoritismo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva nas eleições de 2022.
Com diferença de apenas dois dias, as pesquisas Ipec e CNT indicam, inclusive, vitória de Lula no primeiro turno.
No 1º cenário do Ipec, Lula teria 48% dos votos, Bolsonaro 21%, Moro, 6%, Ciro Gomes, 5%, João Doria, 2%, e André Janones, 2%. No 2º cenário, o ex-presidente Lula teria 49%, Bolsonaro 22%, Moro 8%, Ciro 5% e Doria, 3%. Com esses percentuais, 49% e 48%, o petista venceria em primeiro turno com o cálculo sendo restrito apenas aos votos válidos. Ele teria, então, 56,3% dos votos, mais do que Fernando Henrique Cardoso obteve nas duas eleições em que venceu no 1º turno, em 1994 e 1998.
Já a pesquisa CNT, divulgada nesta quinta, mostra que Lula subiu de 41,3%, em julho, para 42,8%, agora em dezembro, o que dá 50,5% dos votos válidos.
_________________________________________________Lula tem 48% e vence no primeiro turno, mostra pesquisa Datafolha

247 - A nova pesquisa Datafolha, divulgada nesta quinta-feira (16), mostra o ex-presidente Lula com margem folgada sobre Jair Bolsonaro, que ocupa a segunda posição.
No cenário A, Lula tem 48%, ante 22% de Bolsonaro, 9% do ex-juiz parcial Sergio Moro, 7% do ex-governador Ciro Gomes e 4% do governador de São Paulo, João Doria. Votarão em nulo, branco ou ninguém, 8%. 2% não souberam responder.
Na hipótese B, Lula tem 47%; Bolsonaro, 21%; Moro, 7%; e Ciro, 7%.
A pesquisa foi realizada entre os dias 13 e 16 de dezembro com 3.666 pessoas com mais de 16 anos, presencialmente em 191 cidades do país. A margem de erro é de dois pontos para mais ou menos.
_________________________________________________A dúvida sobre André Mendonça permanece e nada tem a ver com preconceito religioso | Míriam Leitão
Por Míriam Leitão 16/12/2021 • 12:03

_________________________________________________Não é de LEXOTAN na veia que Bolsonaro precisa para sair do corner

Já nem se pode mais dizer que seja um roteiro surpreendente: Jair Bolsonaro alimenta a retórica de força e estoicismo, faz a linha herói da pátria, mas, quando a situação aperta, o que se vê é esperneio e ameaça. O último petardo saiu da boca do general Augusto Heleno, numa formatura da Agência Brasileira de Inteligência, a Abin.
— Eu tenho tomado dois Lexotans na veia por dia para não levar o presidente a tomar uma atitude mais drástica em relação às atitudes que são tomadas por esse STF que está aí — disse o chefe do Gabinete de Segurança Institucional num áudio divulgado pelo repórter Guilherme Amado, do site Metrópoles.
O general provavelmente estava se referindo à última polêmica entre o Planalto e a Suprema Corte, em torno da exigência de certificado de vacinação para a entrada de visitantes estrangeiros no Brasil. O presidente é contra a exigência, diz que é uma “coleira”, mas o plenário do Supremo já confirmou que é para fazer. Bolsonaro pode, portanto, continuar reclamando, mas a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e a Polícia Federal (PF) terão de colocar em prática o passaporte vacinal.
Esse, aliás, não é o maior problema de Bolsonaro no momento. Nos últimos dias, ele foi convocado a depor no inquérito da PF que apura a divulgação de uma investigação sigilosa da própria PF sobre a segurança das urnas eletrônicas. A apuração não chegava a lugar nenhum, mas o presidente espalhou cópias em suas redes sociais, dizendo que o papelório provaria que houve invasão dos sistemas internos do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) durante um ataque hacker em 2018.
Na mira da PF também estão o filho Zero Quatro, Jair Renan Bolsonaro, intimado a prestar depoimento no inquérito que apura a suspeita de recebimento de propina para intermediar interesses de empresários no governo. Isso porque, em outubro do ano passado, o Zero Quatro ganhou de presente um carro elétrico de R$ 90 mil de uma firma de mineração. No mês seguinte, levou o generoso empresário a um encontro com o ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho, numa agenda marcada pela Secretaria Especial da Presidência da República.
Tudo isso num momento em que a Polícia Federal está rachada, em clima de guerra interna. A cúpula vem se digladiando com grupos de delegados que se queixam de interferências políticas em inquéritos e até mesmo em trabalhos burocráticos — como a expedição de um mandado de extradição contra o blogueiro bolsonarista Allan dos Santos.
E, pelo que sugere o vazamento do áudio de Heleno, os insurgentes não estão só na PF. Até na Abin houve quem considerasse que valia a pena vazar as falas do chefe do GSI para um jornalista, mesmo sabendo que efeitos teria (ou talvez até por isso).
Como o trabalho do general é justamente avaliar e prever cenários para informar o presidente dos riscos envolvidos em suas ações, é razoável concluir que ele também bancou o risco de as declarações virem à tona. Até porque, na mesma ocasião, Heleno também disse estar muito preocupado com a possibilidade de um atentado ao presidente da República em 2022 — o que modificaria “totalmente a História do Brasil”.
Na falta de antídoto melhor para situações difíceis, o ministro da Segurança Institucional recorre a um velho truque bolsonarista e cria teorias conspiratórias, fomentando o temor de que o presidente tome uma “atitude mais drástica”.
Seria mais conveniente o próprio Heleno recorrer à memória do que se passou da última vez que Bolsonaro ensaiou um golpe, no dia 7 de setembro. Não precisa muito esforço: o presidente incitou a população a ir às ruas para “enquadrar o STF”, chamou um ministro da Corte de canalha em cima do palanque, disse que não cumpriria mais suas decisões e afirmou que a paciência do povo havia se esgotado, mas em poucos dias foi obrigado a recuar e assinou até uma carta se retratando.
Desde então, Bolsonaro teve de se conformar com o avanço do STF sobre várias questões de interesse do governo, enfrentar dificuldades com o Congresso para conseguir recursos para o Auxílio Brasil, ver seus índices de popularidade cair e assistir ao crescimento de seu principal adversário, Luiz Inácio Lula da Silva, nas pesquisas eleitorais. É isso, mais do que qualquer trama assassina, o que de fato preocupa o general Heleno.
O governo está no corner e precisa reagir. Mas, para isso, o general precisa encontrar uma nova solução. Fazer ameaças golpistas já não funcionou e nada indica que funcionará. Tomar Lexotan na veia também não é muito recomendável. O remédio dá sono e torna os reflexos lentos.
_________________________________________________Não a Bolsonaro | Merval Pereira - O Globo
_________________________________________________Moro tenta esconder suas ilegalidades atacando Lula, diz Paulo Pimenta (vídeo)

