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_________________________________________________ORGASMO COLETIVO e aulas de PRAZER: o 1º FESTIVAL de SEXUALIDADE do Brasil _________________________________________________________________________

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Maior navio do mundo, com 19 piscinas e área verde com 20 mil plantas e árvores, zarpa pela primeira vez

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RIO — O maior navio de cruzeiro do mundo, com 236.857 toneladas — cinco vezes mais pesado que o Titanic — zarpou na última sexta-feira, com suas 19 piscinas, 20 restaurantes, 11 bares, uma pista de gelo, um cassino e uma área verde, com 20 mil plantas e árvores. A viagem inaugural de sete dias partiu de Fort Lauderdale, na Flórida, nos EUA, e vai até o Caribe.
Com capacidade para transportar 6.988 clientes e 2,3 mil tripulantes, o Wonder of the Seas também pode conter, segundo a Royal Caribbean, cerveja suficiente para encher duas vezes todas as piscinas a bordo.
O transatlântico, com 362 metros de comprimento, levou três anos para ser construído em Saint-Nazaire, na França, mediante um custo equivalente a R$ 6,7 bilhões. São 18 deques, sendo 16 para passageiros, com uma velocidade máxima de 22 nós (40 quilômetros por hora). O navio já tem previsão de realizar um novo passeio no verão do hemisfério Norte, pelo litoral europeu.
Imagens do maior cruzeiro do mundo, Wonder of the Seas



Entre as atrações no navio, está o musical 'Chicago' Foto: Royal Caribbean
Entre os destaques estão coquetéis feitos por robôs no Bionic Bar, na área Royal Promenade, possibilidade de assistir ao musical "Chicago", apresentado por um elenco da Broadway, uma piscina de surf com ondas de quatro metros de altura, uma tirolesa de 25 metros de comprimento e duas paredes de escalada.
Há ainda um campo de minigolfe, fliperama, cinema ao ar livre, spa de luxo, academia e um escorregador de 30 metros que vai do deque 16 para ao 6 em 13 segundos. Além disso, a suíte Ultimate Family, que pode acomodar 10 pessoas, vem com um escorregador de dois andares do quarto para a sala de estar.
Segundo a companhia responsável pelo cruzeiro, ele estava originalmente planejado para realizar sua estreia na China no último ano, mas teve a inauguração adiada devido à pandemia.
— Os restaurantes foram renomeados e as placas em mandarim foram alteradas para o inglês. Ela navegará pelo Caribe antes de mudar para os cruzeiros europeus neste verão — afirmou um porta-voz da empresa ao "Daily Mail".
_________________________________________________Opinião: Alexandre da Silva - O que fragiliza as pessoas idosas em pleno século 21?
_________________________________________________Opinião: Ana Canosa - Já foi um tabu, mas se popularizou: 4 pontos importantes sobre o sexo anal
O sexo anal está atravessado por uma série de questões. Sobre a anatomia, já sabemos que ele é praticado desde que o mundo é mundo e que envolve alguns cuidados. A questão da higiene é fundamental e muitas pessoas o evitam justamente porque tem nojo. Preservativo é necessário para evitar contágio de ISTs/AIDS. Mas tem também a relação de dominação e submissão, o ânus relegado à marginalidade e a transgressão.
Já foi um tabu, mas agora popularizou. Prática que muitos anseiam realizar ardentemente, e outras pessoas se satisfazem só com a fantasia. Eu sempre digo: clitóris e c* tem vida própria, há que saber respeitar seu momento. Há quem seja "virgem" de vagina, mas não de ânus, quem se recuse por convicção moral e quem nunca experimente com medo de gostar, por se ver ameaçado em sua identidade sexual.
Conheço um homem que nem faz tanta questão assim de fazer sexo anal, mas fica superexcitado ao narrá-lo para a sua parceira enquanto está penetrando em sua vagina.
Também conheço mulheres e homens que amam escutar, no entanto não necessariamente gostam de ser penetradas, ou pelo menos nem sempre, afinal o sexo anal pode ser desconfortável em alguns dias e em outros ser uma prática deliciosa.
Quando usamos expressões que o incorporam como xingamento, reforçamos essa ideia de humilhação. Ou seja, a prática do sexo anal está condenada politicamente ao preconceito. No sexo entre homens, alguns se recusam ser penetrados porque, segundo a lógica patriarcal de dominação, isso lhes aproximaria de um papel dito 'feminino', portanto menor.
Para ser passivo feliz nesse Brasil, olha, tem que estar com a terapia em dia (como se você, que se julga o ativo, não estivesse também levando no lombo ultimamente, não é?!). Aliás, passivo e ativo são conceitos que estão a ponto de ser ultrapassados: insertivo e receptivo são os novos termos politicamente corretos.
Feita a introdução preliminar - porque ninguém merece sexo anal sem aquecimento preliminar - vamos a 4 dicas essenciais:
1. Não tenha pressa - A não ser que a sua parceria seja fissurada na prática e esteja acostumada, geralmente será necessário um certo grau de intimidade sexual para que a pessoa receptiva se sinta segura. Pressa não é condizente. Nada de ir colocando o dedo de supetão. O sexo oral estendido ao ânus - o famoso beijo grego - é uma interessante maneira de provocar desejo. A reação corporal deve ser considerada: quando o intestino está com mau funcionamento, por exemplo, a sensação de alguma coisa entrando quando há o que sair pode ser muito desconfortável. Nesse caso, a resistência precisa ser respeitada.
2. Quanto mais excitação melhor. O sexo basiquinho pode não ser tão motivador. Evite também quando o teor alcoólico estiver além do limite da consciência. Muita estimulação no corpo todo, favorece a excitação. Passe a glande na entrada, sem penetrar, só para brincar. Tenha por perto camisinha e lubrificante.
3. Prepare o terreno. A membrana mucosa do reto é muito fina e se rompe com facilidade. Por não ter cicatrização rápida, é vulnerável a infecções. Se o machucado aumenta, pode transformar-se em uma fissura e em casos mais graves (e menos frequentes) uma fístula - vá por mim, isso é muito ruim! Massagear o ânus do(a) receptivo(a) com o dedo e com lubrificante é palavra de ordem, é preciso ir devagar. Só depois de perceber relaxamento é que o pênis ou dildo tem a sua vez.
Como o ânus não tem lubrificação natural, é imprescindível o uso de lubrificante à base de água, pois os muito oleosos podem prejudicar a integridade do látex da camisinha. Aliás, seu uso também é fundamental: a prática do sexo anal sem preservativo é a mais predisposta a contaminação de ISTs! E nunca, nas relações heterossexuais, retire o pênis do ânus e volte para a vagina, sem trocar o preservativo.
4. Escolha bem as posições: Para os iniciantes, evitem a posição "de quatro". Ela permite penetração mais profunda e pode doer à beça, além de deixar a pessoa sem controle nenhum. A velha e boa papai e mamãe ou "de colher" (de ladinho) podem ser bem melhores. Lembre-se que, se a apessoa receptiva contrair o esfíncter anal, terá dor e a prática será um fiasco. Geralmente a glande entra, mas em seguida o insertivo sente a resistência. É preciso ter paciência para aguardar o relaxamento e continuar a penetração. A estimulação conjunta do clitóris ou do pênis do receptivo pode ser bem interessante.
Por fim, lembrem-se que nem sempre vai dar para praticar o sexo anal até que se chegue ao orgasmo, Às vezes algum incômodo pode interromper a continuidade, e tudo bem, o sexo não precisa acabar por isso.
Assista ao episódio #63 do podcast Sexoterapia "O sexo anal realmente deixou de ser tabu?", com participação da escritora e podcaster Abhiyana, autora de "O Manual do Sexo Anal"
_________________________________________________Opinião: Ana Canosa - Grudado demais, que dá barraco ou entediado: que tipo de casal você faz?
_________________________________________________ORGASMO COLETIVO e aulas de PRAZER: o 1º FESTIVAL de SEXUALIDADE do Brasil

