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_________________________________________________O PESADELO de ADOECER em PORTUGAL _________________________________________________Alerj aprova decreto que CANCELA licença ambiental para EXPANSÃO do SANTOS DUMONT _________________________________________________Novo guia de COMIDA SAUDÁVEL indica vegetais no prato e pacotinhos bem longe da boca
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_________________________________________________Chile pode virar ‘Portugal’ | Guga Chacra - O Globo

Não sabemos se o presidente eleito do Chile, Gabriel Boric, terá sucesso em seu governo. Enfrentará uma série de obstáculos. Mas podem ter certeza de que o jovem líder chileno não é similar a figuras esquerdistas no poder em outros países da América Latina como Venezuela, México, Nicarágua e Peru. O futuro ocupante do Palacio de La Moneda, em Santiago, está mais em sintonia com a esquerda europeia, como a portuguesa.
Pedro Castillo, presidente do Peru, é marxista. Isso não significa em hipótese alguma que carregue bandeiras da esquerda europeia e dos EUA. O líder peruano se posiciona contra o direito ao aborto, à legalização da maconha e ao casamento entre pessoas do mesmo sexo. Religioso, gosta de ler passagens bíblicas. Compare com Boric, um agnóstico assumido que adota posições antagônicas às do seu vizinho do Norte.
López Obrador, do México, foi eleito como esquerdista por suas posições econômicas. Mas, assim como Castillo, pode ser descrito como extremamente conservador nos valores. Além disso, o presidente mexicano é entusiasta de Donald Trump e se aliou ao então presidente americano para renegociar o Nafta e implementar políticas restritivas a imigrantes na fronteira. Na pandemia, segue como um notório negacionista.
Nicolas Maduro, da Venezuela, além de ser ditador já fez uma série de declarações homofóbicas e misóginas no passado. Apesar de ser apenas por hipocrisia, gosta de se descrever como religioso e se aproxima de algumas alas conservadoras evangélicas e católicas. Sua preocupação com o meio ambiente é zero. O ditador da Nicarágua, Daniel Ortega, que foi um revolucionário marxista no passado, também adota uma agenda conservadora em questões morais.
Classificar Boric como algo similar a esses quatro líderes é equivocado. Talvez o mais próximo do futuro governo chileno seja o de António Costa em Portugal. Conhecida como Geringonça, sua coalizão durou anos até recentemente, envolvendo o premier português, de viés social-democrata, com outras agremiações esquerdistas, incluindo os comunistas. Adotaram uma gestão pragmática em questões econômicas para equilibrar as contas, mantendo o Estado de bem-estar social, além de bandeiras como a defesa do meio ambiente, direitos de minorias e, acima de tudo, foco na ciência na pandemia. Outra comparação seria com a administração de Pedro Sánchez, na Espanha, também de centro-esquerda e aliado do Podemos, de viés ainda mais esquerdista.
Na América do Sul, talvez o mais próximo de Boric tenham sido os governos uruguaios da Frente Ampla, que esteve no poder no Uruguai por 15 anos, entre 2004 e 2019, sendo duas vezes com Tabaré Vázquez e uma com José Mujica. A esquerda latino-americana é tão diversa quanto a direita, em que vemos governos com agendas reacionárias, como Jair Bolsonaro, e outros mais pragmáticos e até mesmo progressistas em alguns temas, como Lacalle Pou no Uruguai.
A democracia chilena deu uma lição de estabilidade. José Antonio Kast, candidato derrotado, aceitou a derrota e parabenizou o vencedor. Boric governará por cinco anos e pode dar certo ou errado. Saberemos. Mas tenham certeza de que o Chile tem mais chance de virar Portugal do que Venezuela.
_________________________________________________Veja os melhores lugares para viajar pelo Brasil em cada mês de 2022

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RIO - De janeiro a dezembro, qual o melhor mês para ver as lagoas dos Lençóis Maranhenses em todo o seu esplendor? E quando vale a pena programar um roteiro pelas cidades históricas de Minas Gerais? E para quando marcar aquela temporada de praias no Nordeste sem risco de pegar chuva, em vez de sol?
O Boa Viagem fez uma seleção de 12 destinos imperdíveis em território nacional, e os melhores meses para visitar cada um deles, levando em consideração fatores como condições climáticas e agenda de eventos. Para abrir o calendário e planejar as próximas viagens.
Janeiro

Para começar o ano com muito axé, não há lugar melhor do que Salvador. O clima na capital baiana em janeiro é ótimo, não apenas pelo lado meteorológico (quase não chove). A cidade transpira festa, com ensaios de grupos carnavalescos e celebrações religiosas muito populares, como a do Senhor do Bonfim (14 de janeiro) e a de São Lázaro (30 de janeiro). Se esticar a estada mais um pouquinho, dá até para pegar a de Iemanjá, em 2 de fevereiro.
Fevereiro

Com o carnaval (que cai somente no final do mês) ainda em compasso de espera nos principais destinos da festa, por que não aproveitar a “enofolia” da vindima, que acontece ao longo do mês no Vale dos Vinhedos, na Serra Gaúcha? A colheita da uva em 2022 acontecerá de janeiro a março, com seu auge justamente em fevereiro, quando vinícolas de cidades como Bento Gonçalves oferecem uma programação especial ao visitante, com direito a colheita da uva do pé, festas com músicas tradicionais italianas, degustações, atividades ao ar livre e, claro, aquele momento em que turistas descalçam seus tênis para pisar as frutinhas em tonéis de madeira gigante, à moda dos colonos.
Março

As águas de março fecham o verão, mas não costumam molhar tanto quem está nas praias da Região dos Lagos, no Estado do Rio. Búzios, Cabo Frio e Arraial do Cabo são ótimos destinos para escapadas em qualquer época do ano, claro, mas este período é uma espécie de temporada intermediária, entre o carnaval e os feriados de abril, portanto, com movimento um pouco menor e melhores preços em hotéis, pousadas e casas de aluguel por temporada.
Abril

Passada a temporada de chuvas, que vai de dezembro a março, a Chapada dos Guimarães, no Mato Grosso, chega a abril coberta pela mata verde e com um bom volume em seus rios e quedas d’água, como a famosíssima Véu da Noiva e as do Circuito das Cachoeiras. Outra vantagem climática do mês é o fato de ainda estar longe do auge da temporada seca, de julho a outubro, quando o risco de incêndios é maior. Vale lembrar que, em 2022, a Sexta-Feira da Paixão cairá em 15 de abril e o feriado de Tiradentes (21), numa quinta-feira.
Maio

O calendário de Bonito, no Mato Grosso do Sul, também é regido pelas chuvas do verão. Em maio, começa a estação da seca, o que significa menos água caindo do céu e maior visibilidade nos rios e lagos. Outra vantagem é estar na baixa temporada, entre os feriados de abril e as férias escolares.
Junho

Depois de dois anos vivendo de fogueiras e quadrilhas on-line, Campina Grande começa 2022 com a expectativa de retomar o “maior São João do mundo” em junho. As festas juninas podem ser a desculpa perfeita para um roteiro pelo interior da Paraíba. Na região do Agreste, nos arredores de Campina Grande, não deixe de visitar Araruna, Ingá e Bananeiras, conhecidas por seus casarões históricos e formações rochosas ancestrais. No Cariri, o programa imperdível é Cabaceiras, a “Roliúde Nordestina”, cenário de produções como “O auto da compadecida”.
Julho