_________________________________________________Moro é chefe de quadrilha', diz Lula sobre o ex-juiz suspeito
_________________________________________________Cúpula da PF veta entrevista sobre operação contra Ciro e critica método 'lavajatista'
_________________________________________________Polícia faz buscas na Câmara Legislativa do DF e em escritórios de Paulo Octávio
247 - A Polícia Civil do Distrito Federal realizou nesta quarta-feira (15) o segundo dia consecutivo de buscas e apreensões na Câmara Legislativa. O alvo, dessa vez, é o deputado distrital Reginaldo Sardinha (Avante). Segundo o portal Metrópoles, endereços ligados ao empresário Paulo Octávio, empreiteiro e incorporador imobiliário que controla o PSD em Brasília, também estão entre os 25 mandados expedidos para os policiais com aprovação do Ministério Público.
Na terça-feira (14), o alvo das buscas e apreensões foi o distrital Daniel Donizet (PL), ligado à ministra Flávia Arruda (Articulação Política). A suspeita era a prática de rachadinhas salariais no gabinete de Donizet. Nesta quarta-feira, verifica-se a existência de um esquema de desvios e superfaturamentos de contratos da Secretaria de Administração Penitenciária do Distrito Federal.
A sede da Secretaria no Governo do DF também está entre os alvos. Os policiais e procuradores suspeitam que prédios de Paulo Octávio são alugados pelo poder público num esquema de privilégio e com valores acima do mercado.
_________________________________________________Polícia faz buscas na Câmara Legislativa do DF e em escritórios de Paulo Octávio
247 - A Polícia Civil do Distrito Federal realizou nesta quarta-feira (15) o segundo dia consecutivo de buscas e apreensões na Câmara Legislativa. O alvo, dessa vez, é o deputado distrital Reginaldo Sardinha (Avante). Segundo o portal Metrópoles, endereços ligados ao empresário Paulo Octávio, empreiteiro e incorporador imobiliário que controla o PSD em Brasília, também estão entre os 25 mandados expedidos para os policiais com aprovação do Ministério Público.
Na terça-feira (14), o alvo das buscas e apreensões foi o distrital Daniel Donizet (PL), ligado à ministra Flávia Arruda (Articulação Política). A suspeita era a prática de rachadinhas salariais no gabinete de Donizet. Nesta quarta-feira, verifica-se a existência de um esquema de desvios e superfaturamentos de contratos da Secretaria de Administração Penitenciária do Distrito Federal.
A sede da Secretaria no Governo do DF também está entre os alvos. Os policiais e procuradores suspeitam que prédios de Paulo Octávio são alugados pelo poder público num esquema de privilégio e com valores acima do mercado.
_________________________________________________Biografia de Lula é citada pelo The Guardian em lista de "livros para entender o mundo"


O jornal britânico The Guardian divulgou nesta quinta-feira (15) uma lista de “livros para entender o mundo”, cujas obras foram indicadas pelos jornalistas da publicação.
Entre as indicações há uma biografia sobre o ex-presidente Lula, mas não, não é a escrita por Fernando Morais – Lula: biografia Vol 1 (Cia. das Letras), mas sim de uma que foi escrita por um historiador dos EUA.
Intitulado “Lula e sua política de astúcia” (Lula and His Politics of Cunning, em inglês), e de autoria do historiador John D. French, historiador da Universidade da Carolina do Norte.

A indicação foi feita pelo jornalista Tom Philips, que cobre a América Latina para o The Guardian.
Em sua descrição sobre o livro, Philips afirma que À primeira vista, Lula e sua política de astúcia parece ser um livro sobre o passado do Brasil: a história de um líder sindical perspicaz que se tornou “o presidente mais popular da história do Brasil e talvez do mundo”.
Para o jornalista Tom Philips, France constrói um relato “magistral sobre a jornada de Luiz Inácio Lula da Silva da pobreza rural à presidência do Brasil – e sua subsequente queda – está impregnado de presente e futuro”.
O provável confronto entre Lula e Bolsonaro nas eleições de 2022 também é destacado pelo jornalista do Guardian.
“O confronto iminente entre o esquerdista Lula e seu arquirrival de extrema direita, Jair Bolsonaro – eleito em 2018 depois que Lula foi preso por um juiz que passou a trabalhar para Bolsonaro – paira sobre a biografia de French. O desprezo do autor pelo atual presidente – a quem ele chama de “troll fascista de extrema direita” – também é claro”, diz Philips.
Por fim, o jornalista afirma que Lula se prepara para o confronto de sua vida.
“Mas a estrela do show é a coragem e a sagacidade de um político que uma vez se comparou a uma jararaca chamada jararaca. Com base nas palavras de admiração de francês, Lula, a víbora da cova, está se preparando para a luta da sua vida”, finaliza.
_________________________________________________Lula presta solidariedade a Ciro e Cid Gomes, alvos de da PF nesta quarta-feira: "inexplicável"

