Vista do topo do Morro do Gragoatá: UFF tem projeto sustentável para a área Foto: Fábio Guimarães/11-09-2019 / Agência O Globo
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Cruzeiro pela primeira vez: o que você precisa saber antes de embarcar
Primeira vez em um cruzeiro? Veja dicas para curtir a viagem sem perrengues Imagem: Getty Images
Marcel Vincenti
Colaboração para Nossa
21/12/2021 04h00
A temporada brasileira de cruzeiros 2021/2022 começou neste mês de novembro e está prevista para ir até abril do ano que vem, com transatlânticos das companhias Costa e MSC. Neste período, dezenas de milhares de turistas irão navegar pelo litoral brasileiro — e muitos deles, com certeza, estarão na primeira jornada marítima.
Se você é uma destas pessoas que nunca subiu em um navio, mas planeja fazer um cruzeiro pelo Brasil nos próximos meses, saiba que o embarque e a vida a bordo são cheios de particularidades, que podem confundir o viajante sem experiência.
Hora de viajar
Conheça as praias que prometem ser as estrelas do verão 2022 do Brasil
A seguir, veja informações essenciais para que seu passeio seja um sucesso
Devido à pandemia, que pode mudar alguns protocolos das navegações de uma hora para outra, volte a confirmar as informações citadas na matéria com sua companhia de cruzeiros antes da viagem.
O que levar na primeira viagem de navio?Não se esqueça de roupas aprorpiadas para a estação e trajes mais formais Imagem: Getty Images/iStockphoto
A temporada brasileira de cruzeiros é realizada em uma época quente no país — e, nos navios, há muitos espaços ao ar livre para curtir o sol, em ambientes que contam com piscinas, espreguiçadeiras e hidromassagens.
Por isso, ao montar sua bagagem, pense que está fazendo uma viagem para a praia: leve roupas leves, trajes de banho, chinelos e itens que protejam seu corpo do sol, como óculos escuros e chapéu ou boné.
Por outro lado, é também importante levar roupas mais formais.
A bordo, por exemplo, são frequentemente realizadas noites de gala e eventos temáticos como festa do branco (onde os participantes usam roupas brancas). Verifique, antes do embarque, quais destes eventos fazem parte da programação do cruzeiro.
Além disso, os navios contam com espaços de diversão noturna, como bares e discotecas: vale a pena colocar roupa de balada na bagagem. Um agasalho, por sua vez, também será útil - pois, à noite, pode ventar bastante nas áreas externas dos transatlânticos.
E não deixe de levar calçados de caminhada confortáveis para os passeios em terra, que podem envolver andanças por ruas de grandes cidades (como Salvador e Rio de Janeiro) e até trilhas na natureza em destinos mais selvagens, como Ilhabela e Ilha Grande.
Qual o tamanho da mala que posso levar para um cruzeiro?
Tamanho da bagagem pode variar de acordo com a duração do cruzeiro Imagem: Getty Images/iStockphoto
Na companhia Costa, o limite do número de bagagens por pessoa varia de acordo com a duração do cruzeiro: para viagens de até sete noites, por exemplo, cada passageiro pode levar uma bagagem de mão e uma mala (com peso recomendado de, no máximo, 23 quilos). Já para cruzeiros com duração entre 8 e 14 noites são permitidas duas malas e uma bagagem de mão por passageiro (o peso máximo recomendado é também de 23 quilos por mala).
Na MSC, o limite máximo de bagagem é de 90kg por cabine, que podem ser distribuídos em até três malas. Cada pessoa pode também levar uma bagagem de mão, com medidas máximas de 55 centímetros x 35 centímetros x 25 centímetros.
É também importante saber que os transatlânticos levam, por viagem, milhares de malas. Por isso, identifique seus pertences com seu nome, endereço e telefone para contato, para o caso de extravio.
Quais objetos não podem ser levados a bordo?Imagem: Unsplash/Elwin de Witte
Há alguns itens que, para a segurança da viagem, não podem ser levados para dentro dos transatlânticos no Brasil: na Costa, fazem parte desta lista armas, munições, explosivos, fogos de artifício e substâncias tóxicas e infecciosas. Tampouco é autorizado o embarque de bebidas, comidas, ferro de passar roupa, chapinha e secador de cabelo.
Nos navios da MSC, o turista não pode embarcar, por exemplo, com alimentos, bebidas alcoólicas e não alcoólicas, armas de fogo, armas brancas, algemas, objetos afiados, perfurantes e cortantes, aparelhos elétricos ou eletrônicos potencialmente explosivos (incluindo o aparelho celular Samsung modelo Galaxy Note 7), caixas de som, drone, ferro de passar roupa, chapinha para cabelos e secador de cabelo, além de aquecedores de mamadeiras e narguilés.
Seguro viagem para cruzeiros: como funciona?
Para embarcar em um navio de cruzeiro no Brasil, os passageiros precisam, atualmente, apresentar um seguro de viagem com cobertura para casos de covid-19.
A Costa, por exemplo, oferece o seguro com cobertura para covid-19 nos pacotes vendidos aos clientes. Já a MSC vende o seguro em parceria com a Europ Assistance.
Em ambas, os hóspedes podem optar por outro seguro de viagem, desde que ele ofereça cobertura para casos de covid-19.
Quais são os protocolos sanitários contra a covid adotados nos navios?
Pandemia trouxe uma série de protocolos de saúde para os cruzeiros Imagem: Getty Images/iStockphoto
Recentemente, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) definiu os protocolos sanitários a serem implementados nos navios da temporada brasileira de cruzeiros 2021/2022.
Entre os procedimentos estão exigência de preenchimento de formulário de pré-embarque referente às condições de saúde do viajante, apresentação de comprovante de vacinação completa contra a covid-19, uso obrigatório de máscaras a bordo e ocupação do navio reduzida a 75% da capacidade de hóspedes.
Na hora do embarque, segundo a Anvisa, os passageiros também precisam mostrar documento comprobatório de realização de teste (RT-PCR ou RT-LAMP), com resultado negativo ou não detectável, realizado nas 72 horas anteriores ao momento do embarque. Ou resultado não reagente por teste rápido de antígeno realizado nas 24 horas anteriores ao embarque.