Gosta de frio? Então reserve alguns dias do mês para visitar a Serra Catarinense, onde ficam Urupema, Urubici e São Joaquim, três das cidades mais geladas do país e endereço dos “famosos” bonecos de neve brasileiros. A neve começa a cair entre o final de junho e o início de julho, quando os termômetros registram temperaturas negativas e fazem a festa dos turistas.
Agosto

Costuma ser o melhor mês para visitar o Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses. As lagoas de água doce, formadas pelas chuvas do verão e do outono, estão cheias desde junho e julho, mas o movimento dos visitantes, fora das férias de meio do ano, já é bem menor. Assim, é possível aproveitar com mais calma os passeios por dunas, rios e vilarejos da região.
Setembro

Alter do Chão, no município de Santarém, no Pará, é um dos lugares mais interessantes no Brasil para se visitar em setembro. Um dos motivos é a Festa do Sairé, celebração sincrética, com elementos indígenas e católicos, que acontecerá entre os dias 15 e 19. O outro é a temporada de seca, que deixa as águas dos rios mais baixas e forma lindas praias fluviais, razão do apelido “Caribe amazônico”.
Outubro

A primavera em Minas Gerais é especial. A temperatura já é alta o bastante para mergulhar sem medo nas águas de Capitólio ou nas cachoeiras da Serra do Cipó, de Aiuruoca ou de Ibitipoca. Mas ainda amenas a ponto de não tornar sacrificantes os passeios pelas ladeiras de cidades históricas como Mariana, Congonhas, Tiradentes e Ouro Preto. Pode ser que chova um pouco, mas, nesses casos, um bom dia de museu é até bem-vindo.
Novembro

Com tempo firme e fora da alta temporada, a Costa dos Corais, o lindo trecho do litoral norte de Alagoas, de Maceió à divisa com Pernambuco, passando por Maragogi e São Miguel dos Milagres, é uma boa pedida para o último mês antes do verão. Vale programar uma escapada para a Serra da Barriga, no interior, para celebrar Zumbi dos Palmares, em 20 de novembro.
Dezembro

Em Fernando de Noronha, dezembro é o auge da temporada seca. O mar mais agitado favorece o surfe, mas não atrapalha os mergulhos no arquipélago pernambucano. E no começo do mês, naquele período em que as pessoas ainda estão se guardando para as viagens de fim de ano, é mais fácil encontrar preços mais convidativos em hospedagens e passeios.
_________________________________________________Paola Machado - Anote aí: veja uma lista de alimentos que não podem faltar na sua casa
_________________________________________________Eduardo Paes responde críticas de Mario Frias a comprovante de vacinação: 'Aqui só vacinado!'

_________________________________________________Marilene Felinto: Educação pelo Rio
Capital fluminense, berço do bolsonarismo, é nossa catástrofe nacional escorregando morro abaixo
O Rio é o de Janeiro —esse lugar-comum (de beleza e violência). Minha primeira viagem pós-lockdown pandêmico foi para o Rio, depois de 15 anos que eu não pisava lá. O ideal seria escrever um romance de costumes sobre o Rio, mas como me falta talento, o romance sai primário, feito redação escolar das séries iniciais.
O título é uma paródia do poema "Educação pela Pedra", do pernambucano João Cabral de Melo Neto. (Comecei a ler no Rio uma biografia dele, que me provocou engulhos na primeira parte, ao tratar, quase como elogio, da oligarquia usineira de Pernambuco, origem de João Cabral, e da qual o poeta se orgulhava.)

Tive engulhos porque as origens de João Cabral batem de frente contra a minha falta de origens naquele mesmo lugar (e o Rio me lembra Recife, o cheiro, o mar e certa geografia...). Claro que isso nada tem a ver com a beleza exata da poesia de Cabral. Ele que, além do mais, era especialista em poemas sobre rios.
A boa biografia —"João Cabral de Melo Neto: Uma Biografia", de Ivan Marques— conta que o poeta veio ao Rio em 1940 pela primeira vez, aos 20 anos de idade, para conhecer, por meio do também poeta Murilo Mendes, o também poeta Carlos Drummond de Andrade. Era outro Rio, mas o mesmo. A educação pelo Rio, de um lado.
De outro lado, achei o Rio absolutamente mal-educado e agressivo, cidade barulhenta, onde os motoristas buzinam excessivamente e as pessoas falam alto demais nas ruas. Não se trata de o Rio ser pior do que São Paulo, no geral. Mas é diferente (tem sua própria lei, no trânsito e no morro —a falta de lei, na verdade).
Me disseram que minha impressão da falta de educação é porque fiquei em Copacabana, onde a deterioração urbana é mais visível. Tivesse ficado em Ipanema, na Gávea ou no Leblon etc. teria sido outra coisa. Outra coisa: o Rio é uma ditadura de classe. Educação pelo Rio.
Não é que o Rio seja pior do que São Paulo no que se refere à atmosfera de crime e medo —mas, no Rio, o grau de crueldade é mais alto. O Rio é o mais criminal dos estados criminais do Brasil. É lá que se matam mais negros mais livremente, com permissão dos órgãos públicos.
Segundo a Rede de Observatórios de Segurança, do Centro de Estudos de Segurança e Cidadania, a polícia do Rio matou, em 2020, 939 negros (contra 153 brancos). Já a polícia de São Paulo, no mesmo ano, matou 488 negros (contra 281 brancos). É a educação pelo Rio, por comparação com o resto.

"São Paulo é mais organizado. Até a pobreza é mais organizada em São Paulo", me disse um taxista do Rio. Taxistas do Rio seriam protagonistas do meu romance de costumes, personagens-chave para uma educação pelo Rio. Assim é que um segundo taxista quis nos vender um sítio em Xerém, Duque de Caxias, Baixada Fluminense.
Ele nos mostrou as fotos, "sítio com piscina, lindo", disse o motorista evangélico, da Assembleia de Deus, "e tudo como posse, sem escritura, porque lá ninguém paga imposto pra governo não. E Xerém é a cidade mais segura do Rio. Não troco Xerém por Leblon, porque aqui vão roubar teu celular, vão te dar tiro. Em Xerém tem milícia? Tem. Mas é milícia que está com os políticos de lá, e então não cobram taxa dos moradores, os políticos não querem isso lá. E se sabem de alguém no tráfico de drogas lá, eles matam na hora. Aquilo é um paraíso".
É o Rio mafioso. Impossível entender a escolha de políticos que o Rio faz: Sérgio Cabral, Witzel, Garotinho são a cara da contravenção, do arbítrio, do racismo, da opressão de classe, da impunidade para a matança generalizada.
O Rio tortura, mata crianças negras sem origem, que roubam passarinhos. Não se pode esquecer que o Rio é o berço do bolsonarismo, a merda em que o país afunda. Em São Paulo, pelo menos se sabe de onde vêm a perversidade e a desfaçatez de um João Doria, por exemplo. O Rio é obscuro-claro, cristão-anticristo.