247 - Em entrevista à Rádio Blumenau nesta quarta-feira (15), o ex-presidente Lula (PT) prestou solidariedade ao candidato à Presidência da República pelo PDT, Ciro Gomes, e ao senador Cid Gomes (PDT-CE), que foram alvos de operação da Polícia Federal.
"Queria prestar minha solidariedade ao Ciro Gomes e ao irmão dele, o Cid, e meu repúdio ao comportamento da Polícia Federal, que foi quem determinou a invasão da casa do candidato a presidente, Ciro Gomes, e do seu irmão, senador da República", afirmou o petista.
Lula reclamou do procedimento adotado pela PF que, segundo ele, poderia convocar os investigados a prestarem depoimentos antes de invadir a casa das pessoas. "É inexplicável que as pessoas que poderiam ser intimadas para prestar um depoimento, dar uma explicação, tenham suas casas invadidas, sem levar em conta que um é candidato a presidente e o outro senador e que são pessoas que têm uma vida idônea, provada e comprovada".
_________________________________________________Ação contra Ciro é reestreia do lavajatismo mirando 2022, diz Gleisi

247 - A presidenta nacional do Partido dos Trabalhadores (PT) Gleisi Hoffmann usou a sua conta no Twitter, nesta quarta-feira (15), para prestar apoio ao pré-candidato do PDT à presidência, Ciro Gomes, alvo, junto com o irmão, o senador Cid Gomes (PDT-CE), de uma ação da Polícia Federal deflagrada na manhã desta quarta, no Ceará.
Segundo Hoffmann, a invasão à casa do pedetistas é uma “reestreia do lavajatismo na eleição de 2022”.
“É dentro da lei que se defende o interesse público, não com espetáculo de mídia. Este episódio é a reestreia do lavajatismo na eleição de 22”
Para Hoffmann, mais uma evidência da manipulação da PF para fins políticos.
“Invasão da casa de Ciro Gomes expõe outra vez a manipulação da PF com objetivo político”.
_________________________________________________Boulos acha ESTRANHA ação contra CIRO, que disputa terceira via com MORO, "o REI do LAWFARE"
Em entrevista ao Fórum Onze e Meia, líder do MTST disse que discorda de uma possível aliança entre Lula e Geraldo Alckmin e que o "casamento" não deve se concretizar

O líder do MTST e político do PSOL, Guilherme Boulos, afirmou nesta quarta-feira (15) em entrevista ao Fórum Onze e Meia que a operação da Polícia Federal feita contra o candidato à Presidência Ciro Gomes (PDT) é um ato de “lawfare e perseguição política”, além de “esquisita” para o momento político, em que Sergio Moro (Podemos) tenta se projetar como opção da terceira via nas eleições para 2022.
“Da mesma forma que denunciamos quando isso aconteceu com o Lula, com a Dilma, durante o golpe, é importante denunciarmos também quando acontece com Ciro, independente das opções e caminhos políticos que ele resolveu tentar. É muito esquisito requentar uma investigação de 10 anos atrás nesse momento, quando o adversário político mais direto na disputa pela terceira via é justamente Sergio Moro, o rei do lawfare”, afirmou Boulos.
Nesta manhã, foi deflagrada uma operação da Polícia Federal de busca e apreensão contra Ciro e o irmão dele, o ex-governador do Ceará e senador Cid Gomes. A ação tem como objetivo desmontar um esquema de fraudes, exigências e pagamentos de propinas a agentes políticos e servidores públicos decorrentes de procedimento de licitação para obras no estádio Castelão, em Fortaleza (CE), entre os anos de 2010 e 2013.
Para Boulos, Moro não chegará longe como 3ª via
O ex-candidato à prefeitura de São Paulo citou o levantamento divulgado nesta terça-feira (14) pelo Instituto de Pesquisas e Comunicação (Ipec), que mostra que Lula venceria em primeiro turno, Jair Bolsonaro (PL), teria 25,3%; Sergio Moro (Podemos), 9,2% e Ciro Gomes (PDT), 5,7%.
Para Boulos, o setor lavajatista permanece “ativo dentro do Judiciário e da Polícia Federal para poder abrir mais espaço para Moro”. Além disso, o ex-juiz conta com o apoio da grande mídia e de parte do establishment. Mesmo assim, o psolista não considera que o ex-ministro chegará muito longe.
“Se não acontecer nenhum fator imponderável, mesmo com todos os esforços que tem tido para alçar Moro ao herói nacional, querer trazer a narrativa da Lava Jato, botar o Moro até pra falar papagaiada de economia… Mesmo com esse esforço, acho que é muito difícil a viabilização da terceira via e a polarização tende a ser entre Lula e Bolsonaro”, disse Boulos.
Chapa com Lula e Alckmin
Questionado sobre uma eventual chapa com Lula (PT) e Geraldo Alckmin (PSDB) como vice, Boulos afirmou que apoiará o petista independente da escolha, mas disse não considerar viável esse casamento. Ambos participarão de um jantar do Grupo Prerrogativas nesta sexta-feira (17).
“Tenho dúvidas se interessa. Alckmin perde parte do seu eleitorado de São Paulo, que é muito conservador, e que ele vai entregar de bandeja para o Rodrigo Garcia. Para o Lula, o que o Alckmin agrega? Seria só São Paulo, mas é muito duvidoso que um conservador de SP vote no Lula porque o Alckmin é vice. Se [Lula] quiser dar um gesto mais moderado poderia escolher outros nomes que agregassem mais”, analisou o psolista.
Além disso, ele ressaltou que, se a aliança se concretizar, será um “péssimo sinal”. “Primeiro, de um ponto de vista simbólico, do que Alckmin representa para São Paulo. Ele jogou bomba em professor, fechou as escolas… Você ter um vice de centro direita, é muito arriscado, não vejo a necessidade de [Lula] correr esse risco.”
Assista ao programa na íntegra
_________________________________________________Globo (Globonews em Pauta) CENSURA cientista político que explicava a FORÇA de LULA e é DETONADA nas redes
_________________________________________________Depois de insultar Lula, Ciro agradece solidariedade do ex-presidente após ser alvo de ação da PF