A Anvisa também comunica que, caso fique doente e seja testado para covid-19 a bordo, o passageiro ficará em isolamento em cabine exclusiva e será facultado ao viajante a continuidade do isolamento em solo (hotel ou em sua residência), desde que o município portuário permita o desembarque.
Ao longo da temporada, porém, os protocolos sanitários podem sofrer ajustes de acordo com o cenário da pandemia.
Antes de embarcar, veja quais são as regras sanitárias atualizadas com sua companhia de cruzeiros.
Há médico nos navios?Equipe médica está presente no navio, mas é recomendado levar medicamentos próprios Imagem: Getty Images/iStockphoto
Sim, os navios da temporada brasileira de cruzeiros contam com a presença de equipe médica.
A Costa, por exemplo, conta com uma enfermaria e possibilidade de serviço médico na cabine 24 horas por dia. O atendimento médico prestado a bordo compreende serviços de clínica médica para emergência.
A assistência prestada pelos médicos a bordo e pela equipe de enfermagem está sujeita a uma taxa, que é ônus exclusivo do hóspede e é coberto de acordo com o seguro de viagem contratado. Necessidades médicas especiais devem ser informadas no momento da reserva.
Na MSC, a situação é parecida. Segundo a empresa, todos os seus navios contam com um centro médico, que funciona nos horários divulgados na programação diária do transatlântico. Os serviços de emergência estão disponíveis o tempo todo por meio de um número de emergência.
A bordo, atendimentos referentes à suspeita de covid-19 são realizados gratuitamente. No caso dos atendimentos que são pagos, o hóspede faz o pagamento e solicita o reembolso usando o seu seguro de viagem (que precisa ter cobertura para essas despesas).
Além disso, é recomendável que os hóspedes levem para o transatlântico todos os seus medicamentos de uso habitual ou contínuo.
A MSC recomenda que os passageiros tenham em sua bagagem de mão os medicamentos com os quais façam tratamento, de uso controlado ou não, em quantidade suficiente e dentro da validade, não havendo possibilidade de compra de medicamentos a bordo do navio.
Vale lembrar que transatlânticos costumam balançar bastante durante as navegações, o que pode dar enjoo em pessoas mais sensíveis. Remédios contra enjoo podem ser bem úteis durante as viagens.
Preciso trazer dinheiro ou há caixas eletrônicos a bordo?
Dolar é a moeda usada nos cruzeiros, que contam com cartões próprios para facilitar o pagamento Imagem: Dmitry Demidko/Unsplash
A bordo, o preço dos produtos à venda está em dólar.
Na Costa, todas as despesas realizadas a bordo do navio são feitas por meio de um cartão, que é dado ao passageiro no começo da viagem e que também funciona como a chave da cabine. Ao final do cruzeiro, as despesas neste cartão são somadas e devem ser pagas no momento do check-out, com cartão de crédito com autorização para compras internacionais ou em dinheiro vivo.
Vale lembrar que, no começo dos cruzeiros da Costa, o titular da cabine deve registrar um cartão de crédito internacional ou realizar um depósito em espécie como garantia de cobertura para seus gastos a bordo.
A MSC, por sua vez, dá aos hóspedes, no começo da viagem, um cartão chamado Cruise Card. O passageiro deve ativá-lo através do cadastramento de um cartão de crédito internacional ou com um depósito antecipado de dinheiro. Esse procedimento pode ser realizado a qualquer momento após o embarque e até as 11h do dia seguinte.
Ao final da viagem, a fatura pode ser paga com cartão de crédito internacional ou dinheiro vivo (é possível pagar em reais, utilizando a taxa de câmbio do navio para o dia). Cheques não são aceitos.
Com quais documentos posso embarcar?Imagem: Unplash/ben o'bro
Nos cruzeiros nacionais da Costa, o turista pode embarcar com carteira de identidade (RG) expedida há menos de dez anos ou outro documento de identificação válido no território nacional, como CNH, CREA, OAB e CRM, desde que possua foto.
Vale lembrar que os documentos mencionados devem ser apresentados em suas vias originais. Não são aceitas reproduções, mesmo que autenticadas.
Já A MSC informa que, para as viagens em território brasileiro, os hóspedes podem embarcar com um dos seguintes documentos originais: passaporte (válido até o término da viagem), RG, CREA, CRM, OAB, carteira de habilitação, carteira de identidade militar, entre outros documentos de identidade civil válidos em território nacional, desde que estejam em bom estado de conservação.
Uma grande variedade de diferentes tipos de documentos podem ser pedidos no embarque de menores, dependendo de quem seja a pessoa responsável acompanhando o menor. Para saber mais sobre este tópico, acesse: www.costacruzeiros.com e www.msccruzeiros.com.br
Como funciona a alimentação em um cruzeiro?Refeições em cruzeiros estão inclusas, mas podem ser servidas de acordo com o pacote Imagem: Getty Images/iStockphoto
Os pacotes da Costa incluem alimentação a bordo, com café da manhã, almoço e jantar. Os clientes que compram uma passagem do plano mais básico não podem escolher o horário de suas refeições — possibilidade oferecida para os planos Comfort Premium e Deluxe.
E, na MSC, café da manhã, almoço e jantar no buffet e nos restaurantes principais já estão inclusos quando os hóspedes reservam o seu cruzeiro. Dependendo do tipo de passagem adquirida, o viajante poderá escolher o turno do jantar. E, a bordo, há restaurantes de especialidades que são pagos à parte.
E não se esqueça: informe a companhia, no momento da reserva da viagem, caso você tenha restrições alimentares.
Quanto dura um cruzeiro?
O recomendado para a primeira vez é optar por um cruzeiro de curta duração Imagem: Unsplash/Josiah Weiss
A temporada brasileira de cruzeiros oferecerá viagens marítimas de diferentes durações, com roteiros mais curtos (entre três e quatro dias) e percursos mais longos (com mais de sete dias).