Minha conclusão é a de que não posso viver no Rio, porque a catástrofe fluminense-carioca é ainda maior do que a minha catástrofe pessoal (de alguém que não fez nada para evitar que seu próprio país caísse na merda em que se encontra). Não fiz nada. O Rio me jogou na cara essa impotência.
O Rio de Janeiro é pedra sem poesia, embora empertigado (com certa razão, porque ali viveram tantos nomes importantes: Manuel Bandeira, Drummond de Andrade, Clarice Lispector, João Cabral). É provinciano: ostenta instituições inúteis, imperiais como a Academia Brasileira de Letras, e se curva à hegemonia nefasta da Rede Globo.
O Rio daria um romance de costumes ruim, fosse eu quem o escrevesse. É que o Rio se acha, uma ditadura de classe maravilhada consigo mesma. Mas o Rio é apenas nossa própria catástrofe nacional escorregando morro abaixo.
_________________________________________________Dono da ITA, que deixou milhares sem voos nos aeroportos, comprou cobertura de R$ 12 milhões no litoral
247 - Sidnei Piva, dono da ITA (do grupo Itapemirim), que cancelou todos os voos da empresa na sexta-feira (17), comprou há pouco tempo uma cobertura de R$ 12 milhões na refinada Riviera de São Lourenço, um condomínio praiano na cidade de Bertioga (SP). O dono da companhia aérea deixou 40 mil passageiros sem poder viajar neste fim de ano, naquilo que o jurista qualificou como um “crime planejado contra o consumidor”.
Piva pagou cerca de R$ 12 milhões pelo imóvel, no edifício Athenas. Estima-se que tenha gasto mais R$ 5 milhões na reforma que fez no apartamento, que não apresentava as condições ideais para moradia, segundo Piva -informa o jornalista Lauro Jardim em O Globo.
Além do caso da companhia aérea, o grupo Itapemirim é acusado de outro golpe por centenas de investidores, ao lado das empresas Extrading Exchange & Trading Platform e Future Design Solutions Ltda (FDS). O grupo não devolveu cerca de R$ 400 mil investidos nas criptomoedas CrypTour, moeda digital lançada em julho deste ano pela Itapemirim, e não deu mais mais acesso à plataforma da Extrading, que foi retirada do ar, para pedir o resgate ou simplesmente ter acesso a informações sobre o destino do dinheiro.
Assista dois vídeos com protestos nos aeroportos que se espalharam desde a sexta-feira:
_________________________________________________O pesadelo de adoecer em Portugal | Ruth de Aquino - O Globo
_________________________________________________Alerj aprova decreto que cancela licença ambiental para expansão do Santos Dumont

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RIO - A Assembleia Legislativa do Rio (Alerj) aprovou no fim da tarde desta quinta-feira em discussão única o projeto do deputado André Ceciliano (PT), presidente da Casa, que cancela a licença prévia emitida pelo Instituto Estadual do Ambiente (INEA) para ampliar as pistas de pouso e decolagem do Aeroporto Santos Dumont. Pela manhã, o governador do Rio, Cláudio Castro (PL), havia dito que entraria na Justiça para tentar barrar a decisão, caso os deputados votassem a favor de impedir a expansão do terminal.
O Decreto Legislativo será promulgado pelo presidente da Casa e publicado no Diário Oficial da Alerj dos próximos dias.
— Em primeiro lugar, a gente respeita a decisão da Alerj, independentemente de concordar ou não. Eu vou mandar para a Procuradoria (Geral do Estado) e, se ela achar que não é esse o instrumento, eu entendo que um decreto legislativo não poderia derrubar uma licença ambiental — disse Castro em entrevista ao GLOBO antes da votação do projeto na Alerj.
Demanda por jatinhos para deslocamento de proprietários entre fazendas movimenta aeródromos; veja fotos





A derrubada da licença faz parte da mobilização dos deputados para que seja reavaliado o modelo de concessão Santos Dumont, previsto para 2022, e considerado prejudicial para a economia do estado por esvaziar o Aeroporto Internacional Tom Jobim (Galeão).
— Eu não sou contra a concessão do Santos Dumont, mas da forma como está sendo conduzida, ela vai quebrar o Galeão. E nós vamos ter um aeroporto internacional fechado, o que é um contra-senso. O próprio Governo Federal se prejudica, já que detém quase metade da concessão do Galeão — criticou Ceciliano em plenário.
O presidente da Alerj disse ainda que as obras estão sendo propostas para supervalorizar a privatização do aeroporto, que poderá operar voos internacionais e ter a grade de voos nacionais ampliada.
O deputado Alexandre Knoploch (PSL) lembrou que, na ocasião do leilão do Aeroporto Internacional, a empresa vencedora, a RioGaleão, foi obrigada a investir mais de R$ 10 milhões para que conseguisse arrematar a compra. Para o parlamentar, realizar obras para permitir que o Santos Dumont receba também aviões de maior porte mudaria as condições de concorrência do Galeão.
— O Santos Dumont não foi projetado para voos regionais longos porque são precisas naves maiores, que não conseguem pousar naquele aeroporto — disse.
O presidente da Alerj alegou ainda que a licença é ilegal porque prevê que a ampliação da pista do terminal seja feita com a instalação de estacas, com o aterramento parcial do espelho d’água da Baía de Guanabara. O argumento é de que esse tipo de construção é vedada tanto pela Constituição Federal quanto por uma lei estadual.
Em nota, o governador disse que acredita em um ambiente de “entendimento político” para que a concessão do Santos Dumont considere também a importância do Galeão para a economia fluminense.
No entanto, ressaltou que a decisão da Alerj “não é o instrumento adequado para questionar a licença ambiental concedida pelo Inea, que se refere ao projeto de adequação da estrutura aeroportuária aos padrões internacionais de segurança, e não à ampliação da capacidade operacional do terminal”.
Ele acrescentou que manteve ao longo do ano “constante diálogo com o Ministério de Infraestrutura para discutir a melhor modelagem de concessão, buscando o desenvolvimento do Estado do Rio de Janeiro”.
_________________________________________________Margaret Atwood, de 'O conto da aia': 'Para mim, a questão do aborto é muito simples: o Estado é dono dos nossos corpos?'