247 - O pré-candidato do PDT à Presidência, Ciro Gomes, alvo de uma operação da Polícia Federal deflagrada nesta quarta-feira (15), agradeceu pelo Twitter a solidariedade prestada a ele pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Em entrevista ao apresentador José Luiz Datena, no entanto, Ciro voltou a chamar Lula de "ladrão".
“Vão me insultar, vão me agredir, mas a intenção é exatamente essa, me abater para que eu seja moderado, para que eu não continue atacando aqueles ladrões assaltantes da vida pública brasileira, como é o Bolsonaro e como foi o Lula. Continuarei dizendo concretamente quem é ladrão e eu não sou”, disse Ciro em entrevista ao programa Manhã Bandeirantes.
A declaração de Ciro foi feita poucos minutos depois do ex-presidente Lula expressar “repúdio ao comportamento da Polícia Federal, que foi quem determinou a invasão da casa do candidato a presidente, Ciro Gomes, e do seu irmão, senador da República". Lula disse, ainda, considerar como “inexplicável que as pessoas que poderiam ser intimadas para prestar um depoimento, dar uma explicação, tenham suas casas invadidas, sem levar em conta que um é candidato a presidente e o outro senador e que são pessoas que têm uma vida idônea, provada e comprovada".
Na entrevista, Ciro também disse que a ação da PF tem como objetivo minar a sua pré-candidatura à Presidência da República. “Isso é o Brasil. Tenho 40 anos de vida pública e nunca me envolvi em nenhum tipo de mal feito. Agora, [essa operação acontece] a essa altura da minha vida, quando eu me preparo para disputar a presidência do Brasil botando o dedo na ferida de todos eles. Eu denunciei a roubalheira do PT e denunciei a do Bolsonaro. O Bolsonaro é ladrão. Os filhos do Bolsonaro são ladrões. E a estrutura toda [do governo] está acobertando. E eu não quero ser acobertado. Eu quero ser investigado severamente. Eu não sou nenhum cidadão acima da lei. Todas as denúncias têm que ser apuradas, inclusive dessa delação que deu causa a essa absurda operação”, afirmou o pedetista.
A operação da PF deflagrada nesta quarta-feira apura um suposto esquema de fraudes e pagamentos de propinas a políticos e servidores públicos envolvendo a licitação para a construção do Estádio Castelão, em Fortaleza (CE), entre os anos de 2010 e 2013. Segundo os investigadores, Ciro e Cid Gomes fariam parte de uma “associação criminosa” que favoreceria empresários mediante o pagamento de propina.
_________________________________________________Ciro e Cid Gomes são alvos de operação da PF por acusação de desvio de verbas em estádio da Copa

247 - A Polícia Federal deflagrou nesta quarta-feira (15) uma operação contra um suposto esquema de fraudes e pagamentos de propinas a políticos e servidores públicos envolvendo a licitação para a construção do Estádio Castelão, em Fortaleza (CE), entre os anos de 2010 e 2013. Entre os alvos da operação, está o presidenciável Ciro Gomes (PDT) e seu irmão, o senador Cid Gomes.
Segundo os investigadores, Ciro e Cid Gomes fariam parte de uma “associação criminosa” que favoreceria empresários mediante o pagamento de propina. Os irmãos Gomes são citados juntamente com um outro irmão, Lúcio Ferreira Gomes, além de três outros políticos como integrantes do núcleo de “agentes públicos” da organização criminosa.
Ao todo, 80 agentes federais estão cumprindo 14 mandados de busca e apreensão expedidos pela 32ª Vara da Justiça Federal, nas cidades de Fortaleza (CE), Meruoca (CE), Juazeiro do Norte (CE), São Paulo (SP), Belo Horizonte (MG) e São Luís (MA).Os investigados poderão responder pelos crimes de lavagem de dinheiro, fraudes em licitações, associação criminosa, corrupção ativa e passiva.
De acordo com a PF, “as investigações tiveram início no ano de 2017, sendo identificados indícios de esquema criminoso envolvendo pagamentos de propinas para que uma empresa obtivesse êxito no processo licitatório da Arena Castelão e, posteriormente, na fase de execução contratual, recebesse valores devidos pelo Governo do Estado do Ceará ao longo da execução da obra de reforma, ampliação, adequação, operação e manutenção do Estádio Castelão”.
“Apurou-se indícios de pagamentos de 11 milhões de reais em propinas diretamente em dinheiro ou disfarçadas de doações eleitorais, com emissões de notas fiscais fraudulentas por empresas fantasmas.” Os investigados poderão responder pelos crimes de lavagem de dinheiro, fraudes em licitações, associação criminosa, corrupção ativa e passiva”, completa a PF.
_________________________________________________Eleições 2022: Pesquisa Ipec aponta que Lula vence em primeiro turno