Se você nunca viajou de navio, vale a pena começar por uma jornada mais curta, de até quatro dias.
Isso porque há gente que não se adapta muito bem à vida no navio, especialmente em relação ao balanço da embarcação, que pode causar enjoos.
Você pode, portanto, usar esta primeira viagem para ter certeza de que é o tipo de pessoa que se dá bem com cruzeiros. E, caso não seja, não precisará ficar sofrendo a bordo por muito tempo até poder voltar para casa.
O que se tem direito em um cruzeiro?Há uma série de atrações pagar a parte nos cruzeiros Imagem: Getty Images
Os navios têm muitos atrativos que não cobram entrada, como suas piscinas, hidromassagens e quadras esportivas.
Mas há outros espaços das embarcações que geram gastos extras para os passageiros, como o spa (com tratamentos cobrados à parte) e até alguns restaurantes, que não estão inclusos no preço da passagem.
Os navios da Costa, por exemplo, também abrigam cinema 4D: para acessar a sala, é preciso pagar.
As embarcações da MSC, por sua vez, têm diversas opções de entretenimento que não geram gastos extras para os hóspedes, como shows no teatro e eventos programados pela equipe de entretenimento do navio.
Além disso, o acesso a piscinas, hidromassagens, academia, quadra poliesportiva e áreas para crianças é incluso na tarifa dos cruzeiro da MSC. Porém, o acesso a locais como cinema, pista de boliche, simulador de Fórmula 1 e aos serviços de spa é pago à parte.
Quais são as diferenças entre as cabines dos navios?
Cabines de navio de cruzeiro têm preços diferentes Imagem: Unsplash/Christina Victoria Craft
Os navios de cruzeiro oferecem diferentes tipos de cabines para os passageiros.
Os transatlânticos da Costa que estarão no Brasil nos próximos meses tem cabines com capacidade para até quatro pessoas e contam com ar-condicionado, guarda-roupas, cofre, TV, secador de cabelos e banheiro privativo.
E, entre as acomodações, há as seguintes categorias: cabines internas (cabines sem janelas), cabines externas (acomodações com janelas), cabine com varanda (acomodação com varanda com vista para o mar) e suíte com varanda (varanda com vista para o mar e mais espaço do que a cabine com varanda).
As acomodações dos navios da MSC que visitam o Brasil, por sua vez, têm acomodações como cabine interna (sem janelas), cabine externa com vista para o mar, cabine externa com varanda e até suíte com hidromassagem privativa.
As embarcações da MSC no Brasil também contam com o Yacht Club, uma espécie de primeira classe do navio, com áreas exclusivas com piscina, restaurante e até serviço de mordomo.
Via de regra, as acomodações da MSC podem receber até cinco pessoas.
Quando comprar os passeios em terra?Planeje suas saídas do cruzeiro já na hora da compra dos pacotes Imagem: Getty Images/iStockphoto
Ao chegar aos destinos de seu itinerário, todo navio da temporada brasileira de cruzeiros para por um tempo que permite que o passageiro saia da embarcação e faça turismo por aquele destino.
Tal passeio pode ser realizado de maneira autônoma ou em tours guiados oferecidos pela própria companhia de cruzeiros.
E estes tours guiados são cobrados à parte: você consegue contratá-los dentro do próprio navio ou no momento da compra da passagem.
Contratar o passeio no momento da compra da passagem pode ter vantagens: no caso da compra antecipada com a MSC, por exemplo, o cliente tem a vantagem de pagar em reais e poder parcelar em até 12 vezes sem juros.
Mas lembre-se: o navio pode partir sem o passageiro, caso ele se atrase para embarcar (seja no começo da viagem ou após as paradas do itinerário).
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Trem com janelões panorâmicos faz viagem com vista para montanhas nos EUA
Paisagens naturais são atração do passeio Imagem: Rocky Mountaineer
Paisagens naturais são atração do passeio Imagem: Rocky Mountaineer
De Nossa 30/04/2021 09h49
Imagine passar dois dias entre Moab, em Utah, e Denver, Colorado, admirando as montanhas rochosas formadas há cerca de 70 milhões de anos a bordo de um trem.
Essa é a proposta da Rocky Mountaineer, empresa que realiza viagens sobre os trilhos há 30 anos no Canadá e faz sua estreia nos Estados Unidos com o trajeto chamado "de Rockies a Red Rocks".
Vistas de cair o queixo
Banheiras com vista: hotéis têm opções na savana ou com vista para tubarões
O trem de luxo oferece refeições como omelete, salmão e costelinha, além de vistas de tirar o fôlego desfrutadas através de janelões, de cúpulas de vidros e de plataformas de observação ao ar livre.
O trem de luxo Imagem: Rocky Mountaineer
O trem de luxo Imagem: Rocky Mountaineer
Entre os cenários estão cadeias de montanhas, rochas vermelhas e desfiladeiros acidentados do Rio Colorado. A região é famosa por abrigar diversos parques nacionais.
Os passageiros não chegam a dormir no trem. Há paradas ao longo do trajeto para visitar cidades e pernoitar em hotel. A estadia em Glenwood Springs (Colorado), está inclusa na passagem de 1250 dólares, ou R$ 6700.
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Novo trem-bala vai de Madri a Barcelona em duas horas por apenas 9 euros
Trem de alta velocidade Ouigo Imagem: Divulgação
De Nossa 20/05/2021 15h57
Desde o dia 10, visitantes e moradores da Espanha podem pagar apenas 9 euros para ir de Madri a Barcelona (ou vice-versa) em duas horas. Isso porque a Ouigo, marca de trens a baixo custo lançada na França há oito anos, fez a sua estreia no país vizinho.
A novidade chega para abalar o setor, que antes estava sob monopólio da Avlo, operada pela concorrente espanhola Renfe. Agora, ambas as empresas operam o trajeto com trens de alta velocidade.
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"Nosso objetivo é popularizar esse meio de transporte", diz a recém-chegada. Antes da Renfe se instalar, em maio do ano passado, era mais barato ir de Madri para Barcelona de avião do que de trem.