_________________________________________________Por que é importante a humanidade ter tocado a atmosfera do Sol pela 1ª vez
Do Tilt, em São Paulo 16/12/2021 15h46 Atualizada em 16/12/2021 15h46
"Durante séculos, a humanidade só foi capaz de observar essa atmosfera de longe. Agora, finalmente chegamos", disse na terça-feira (14) Nicola Fox, diretor da divisão de heliofísica da Nasa. "A humanidade tocou o sol."
Este foi realmente um passo importante para as pesquisas astronômicas. Estudar esta superfície pode nos ajudar a entender como o Sol cospe partículas carregadas, que podem representar problemas para satélites e exploradores espaciais, e até prever essas explosões.
"Este marco não apenas nos fornece percepções mais profundas sobre a evolução de nosso Sol, seus impactos em nosso Sistema Solar e nos ensina mais sobre as estrelas no resto do Universo", ressaltou Thomas Zurbuchen, coordenador do diretório de missão científica da Nasa.
É também um passo para entender outras estrelas além do nosso sistema solar. "São fenômenos estelares, não apenas fenômenos solares", afirmou Kelly Korreck, da equipe responsável pela sonda Parker, que deve circular cada vez mais perto do Sol até 2025, quebrando repetidamente seus próprios recordes.
Ela é a espaçonave que se move mais rápido e mais próximo do Sol.
A sonda Parker, da Nasa, encostou oficialmente na atmosfera do Sol pela primeira vez na história em abril, mas só nesta semana os cientistas da agência espacial norte-americana fizeram o anúncio. Eles demoraram meses para obter os dados da nave e confirmá-los.
Lançada em 2018, ela fez uma viagem pela camada mais externa da atmosfera do Sol, conhecida como coroa. Durante o mergulho, coletou amostras de partículas e campos magnéticos. Estava a 13 milhões de quilômetros de distância da superfície do Sol quando "mergulhou" para dentro e para fora da coroa pelo menos três vezes, cada uma com uma transição suave, de acordo com os cientistas.
Em 2019, a sonda havia detectado que estruturas magnéticas no vento solar, chamadas de zigue-zague, ocorriam com frequência perto do astro, mas como e onde elas se formavam permanecia um mistério.
Quando a distância da sonda ao Sol caiu pela metade, a Parker passou perto o suficiente para identificar o lugar de origem dessas estruturas: a superfície solar.
Diferentemente da Terra, o Sol não tem uma superfície sólida e sim uma atmosfera superaquecida, feita de material solar ligado a ele pela gravidade e forças magnéticas. O calor e a pressão empurram esse material para longe do Sol, até que a gravidade e os campos magnéticos ficam fracos demais para contê-lo.
Esse fenômeno dá origem ao vento solar, que é um fluxo contínuo de partículas energéticas emitidas pela coroa solar, que pode afetar as atividades na Terra, desde os satélites até as telecomunicações.
Nour Raouafi, da Universidade Johns Hopkins e cientista de projeto da sonda Parker, afirmou que futuros mergulhos na atmosfera solar ajudarão cientistas a entenderem melhor a origem do vento solar e como ele é aquecido e acelerado através do espaço.
A primeira passagem pela coroa, que durou apenas algumas horas, é uma das muitas previstas durante a missão. A sonda continuará se aproximando do Sol e avançando na coroa até uma grande órbita final em 2025.
_________________________________________________Novo guia de COMIDA SAUDÁVEL indica vegetais no prato e pacotinhos bem longe da boca

_________________________________________________'E os namoradinhos?': brasileiro viraliza com dicas amorosas sarcásticas
Dan Mendes ultrapassa 300 mil no Instagram e meio milhão no TikTok Imagem: Arquivo pessoal
_________________________________________________Morar em 27 metros quadrados, a nova TENDÊNCIA que cabe na REALIDADE de SÃO_PAULO

Pedro Lemes, de 27 anos, vê de uma vez só sua cozinha, sala e quarto ao abrir a porta de seu apartamento. À esquerda há uma pia com uma despensa embaixo, ao lado de um frigobar com um forno elétrico em cima. À direita, uma cadeira, um sofá de dois lugares, uma cômoda de cinco gavetas e uma arara de roupas. À frente da porta fica a cama e, em seguida, uma modesta varanda. Um banheiro, o único cômodo separado do restante, completa os 27 metros quadrados do imóvel onde ele vive, uma das unidades do prédio Bk30, inaugurado no final de 2018 no Largo do Arouche, região central de São Paulo.
Das 153 unidades do edifício recém-construído, 141 medem até 51 metros quadrados —outras 12 são duplex, que chegam a 140 metros quadrados. As metragens tornam o Bk30 parte de uma tendência que explodiu na maior cidade da América Latina nos últimos anos: a dos apartamentos pequenos. Segundo dados do Sindicato de Habitação de São Paulo (Secovi-SP), 37.500 das quase 50.000 unidades lançadas no município entre janeiro e setembro de 2021 tem no máximo 45 metros quadrados. Isso representa 7 em cada 10 imóveis construídos. Neste mesmo período, 38.000 unidades até esta metragem foram vendidas. No ano em que Pedro se mudou para o seu prédio, em 2019, foram comercializados cerca de 32.000 apartamentos deste tamanho, quase o triplo em comparação com dois anos antes (12.000 em 2017). Uma diferença enorme para os imóveis da década de 70, cujas plantas tinham em média 100 metros quadrados.
Pedro comprou o imóvel quando ele estava na fase de acabamento. Deu uma entrada de 60.000 reais e fez um financiamento com parcelas mensais de 795 reais. O valor é muito menor do que o de um aluguel na região —no próprio prédio em que ele mora, alugar um apartamento de metragem parecida custa 2.300 reais. Por isso, a dívida, que chegará a 320.000 reais ao final dos 30 anos de financiamento, compensará, afirma ele.
“Meus pais moram na zona leste e eu trabalho na zona norte. Depois que me formei, comecei a juntar dinheiro para sair da casa deles e morar num local que seja no meio do caminho entre as duas regiões. Por isso fui procurar no centro”, diz. Formado em artes plásticas, Pedro dá aula numa escola municipal no bairro da Brasilândia. “Escolhi um lugar pequeno porque não quero ter muitas coisas. Casas muito grandes me estressam, tem que limpar, fazer manutenção. Aqui eu deixo tudo brilhando em duas horas. Por isso acho ótimo e não quero me mudar tão cedo”, argumenta.
O artista plástico e professor também faz parte do público-alvo para este tipo de empreendimento. “Quem compra para morar são esses jovens estabelecidos, solteiros, que podem morar em lugares pequenos, com condições de fazer financiamentos”, afirma Wilson Rascovit, vice-presidente Associação Brasileira dos Mutuários da Habitação (ABMH). “A procura que temos é de pessoas solteiras ou casais novos, com uma renda não tão alta, que querem morar nos centros por ser mais perto do trabalho”, acrescenta Luciana Tomas, dona de um escritório de arquitetura na zona sul de São Paulo.
Luciana presta serviço para moradores que querem reformar seus apartamentos e para incorporadoras imobiliárias, que articulam todo o processo de construção de um empreendimento —inclusive contratando arquitetos para planejar as unidades. Em ambos os casos, a profissional relata aumento na demanda para apartamentos pequenos. “É um nicho que passou a crescer muito desde 2018. Todas as incorporadoras para quem trabalhamos estão com projetos desse tipo”, pontua a arquiteta.