Júlia Flores De Universa 18/02/2022 04h00
"Não queremos anular a rapidinha da sua vida, mas provar que sexo não é só um ato de alívio físico."
É fim de tarde e cerca de 50 pessoas dispostas em círculo ouvem atentas os ensinamentos de uma terapeuta sexual, que mostra técnicas para "alcançar o êxtase" através da "arte do prazer próprio". Primeiro passo: respiração. Os participantes inspiram lentamente o ar e soltam um gemido orgástico enquanto expiram. "A arte do autoprazer começa pela respiração, mas o toque, o som e o movimento também são importantes", garante.
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Depois de 20 minutos compartilhando suas experiências e explicando o significado de sexualidade sadia, ela lança: "Agora, vamos para a prática". É nessa hora que pede aos presentes que fiquem de quatro. A nudez está liberada.
"Simulem um círculo com o 'rabo' de vocês. Vamos! Quero ouvir a respiração, mais alto", estimula a terapeuta. O movimento tem que partir do cóccix e seguir até o pescoço. "Tocar-se é um exercício de meditação."

A palavra "masturbação" não é mencionada. "Fomos condicionados a achar que autoprazer é algo feito rápido, por puro tesão. Aqui, vamos desconstruir esse conceito juntos. "Quem se sentir à vontade, pode deitar no chão." Imediatamente, o círculo se fecha e corpos nus se espalham pelo espaço. Os toques nas genitais são lentos.
O workshop de quase duas horas culmina com alguns alcançando o clímax e dá uma prévia do que está por vir.
Das genitais vêm o poder do coração
No início de fevereiro, Universa passou quatro dias no "Sexsibility Brasil", primeira edição nacional do festival de sexualidade positiva que acontece há 12 anos na Suécia. "Comecei esse trabalho porque eu era neurótico com relação à sexualidade", conta o sueco Lorenzo Stiernquist, de 50 anos, fundador do movimento.
Ele relembra: "Terminei um casamento de 14 anos, perdi o emprego e tinha dois filhos para criar. Fiquei perdido. E resolvi olhar para a minha vida sexual". Depois de ler um livro que falava sobre o "poder do orgasmo no empoderamento feminino", decidiu criar eventos que exploravam a temática. Logo se tornou professor de tantra, coach de sexualidade e fundou o Sexsibility Festival.

Trazido por um brasileiro que participou do festival sueco em 2019, ele pede para não ser identificado por trabalhar no mercado financeiro. Ainda assim, na abertura do evento, sobe ao palco e declara: "Para mim, é um sonho sendo realizado. Nesses dois anos e meio eu descobri meu propósito de vida: fomentar a sexualidade saudável no mundo".
As condutas e normas são claras: é vetado o uso de qualquer substância de expansão de consciência (drogas, álcool ou cigarro) e a prática da nudez fica restrita a algumas áreas por causa de desavenças com a comunidade da vila ecológica da Bahia escolhida para receber o evento.
Quanto à camisinha, uma regra básica: o usuário deve jogar o "fluído sagrado" (sêmen) na natureza, lavar o objeto e descartá-lo em caixas de papelão disponíveis. A promessa era a de que o lixo produzido viraria material para bioconstrução.
O evento de abertura se encerra sob um forte coro de respiração orgástica e um pedido de Lorenzo: colocar uma das mãos sobre a genitália e a outra sobre o coração. "Das genitais vêm o poder do coração."
Sexualidade enquanto "tratamento espiritual"
Encravada entre o rio e o mar, a área do festival é composta por três "ocas" temáticas, onde acontecem as palestras e workshops, além dos espaços reservados para a troca sexual: um playroom e um centro tântrico que só funcionam à noite. As atividade são classificada por desenhos de "chillis" (pimentas), que variam de acordo com sua intensidade.

Entre as opções, palestra sobre "sexo sagrado solo com respiração", aula sobre "cordas (shibari) tântricas" para casais e um workshop sobre pornografia pessoal. Em comum, a abordagem espiritual do assunto. "Vim para um processo de cura", conta a consultora de projetos digitais Kamila Camillo, de 29 anos, que estava havia três anos sem transar. Depois de uma desilusão amorosa, decidiu "focar" a energia sexual em outras áreas, como a profissional.
O celibato, segundo ela, funcionou. Só que tinha chegado a hora de quebrar o jejum de sexo. "Não vim para cá esperando nada do festival, mas sim de mim. Acho que aqui consigo ser quem eu sou e viver a sexualidade da maneira que quiser", afirma.
Acredito que só dá para alcançar a cura através da liberdade. E a verdadeira liberdade só a sexualidade pode trazer Kamila Camillo
A carioca Vanessa também chegou atrás de um tratamento espiritual para a própria sexualidade. "É uma área que venho curando dentro de mim. Entrei nesse mundo porque descobri que tinha o chacra da sexualidade bloqueado. Queria aprender ferramentas e atividades para me curar", explica.