Dois andares: comportam 509 pessoas ao todo Imagem: Divulgação
A Ouigo oferece dez viagens diárias, sendo cinco em cada sentido. No trajeto, há duas paradas: uma em Tarragona e outra em Zaragoza, cidades no nordeste da Espanha.
A tarifa de 9 euros é para os trechos realizados em dias de semana. Aos sábados e domingos, o valor sobe para 15 euros.
Os assentos do trem de alta velocidade Ouigo Imagem: Divulgação
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Milão a Paris em 7 horas: trem de alta velocidade agora une estas cidades
O percurso entre Milão (foto) e a capital francesa será feito em até sete horas com paradas nos Alpes Franceses Imagem: Getty Images/iStockphoto
De Nossa
21/12/2021 09h35
A Trenitalia, grupo ferroviário estatal italiano, inaugurou no sábado (18) uma nova linha de trem de alta velocidade — até 300 km/h — que liga a cidade de Milão a Paris, na França.
O percurso custa a partir de 29 euros (cerca de R$ 187) e dura cerca de sete horas, passando por Turim, ainda na Itália, pelos Alpes Franceses e por Lyon.
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Dois trens Frecciarossa 1000 fazem os trechos de ida e volta entre a Estação Central de Milão e a Gare de Lyon, em Paris. Veja os horários de partida:
De Milão, às 6h25 da amanhã, chega a Paris às 13h22De Milão, às 15h53, chega a Paris às 22h25De Paris, às 7h26, chega a Milão às 14h07De Paris, às 15h18, chega a Milão às 22h07
Outros três trens fazem ainda o percurso de ida e volta também entre Paris e Lyon, ambas na França.
O serviço está disponível em quatro "classes" dentro dos vagões: executiva, mais cara e com amenidades; business, de padrão intermediário; standard, a classe econômica deles, de preços mais enxutos; além da "sala meeting", um vagão para reuniões em que se pode trabalhar e do vagão-restaurante.
Os serviços de alimentação, aliás, estão parcialmente suspensos no momento devido aos protocolos de combate à covid-19. O serviço de bebida continua ativo e, em alguns casos, o de alimentação, mas apenas no assento do cliente. É preciso checar quais são as condições no momento da compra, segundo o tipo de serviço/classe contratado.
Todas elas estarão divididas em áreas "Silenzio" e "Allegro", para tipos diferentes de viajantes: para aqueles que procuram tranquilidade para viajar sem barulho no primeiro caso, e a segunda dedicada àqueles que viajam com amigos ou família e querem conversar.
Compras de bilhetes podem ser realizadas antecipadamente pelo site ou nas bilheterias das estações. Os trens oferecem ainda Wi-fi "rápido", promete a Trenitalia, e gratuito, além de um portal de entretenimento onde é possível ler revistas, livros, ver filmes, aproveitar jogos, ouvir música e etc.
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Opinião: Roberto Sadovski - 'Matrix Resurrections' honra seu legado de forma imperfeita e irresistível
Keanu Reeves e Carrie-Anne Moss em 'Matrix Resurrections' Imagem: Warner
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Roberto Sadovski
Colunista do UOL
21/12/2021 10h00
Nunca foi fácil voltar para o mundo de "Matrix". Quando chegou aos cinemas em 1999, o filme de Lana e Lilly Wachowski abriu as portas do século 21 com uma mistura improvável de filosofia, kung fu e tecnologia de ponta. Foi um sucesso. E também foi inevitável sua transição de filme para marca.
As cineastas, que tinham no currículo o neo noir "Ligadas Pelo Desejo", de repente se viram sob os holofotes como criadoras da aventura que, nos anos seguintes, reescreveria as regras do cinema de ação e ficção científica. Depois do flerte com outras mídias, como histórias e quadrinhos e videogames, continuar o filme tornou-se inevitável.
Embora compartilhassem do mesmo DNA do original, e trouxessem entrelinhas muito sofisticadas para qualquer candidato a blockbuster tradicional, "Matrix Reloaded" e "Matrix Revolutions" não repetiram, em 2003, o impacto de seu predecessor. Mas como superar um filme alardeado como a maior revolução do cinema moderno? Nunca foi fácil, portanto, voltar para o mundo de "Matrix".
Neo (Keanu Reeves) e Trinity (Carrie-Anne Moss) vivem um amor que desafia a Matrix Imagem: Warner
Mesmo assim, cá estamos, quase duas décadas depois de Neo (Keanu Reeves) cometer o sacrifício supremo para por fim ao conflito dos humanos com as máquinas que então dominavam a Terra. "Matrix Resurrections" é a resposta de Lana Wachowski (voando solo, já que Lilly decidiu não fazer parte do filme) para o que acontece no dia seguinte ao fim da guerra.
Alguns procuram reconstruir os fragmentos de sua vida. Outros buscam se adequar ao novo status quo. E sempre há quem enxergue no recém-nascido período de paz uma oportunidade para satisfazer suas próprias ambições. É a chance para a história se repetir, em um loop contínuo que pode, de alguma forma, resultar em conclusões diferentes.
A pessoa que mais entende dos meandros da Matrix é justamente Thomas Anderson (Keanu Reeves), designer de videogames que, há duas décadas, criou essa trilogia que revolucionou a cultura pop de forma inequívoca. A escolha entre manter-se na fantasia ou encarar o mundo real, o sistema de controle que mantém a humanidade em cativeiro, o efeito especial bullet time - no filme tudo é invenção desse artista genial, que agora vive inquieto sob a sombra de sua criação.
Estagnado criativamente, Anderson é provocado por seu sócio (Jonathan Groff) a finalmente encabeçar a criação de uma nova sequência para o jogo original. "A empresa que controla a nossa, a Warner, vai tocar a continuação com ou sem nosso envolvimento", explica. Impossível a metalinguagem ser mais direta.
É curioso ver como Lana Wachovski ressignifica o próprio conceito de "Matrix" ao sugerir uma historia dentro da história, usando os símbolos do filme original para acentuar a observação sobre o estado das coisas na Hollywood atual, movida basicamente por propriedades intelectuais passíveis de constante reinvenção.