Em São Paulo, o crescimento desses imóveis tem relação direta com o Plano Diretor. Esta é a legislação urbana criada pela gestão do prefeito Fernando Haddad (PT), aprovada em 2014 e que, em vários pontos, incentiva a construção de unidades menores. Ele exige, nos principais eixos de urbanização da cidade, um número mínimo de apartamentos por edifício, o que faz com que as construtoras diminuam o tamanho dos imóveis para ofertar mais unidades, o que compensa mais financeiramente. Também criou a outorga onerosa, uma taxa cobrada pela Prefeitura de quem constrói um imóvel com área maior do que a área de construção permitida em regiões centrais. Portanto, estimula assim empreendimentos com metragem quadrada menor, para se evitar o pagamento da outorga.
“Isso é ruim para a cidade, porque o perfil de quem compra ou aluga esses imóveis é de solteiros ou casais jovens de classe média. Essas pessoas não estão no nosso quadro de necessidades habitacionais de São Paulo”, comenta Paula Freire Santoro, professora da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da USP (FAU-USP) e coordenadora do Laboratório Espaço Público e Direito à Cidade (LabCidade). “A imensa maioria de quem precisa de um lugar para viver na cidade ganha até três salários mínimos e mora com os filhos. Logo, não conseguem entrar nos financiamentos imobiliários e não cabem nesses apartamentos pequenos”, justifica.
Santoro conta que observou ao longo dos anos uma redução na metragem média dos apartamentos lançados em São Paulo, mas acompanhada pela manutenção do preço médio por unidade. “Isso significa que o metro quadrado ficou mais caro, sobretudo nas regiões mais centrais. Então reforça um modelo habitacional que não é inclusivo, porque torna mais cara a região onde há mais oferta de trabalho”, pontua a urbanista. “Quem precisa de moradia está indo morar mais longe do trabalho, o contrário do modelo que deveríamos propor. Aí lota o transporte público e piora o trânsito. Por isso, esse boom do mercado imobiliário aumentou o preço nas áreas bem servidas, não aliviou o transporte coletivo e nem deu conta dos problemas habitacionais. É uma equação péssima para a cidade”, explica.
Além disso, Paula Santoro chama a atenção para uma possível consequência futura que preocupa a especialista: apartamentos vazios sem o preço reduzido, mesmo com a oferta maior do que a demanda. “Pode acontecer porque estamos vendo um processo no mercado imobiliário onde os apartamentos viraram negócios de aluguel. Muitos são construídos como investimentos que precisam ser rentáveis, não estarem cheios”, explica ela. “Se um investidor, dono de várias unidades, consegue ter lucro com metade delas ocupadas, ele não vai abaixar o preço da outra metade. Vai deixá-las vazias. É uma lógica financeirizada, que aproveita mal a cidade e prejudica quem precisa de um lugar para morar”, conclui.

O pequeno home office na pandemia
A pandemia de covid-19 fez as pessoas repensarem a relação com o espaço onde vivem, especialmente pela necessidade do home office. Isso aumenta os desafios para quem precisa arquitetar uma quitinete. “Precisamos encontrar soluções práticas no ambiente. Uma mesa que é um aparador, que dá para comer e trabalhar. Um sofá que vira uma cama. Ou uma cama retrátil que fica fixada na parede. Começamos a pensar mais em ambientes multifuncionais”, explica Luciana Tomas.
Uma cama-baú, que permite que se armazene pertences, e camisas penduradas na parede, no lugar de quadros, foram algumas das soluções criativas encontradas por Pedro para habitar seus 27 metros quadrados. “É um tétris. Tudo encaixou e não sai mais do lugar”, brinca ele, que planejou o local sem a ajuda de um profissional. Durante as fases mais restritas da pandemia, fez a diferença para o artista plástico a possibilidade de trabalhar em um ateliê, a duas quadras de sua casa, num local de 120 metros quadrados onde dividia o aluguel com mais oito pessoas.
Mas mesmo no prédio onde vive, Lemes tem outras alternativas fora do seu apartamento. O empreendimento tem área social, academia, piscina e até lavanderia, já que não cabe uma máquina de lavar roupas nas unidades. “A pegadinha é que essas áreas compartilhadas fazem os preços dos serviços do condomínio ficarem muito caros. É positivo incentivar o compartilhamento do espaço público e de funções de cuidado, como a lavanderia. Mas com o preço inflando a mensalidade, só torna a moradia menos acessível”, comenta Paula Santoro. Pedro afirma que, fora a parcela de 795 reais, gasta mais 390 no condomínio, um valor que inclui melhorias, segurança, água e luz.
Do ponto de vista arquitetônico, Luciana considera importante dizer que planejar um apartamento menor não significa cobrar um preço menor. É outra questão que encarece a nova tendência paulistana. “Eu não posso usar a mesma tabela de preço por metro quadrado para todos os projetos”, confessa a arquiteta. “Quando o local é pequeno, aumentamos os honorários para poder compensar o trabalho”, admite.
_________________________________________________Feriados prolongados em 2022 no Brasil:
Veja as datas nacionais e quando a folga será esticada
_________________________________________________Onde quem tá por dentro quer ficar do lado de fora

Foi tanto tempo sem botar o nariz fora de casa que lugares com espaços ao ar livre, varandas e calçadas passaram a ter outro sabor. Além de consultar o cardápio de comes e bebes, saber se há ou não uma área aberta, que garante aquela circulação de ar, virou ponto decisivo para escolher aonde ir. O termômetro subiu? Sem problemas, os salões refrigerados podem esperar. A onda agora para muitos é curtir a céu aberto.
Endereço de bacana com vocação para a boemia, a esquina da Vieira Souto com Farme de Amoedo foi devolvida em grande estilo ao carioca com a abertura do Boteco Belmonte, no mesmo ponto onde funcionou o saudoso Alberico’s. São três andares de pura carioquice, mas é no terraço, com vista para o Arpoador e para o Dois Irmãos, que a magia acontece. Cada metro quadrado é disputado. Afinal, a vista é de graça e estar ali não tem preço.
Os mais conservadores podem optar pelos beliscos tradicionais, como a empada aberta de camarão com catupiry (R$ 23), mas é quase um pecado deixar passar o cardápio pensado especialmente para lá. As dicas são o carpaccio de polvo com vinagrete tropical e castanha-do-pará (R$ 79) e o ceviche de pescado branco com guacamole, leite de coco, pimenta dedo de moça e manga (R$ 58). A unidade também é a única dos oito bares da rede a ter uma parrilla, de onde sai prime rib com dois acompanhamentos, como arroz biro-biro e espetinho de legumes com coalho (R$ 160, 500g).
Para combinar com o clima de sol, de sal e de bar, o bartender Zan Andrade sugere o champs (R$ 35): purê de frutas vermelhas, espumante rosé e pau de canela, e o pornstar martini (R$ 32), com vodca e licor de baunilha, sucos de maracujá e limão e um shot de espumante para acompanhar. É o jeitinho carioca de beber.
De lá, seguindo à esquerda, tem um pote de ouro, só que em forma de bar. O nome já diz muita coisa: Arp bar de praia. Bem carioca mesmo, com dress code solar, para ir antes, depois ou durante o pé na areia. Como se já não bastasse a varanda quase mergulhada no mar, o lugar tem uma esplanada com serviço quase telepático de tão atencioso.
Uma vez ali, entregue-se à viagem de sabores proposta por Néli Pereira, referência no uso ingredientes brasileiros7 na coquetelaria, como boldo, fava de aridan e castanha de baru. Com xarope de hibisco com catuaba, hortelã e água com gás, o Senegal (R$ 16) é uma opção sem álcool que vai bem a qualquer hora do dia.
A chef Alê Maidana abusa da potência do Josper, uma Ferrari quando o assunto é forno a carvão vegetal, para turbinar pratos como os frutos do mar na brasa (R$ 120), uma sinfonia de camarões, polvo, mexilhões, vôngoles, peixes e legumes. Outra sugestão da argentina radicada no Rio é o chorizo com cogumelos (R$ 97), servido com hashi de tão macio.
Sucesso em outra praia é a varanda do Marine Restô, no sexto andar do restaurante do Fairmont Rio, em Copacabana. Um camarote para um dos cenários mais fotografados da cidade, com sofás que quase fazem cafuné, que encanta turistas e cariocas.
Apostando na gastronomia feita na brasa e para compartilhar, o Josper também é a estrela na cozinha. Peixes e frutos do mar combinam com o posto de observação requintado. O polvo grelhado com batatinhas calabresa (R$ 125) é quase uma pintura.
Precisar não precisa, mas carioca é um pouco marrento, sim. E, se o Mirante da Rocinha quiser, pode dar carteirada de ser, desde abril, um Ponto Turístico Oficial da Cidade. Isso coloca o lugar, digamos, no mesmo patamar do Cristo Redentor e do Pão de Açúcar — só que com um agito a mais.
Logo na entrada, uma maravilha de cenário é moldura de um bar despojado, com mesas altas e aquela inspiração para a paquera. Já o segundo andar é a pedida para quem busca algo mais aconchegante, sem perder a vista de tirar o fôlego.
Para subir um grau, as dicas da carta assinada por Alex Mesquita são o Tom Jobim (R$ 38), uísque, licor de laranja, maracujá, limão-siciliano, cumaru e angostura, e o refrescante Heitor Villa-Lobos (R$ 36), com rum, brandy, abacaxi, gengibre e hortelã. Para não perder o equilíbrio, beterraba defumada (R$ 42), com alecrim e pimenta-do-reino, acompanhada de sour cream siciliano e filetes de rabanete, e a moqueca de dourado (R$ 139), com camarão, pirão, arroz branco e farofinha de dendê para compartilhar.
Lugar que virou um ponto de entretenimento completo, com música, exposições, peças de teatro, feiras e o Bistrô da Casa, escancarado para a piscina, é o casarão do período colonial que já fez fama como o mais agitado da Glória. Comandado pelo chef Christiano Ramalho, o restaurante tem sugestões para diferentes horas do dia, do café da manhã ao brinde com luz de velas e som Da Lua, o DJ residente, no caso.