Ela, que é massoterapeuta tântrica e tem 22 anos, descobriu esse descompasso entre o "yin and yang" por causa de relacionamentos passados. "Era muito dominadora com meus parceiros. Sentia que os caras não eram suficientes para mim. Não sabia comunicar como gostava de ser tocada, era traumatizada por causa da minha infância violenta". No festival, ela garante estar sendo tratada.
Para receber o "tratamento", Vanessa desembolsou R$ 1.900 pelo ingresso do festival, que chegava a R$ 5 mil para quem optasse por uma suíte particular (com refeição inclusa).
Playroom com forró e centro tântrico
Uma meditação abria os dias, às 7h. Quem se sentisse confortável, podia fazer as práticas despidos. Um time de facilitadores oferecia atendimento emocional aos participantes — o "emoteam". Diariamente, também aconteciam as "partilhas", momento em que um grupo de participantes conversava sobre suas vivências no festival.
festival.

Para a pornógrafa e educadora sexual Luiza Tormenta, de 30, sexualidade nunca foi um problema. Pelo contrário: "Claro que a sexualidade pode ser doentia, mas os debates que o festival levanta vão além do sexo, como é o caso das rodas e palestras sobre consentimento que acontecem aqui".
Existe algo de espiritual no prazer. No ápice do orgasmo é quando me sinto mais próxima de Deus
Luiza Tormenta
Foi em busca dessa plenitude espiritual que a americana Kristina Caltabiano aterrizou no litoral sul da Bahia. "Meu propósito é repensar a maneira como vejo a minha sexualidade. Em uma relação com homens, me entrego demais e esqueço de olhar para mim. Aqui, estou buscando redefinir meus limites com o outro", desabafa. Para ela, participar do evento é um "ato de amor próprio".
Solteira aos 32 anos, nômade digital e com uma vida sexual ativa, Kristina revela ter dificuldades em algumas atividades. "Quando estou em um grupo só de mulheres, me sinto segura. Com homens, meu corpo responde instantaneamente", reflete.

Dos 120 participantes do evento, cerca de 80 são mulheres. Ainda assim, a presença masculina é marcante. A maioria héteros, brancos e cisgêneros, traziam barba no rosto, usavam coque, falavam sobre poliamor e praticavam yoga.
O desconforto de Kristina é compreensível. Apesar das palestras sobre consentimento e a importância de respeitar a vontade alheia, alguns homens dirigiam seus olhares para os corpos das mulheres de maneira possessiva.
Em workshops que envolviam toque físico — ainda que limites fossem traçados — participantes insistiam para romper esses pactos. "Não estou te abraçando, este é — na verdade — um exercício do tantra", ouvi de um deles.

Só foi possível experimentar o tesão coletivo ao escolher uma parceira do sexo feminino para realizar oficinas. "Olhe para ela como se fosse uma deusa. Trate-a como algo inalcançável, sinta desejo, dance para ela, honre-a", instigava a facilitadora. E assim foi feito.
A prática da penetração não era estimulada em oficinas nem workshops; só era permitida no "playroom", uma cabana temática formada por folhas de bananeira, luz neon e corpos nus. No ar, o cheiro de incenso. Gemidos e barulhos de tapa contrastavam com o som do forró que vinha do fundo da casa.
"Vá para o playroom mesmo que não faça nada; vá e fique olhando. Ainda que você se ache um estranho no ninho, é importante se habituar. Com o tempo, ficará mais confortável com o ambiente", pregavam os facilitadores. Foi o que fiz. Para tentar entrar no clima, deixei me levar pelo ritmo do forró enquanto, no quarto ao lado, casais transavam. A sintonia com o parceiro de dança não foi das melhores — a energia não bateu. Naquela noite, fui para a cama sozinha.
Penetração energética
Embora não tenha gozado do festival na sua plenitude, a experiência foi positiva. Nunca imaginei participar de uma oficina sobre "penetração energética", em que um grande pênis dourado e imaginário "ocupava" a sala.
Ver tantas mulheres em um só lugar celebrando a própria sexualidade, questionando padrões, se tocando, foi libertador. As palestras e rodas de conversa sobre consentimento também foram importantes — olhar para si mesma e questionar os próprios limites é enriquecedor.
Sem dúvidas, aproximei ainda mais o coração da genitália, como ensinou Lorenzo. "Ano que vem queremos realizar o festival novamente", planeja ele.
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_________________________________________________Lenda da NFL, Tom Brady se aposenta após 22 temporadas, segundo mídia americana

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O quarterback Tom Brady, de 44 anos, que fez história no New England Patriots e defendeu o Tampa Bay Bucaneers nas últimas temporadas, decidiu pela aposentadoria após 22 temporadas. A informação foi divulgada pela ESPN americana e confirmada pela liga profissional de futebol americano, a NFL, que se despediu de sua principal estrela em vários posts em suas redes sociais.
Marido da top model brasileira Giselle Bündchen, o jogador é considerado o maior nome da história da modalidade. Principal campeão da NFL, com sete títulos do Super Bowl, é também o mais velho quarterback a conquistar o troféu, no ano passado, aos 43 anos. Nenhuma franquia em toda a História conseguiu sete vitórias no Super Bowl, como Brady.
A última partida oficial foi a eliminação para o Los Angeles Rams, na semifinal da Conferência Americana, por 30 a 27, semana passada. No entanto, a partida chamou a atenção porque os Rams chegaram a estar vencendo por 27 a 3, mas se viram diante de uma impressionante reação comandada por Brady.
Vale destacar, porém, que Brady ainda não se pronunciou oficialmente. O perfil TB12Sports, marca de wellness do jogador, chegou a publicar um post sobre a sua aposentadoria, mas apagou pouco depois. Já o pai de Tom Brady afirmou que o filho não está aposentado, em entrevista à 'Kron4 News'.
Don Yee, agente do quarterback, afirmou que "Tom será a única pessoa a expressar seus planos com completa precisão. Ele conhece as realidades do calendário de negócios e planejamento do futebol americano melhor que ninguém, então isso deve acontecer em breve".
A carreira de Tom Brady
- 7 títulos do Super Bowl
- 3 vezes MVP da NFL
- 15 vezes indicado para o Pro Bowl
- 6 vezes indicados com All Pro
- Mais vitórias na carreira: 243
- Líder em passes para touchdown: 624
- Líder em jardas de passe: 85,520
Anteriormente, em entrevista ao podcast “Let’s go”, Brady afirmou que a decisão sobre sua aposentadoria passaria por conversas com a esposa e seus filhos.
— Ela se machuca ao me ver tomar pancadas aqui fora. E ela merece o que precisa de mim como marido, e meus filhos merecem o que precisam de mim como pai. Eu me divirto muito jogando futebol. Eu amo isso. Mas, sem jogar futebol, eu também tenho muita alegria agora, com meus filhos ficando mais velhos e vendo o desenvolvimento e o crescimento deles. Então, tudo isso precisa ser considerado. E será — afirmou Brady.
— Vou passar algum tempo com eles e dar-lhes o que eles precisam, porque eles realmente me deram o que eu preciso nos últimos seis meses para fazer o que eu amo fazer. Eu disse isso há alguns anos, é o que são os relacionamentos. Nem sempre é o que eu quero. É o que queremos como família. E eu vou passar muito tempo com eles e descobrir no futuro o que vem a seguir — completou.
Enquanto Brady expressou desapontamento por ser eliminado da pós-temporada, ele disse que isso significava comer waffles com seus filhos na segunda-feira de manhã, algo que ele não pode fazer na temporada.
Nas redes sociais, Julian Edelman, um dos maiores companheiros de carreira de Brady, se manifestou confirmando a aposentadoria.
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_________________________________________________2024 ou 2025?
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— Precisava era de INVESTIMENTO no INSS para dar conta desse CAOS, com FILA de 1,8 MILHÃO de PEDIDOS