Com as rédeas de sua criação, porém, a diretora reintroduz elementos familiares para recuperar os temas de perda de individualidade e controle silencioso. Uma nova personagen, Bugs (a incrível Jessica Henwick) serve como avatar da plateia para redescobrir não só o status do conflito entre humanos e máquinas mas também o destino dos protagonistas da trama original.
Se Neo surge indiferente de seu papel nesse novo tabuleiro, Morpheus reaparece renovado em seu propósito. Como em um jogo antigo remasterizado para um console de novíssima geração, o devoto da profecia do Escolhido retorna com a mesma missão - despertar Neo de sua apatia - em uma nova roupagem. Visualmente ele agora é Yahya Abdul-Mateen II, e descobrir as outras diferenças é parte da experiência com o novo filme.
Morpheus (Yahya Abbul-Mateen II) parece diferente, mas sua missão segue a mesma Imagem: Warner
O centro emocional de "Matrix Resurrections", contudo, ainda é a relação de Neo e Trinity. Nessa nova configuração da Matrix, eles se esbarram em um café no coração de São Francisco mas possuem zero lembranças de sua vida anterior. Seu laço, porém, ainda é o elemento disruptivo e o gatilho que impulsiona a trama. Fazer do novo filme explicitamente uma história de amor é um de seus grandes acertos.
O caminho, entretanto, é acidentado. Abraçar a metalinguagem e as auto referências fazem com que a primeira metade de "Matrix Resurrections" seja brilhante e surpreendente, apontando um caminho inusitado para retomar a atmosfera do filme que praticamente inventou o século 21 no cinema.
Contudo, o equilíbrio deste olhar ao passado com a necessidade narrativa em criar uma nova jornada às vezes soa descompensado. Quanto mais elementos dramáticos e conceitos inovadores são apresentados, mais o filme parece que vai desmoronar ante o peso de suas próprias ideias.
A diretora Lana Wachowski no set de 'Matrix Resurrections' Imagem: Warner
"Matrix Resurrections", felizmente, nunca cruza essa linha, principalmente por nunca ter medo de ser absolutamente esquisito. Mesmo quando o fluxo narrativo toma um caminho mais convencional, o resultado ainda está anos-luz à frente de outros filmes de ação que, ao longo das últimas décadas, buscaram reproduzir o impacto transformador de "Matrix".
O motivo é simples. Apesar de ser um produto corporativo - algo que o próprio filme deixa textualmente claro -, "Matrix Resurrections" é resultado da expressão artística de uma cineasta visionária.
Um exemplo são as discussões antecipadas em 1999, como nosso mergulho cada vez mais profundo em uma realidade virtual que ameaça tomar à frente do mundo real, que aqui são totalmente integradas ao roteiro.
A própria história de Lana Wachowski, hoje a única mulher trans a habitar as esferas do poder na indústria do entretenimento, é refletida em sua obra. "Matrix Resurrections" é sobre mudança, sobre combater o conformismo, sobre a necessidade de reinvenção como parte fundamental da natureza humana. É a lição que Neo precisa aprender para se reconectar com sua própria essência.
Bugs (Jessica Henwick) e Morpheus (Yahya Abdul-Mateen II) fazem Neo (Keanu Reeves) ver o mundo real Imagem: Warner
Essa jornada torna-se mais empolgante com a volta de Keanu Reeves e Carrie-Anne Moss aos personagens que os projetaram há mais de duas décadas. Enquanto Reeves reinventou-se como astro de ação em uma nova série, "John Wick", Moss teve uma carreira mais discreta, surgindo de forma mais proeminente na série "Jessica Jones".
Juntos, porém, eles trazem uma química imbatível, a cola que injeta credibilidade ao universo fantástico de "Matrix Resurrections". No novo filme, é Trinity quem surge como gatilho narrativo para evoluir a trama. A interação entre Keanu e Carrie-Anne ajuda a ancorar a história com um sentimento humano, a antítese da frieza das máquinas. Sem essa conexão emocional, restaria somente a perfumaria.
O que, admite-se, não é pouca coisa. "Matrix Revolutions", a exemplo de seus antecessores, amarra sua história de amor em uma aventura pulsante e visualmente revolucionária. As sequências de ação são, mais uma vez, uma festa para os sentidos, com combates em trens bala, exércitos de zumbis (sério), demostrações de artes marciais e fugas em gravidade zero. Não existe nada como o bullet time, claro. Mas também não existe nada como o "Matrix" de 1999.
Neo e Morpheus ainda sabem lutar kung fu Imagem: Warner
É aí que está a beleza de "Matrix Resurrections". Lana Wachowski criou uma obra que tem coragem de questionar sua natureza imperfeita ao realçar seu passado e apontar um caminho para o futuro. É difícil deixar as comparações de lado quando o próprio filme reutiliza constantemente imagens de seus antecessores, mas eles são dispositivos narrativos utilizados para sublinhar a nova trama, e não para escondê-la por trás de uma barreira de nostalgia.
A criação de universos compartilhados pode ser a regra de ouro do cinema atual. "Matrix", com sua expansão para além da tela do cinema, já antevia esse futuro. O surgimento de novas plataformas e o avanço da tecnologia para contar histórias sugerem que um salto ainda mais ambicioso é iminente. É um legado, criativo e também corporativo, que "Matrix Resurrections" parece apto a alavancar. Para isso, basta escolher a pílula vermelha.
Estagnado criativamente, Anderson é provocado por seu sócio (Jonathan Groff) a finalmente encabeçar a criação de uma nova sequência para o jogo original. "A empresa que controla a nossa, a Warner, vai tocar a continuação com ou sem nosso envolvimento", explica. Impossível a metalinguagem ser mais direta.
É curioso ver como Lana Wachovski ressignifica o próprio conceito de "Matrix" ao sugerir uma historia dentro da história, usando os símbolos do filme original para acentuar a observação sobre o estado das coisas na Hollywood atual, movida basicamente por propriedades intelectuais passíveis de constante reinvenção.