O combinado vegano (R$ 52) é uma pequena exposição dos sabores produzidos por lá: queijo de castanha de caju, pão de fermentação natural, panqueca de grão-de-bico, salada de frutas, chia, granola da casa, melaço, suco verde, café ou chá. Se quiser mais, vale pedir também o waffle com abacate e ovo poché (R$ 18).
Depois do pôr do sol, de quinta a domingo, tem o menu sunset, com comidinhas que dispensam talheres e deixam as mãos livres para um drinque. Croquetes de cogumelos com emulsão de trufas (R$ 24, quatro unidades) vão bem com o Rio Catete (R$ 30): gim, redução de tangerina com abacaxi e especiarias, limão-siciliano e água tônica.
A esquina do Porco Amigo Bar, em Botafogo, tem clima de cidade do interior, com mesinhas na calçada dobrando a esquina, comida boa e cerveja gelada. A rua com pouco movimento de carros e uma pracinha na frente atrai pais mais animados para tardes em família e entre amigos.
Para se chafurdar sem pena, pode pedir a linguiça de pernil duroc com vinagrete (R$ 21,90) e o pernil de pé-sujo (R$ 39), acebolado, com couve crocante e pão francês. Se não come carne, tudo bem. Vai de provolone e coalho empanados com geleia de abacaxi apimentada (R$ 29,90).
Outro lugar no bairro que ganhou vista para as estrelas é a Ferro e Farinha. O terraço da pizzaria à lenha de Sei Shiroma tem ares de baladinha com bar e varanda, além das mesas na calçada.
Quer entrar no clima? A carta tem o sugestivo sexo ao sul (R$ 30), com gim, tangerina, morango, tônica, limão-siciliano e mel picante. O menu vai além das pizzas, com boas surpresas como o maguro tartare (R$ 45), opção de atum com assinatura do chef, gema marinada em shoyu e torradinhas feitas na lenha.
Na Rua Conde de Irajá, um imponente casarão colonial tomou uma surra de juventude com a chegada da Coltivi, comandada pelo chef Meguru Baba. Restaurado pelo designer Mauro Zolin, o salão ao ar livre, com teto retrátil, e jardim com espécies nativas brasileiras ganha ainda mais vida com apresentações de jovens talentos por lá.
Para não perder nenhum detalhe e ver tudo à luz do dia, tem brunch nos fins de semana. Entre as opções, toast Coltivi (R$ 34), com abacate, salmão defumado, bagel recheado com hummus, alface, tomate e berinjela frita (R$ 30), além do classicão club sandwich (R$ 26), com alface, tomate, cebola, bacon, presunto royale, ovo frito e molho tártaro.
E o que combina com brunch? Mimosa (R$ 22) e bloody mary (R$ 30), com vodca infusionada com aipo, suco de tomate, farinha de parma, molho inglês, suco de limão, picles de milho, fios de alho poró e aipo.
Pertinho de onde acontece o Rio Gastronomia, o Páreo é um dos lugares mais democráticos dentro do Jockey Club. O tablado arejado e aberto para o prado serve de frisa para quem quer acompanhar o turfe, de ponto de referência para as crianças que brincam por ali, para encontrarem seus pais ou responsáveis, ou apenas para curtir um fim de tarde com vista para o Cristo Redentor.
Para os fãs de gim, a nova carta tem cinco coquetéis com o destilado — sem ser gim tônica —, como o smash basil (R$ 30, com gim nacional), com manjericão, limão-siciliano e óleo saccharum.
Serviço:
Arp: Rua Francisco Otaviano 177, Arpoador — 3600-4000. Diariamente, das 7h ao meio-dia e das 13h às 21h.
Boteco Belmonte: Av. Vieira Souto 236, Ipanema — 2267-9903. Diariamente, das 11h às 2h.
Casa da Glória: Ladeira da Glória 98, Glória — 96585-5546. Ter e qua, do meio-dia às 16h. Qui, do meio-dia às 23h, sáb, das 10h às 23h. Dom, das 10h às 20h.
Coltivi: Rua Conde de Irajá 53, Botafogo — 96532-5353. Qua e qui, das 19h à meia-noite. Sex, das 19h à 1h. Sáb, das 10h às 16h e das 19h à 1h. Dom, das 10h às 16h e dass 19h à meia-noite.
Ferro e Farinha: Rua Arnaldo Quintela 23, Botafogo — 99349-4285. Dom a qua, das 18h às 23h. Qui, das 18h à meia-noite. Sex e sáb, das 18h à 1h.
Marine Restô: Fairmont Rio. Av. Atlântica 4.240, Copacabana. — 2525-1232. Café da manhã: das 6h às 10h30. Almoço: do meio-dia às 16h. Jantar: das 18h às 22h.
Mirante da Rocinha: Estrada da Gávea 222, Rocinha — 3324-0323. Seg a qui, das 10h à meia-noite. Sex, das 10h às 2h. Sáb e dom, das 8h30 às 2h.
Páreo: Jockey Club. Rua Mário Ribeiro 410, Leblon — 2512-7115. Ter a sex, das 18h à meia-noite. Sáb e dom, do meio-dia à 1h.
Porco Amigo: Rua São Manuel 43, Botafogo — 2137-4963. Ter a sáb, do meio-dia à 1h30. Dom, do meio-dia às 22h.
_________________________________________________Taumaturgo Ferreira relembra carreira e relação com Malu Mader - Patrícia Kogut, O Globo
Anna Luiza Santiago 13/12/2021 - 06h45