Do UOL, em São Paulo
14/12/2021 19h43
Atualizada em 14/12/2021 22h02
Pesquisa Ipec, divulgada hoje pelo portal g1 e pela GloboNews, mostra que Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tem ampla vantagem frente aos adversários e poderia vencer a eleição para a Presidência da República em primeiro turno. No principal cenário analisado, o ex-presidente aparece com 48% dos votos e todos os outros candidatos juntos somam 38%. A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos.
No segundo cenário analisado — com apenas 5 concorrentes ao Planalto — o petista aparece com 49% dos votos, enquanto os outros candidatos juntos novamente somam 38%.
Simone Tebet: Não me tratem diferente; sou pré-candidata à Presidência
Para vencer uma eleição em primeiro turno, o candidato precisa ter 50% mais um dos votos válidos (não contam os votos em branco ou nulo). Levando em conta essa sistemática adotada pela regra eleitoral no Brasil, Lula tem 56% dos votos válidos nos dois cenários considerados pelo Ipec.
Em ambos os cenários, somando-se intenções de votos brancos e nulos, o petista aparece com 27 pontos percentuais à frente do segundo colocado, o presidente Jair Bolsonaro (PL).
É a primeira pesquisa depois da filiação do ex-ministro Sergio Moro pelo Podemos. Como o cenário é bem diferente do testado pelo instituto em setembro, pesquisa mais recente anterior à de hoje, não há base de comparação.
No primeiro cenário, com 12 candidatos, o ex-presidente tem 48% das intenções, ficando dez pontos à frente dos adversários somados.
No segundo cenário, com apenas cinco nomes, Lula tem 49% das intenções de votos, enquanto seus adversários somados tem 38%. Considerando a margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos, o petista poderia chegar a 51% em números absolutos.
A pesquisa do Ipec foi feita entre 9 e 13 de dezembro e ouviu 2.002 pessoas em 144 municípios. A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%. O Instituto Ipec foi criado por ex-executivos do Ibope Inteligência, encerrado em janeiro deste ano.
Confira os números:
Cenário 1: primeiro turno com 12 candidatos
- Lula (PT): 48%
- Jair Bolsonaro (PL) : 21%
- Sergio Moro (Podemos): 6%
- Ciro Gomes (PDT): 5%
- André Janones (Avante): 2%
- João Doria (PSDB): 2%
- Cabo Daciolo (PMN-Brasil 35): 1%
- Simone Tebet (MDB): 1%
- Alessandro Vieira (Cidadania): 0%
- Felipe d'Ávila (Novo): 0%
- Leonardo Péricles (UP): 0%
- Rodrigo Pacheco (PSD): 0%
- Brancos / Nulos: 9%
- Não sabem / Não responderam: 5%
Cenário 2: primeiro turno com 5 candidatos
- Lula (PT): 49%
- Jair Bolsonaro (PL) : 22%
- Sergio Moro (Podemos): 8%
- Ciro Gomes (PDT): 5%
- João Doria (PSDB): 3%
- Brancos / Nulos: 9%
- Não sabem / Não responderam: 5%
Perfil do eleitor
De acordo com o Ipec, os votos para Lula são mais expressivos entre quem avalia o governo de Jair Bolsonaro como ruim ou péssimo (68%); quem mora no Nordeste (63%); quem mora nas periferias das capitais (55%); e entre católicos (54%).
Além disso, a pesquisa mostra que as intenções de voto no petista são maiores quanto menor a renda familiar mensal dos entrevistados. De forma que o índice de intenção de votos é de 32% entre aqueles cuja renda é de cinco salários mínimos, e atinge 57% entre quem tem renda familiar de até um salário mínimo. Entre os entrevistados com nível superior, Lula tem 40% dos votos, e entre os com ensino fundamental o índice é de 55%.
Já Bolsonaro é mais popular entre os que avaliam sua administração como ótimo ou boa (75%); quem mora nas regiões Norte/Centro-Oeste (29%) e Sul (27%); e entre os evangélicos (33%) —grupo no qual aparece tecnicamente empatado com Lula.
De acordo com o Ipec, a escolha pelo atual presidente aumenta quanto maior a renda familiar mensal e escolaridade dos entrevistados. Passando de 14%, entre quem tem renda de até um salário mínimo, para 30%, entre aqueles que ganham acima de cinco salários. Além disso, Bolsonaro tem 18% das intenções entre os eleitores com ensino fundamental e chega a 25% entre os mais escolarizados.
Já o ex-ministro Sergio Moro se destaca entre os eleitores residentes na região Sul (11%). O Ipec informou, ainda, que os outros candidatos mencionados têm intenções de voto distribuídas de maneira homogênea.
_________________________________________________PF intima Bolsonaro a depor sobre vazamento de inquérito sigiloso

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BRASÍLIA - A Polícia Federal intimou o presidente Jair Bolsonaro a prestar depoimento sobre o vazamento de um inquérito sigiloso sobre um ataque hacker ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Por ser presidente da República, Bolsonaro tem a prerrogativa de escolher data, horário e local para o seu depoimento. Por isso, o agendamento depende de uma resposta do Palácio do Planalto à PF.
Bolsonaro é investigado por ter divulgado as informações sigilosas durante uma transmissão ao vivo feita por ele para propagar notícias falsas às urnas eletrônicas e ataques ao sistema eleitoral brasileiro, em agosto. Dentro dessa transmissão, Bolsonaro divulgou o inquérito sigiloso para tentar lançar suspeita sobre as urnas eletrônicas, embora o ataque hacker apurado pela PF não tenha afetado as urnas.
Essa investigação contra o presidente foi aberta pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, após um pedido do próprio TSE, e também mira o deputado bolsonarista Filipe Barros (PSL-PR) e o delegado responsável pelo inquérito do ataque hacker, Victor Neves Feitosa Campos, que foi afastado do caso por ordem de Moraes.
O depoimento de Bolsonaro deve ser uma das últimas diligências antes de encerrar a investigação. Será a segunda vez em que o presidente terá que prestar depoimento à PF. No mês passado, ele foi ouvido em um inquérito que apura supostas interferências indevidas na PF.
A intimação determinada pela PF prevê que esse novo depoimento também ocorra de forma presencial, como foi feito no caso anterior. Bolsonaro deve ser ouvido pela delegada Denisse Dias Ribeiro, responsável pelo caso, e que também conduz outras investigações contra bolsonaristas. Ainda não foi definida a data para a oitiva do presidente.
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O rancor de Malafaia | Lauro Jardim - O Globo

Antes de atacar publicamente Davi Alcolumbre nas redes sociais, Silas Malafaia atuou arduamente para convencê-lo a pautar a sabatina de André Mendonça na Comissão de Constituição e Justiça.
O pastor se fiou na religião: pediu a Fábio Wajngarten, ex-secretário de Comunicação da Presidência, que interviesse junto a Alcolumbre, que também é judeu, para pautar o escrutínio. Não funcionou. Alcolumbre sequer aceitou receber o ex-Secom.
Malafaia alega ter ajudado Alcolumbre a se eleger presidente do Senado em 2019, pedindo votos aos senadores pelo amapaense. Agora, magoado, diz que vai manter a ameaça a tirar votos do senador.
_________________________________________________Não apoio Ciro como ser humano, mas defendo seu projeto econômico, diz Tico Santa Cruz

247 - O músico Tico Santa Cruz, apoiador da candidatura de Ciro Gomes à Presidência da República em 2022, criticou os "modelos" neoliberais de governos anteriores, que, segundo ele, privilegiaram as elites. Para ele, a política econômica de Ciro Gomes seria um passo na direção contrária.
Contudo, o time econômico de Ciro Gomes é liberal ferrenho. Ele incluiu em sua equipe de pré-campanha o economista liberal Paulo Rabello de Castro, ex-presidente do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) no governo Michel Temer. Também já conversou com outros economistas liberais, entre eles dois dos pais do Plano Real, Persio Arida e André Lara Resende.
Para o músico, a "pessoa" Ciro Gomes não merece os mesmos elogios que a "política econômica". "Acho que o Ciro em alguns momentos se equivoca em algumas falas e decisões. Sou crítico quando isso acontece, porque não acredito realmente que político seja alguém que esteja acima do bem e do mal para não ser criticado. Há uma grande dificuldade do brasileiro de olhar para isso e não encará-los como salvadores da pátria, porque não existe salvador da pátria. Então, eu não sou personalista. Eu não estou apoiando o Ciro Gomes como o ser humano Ciro Gomes, estou apoiando o projeto que o Ciro Gomes representa", disse, ao UOL.
_________________________________________________As contradições e as lacunas de Moro | Míriam Leitão - O Globo
Por Míriam Leitão