Com as rédeas de sua criação, porém, a diretora reintroduz elementos familiares para recuperar os temas de perda de individualidade e controle silencioso. Uma nova personagen, Bugs (a incrível Jessica Henwick) serve como avatar da plateia para redescobrir não só o status do conflito entre humanos e máquinas mas também o destino dos protagonistas da trama original.
Se Neo surge indiferente de seu papel nesse novo tabuleiro, Morpheus reaparece renovado em seu propósito. Como em um jogo antigo remasterizado para um console de novíssima geração, o devoto da profecia do Escolhido retorna com a mesma missão - despertar Neo de sua apatia - em uma nova roupagem. Visualmente ele agora é Yahya Abdul-Mateen II, e descobrir as outras diferenças é parte da experiência com o novo filme.
Morpheus (Yahya Abbul-Mateen II) parece diferente, mas sua missão segue a mesma Imagem: Warner
O centro emocional de "Matrix Resurrections", contudo, ainda é a relação de Neo e Trinity. Nessa nova configuração da Matrix, eles se esbarram em um café no coração de São Francisco mas possuem zero lembranças de sua vida anterior. Seu laço, porém, ainda é o elemento disruptivo e o gatilho que impulsiona a trama. Fazer do novo filme explicitamente uma história de amor é um de seus grandes acertos.
O caminho, entretanto, é acidentado. Abraçar a metalinguagem e as auto referências fazem com que a primeira metade de "Matrix Resurrections" seja brilhante e surpreendente, apontando um caminho inusitado para retomar a atmosfera do filme que praticamente inventou o século 21 no cinema.
Contudo, o equilíbrio deste olhar ao passado com a necessidade narrativa em criar uma nova jornada às vezes soa descompensado. Quanto mais elementos dramáticos e conceitos inovadores são apresentados, mais o filme parece que vai desmoronar ante o peso de suas próprias ideias.
A diretora Lana Wachowski no set de 'Matrix Resurrections' Imagem: Warner
"Matrix Resurrections", felizmente, nunca cruza essa linha, principalmente por nunca ter medo de ser absolutamente esquisito. Mesmo quando o fluxo narrativo toma um caminho mais convencional, o resultado ainda está anos-luz à frente de outros filmes de ação que, ao longo das últimas décadas, buscaram reproduzir o impacto transformador de "Matrix".
O motivo é simples. Apesar de ser um produto corporativo - algo que o próprio filme deixa textualmente claro -, "Matrix Resurrections" é resultado da expressão artística de uma cineasta visionária.
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MSC Seashore, um dos navios que virão ao país entre 2022 e 2023 pela primeira vez Imagem: Divulgação
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De Nossa
13/12/2021 17h39
A MSC, uma das principais operadoras de cruzeiros no país, revelou na sexta-feira (10) os primeiros seis navios que passarão pelo Brasil entre novembro de 2022 e abril de 2023.
Dentre eles, cinco farão rotas regulares na região e um, o MSC Magnifica, realizará um cruzeiro de volta ao mundo de 117 dias que terá paradas no Brasil, Uruguai, Argentina, Chile e Peru.
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O plano da companhia é oferecer 146 mil cabines, cerca de 25% a mais do que na temporada 2019/2020, anterior à pandemia, e ainda trazer aos nossos portos pela primeira vez o MSC Seashore, lançado em agosto deste ano.
Enquanto o MSC Musica privilegiará ainda Argentina e Uruguai, passando pelo Brasil apenas como parte de seu itinerário, outras quatro embarcações em rota pela América do Sul terão embarques no nosso país. Conheça-as:
MSC Seashore
MSC Seashore: a área do Le Cabaret Rouge Imagem: DivulgaçãoMSC Seashore: o restaurante Butcher's Cut Imagem: Divulgação
MSC Seashore
MSC Seashore: a área do Le Cabaret Rouge Imagem: DivulgaçãoMSC Seashore: o restaurante Butcher's Cut Imagem: Divulgação
Em viagem inaugural por aqui, o MSC Seashore é o destaque da
Em viagem inaugural por aqui, o MSC Seashore é o destaque da temporada. Com 169, 4 mil toneladas, 339 metros de comprimento, 41 metros de largura e 76 metros de altura, ele oferece quase 13 mil metros quadrados de área ao ar livre, além do maior e mais luxuoso MSC Yacht Club da frota — um iate dentro do navio — que dá aos hóspedes a experiência de cruzeiro premium, all-inclusive, com serviço de mordomo 24 horas entre suas amenidades.
O navio possui seis piscinas, sendo uma delas de borda infinita, duas hidromassagens e um parque aquático interativo. Há ainda 18 bares e lounges, cinco restaurantes de especialidades e quatro restaurantes principais, com destaque para a churrascaria ao ar livre Butcher's Cut.
A piscina de borda infinita do MSC Seashore Imagem: DivulgaçãoUma recriação da Times Square, em Nova York, também é parte do principal navio da temporada Imagem: Divulgação
A piscina de borda infinita do MSC Seashore Imagem: Divulgação
Uma recriação da Times Square, em Nova York, também é parte do principal navio da temporada Imagem: Divulgação
Entre o menu de entretenimento, há o teatro principal, uma casa noturna high-tech e bares esportivos. O lounge Le Cabaret Rouge, na popa do navio, oferecerá entretenimento ao vivo e diversificado todas as noites. A área para crianças é a maior da frota, com mais de 700 metros quadrados dedicados ao tema espacial.
O MSC Seashore fará roteiros de 6 a 8 noites com embarque em Santos e escalas alternadas em Ilha Grande, Búzios, Maceió e Salvador. Também será possível embarcar em Salvador e Maceió. Os cruzeiros custarão a partir de R$ 3.089 e já estão à venda no site da operadora.
MSC Seaview
Já conhecido dos viajantes brasileiros, o Seaview volta para os embarques no Rio de Janeiro. O navio com promenade externa de 360º e amplas áreas abertas, fará minicruzeiros de três e quatro noites com escalas alternadas em Ilhabela, Ilha Grande e Búzios, além de itinerários de cinco a sete noites passando por Ilha Grande, Búzios, Salvador e Ilhéus com embarques também em Salvador.