_________________________________________________Opinião: Econoweek - Yolanda Fordelone - BBB 22: é possível viver de renda com o dinheiro do prêmio?

Yolanda Fordelone
25/01/2022 04h00
Depois de muita polêmica de quem entra e quem não vai, começou o BBB 2022. Os personagens mudam de um ano para outro, mas o que se mantém é o prêmio. Aliás, desde 2010.
Há 12 anos, o valor do prêmio segue em R$ 1,5 milhão. A coluna traz abaixo quanto deveria ser o prêmio atual, corrigido pela inflação, além de algumas simulações de investimento.
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O prêmio de R$ 1,5 milhão muda a vida de muita gente, mas poderia render mais caso tivesse acompanhado a inflação das últimas décadas. Segundo a calculadora de correção de valores do Banco Central, a inflação oficial medida pelo IPCA corrige a quantia para R$ 3.040.772,25.
Já a inflação do aluguel, medida pelo IGP-M, eleva ainda mais o valor: R$ 4.082.783,85.
Você se lembra do Kleber Bambam? Em 2002, na primeira edição do BBB, ele levou o prêmio de R$ 500 mil. Pela inflação oficial desde 2002, o valor deveria estar bem próximo desses R$ 1,5 milhão que são oferecidos atualmente (R$ 1.688.173,15).
Pela inflação do aluguel, que sempre acaba sendo maior que o IPCA, a história é outra. O prêmio do BBB 22 deveria estar em R$ 2.546.661,55.
Quanto rende o prêmio do BBB?
Triste realidade, mas nem tanto assim, porque o R$ 1,5 milhão é um belo dinheiro. Se investido, poderia dar uma boa condição de vida ao ganhador.
Atualmente, o mercado oferece CDBs que pagam até 14% ao ano. Nesse investimento, a pessoa empresta dinheiro ao banco. Daqui alguns anos, recebe de volta a aplicação junto com juros.
Neste CDB, o R$ 1,5 milhão mais que dobraria de valor se investido até 2027, ou seja, por cinco anos.
No Tesouro Direto, seria possível obter uma renda semestral de R$ 35 mil (pouco menos de R$ 6 mil por mês) no Tesouro IPCA ou de R$ 60 mil semestrais (R$ 10 mil por mês) no Tesouro Prefixado.
É uma boa condição de vida em um país em que 90% das pessoas ganham menos de R$ 3.500 por mês, mas se mal administrado o dinheiro acaba.
O que você faria se ganhasse R$ 1,5 milhão? Eu faria um curso de teatro para continuar ganhando dinheiro na televisão.
Você pode contar qual seria o destino do seu dinheiro aqui nos comentários ou nas nossas redes sociais (Instagram e YouTube).
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Ela faz, sozinha, trilhas pelo Brasil e elege as três mais desafiadoras

Marcel Vincenti
Colaboração com Nossa
24/01/2022 04h00
Antes de virar tendência entre muitas pessoas na pandemia, isolar-se no meio do mato já fazia parte do estilo de vida da engenheira mato-grossense Daiana Antonio da Silva (@daieletrica). Há anos, ela descobriu o prazer de realizar, sozinha, trilhas na natureza. E, até hoje, já fez diversas caminhadas solitárias em áreas selvagens do Brasil e do exterior.
"Trilhas com grandes grupos de pessoas fazem com que o contato com a natureza não seja tão profundo. A gente acaba conversando muito no percurso e diversas coisas passam despercebidas", diz.
Viagens para inspirar

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Quando estou sozinha, minha concentração aumenta. Consigo prestar mais atenção aos detalhes das paisagens ao meu redor. A conexão com a natureza é total".
Hoje com 34 anos, Daiana já fez, só, aproximadamente 20 trekkings, em lugares paradisíacos como os Alpes suíços e a Noruega.
Porém, mesmo tendo viajado por vários lugares do mundo, ela ressalta que três das trilhas mais especiais que encarou sozinha estão no Brasil: as caminhadas através da serra da Canastra (em Minas Gerais), por cânions no sul do país e o percurso que percorre grande parte das praias de Ilha Grande (RJ).
Na serra da Canastra, ela fez um percurso de cinco dias, acampando no meio do caminho. E o isolamento lhe deu a oportunidade de contemplar a rica natureza da região com toda a calma do mundo, sem distrações causadas por outras pessoas.
Me encantou estar perto do São Francisco, um rio tão importante para o Nordeste. E foi inesperado cruzar com um veado-campeiro, um bicho totalmente selvagem no meio da natureza. Foi incrível me deparar com um animal assim em seu habitat".

Ela também entrou em contato com horizontes grandiosos durante seu trajeto pelo sul do Brasil, onde acampou em áreas cercada por natureza e passou por paisagens como o cânion do Funil e o mirante da serra do rio do Rastro, em Santa Catarina.
"Foram aproximadamente 38 quilômetros atravessados. Um dos momentos altos foi, sem dúvida, o nascer do sol no cânion do Funil.
Eu estava lá completamente sozinha, vendo o sol alaranjado surgir sobre o cânion e ouvindo o som dos passarinhos e o barulho do vento. Foi uma experiência inesquecível".

Já no litoral fluminense, a mato-grossense enfrentou, só, um desafiador percurso que visita grande parte das praias de Ilha Grande. Ela passou cinco dias caminhando pela ilha, cobrindo uma extensão de cerca de 80 quilômetros e dormindo em áreas de camping.
O trajeto tem trechos cansativos no meio da mata Atlântica, mas recompensa os viajantes com paisagens belíssimas.