A senadora Simone Tebet, pré-candidata do MDB à Presidência, disse que o investidor não precisa ter dúvidas sobre o posicionamento dela na economia e acrescentou: “Minha história fala por mim”. Esse é o problema com o candidato Sergio Moro, do Podemos, ele não tem história em alguns temas decisivos do país. Em outros, acumula controvérsias. No mercado financeiro já se ouve o farfalhar dos apoios incondicionais à pessoa sem conteúdo definido, como houve em 2018. O autoengano recomeçou.
O problema em torno de Sergio Moro é o quase nada que se sabe sobre suas ideias em várias áreas. Nos 16 meses que ficou no Ministério da Justiça, Moro barrou demarcações de terras indígenas, mandou o fracassado pacote anticrime para o Congresso, embutindo nele o excludente de ilicitude, apoiou indiretamente um motim de policiais no Ceará e abonou os sinais de desvios éticos no governo Bolsonaro, quando começaram a surgir.
Para contextualizar os ditos no parágrafo anterior. Havia 17 processos de demarcação de terras indígenas prontos para serem assinados pelo ministro da Justiça. Moro devolveu tudo para a Funai e nunca demonstrou ter qualquer interesse pelo tema indígena. O apoio ao excludente de ilicitude é agressão ao Direito. Ninguém que aposte no devido processo legal pode achar natural essa licença para matar que é bandeira de Jair Bolsonaro.
Na questão da corrupção, que o levou a ser conhecido no país, Moro disse que tinha “confiança pessoal” em Onyx Lorenzoni, quando se descobriu o caixa dois do então coordenador da transição do governo Bolsonaro. Em 9 de janeiro de 2019, diante do relatório do Coaf mostrando as movimentações suspeitas de Fabrício Queiroz, ele disse que o presidente já havia esclarecido o caso do ex-assessor do filho. Até hoje o caso permanece não esclarecido.
Houve um evento assustador na sua gestão no Ministério. Greve de policial é proibida, porque é motim de pessoas armadas. E que foram armadas pela sociedade com o fim exclusivo de protegê-la. Policiais militares se amotinaram no Ceará, desafiando o governador Camilo Santana e levando medo à população. Moro enviou o coronel Aginaldo Oliveira para resolver o conflito. Lá, o coronel definiu os amotinados como corajosos e gigantes. “É muita coragem fazer o que vocês estão fazendo. Os covardes nunca tentam, os fracos ficam pelo meio do caminho.” Imagine o perigo se todas as PMs do Brasil seguissem a orientação do enviado do Ministério da Justiça ao Ceará. Moro foi padrinho do casamento de Aginaldo com a deputada Carla Zambelli e nunca o repreendeu por essa atitude temerária.
Esses são os fatos. Moro não pode ser idealizado. Ele precisa, na campanha, definir suas ideias e propostas. Ter escolhido como conselheiro um bom economista como Affonso Celso Pastore é bom, mas está longe de ser suficiente. Ele, em muitas áreas, é uma página em branco e precisa preenchê-la. Para o bem ou para o mal, os outros candidatos são pessoas com ideias conhecidas.
O ex-presidente Lula está na vida política do país há mais 40 anos e governou o Brasil por dois mandatos. Bolsonaro teve longa vida parlamentar, na qual defendeu atentados à liberdade e aos direitos humanos. Esse tétrico prontuário foi desconsiderado por muitas cabeças pensantes do país. Deu no que deu. O governador João Dória tem um histórico que não é longo, mas testado na administração da maior cidade e do maior estado do país. Ciro Gomes foi prefeito, governador e ministro. A senadora Simone Tebet foi deputada estadual, prefeita, vice-governadora e, no Senado, presidiu a Comissão de Constituição e Justiça. Todos podem dizer “minha história fala por mim”. Moro teve curta experiência administrativa e deixou lacunas e contradições.
Há muitos temas que precisarão de respostas em 2022 e não apenas a economia. O ataque de Bolsonaro à democracia exige uma defesa intransigente do pacto democrático de 1988. As ofensas aos negros, as ameaças aos indígenas, o desprezo às mulheres, o preconceito contra a comunidade LGBTQ no governo Bolsonaro aumentaram a urgência da questão da diversidade. É mais do que um debate sobre minorias, é trincheira de defesa da civilização. Os atentados à Amazônia tornaram emergencial um amplo plano de proteção do meio ambiente. A ambiguidade não será aceitável em 2022. O país vive momento dramático e decisivo.
Com Alvaro Gribel (de São Paulo)
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_________________________________________________Miriam Leitão se descola de Moro e aponta falhas graves do ex-juiz suspeito