Já as viagens de oito noites terão embarques no Rio e paradas em Ilhabela, Montevidéu, Punta del Este, no Uruguai, e em Buenos Aires, na Argentina. Preços para as viagens do Seaview começam em R$ 2.829 e estão sujeitas a variações conforme o itinerário e a data de reserva, assim como outros cruzeiros.
MSC Seaview Imagem: DivulgaçãoÁtrio do MSC Seaview Imagem: Divulgação
MSC Seaview Imagem: DivulgaçãoÁtrio do MSC Seaview Imagem: Divulgação
Dentre as comodidades do navio estão duas passarelas com piso de vidro nas laterais que oferecem aos hóspedes vistas espetaculares como se estivessem no meio do oceano.
Além disso, há parque aquático para as crianças, cinco piscinas e 13 hidromassagens, duas tirolesas com 105 metros de comprimento cada, toboáguas, 17 bares e lounges, boliche, cinema XD, simulador de Fórmula 1, teatro com shows ao estilo Broadway, casa noturna, playground para crianças, academia, lojas, spa e o MSC Yacht Club.
MSC Fantasia
Este navio partirá de Santos para minicruzeiros de três a cinco noites com escalas alternadas Búzios, Ilha Grande e Ilhabela, além de viagens de sete noites por Montevidéu, Punta Del Este, no Uruguai, e Buenos Aires, na Argentina com preços a partir de R$ 2.529.
Alguns roteiros oferecerão pernoite na capital argentina.
MSC Fantasia Imagem: DivulgaçãoA área da piscina do Fantasia Imagem: Divulgação
MSC Fantasia Imagem: DivulgaçãoA área da piscina do Fantasia Imagem: Divulgação
Com 27 mil metros quadrados de áreas comuns, além de cinco piscinas, sendo uma com teto retrátil, 12 hidromassagens e tobogã, a especialidade do Fantasia é mesmo o entretenimento aquático.
Mas há ainda 18 bares e lounges, além de cinco restaurantes que sevem as mais variadas cozinhas, dentre eles a churrascaria ao estilo americano Butcher's Cut, assim como no Seashore. Outras amenidades também comuns aos outros navios estarão disponíveis, como playground, spa, academia e MSC Yacht Club.
MSC Armonia
Cinco restaurantes servirão o Armonia, dentre deles o Surf & Turf, que privilegiará a gastronomia mediterrânea, além de nove bares, lounges e um espaço de relaxamento balinês, o MSC Aurea Spa.
Áreas temáticas dedicadas a crianças e adolescentes estão espalhadas por toda a embarcação que ainda oferece teatro com shows ao estilo Broadway, lojas, casa noturna, três piscinas, academia, solário e hidromassagens.
MSC Armonia Imagem: DivulgaçãoA área Doremi do Armonia Imagem: Divulgação
MSC Armonia Imagem: DivulgaçãoA área Doremi do Armonia Imagem: Divulgação
O MSC Armonia partirá de Itajaí e realizará cruzeiros de seis e sete noites por Ilha Grande, Rio de Janeiro, Cabo Frio e Ilhabela. Já os roteiros de sete e oito noites visitarão Ilhabela, Punta Del Este, no Uruguai, e Buenos Aires, na Argentina.
Atualmente todos os cruzeiros contam com a promoção de segundo hóspede grátis. Viagens no Armonia custarão a partir de R$ 2.359 e as reservas já estão abertas através do site da MSC.
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Popularização de canoas havaianas imprime nova vocação à Praia de Charitas
Local se torna um dos principais polos de va’a no país, com 13 clubes instalados na areia, associados aos quiosques
Jovem protege com capa embarcação usada para a prática do va’a sob a sombra dos coqueiros da Praia de Charitas Foto: Maria Isabel Oliveira / Agência O Globo
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NITERÓI — A popularização da canoa havaiana é visível nas praias de Niterói, que concentram um terço do total de 70 clubes voltados ao esporte no estado. E Charitas tem se mostrado o local preferido para os praticantes da modalidade: já são 13 bases de clubes de va’a instaladas na areia. Durante a pandemia, alguns deles se associaram a quiosques. A proliferação das canoas está mudando o cenário da praia e tem atraído um novo perfil de frequentador.
O principal motivo que faz de Charitas a preferida dos praticantes de canoa havaiana são as condições da praia, pacata, com águas limpas na maioria dos dias. Junto com o movimento das canoas havaianas, muita gente passou a pedalar, praticar exercícios físicos ou ir até a praia simplesmente para ver o pôr do sol, o que levou alguns quiosques a começarem a oferecer sucos e alimentação natural.
O primeiro clube que se instalou em Charitas, em 2008, foi o Mauna Loa. Em seguida vieram o Hoa Aloha e o Niterói Hoe, fundado por Hélio Teixeira. Ele estima que atualmente apenas o va’a atraia uma média de 400 pessoas diariamente para o local.
Estacionamento. Canoas empilhadas na Praia de Charitas Foto: Maria Isabel Oliveira / Agência O Globo
— Charitas sempre foi muito usada para práticas esportivas, mas durante um tempo foi deixada de lado. O pessoal do futevôlei do aeroclube, por exemplo, joga ali há anos. Mas também tem o pessoal do circuito funcional, do beach tênis. Esse movimento fez com que quiosques que só funcionavam nos fins de semana e feriados passassem a abrir todos os dias — diz Teixeira.
Presidente da Federação de Canoa Havaiana do Estado do Rio de Janeiro, Marcelo Esquilo diz que o crescimento do número de praticantes da atividade foi impulsionado pela pandemia, que fez com que muita gente procurasse atividades físicas ao ar livre. A localização de Charitas e as condições do mar, consideradas perfeitas para a prática, de acordo com ele, tornaram ainda mais evidente a vocação do local.
— Niterói é hoje certamente o local com mais praticantes de canoa havaiana do Brasil e possivelmente da América Latina. As pessoas têm buscado o va’a como uma alternativa ao fitness, à atividade física nas academias. Durante a pandemia, falou-se muito da importância das atividades físicas como uma proteção para o corpo, e o ambiente externo se mostrou bem menos insalubre. A gente já tem a cultura da praia, e a canoa havaiana permite a prática do exercício e o contato com o mar por um custo menor do que alugar uma lancha para navegar, por exemplo. Isso tem feito as pessoas preferirem remar, duas ou três vezes na semana, a frequentar academias — compara.