"Esta é uma das trilhas mais lindas que já fiz na vida. No meio do caminho, eu parava nas praias e mergulhava no mar com snorkel, onde curtia uma vida marinha abundante, com tartarugas e peixes coloridos. Também dá para visitar um mirante que oferece vista incrível para a praia do Aventureiro. E, quando o sol estava a pino, passei pela praia do Caxadaço, com a água com uma cor que eu nunca tinha visto na vida".
Preparada para a natureza
Quando sai de casa para fazer uma longa trilha sozinha (hoje ela mora no Rio de Janeiro), Daiana sempre está preparada para fazer uma imersão na natureza da maneira mais eficiente possível.
Em seu mochilão, ela frequentemente carrega barraca de camping, saco de dormir, comida que não precisa de refrigeração, fogareiro e panela para preparar refeições no meio do mato, além de roupas impermeáveis.

Também entram na lista outros itens básicos para qualquer trilheiro, como calçados especiais para caminhadas em terrenos acidentados, chapéu, bastões de caminhada, óculos de sol, protetor solar e repelente.
E itens de segurança são fundamentais: durante uma trilha solitária, qualquer acidente pode ter graves consequências, pois Daiana fica constantemente a quilômetros de distância de outras pessoas.
"Sempre carrego um kit de primeiros socorros, com remédios, tala, bandagem e outros itens que podem me ajudar em algum acidente. Também dependo muito do meu celular para a minha navegação. Então, sempre levo bateria extra", explica.
E é preciso estar atento a todo momento na trilha. Enquanto caminho, não posso me distrair tirando fotos. É perigoso tropeçar e cair em algum precipício. Fico alerta, pois sei que, sozinha, só posso contar comigo mesma".

Além disso, a viajante utiliza perneiras, que a protegem de possíveis picadas de cobras.
Daiana conta que nunca teve um acidente sério em seus trekkings, mas afirma já ter passado por perrengues.
"Durante a trilha em Ilha Grande, acabei me deparando com várias cobras. Tomei um susto bem grande quando pisei muito perto de uma delas. E, na travessia dos cânions de Santa Catarina, peguei um trecho com muita cerração. Não conseguia ver nada e perdi a capacidade de me direcionar".
A mato-grossense, porém, costuma se sentir segura nas trilhas que faz. E, mesmo curtindo ficar sozinha, ela nunca está fechada para interagir com outros trilheiros com os quais se depara em suas andanças.
Ela conta que já fez amizade com pessoas que conheceu no meio das trilhas - e com as quais resolveu percorrer parte dos trajetos.

Daiana Antonio da Silva nos cânions de Santa Catarina

Daiana Antonio da Silva na Serra da Canastra
Dicas para trilheiros solitários
Segundo Daiana, a pessoa com vontade de fazer trilhas solitárias deve tomar alguns cuidados para diminuir a possibilidade de percalços na viagem.
As travessias começam com planejamento. É importante comprar um kit de primeiros socorros, baixar mapas, traçar a rota, ver o desnível topográfico do caminho, calcular a quilometragem diária que será percorrida, descobrir onde são os pontos de coleta de água e analisar o histórico da previsão do tempo para o período em que você pretende fazer a trilha, além de estimar a quantidade de comida e os equipamentos que deverão estar na mochila.

"Dependendo da extensão da trilha, leve pilhas extras [para fazer funcionar, por exemplo, lanternas] e um power bank para recarregar o celular. E, logicamente, é importante estar com o físico e a mente preparados para a empreitada".
Daiana diz que, para ela, o maior problema de fazer a trilha sozinha sendo mulher é a questão de segurança em relação às pessoas.
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_________________________________________________Ator detalha beijo grego com Eric Dane em 'Euphoria': 'Sonho realizado'

Daniel Palomares De Splash, em São Paulo 24/01/2022 04h00
Depois de exibir diversas cenas de nu frontal masculino em seu primeiro episódio, "Euphoria" chamou atenção mais uma vez, agora por um beijo grego exibido nos primeiros minutos de seu segundo episódio.
Eric Dane, galã conhecido como o Dr. Mark Sloan de "Grey's Anatomy", é visto praticando o ato com um rapaz misterioso e o ator responsável por gravar a cena foi ao Twitter dar mais detalhes sobre sua experiência.
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festejou Christin Byrdsong no Twitter
Conversando com fãs, Christin deu mais detalhes sobre a gravação da cena e o contato com Eric por trás das câmeras. "Ele é muito profissional e tranquilo. Eu era obcecado por ele na infância. Ele é um cara muito legal", contou.
Para a realização da cena íntima, Christin contou com a ajuda da coach de intimidade Amanda Blumenthal, entrevistada por Splash em novembro.
"Garantimos que o consentimento e os limites dos atores estejam sendo respeitados e que ninguém esteja sendo pressionado ou coagido a fazer ou mostrar mais do que concordou. Todos os atos sexuais que vemos na câmera são simulados. Os atores não são autorizados a performar nenhum ato sexual de verdade em cena", esclareceu a coach.
Tudo é totalmente falso. Uma peça foi construída para estar entre minhas nádegas e o rosto dele. Foi tranquilo e um marco para mim.
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_________________________________________________As infecções resistentes a antibióticos que matam milhões