247 – A jornalista Miriam Leitão apontou, em sua coluna deste domingo no jornal O Globo, os principais problemas da candidatura do ex-juiz Sergio Moro, que foi declarado suspeito pelo Supremo Tribunal Federal por atuar com parcialidade contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Segundo ela, Moro não tem ideias sobre temas centrais do País e cometeu diversos erros quando foi ministro de Jair Bolsonaro.
"No mercado financeiro já se ouve o farfalhar dos apoios incondicionais à pessoa sem conteúdo definido, como houve em 2018.
O autoengano recomeçou", escreve Miriam.
"O problema em torno de Sergio Moro é o quase nada que se sabe sobre suas ideias em várias áreas.
Nos 16 meses que ficou no Ministério da Justiça, Moro barrou demarcações de terras indígenas, mandou o fracassado pacote anticrime para o Congresso, embutindo nele o excludente de ilicitude, apoiou indiretamente um motim de policiais no Ceará e abonou os sinais de desvios éticos no governo Bolsonaro, quando começaram a surgir", relembra.
Miriam chega até a questionar a hipocrisia de Moro no tema da corrupção, ao lembrar que ele disse que tinha “confiança pessoal” em Onyx Lorenzoni, quando se descobriu o caixa dois do então coordenador da transição do governo Bolsonaro.
"Em 9 de janeiro de 2019, diante do relatório do Coaf mostrando as movimentações suspeitas de Fabrício Queiroz, ele disse que o presidente já havia esclarecido o caso do ex-assessor do filho.
Até hoje o caso permanece não esclarecido", escreve Miriam.
A jornalista também aponta os vínculos entre Moro e correntes de extrema direita na polícia.
"Houve um evento assustador na sua gestão no Ministério.
Greve de policial é proibida, porque é motim de pessoas armadas.
E que foram armadas pela sociedade com o fim exclusivo de protegê-la.
Policiais militares se amotinaram no Ceará, desafiando o governador Camilo Santana e levando medo à população.
Moro enviou o coronel Aginaldo Oliveira para resolver o conflito. Lá, o coronel definiu os amotinados como corajosos e gigantes", relembra.
"Moro teve curta experiência administrativa e deixou lacunas e contradições", pontua.
_________________________________________________Moro quer criar um TRIBUNAL de EXCEÇÃO Indicação EXPLÍCITA de montar em torno dele, se eleito, um ESTADO POLICIAL.
Por Helena Chagas

Por Helena Chagas, do Jornalistas pela Democracia
Sergio Moro vinha enunciando platitudes liberais em relação à economia e agora encontrou, em Afonso Celso Pastore, um biombo para protegê-lo de questionamentos mais complexos por parte do mercado. Na área social, passou da etapa da genérica "compaixão" pela miséria à clara confirmação de que não entende patavinas do assunto ao anunciar uma "agência", nos moldes da Anatel, Aneel e outras, para combater a pobreza. Mas o perigo maior para o país representado pela candidatura do ex-juiz está no plano institucional, traduzido na proposta de criação de uma "corte nacional anticorrupção".
Em entrevista ao Correio Braziliense, neste domingo, Moro disse que pretende criar um tribunal especial contra a corrupção. Numa clara confrontação ao STF, que o considerou parcial no julgamento do ex-presidente Lula, o ex-juiz resolveu desmantelar o sistema judicial brasileiro se for eleito presidente da República. Sua justificativa: "nossos tribunais não podem ter uma resposta assim tão formal para o problema da corrupção".
Como assim?? Será que, além de virar de ponta-cabeça a estrutura do Judiciário, Moro quer criar um tribunal que passe por cima das formalidades da lei? Dá para imaginar o que seria, na visão de Moro, uma resposta informal para o problema da corrupção. Mais ou menos aquilo que ele fez em Curitiba, multiplicado por dez quinze, ou vinte - a depender do número de integrantes dessa nova corte.
E que seriam eles? Segundo o ex-ministro, seu tribunal anticorrupção seria integrado pelos "melhores servidores e os melhores magistrados do Judiciário, por meio de um processo seletivo que leve em conta, com procedimentos de devida diligência, não só a integridade dessas pessoas, mas também o comprometimento com o combate à corrupção, sem aumentar custos orçamentários". É evidente que esse processo seletivo seria o que o ex-juiz e seus amigos de Curitiba quisessem, e os juízes desse tribunal escolhidos a dedo por eles.
Seria interessante que, na próxima entrevista, alguém perguntasse a Moro se magistrados como Edson Fachin, por exemplo, teriam lugar na sua Corte. Afinal, o ministro, um lavajatista de carteirinha, foi o responsável por anular as sentenças de Lula. Ao fim e ao cabo, graças a ele o petista voltou à cédula eleitoral sem maiores procedimentos. Vai ou não vai?
Acima de tudo, a proposta de Sergio Moro de criação desse tribunal de exceção indica uma indisfarçável vontade de mexer nas instituições e montar em torno dele, se eleito, um Estado policial.
Foi bom, muito bom, que Moro já tenha levado a público suas intenções.
Mais claro do que isso, impossível: a democracia, coitadinha dela!, voltará à zona de risco em caso de vitória do juiz candidato.
E as elites brasileiras não vão poder disfarçar e sair de fininho, como fizeram no caso de Jair Bolsonaro, que ajudaram a eleger, em nome de um antipetismo e da promessa de um suposto liberalismo que nunca veio.
Deu no que deu.
Mas talvez seja pedir muito dos que hoje se iludem com Pastores (do mercado, e não das igrejas) e promessas que percebam onde estão se metendo.
Só não digam que não foram avisados.
_________________________________________________"O GRANDE TRAIDOR desse país se chama Jair Messias Bolsonaro", dispara ex-aliado Santos Cruz

247 - Ex-ministro de Jair Bolsonaro, o general Santos Cruz (Podemos), afirmou nesta quinta-feira (2), em entrevista ao UOL, que o chefe do atual governo federal é um 'SEM-VERGONHA' e 'TRAIDOR'.
Questionado sobre a promessa eleitoral de Bolsonaro em 2018 de não fazer política com "toma lá, dá cá", Santos Cruz disparou:
"NÃO tem ingenuidade, tem 'sem-vergonhice'. Prometer uma coisa, e depois não fazer. Você não pode considerar um parlamentar que tinha 28 anos de Câmara como ingênuo".
Nesta semana, Bolsonaro se filiou ao PL, um dos principais partidos do Centrão, e escancarou de vez sua ligação com tal setor político.
Para Santos Cruz, BOLSONARO é RESPONSÁVEL pela DESTRUIÇÃO de muitas instituições no país:
"o grande traidor desse país se chama Jair Messias Bolsonaro. Ele destruiu quase todas as instituições por onde teve alguma atuação mais intensa. Ministério das Relações Exteriores, Ministério da Saúde...TODA instituição onde ele colocou a MÃO...".
2 de dezembro de 2021, 20:11
_________________________________________________Veja divulga pesquisa que mostra chance de vitória de Lula no primeiro turno e Moro com apenas 5%