"O Cravo e a Rosa", novela que acaba de voltar ao ar na Globo, foi um dos marcos da carreira de Taumaturgo Ferreira. Na trama de 2000, o ator viveu o caipira Januário:
- Não assisto a todas, mas essa eu pretendo. Tem coisa que você vê e se sente datado. Alguns trabalhos têm alguma restrição, críticas... Mas "O Cravo e a Rosa" é magnífica, deslumbrante, coroada de êxitos e amor. Quando o Walter Avancini (diretor) convidava para um papel, você sabia que era padrão Avancini de qualidade. Acho que todo mundo que participou considera isso. É um clássico, uma novela que nunca vai ficar datada. É como uma obra de arte mesmo. O elenco foi muito bem escalado. Foi uma conjunção feliz de fatores.
Antes do sucesso na história de Walcyr Carrasco, o ator vinha passando por um período turbulento profissionalmente. Em 1993, ele saiu de "Renascer" no meio da trama. Depois desse episódio, Taumaturgo fez algumas minisséries e breves participações em produções da emissora:
- Eu fui cancelado. Durou seis anos. Queriam que eu fizesse uma coisa mais rural, da Bahia. Eu tinha combinado com o diretor que meu personagem (José Venâncio) não teria sotaque nem falaria "oxente" e "painho". Porque ele era um cara que tinha estudado fora, mais sofisticado, namorava uma hermafrodita... Eu não via sentido. Combinei com o diretor para não fazer. Só que se esqueceram de combinar com os russos (risos). Aí me picharam, disseram que eu fazia um papel muito afetado e sofisticado para aquela família. Fui sentindo uma resistência. Me expulsaram no capítulo 50 ou 60, não lembro. E nessa hora aparece todo mundo que não vai com a sua cara para chutar cachorro morto. Então, o Januário foi minha volta por cima na Globo. Foi uma grande oportunidade de mostrar que eu também poderia fazer um papel não só do irreverente, blasé e debochado.
Ele diz que o ocorrido o marcou profundamente:
- Se te expulsam de uma novela, quando você faz outras, fica aquela sensação de que a qualquer momento podem te tirar. Demorou para passar isso. Nem sei se passou, sabia? Quando está todo mundo adorando, aí você se esquece disso. No momento em que me tiraram, eu nem me dei conta. Não dei muita atenção para isso. Só fui vendo como se refletiu na minha carreira anos depois. Nunca fui arrogante. Quem me conhece sabe que sou um doce de coco. Compenetrado e aplicado. Amo o que faço. Não fico me promovendo, dizendo que sou o ator do método, que estudo. Mostro isso no dia a dia. Embora tenha feito vários trabalhos em que me portei dessa maneira, fiquei com pinta de cafajeste, rebelde, sei lá o quê. Eu até poderia voltar atrás, mas não ia fazer sotaque num personagem que já estava no ar. Depois disso, minha carreira despencou, não tinha mais contrato longo. Aí fui para a Record (em 2006), fiquei lá nove anos.
A trajetória de Taumaturgo tem outra passagem ainda hoje muito comentada: seu relacionamento com Malu Mader, que começou em "Anos dourados" (1986).
- Nós sempre fomos discretos. Morávamos juntos, durou uns dois anos e meio. Quando começou "Top model", as pessoas demoraram a perceber que estávamos separados. A imprensa era mais devagar, não era tão abrangente e instantânea como hoje. Lembro que, antes de ficar com a Malu, a novidade era o grande ator que estreou. Tudo a favor. Depois que fiquei com ela, começaram a falar que era muita areia para o meu caminhão. Começaram a me sacanear assim, era uma coisa de ciúme, porque eu estava com a deusa, a musa da TV brasileira. Era como um patrimônio, uma propriedade das pessoas: "Só eu posso gostar da Malu". Senti que teve uma revoltinha.
Segundo ele, os dois não pensaram em ter filhos:
- Desde garoto eu falava: "Nunca vou casar, nunca vou ter filho". Eu tinha 30 e ela, 20. Não havia essa preocupação, esse objetivo. Não se conversava sobre isso.
Taumaturgo, hoje com 65 anos, acabou seguindo com esse pensamento:
- Não me arrependo. Foi por causa da minha profissão, que é muito incerta. Sempre pensei: "Imagina se tiver que fazer um papel ou um trabalho humilhante, uma coisa que vai machucar, porque tenho que pagar a escola do meu filho e dar comida?". Isso não combinava comigo, eu queria ser completamente livre.

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Veja como estão atores de "O Cravo e a Rosa" que sumiram da TV:

'O cravo e a rosa' volta ao ar na Globo em 6 de dezembro. Miriam Freeland foi Candoca. A atriz, que fez participação em 'Malhação' em 2018, mora em Portugal, faz pós-graduação e se dedica ao teatro Reprodução
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Hopi Hari: Trava de montanha-russa se solta e visitantes saem pelos trilhos
Uma trava de segurança da montanha-russa Montezum, uma das principais atrações do Hopi Hari, em Vinhedo (SP), se soltou com visitantes a bordo nos carrinhos.
Vídeos postados nas redes sociais mostraram os visitantes durante a subida dos trilhos fazendo o sinal de "X" com os braços acima da cabeça, um protocolo utilizado nas atrações do parque para solicitar a parada do brinquedo. Eles saíram dos carrinhos caminhando pelos trilhos.
Em nota, o Hopi Hari confirmou que o ocorrido foi no sábado (11) e informou que, após o incidente, a atração foi suspensa "imediatamente", por volta das 17h40. Os visitantes foram desembarcados e os assentos dos carros inspecionados. O brinquedo só retomou as atividades ontem. Não houve feridos.
"O Hopi Hari ressalta que mantém as inspeções diárias na atração - antes da liberação aos visitantes - e, durante toda a operação, os atendentes realizam a dupla checagem das travas e cintos de segurança, antes da liberação do ciclo operacional. E, ainda, inspeções semanais, mensais, anuais e auditoria independente externa, que fazem parte do protocolo de manutenção preventiva das atrações do Parque", diz o comunicado.
O parque ainda afirmou que, na montanha-russa, os visitantes contam com a trava, um cinto de segurança e assentos com geometria e divisória lateral para "auxiliar na contenção".
"O Parque também investe em capacitação de sua equipe operacional para monitorar o andamento do ciclo, mesmo após a saída da estação, garantindo assim o atendimento rápido em casos de parada técnica", acrescenta.
A peça solta, segundo o parque, era original e seguia orientações do fabricante. A ocorrência será encaminhada para a empresa para buscar melhorias no processo de criação.
Acidente em 2012
Em 2012, a adolescente Gabriela Yokuri Michimura, de 14 anos, morreu após cair de uma atração do parque, o elevador Torre Eiffel. Ela chegou a ser socorrida para o hospital Paulo Sacramento, em Jundiaí (SP), mas não resistiu.
Segundo o hospital, Gabriela teve um traumatismo craniano após a queda. A perícia na cadeira usada por Gabriela constatou que a trava abria quando o brinquedo era colocado em atividade.
Falha em trava causou morte em parque de Itu (SP)
Em um outro acidente em um parque de diversões, registrado em 30 de outubro, um homem morreu e outras cinco pessoas ficaram feridas após a trava de segurança de um dos assentos abrir durante o passeio na atração "Superman".
Segundo a SSP-SP (Secretaria de Segurança Pública de São Paulo), ao perceber que uma das travas foi aberta, o operador interrompeu a atividade. Neste momento, William Ribeiro, 29, caiu e acabou sendo esmagado pela estrutura do brinquedo. Ele foi socorrido, mas não resistiu aos ferimentos.
O responsável pelo aparelho alegou à TV Tem, afiliada da TV Globo na região, que o rapaz ficou em pé no brinquedo, o que teria causado o acidente. Um primo da vítima confirmou que ele se desequilibrou, mas alegam que o funcionamento do brinquedo não foi interrompido imediatamente após a queda.
Um operador de empilhadeira, de 24 anos, e um ajudante geral, de 33, ambos funcionários do local, serão investigados. O caso foi registrado como homicídio e lesão corporal pelo plantão da delegacia da cidade, que solicitou perícia ao IML (Instituto Médico Legal) e ao IC (Instituto de Criminalística).
Menino teve traumatismo após acidente no Beto Carrero
Em junho deste ano, Enzo Vaz Ferreira Pontes, 6, passou 10 dias na UTI (Unidade de Terapia Intensiva) após cair de uma estátua no parque Beto Carrero World, em Penha (SC).
A criança estava comemorando o aniversário no local quando decidiu subir na atração. O garoto se assustou com um barulho feito pelo brinquedo e, com a estrutura escorregadia por causa da chuva na região, acabou caindo.
"'O Gorila' emitiu um rugido muito alto, assustando-o e fazendo com que se desequilibrasse e caísse, batendo a sua cabeça no chão. Tudo isso em uma fração de segundos, sem que os pais pudessem segurá-lo", explicou a nota divulgada pela família.
O acidente foi registrado em 19 de junho, e o garoto teve traumatismo craniano e ferimentos no ombro, resultados do impacto com o chão. Apesar do susto, ele foi liberado sem maiores sequelas.
Ainda segundo os familiares, o brinquedo não tinha placa com indicação etária e nenhum aviso de que a atração produzia um som alto. À época, a família defendeu que a atração deveria estar fechada no dia, pois o brinquedo "estava extremamente liso".
Os pais do menino declararam que imediatamente acionaram a equipe de segurança do parque, mas que o atendimento interno do parque demorou, em uma versão que diverge da apresentada pelo Beto Carrero World, que disse que o menino foi assistido pela equipe de saúde "no mesmo momento".
_________________________________________________Roda-gigante: atração de 20 metros de altura permite aproveitar a beleza do cenário do Rio Gastronomia
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Descobrir novos ângulos do Rio Gastronomia agora ganhou ares ainda mais sensacionais: uma roda gigante de 20 metros de altura com visão privilegiada do Jockey e do Cristo Redentor virou um dos programas imperdíveis do evento.
— Meu marido tem medo de altura, mas como estávamos em quatro, ele encarou. E adorou! É lindo lá de cima e a velocidade é muito tranquila, permite fazer fotos e curtir a paisagem — contou Fabianni Ciraudo, dona do Ceviche da Fabi, food-truck que está logo ao lado da atração. Ela dividiu a gôndola com o chef João Diamante, que estará neste domingo na aula de abertura do dia, e sua esposa Stephanie.

A atração já virou queridinha do público e proporciona uma experiência inesquecível:
— Quisemos colocar a roda para aproveitar a volta do Rio Gastronomia para o Jockey, com essa vista que é emblemática. É uma forma de reforçar esse caráter de grande festival de gastronomia, que ganhou ainda mais força este ano. Com certeza uma experiência inesquecível para o público — conta Andressa Amaral, gerente de projetos especiais do GLOBO.
Programão para compartilhar
A roda-gigante opera durante todo o horário do evento e tem ingresso individual de R$ 15. Mas um programão desse fica muito melhor quando compartilhado.
— Pensando nisso, fizemos um preço especial para quem ocupar toda a gôndola para quatro pessoas. É um programa para toda a família — reforçou. Nesse caso, o valor é de R$ 50.
Além da roda-gigante, quem vier aproveitar o domingo no Pião do Prado vai encontrar um dia recheado de atrações. Os auditórios Senac e Santander reunirão oito aulas com chefs dos mais diversos estilos, a exemplo da alta gastronomia baiana de Fabrício Lemos do premiado restaurante Origem e da interpretação de canja dos franceses Roland Villard e David Mansaud. Para finalizar, o show imperdível do Bangalafumenga encerra o primeiro fim de semana com a energia lá em cima. Quinta-feira tem mais!
O Rio Gastronomia é realizado pelo jornal O GLOBO, com apresentação do Senac RJ, cidade-anfitriã Invest.Rio | Prefeitura RJ, patrocínio master do Santander, patrocínio de Stella Artois, Naturgy, Coca-Cola e Sebrae, apoio de Secretaria de Turismo Governo do Estado do Rio de Janeiro, Gosto da Amazônia, Aspen Pharma, Amázzoni Gin, Água Pouso Alto, Supermercado Zona Sul, Sesc RJ, iFood e Loft, ticketeria oficial Ingresso Certo e parceria de SindRio.
Já comprou o seu ingresso?
As entradas custam R$ 55 (qui e sex, ou R$ 27,50, a meia) e R$ 65 (sáb e dom, ou R$ 32,50, a meia) e estão à venda pelo site ingressocerto.com/riogastronomia. Crianças de até 10 anos não pagam. Roda-gigante: R$ 15 (individual) e R$ 50 (para quatro pessoas).
Desconto:
Outra opção é o ingresso solidário Mesa Brasil Sesc RJ com 30% de desconto, fazendo uma doação de R$ 10 ou R$ 5 revertida em alimentos para o projeto. Na compra do ingresso para um dia, assinantes O GLOBO ganham uma 2ª entrada. Mais informações sobre descontos para assinantes do GLOBO e Valor Econômico, alunos Senac RJ e clientes Santander estão no riogastronomia.com.
Cuidado redobrado:
Os protocolos sanitários das autoridades de saúde serão seguidos. Será exigido o passaporte da vacina, com documento de identificação.
Onde:
Jockey Club Brasileiro. Praça Santos Dumont 31, Gávea.
Horários:
Qui e sex, das 14h à meia-noite. Sáb, do meio-dia à meia-noite. Dom, do meio-dia às 23h. Até 19 de dezembro.




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