Philippa Roxby - Repórter de Saúde, BBC News
20/01/2022 12h00
Mais de 1,2 milhão de pessoas morreram em todo o mundo em 2019 por infecções causadas por bactérias resistentes a antibióticos, de acordo com o maior estudo sobre o assunto realizado até hoje.
Este número é maior do que o total de mortes por malária ou Aids a cada ano.
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Os países mais pobres são os mais afetados, mas a resistência antimicrobiana ameaça a saúde de todos, diz o relatório.
O investimento urgente em novos medicamentos e o uso mais sensato dos atuais são as recomendações contra isso.
O uso excessivo de antibióticos nos últimos anos para combater infecções triviais significa que eles estão se tornando menos eficazes contra infecções graves.
As pessoas estão morrendo de infecções comuns, anteriormente tratáveis, porque as bactérias que as causam se tornaram resistentes ao tratamento.
As autoridades de saúde do Reino Unido alertaram recentemente que a resistência antimicrobiana era uma "pandemia oculta" que poderia surgir na sequência da covid-19, a menos que os antibióticos sejam receitados com responsabilidade.
Particularmente mortal
A estimativa de mortes globais por resistência antimicrobiana, publicada na revista científica The Lancet, é baseada em uma análise de 204 países, feita por uma equipe de pesquisadores internacionais, liderada pela Universidade de Washington, nos EUA.
Eles calculam que até cinco milhões de pessoas morreram em 2019 por doenças nas quais a resistência antimicrobiana desempenhou algum papel além das 1,2 milhão de mortes que causou diretamente.
No mesmo ano, acredita-se que a Aids tenha provocado 860 mil mortes, e a malária, 640 mil.
A maioria das mortes por resistência antimicrobiana foi causada por infecções do trato respiratório inferior, como pneumonia, e infecções da corrente sanguínea, que podem levar à sepse.
A MRSA (Staphylococcus aureus resistente à meticilina) foi particularmente mortal, enquanto a E. coli e várias outras bactérias também foram associadas a altos níveis de resistência a medicamentos.
Com base em prontuários de pacientes de hospitais, estudos e outras fontes de dados, os pesquisadores dizem que as crianças pequenas correm mais risco cerca de uma em cada cinco mortes relacionadas à resistência antimicrobiana são de menores de cinco anos.
Estima-se que as mortes por resistência antimicrobiana foram:
- Mais altas na África Subsaariana e no Sul da Ásia, com 24 mortes para cada 100 mil pessoas.
- Mais baixas em países de alta renda, uma média de 13 para cada 100 mil pessoas.
O professor Chris Murray, do Instituto de Avaliação e Métricas de Saúde da Universidade de Washington, disse que os novos dados revelaram a verdadeira dimensão da resistência antimicrobiana em todo o mundo e foi um sinal claro de que uma ação imediata é necessária "se quisermos ficar à frente na corrida contra a resistência antimicrobiana".
Outros especialistas dizem que um melhor monitoramento dos níveis de resistência em diferentes países e regiões é essencial.
Ramanan Laxminarayan, do Centro de Dinâmica, Economia e Política de Doenças, em Washington DC (EUA), afirma que os gastos globais para combater a resistência antimicrobiana precisam subir para níveis observados no caso de outras doenças.
"Os gastos precisam ser direcionados para a prevenção de infecções em primeiro lugar, garantindo que os antibióticos existentes sejam usados de forma adequada e criteriosa e para trazer novos antibióticos ao mercado", avalia.
Segundo ele, parte do mundo enfrentou o desafio do acesso precário a antibióticos eficazes e com preços acessíveis e isso precisa ser levado a sério por líderes políticos e de saúde em todos os lugares.
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_________________________________________________Reportagem: Terra à vista! - Aeroporto do país menos visitado do mundo vira área de lazer dos locais


8º31'S, 179º'11'L
Aeroporto Internacional de Funafuti
Funafuti, Tuvalu
No mais recente levantamento da Organização Mundial do Turismo, Tuvalu ostentava o curioso título de país menos visitado do planeta. São cerca de 3 mil intrépidos viajantes por ano. É mais ou menos o que o Brasil, que está longe de ser uma potência em se tratando de quantidade de visitantes estrangeiros, recebe em quatro horinhas.
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É evidente, meu ansioso leitor, que estou comparando países de dimensões contrastantes. Toda a população de 12 mil pessoas dessas ilhas da Oceania cabe com folga na Vila Belmiro ou, na medida certa, no Lomantão, em Vitória da Conquista. A área total do arquipélago equivale à área urbana de Itaperuna (sendo que a cidade do norte fluminense tem quase dez vezes mais gente).
Tuvalu é um país formado por atóis, cujo ponto culminante tem 5 metros. A "montanha" mais alta da nação tem a metade da altura da estátua de Borba Gato, em São Paulo, ou um sexto da "Estátua da Liberdade" da Havan (base inclusa) que o vento de Capão da Canoa derrubou no ano passado.
A economia de Tuvalu se baseia no coco, nas remessas de tuvaluanos que trabalham na gringa e na concessão do direito de uso a seu domínio na internet, ".tv", o que deu uma bombada em seu PIB. Hoje ele está na casa dos US$ 49 milhões.

Superisolado e minúsculo, Tuvalu tem um tráfego aéreo quase tão agitado quanto uma câmara de vereadores na última semana do ano. Em janeiro há somente um voo direto por semana, ligando a capital do país, Funafuti, a Fiji. Em fevereiro, eles passam a ocorrer três vezes por semana. Ou seja, em boa parte da semana a pista fica inutilizada. Mas só pelas aeronaves.
É aí que a população de Funafuti toma o espaço, que não tem grades nem qualquer isolamento, e o transforma em uma praia de asfalto, só para se contrapor às belas faixas de areia com águas cristalinas do atol.
Nos fins de tarde, as pessoas jogam futebol e vôlei, pedalam, andam de moto ou simplesmente jogam conversa fora sentadas em cadeiras. Como se, em São Paulo, o Parque Minhocão invadisse Congonhas.



O aeroporto foi construído pela Marinha dos Estados Unidos durante a Segunda Guerra Mundial, em 1943. Naquela época, Tuvalu se chamava Ilhas Ellice e era uma colônia britânica unida às Ilhas Gilbert, o atual Kiribati.
Os americanos usaram Tuvalu de base para combater os japoneses, que controlavam Kiribati e chegaram a bombardear a pista tuvaluana. Terminada a guerra, em 1945, os militares foram embora e o aeroporto foi reformado para uso comercial.
Mas não é que ele teve muito uso. Além de Fiji, o único país que já operou voos para lá foram as Ilhas Marshall, outro arquipélago do Pacífico. Em 2021, houve conversas no governo para iniciar voos domésticos entre as ilhas — algo que seria útil, já que a maior distância entre elas beira os 1.600 quilômetros.
Se demorar muito, talvez nem precise mais. Tuvalu pode se tornar inabitável nos próximos cem anos com a elevação do nível da água dos mares. O quarto menor país do mundo, com a terceira menor população e o menos visitado, pode se tornar, também, o primeiro a desaparecer.
Índice de lugares do Terra à Vista
_________________________________________________Prefeituras criam 117 novas unidades de conservação para proteção da Mata Atlântica em quatro anos