247 - Uma pesquisa nacional finalizada nesta semana pelo Instituto FSB, encomendada pela revista Veja, mostra o ex-presidente Lula liderando com folga a corrida pela Presidência da República. Segundo a pesquisa, o petista tem 42% das intenções de voto, contra 19% de Jair Bolsonaro.
O resultado mostra que Lula tem chances de vitória no primeiro turno, considerando os votos válidos. Sergio Moro e Ciro Gomes aparecem na terceira posição, com 5% das intenções de voto.
O nome do instituto foi substituído na matéria da Veja para "um grande instituto nacional" após a publicação. O levantamento foi feito entre os dias 19 e 22 de novembro.
_________________________________________________Nassif detalha "a expansão repentina dos negócios da família Dallagnol"

247 - O jornalista Luis Nassif, do GGN, denunciou neste domingo (28) "a expansão repentina dos negócios da família Dallagnol", ex-chefe da força-tarefa da Lava Jato de Curitiba.
"Em setembro de 2018 – em pleno apogeu da Lava Jato – Deltan comprou um apartamento em um prédio de luxo de Curitiba, um por andar, pelo valor de R$ 1,8 milhão, pago em duas parcelas", lembrou Nassif, fazendo referência à revelação feita pelo Brasi 247. "No dia 12 de julho passado, a esposa de Dallagnol arrematou um segundo apartamento no mesmo edifício. Pagou R $2,1 milhões em um leilão judicial", destacou o jornalista.
Como Dallagnol bancaria os custos dos apartamentos era uma dúvida, visto que somente a taxa de condomínio dos dois imóveis ultrapassa os R$ 10 mil. Havia boatos de que o ex-integrante do Ministério Público tinha adquirido quatro franquias da Hering para sua esposa. "Os boatos podem ter nascido das atividades de sua irmã, Édelis Martinazzo Dallagnol", diz Nassif, que mostra o perfil de Édelis no LinkedIn.
Édelis se apresenta como gestora do Hering Kids de Curitiba. "Na página da empresa, fica-se sabendo que se trata de uma 'extensão infantil da renomada Hering, voltada ao publico de 0 a 16 anos'".
Édelis, na rede social, diz ter começado a trabalhar na empresa em julho de 2021. Um mês antes, a família Dallagnol - o pai do ex-procurador, Agenor Dallagnol, e a mãe ,Vilse Salete Martinazzo Dallagnol, - abriram cinco empresas diferentes. Na mesma época, a esposa de Deltan Dallagnol, Fernanda Mourão Ribeiro Dallagnol, também abriu uma empresa, a Delight Consultoria Gerencial e Empresarial Eirelli, com capital social de R$ 110.000,00. Além disso, ela "adquiriu em leilão da Caixa Econômica Federal um imóvel de escritório, no Edifício Vega Business Center, pelo valor de R$ 143 mil. Todos esses negócios realizados em um mesmo curto espaço de tempo", conta Nassif.
A família Dallagnol ainda tem relações com Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra). Uma ação do instituto contra Agenor está em processo no Tribunal Regional Federal da 1a Região e está pronto para decisão.
Nassif lembra que "no material divulgado pela Vaza Jato, Deltan antecipava seus planos de montar novos negócios em nome de terceiros, para não despertar críticas. Ele e o colega Roberto Pozzobon montaram um grupo de WhatsApp exclusivamente para discutir os novos negócios. Nas discussões planejam uma empresa de eventos
_________________________________________________A Faria Lima está apaixonada por Moro | Lauro Jardim - O Globo

O mercado financeiro anda encantado com Sergio Moro. Aliás, não é muito difícil arrebatar a Avenida Faria Lima.
Basta falar a língua dela e mostrar-se viável na disputa com Lula e Bolsonaro. E, para o amor acabar, basta despencar nas pesquisas.
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"Junho de 2013 foi sabotagem internacional contra o Brasil", diz Aldo Rebelo
Aldo Rebelo-PT-Dilma X Direita-PSOL
________________________________* Então houve essa UNIÃO SINISTRA, SÓRDIDA entre esses interesses. ________________________________* Esse pessoal é que depois se transformou ali em Lava Jato. ________________________________* Esse LAVAJATISMO continua no PSOL até HOJE.

247 - O ex-ministro Aldo Rebelo relembrou na TV 247 os protestos de junho de 2013, classificados por ele como uma “sabotagem” à época contra o governo da ex-presidente Dilma Rousseff.
Para ele, tudo foi armado internacionalmente, “de fora para dentro”. “Aquilo não foi uma coisa espontânea. Aquilo foi criado, orquestrado. Foi um ato de sabotagem contra o Brasil, em primeiro lugar, e contra o governo da Dilma”.
Rebelo destacou o movimento criado neste período chamado de “Não Vai ter Copa”, que tentava embarreirar o torneio que se realizaria no Brasil em 2014. Na época, ele ocupava a cadeira de ministro dos Esportes.
O ex-ministro salientou que a DIREITA e parte da ESQUERDA, notadamente o PSOL - citado por ele -, tinham INTERESSES em DERRUBAR Dilma e que, por isso, se ALIARAM para PREJUDICAR a Copa, o que seria um desastre para a gestão do momento.
“A direita achava que podia colar no governo dela [Dilma], em um acontecimento de grande visibilidade interna e externa, o fracasso na gestão.
Então se tivesse um fracasso, por razões de atraso de obras, de segurança pública, de mobilidade, esse fracasso ganharia as manchetes do mundo e carimbaria o fracasso na gestão do governo da presidente Dilma.
E na esquerda, nesse pessoal aí que também foi para a rua quebrando tudo, era a ideia de que se o PT fracassasse, sobraria uma franja na esquerda para um novo protagonista.
Então houve essa união sinistra, sórdida entre esses interesses.
Esse pessoal é que depois se transformou ali em Lava Jato.
Esse lavajatismo continua no PSOL até hoje.
Não estou dizendo que foi todo mundo, mas foi um processo de SABOTAGEM aberto contra esses grandes eventos com esses interesses. Isso eu vi de perto”.

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