Parceria. O Clube Tribo Hoe se associou há um dos quiosques Foto: Maria Isabel Oliveira / Agência O Globo
Durante a pandemia, há seis meses, o clube Tribo Hoe se associou a um dos quiosques da praia e se mudou de São Francisco para Charitas, em busca de melhor estrutura e de águas mais limpas. Marcus Nery, à frente do clube, diz que o esporte além de tudo é democrático:
— Atualmente, três cadeirantes fazem aula no clube. Temos também um deficiente auditivo com quem fazemos uma remada adaptada com sinais, já que os comandos normalmente são por voz. A canoa havaina é para todo mundo.
Prefeitura de Niterói promete fazer obras e reabrir Ilha da Boa Viagem
Município fará a gestão do patrimônio histórico pelos próximos 20 anos e promete investir R$ 5,5 milhões em obras de recuperação
Comitiva da prefeitura de Niterói esteve na Ilha da Boa Viagem na última segunda-feira Foto: Divulgação / Bruno Eduardo Alves
NITERÓI — A prefeitura formalizou o Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) com o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) e o Ministério Público Federal para reabrir a Ilha da Boa Viagem. O município assumiu a gestão do local pelos próximos 20 anos. Na última segunda-feira, o prefeito Axel Grael anunciou que serão investidos R$ 5,5 milhões em obras de restauração na ilha.
A Capela de Nossa Senhora da Boa Viagem, do século XVIII; o forte erguido no fim do século XVII; e o castelo (sede dos Escoteiros do Mar) passarão por obras de recuperação. De acordo com a prefeitura, as intervenções serão feitas sem alterar as características originais das estruturas.
O castelo receberá uma área administrativa para a equipe de gestão e um novo ambiente cultural com espaços de exposição. Já a capela ganhará um novo banheiro com acessibilidade. A prefeitura não definiu uma data para a reabertura dos espaços à visitação.
Durante o anúncio das obras, o prefeito Axel Grael prometeu manter as atividades que existem na ilha, como os escoteiros e o apostolado. Ele ainda garantiu que local será reaberto para que possa ser visitado pela população, mas respeitando os limites do local.
A Ilha da Boa Viagem é tombada como Patrimônio Natural e Histórico. Dois monumentos são preservados: a Capela de Nossa Senhora da Boa Viagem e o fortim, ambos do século XVIII. Entre a Segunda Guerra Mundial e o fim da década de 1940, foram construídas mais duas muralhas, uma delas o atual casarão. A ilha é conectada ao continente pela ponte de concreto que corta a enseada. Depois de atravessá-la, para chegar até as edificações é preciso subir uma escada de 127 degraus, o que torna o local um destino curioso, com uma vista privilegiada da Baía de Guanabara e da orla de Niterói.
Morro do Gragoatá: previsão de edificações em projeto de lei não é explicada
Zoneamento proposto pelo município de Niterói prevê até seis pavimentos no local, mas prefeito diz que vai apoiar o projeto da UFF e não haverá prédios
Vista do topo do Morro do Gragoatá: UFF tem projeto sustentável para a área Foto: Fábio Guimarães/11-09-2019 / Agência O Globo
NITERÓI — A manutenção da possibilidade de arruamento no Morro do Gragoatá, prevista na lei municipal que criou a área de proteção ambiental no local, e o recente zoneamento proposto pela prefeitura, no Projeto de Lei de Uso e Ocupação do Solo, que tramita na Câmara e prevê edificações de até seis pavimentos na área, está sendo discutida por ambientalistas, membros da UFF, que tem a posse do terreno, e parlamentares da oposição.
Em outubro, o reitor Antonio Claudio Lucas da Nóbrega se reuniu com o prefeito Axel Grael para tratar do projeto de apropriação do Morro do Gragoatá, que está sendo desenvolvido em parceria com a prefeitura. Na ocasião, ele frisou não prever construções:
“A iniciativa reúne sustentabilidade, arte, educação, ciência e natureza e cultura para o espaço, além de preservar a área em torno, respeitando a vegetação local e os projetos ambientais desenvolvidos pela UFF. Importante ressaltar que o projeto não prevê edificações, sejam residenciais ou comerciais, em preservação e cuidado ao local”, divulgou a UFF, em nota.
Em reunião promovida na Câmara pela Comissão de Saúde e Bem-Estar Social, na semana passada, a professora de Arquitetura e Urbanismo da UFF Louise Lomardo fez uma apresentação sobre a importância da proteção ambiental do Morro do Gragoatá.
Presidente da comissão, o vereador Paulo Eduardo Gomes (PSOL) está elaborando emendas ao PL para ampliar a proteção do local.
— Precisamos de um Parque Natural Municipal ali para realmente dar um fim à ânsia da especulação imobiliária e fazer com que a UFF, proprietária do morro, possa ter tranquilidade para realizar projetos educacionais e pesquisas científicas. Queremos o apoio da reitoria para essa proposta, retirando a possibilidade de arruamento, não autorizando o zoneamento proposto pela prefeitura. Além da pauta ambiental, há uma exigência da Aeronáutica que deve ser observada. A segurança dos voos, tanto do Aeroporto Santos Dumont quanto do Tom Jobim, depende disso — disse o vereador.
Em nota, a prefeitura não explicou por que manteve a possibilidade de edificações na área e afirma que já há uma decisão judicial em relação ao Morro do Gragoatá. “A área passou para a UFF. A administração municipal está em tratativas com a universidade para a implantação de um projeto sustentável, elaborado pela própria UFF, para o local. O prefeito Axel Grael reitera que recebeu o reitor da UFF, que o apresentou o projeto com fins educacionais e turísticos, de baixíssimo impacto na paisagem. A prefeitura vai apoiar e contribuir para avançar com a iniciativa”, diz a nota.
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