SÃO PAULO – Em Ilhabela, no litoral paulista, a Baía de Castelhanos foi transformada numa Reserva Extrativista (Resex), onde os caiçaras vão poder manter seu modo de vida tradicional, tirando sustento do mar e da terra sem destruir a natureza. São 25 km de extensão, da Ponta da Pirassununga à Ponta da Cabeçuda, numa área de 957 km².
Em Florianópolis (SC), 12% do território do município abriga agora o Refúgio de Vida Silvestre Municipal Meiembipe, onde estão as nascentes de duas bacias hidrográficas e vivem pelo menos 10 espécies ameaçadas de extinção, como a cuíca d'água e a perereca de vidro.
As duas fazem parte de um conjunto de 117 unidades de conservação criadas entre 2017 e 2021 por municípios, na contramão do discurso antiambiental que reverbera nos últimos quatro anos, principalmente por parte do governo federal. Elas foram identificadas num levantamento feito pela ONG SOS Mata Atlântica, que catalogou 1.388 unidades de conservação de Mata Atlântica criadas por municípios. Juntas, elas preservam 5,4 milhões de hectares do bioma.
O esforço da ONG faz sentido porque apenas 329 unidades de conservação (UCs) municipais estão incluídas no Cadastro Nacional de Unidades de Conservação (CNUC), a base de dados do Ministério do Meio Ambiente. Na maioria das vezes, as prefeituras não têm mão de obra disponível ou capacitada para inserir os dados no sistema federal. O último levantamento, feito em 2017, menos abrangente, havia encontrado 934 UCs municipais.
– A boa notícia é que tem mais unidades de conservação municipais do que pensávamos – diz Diego Martinez, coordenador de projetos da entidade.
A Mata Atlântica abrange 3.429 municípios em 17 estados. Deste total, 2.172 fizeram parte do levantamento, ou 63% do total de municípios inseridos no bioma. Em 29% das cidades analisada existe alguma área protegida sob gestão municipal. Faltam ainda 1.257 municípios a serem pesquisados, o que deve ocorrer em estudos futuros.
Segundo a ONG, cerca de 28% dos remanescentes florestais com área acima de 3 hectares, que são as matas mais conservadas do bioma, estão dentro de unidades de conservação – que são 12 tipos e podem ser criadas por municípios, estados e pelo governo federal.
Embora a maioria das unidades de conservação municipais não sejam áreas de proteção integral, que devem permanecer intocadas, a ação das Prefeituras é essencial para conter a expansão imobiliária, que continua a avançar sobre o bioma.
A maior parte delas está nos estados do Rio de Janeiro (114), Paraná (127) e São Paulo (61). Juntas, respondem por 72%. O Mato Grosso do Sul registra a maior área abrangida por unidades de conservação municipais, com 342 mil hectares protegidos.
A Mata Atlântica mantém hoje apenas 12,4% de sua vegetação original. Para Martinez, a paralisação nas ações do governo federal abre espaço para que estados e municípios tomem a frente das ações de proteção ambiental em seus territórios. Afinal, é na vida das cidades que as mudanças climáticas causam os impactos mais visíveis, como racionamento de água e até mesmo deslizamentos de encostas motivados por falta de vegetação.
_________________________________________________Sem medo de Lula na economia | Míriam Leitão - O Globo

Com o aumento do nível de água dos reservatórios, começou a pressão para a redução da bandeira tarifária, hoje sob regime de escassez hídrica. O Conacen enviou ofício à Aneel pedindo a redução imediata da bandeira. A medida também agrada ao presidente Bolsonaro, que está carente de boas notícias na economia. O problema é que a bandeira extra está cobrindo o déficit das distribuidoras, que será pago pelos consumidores. Se houver a redução, o empréstimo autorizado por Bolsonaro para cobrir o rombo será maior e pago com acréscimo de juros. O alívio agora custará mais caro depois.
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Carboidratos

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Legumes e verduras
_________________________________________________Elite do atraso: Pais de colégio que custa R$ 8 mil fazem abaixo-assinado contra vacinação
Grupo com parte dos responsáveis por alunos da Escola Americana do Rio de Janeiro, em alinhamento total com o negacionismo bolsonarista, quer que direção da instituição retire obrigatoriedade de imunização para o ano letivo

Após a direção da Escola Americana do Rio de Janeiro estabelecer em suas orientações gerais para o início do ano letivo a obrigatoriedade do comprovante de vacinação contra a Covid-19 para professores, funcionários e alunos, um grupo de pais organizou um abaixo-assinado para que a instituição volte atrás e libere as aulas para os jovens que não queiram receber as doses do imunizante, ou que tenham sido impedidos por seus responsáveis.
A norma imposta pelo tradicional colégio carioca, fundado em 1937 e que tem mensalidades de pouco mais de R$ 8 mil, é para crianças e pré-adolescentes de 5 a 12 anos e será condicionante para que este grupo etário retorne às aulas presenciais no suntuoso liceu que tem unidades localizadas nos bairros da Gávea e da Barra da Tijuca.
No entanto, a exigência despertou a fúria dos pais negacionistas, que até a noite desta segunda-feira (10) já reuniam 130 assinaturas contra a medida, de um universo de aproximadamente mil discentes. São adultos contrários ao uso dos imunizantes que controlaram o número de mortos pela Síndrome Respiratória Aguda Grave provocada pelo Sars-Cov-2 e que dão eco às insanidades anticiência tomadas como políticas públicas pelo governo ultrarreacionário e extremista de Jair Bolsonaro.
No texto referente ao abaixo-assinado, disponível numa plataforma voltada a esse tipo de documento, o autor do manifesto reproduz a retórica bolsonarista e diz que “a vacinação de crianças deve ser uma atribuição dos pais, não cabendo ao diretor da escola ou à sua diretoria, o direito moral ou a competência médica para compelir os pais a vacinarem suas crianças, sob pena de privá-los de frequentar presencialmente a escola”.
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_________________________________________________Ex-BBB Paulinha Leite explica como ganhou 54 vezes na loteria; site de bolões fica instável e sai do ar

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"Sempre tive muita sorte com sorteio, com coisas relacionadas a números", afirma a ex-BBB Paulinha Leite, sobre o fato de já ter ganhado 54 jogos de loteria. A explicação para o elevada quantidade de vitórias, ela conta, segue uma estratégia pessoal, baseada em intuição e análise de jogos anteriores.
Desde os 21 anos, a roraimense, hoje com 34 anos, realiza apostas em diferentes jogos de azar. E ela sempre está com o pé quente. "Minha mãe jogava na loteria, e, um dia, joguei, fiz a quadra e comecei a gostar.. Fui para o Big Brother, ganhei tudo lá dentro: apartamento, carro... Quando saí , numa das entrevistas que eu dei, falei que já tinha ganhado na loteria", ela relembra.
A sorte com os jogos fez com que ela criasse uma empresa especializada em realizar bolões. Desde a última segunda-feira (3), quando Paulinha mostrou que acertou 16 quinas na Mega-Sena da Virada, o site do negócio está fora do ar, devido ao alto número de acessos. "Peço só um pouquinho de paciência, porque a gente não estava esperando esse tanto de acesso simultaneamente no nosso site", ela comunicou os clientes: "Em um dia ganhamos o que demoramos um ano para construir. Chegaram cem mil novas pessoas ao site".
A empresa surgiu por acaso. Há uma década, após deixar o confinamento no "BBB", Paulinha deu números aos seguidores, e eles acertaram a quadra. "Depois, uns seguidores me pediram números. Dei, e eles ganharam a quadra de novo. Um mês depois, alguns seguidores continuaram jogando e ganharam a Quina, ganharam R$ 28 mil... E eu falei: 'Gente, muita coincidência!'. Fui e dei de novo (outros números), e aí eles ganharam de novo", ela recorda.

Foi quando os seguidores de Paulinha pediram que ela realizasse um bolão. "Pensei em como faria isso, se todo mundo morava num canto do Brasil. Daí tive um sonho e resolvi criar um Instagram para conseguir definir quem ia participar", ela explica. "Achei que ia ser só uma brincadeira com meus seguidores. Quando a gente viu, já não estava dando conta. A gente ganhou o bolão, e disso nasceu a empresa", rememora ela, que hoje coordena 25 funcionários no estabelecimento chamado Unindo Sonhos.
— Escolho os números com base no que vejo no meu dia a dia, aqueles que me chamam atenção. Aí vou misturando com os números que mais saem, outros jogos com os que menos saem... — explica ela, que tem os números 4 e 14 como favoritos.
A empresa e Paulinha Lite já está com um ano e três meses e já distribuiu quase R$ 8 milhões aos apostadores, de acordo com as contas da ex-BBB.
— Não posso reclamar da minha sorte nem um pouquinho — diz, aos risos.
_________________________________________________Em vez de se preocupar com a dieta em si, treine o cérebro
_________________________________________________Visitantes que comprarem ingressos combinados pagarão menos em janeiro para ir ao AquaRio, BioParque e Corcovado

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RIO - Durante todo o mês de janeiro, os visitantes que comprarem ingressos combinados pagarão menos para ir ao AquaRio, BioParque e Corcovado. O combo "Super férias" é válido tanto para moradores do estado como para turistas.
A novidade é o combo que conjuga idas ao BioParque do Rio e ao Cristo Redentor, através das vans oficiais de Paineiras Corcovado. Os ingressos nesta modalidade saem a partir de R$39,90 e dão direito ao passeio de barco no ambiente Savana Africana, uma das atrações do BioParque, localizado em São Cristóvão.

No BioParque é possível ver de perto animais de biomas do continente, como hipopótamos, avestruzes, antílopes, entre outros. O combo que conjuga essa atração e a visita ao AquaRio tem ingressos partir de R$99,90, também incluindo o passeio de barco.
Outra opção é combinar a visita ao AquaRio e ao Cristo Redentor, pagando pelo combo a partir de R$69,90. Os preços promocionais são válidos para moradores do estado do Rio de Janeiro, que podem visitar o cartão postal da cidade através das vans oficiais de Paineiras Corcovado, pagando a partir de R$10,70.
O AquaRio comemorou cinco anos em novembro com bolo debaixo d'água e até sereia. Seus tanques, onde moram as mais de 350 espécies, somam 4,5 milhões de litros d'água e ocupam 26 mil metros quadrados.
O BioParque ocupa o espaço do antigo o zoo do Rio, que após uma ampla reforma reabriu em março passado com uma nova concepção. Agora, com mais interação entre visitantes e animais num ambiente de preservação ambiental que une educação, pesquisa e conservação.
O Corcovado dispensa apresentações. Situado no Parque Nacional da Tijuca é onde está localizado o Cristo Redentor, um dos principais símbolos não só da cidade, mas também do país, que em outubro passado completou 90 anos.
A compra de ingressos antecipada dos ingressos deve ser feita através dos sites oficiais www.bioparquedorio.com.br e www.painierascorcovado.com.br. Os passeios podem ser agendados diariamente, inclusive fins de semana e feriados.
_________________________________________________12 coisas para saber sobre Halston » STEAL THE LOOK _____ mas, e ENDORA.?
Tema da nova minissérie do Netflix que estreia hoje, Roy Halston Frowick, conhecido apenas como Halston, foi um dos mais influentes estilistas da história e seu impacto continua décadas após seu falecimento precoce em 1990. Estrelada por Ewan McGregor e produzida por Ryan Murphy, o roteiro da produção é baseado no livro "Simply Halston" de Steven Gaines e ao curso de 5 episódios, reconta a trajetória fascinante e trágica do estilista, nascido em Iowa, que conquistou a América via Nova Iorque.
Fenômeno entre os anos 60 e 80, seus looks esvoaçantes, com contornos definidos eram os favoritos das celebridades para ferver na pista do Studio 54, a música disco era a trilha sonora perfeita para seu glamour nonchalante. Porém, vivendo na máxima do "live fast, die young", o designer teve uma carreira tão espetacular, quanto frenética com picos altíssimos e queda igualmente épica. No seu auge, foi o designer americano mais famoso do mundo, suas criações icônicas foram prenúncio da estética minimalista, sexy e prática que virou sinônimo da moda made in USA. Os excessos ausentes em seus designs, ficavam aparentes no estilo de vida, digno de rockstar, tanto pela fama conquistada, quanto pelos hábitos cultivados. Abaixo, listamos 10 coisas que você precisa saber sobre o incomparável Halston.

_começou a carreira como milliner ou chapeleiro

Assim como Coco Chanel e Jeanne Lanvin, teve seu start confeccionando chapéus para alta sociedade, antes de se aventurar no métier de roupas. Em 1961, foi responsável por desenhar o modelo usado por Jackie Kennedy, na posse de JFK como presidente dos E.U.A. O modelo pillbox, foi inventado nos anos 30, porém ganhou notoriedade depois da primeira dama elegê-lo para a data.
_o início
Habitante de Chicago, onde morava quando a fama bateu à sua porta, mudou-se para Manhattan aos 26 anos, com intuito de expandir sua visão criativa para outros horizontes.
Em 1966 decidiu evoluir para roupas, primeiramente assinando coleções para Bergdorf Goodman, até que em 1968, lançou sua marca própria, dando início ao novo e decisivo capítulo de sua história.

_design
Funcionalidade e glamour eram fatores inegociáveis e que conviviam muito bem em seus designs. Um dos hits iniciais, o vestido ultra suede, tinha shape inspirado em camisa masculina e se destacou pelo material pioneiro uma espécie de camurça sintética, que garantia o efeito do tecido, mas podia ser lavado na máquina, fácil e versátil, capturando perfeitamente as necessidades do guarda roupa da mulher moderna pós revolução sexual que entrava com tudo no mercado de trabalho, inaugurando o conceito de casual chique.

_os looks
A primeira coleção de roupas, ficou conhecida pelo seu estilo minimalista e pela ausência de zíperes. Suas peças, atemporais e sofisticadas, se mantêm modernas até hoje. A simplicidade aliada aos designs impecáveis e fluídos, faziam parte de sua preocupação de vestir mulheres sem restringi-las, oferecendo opções para qualquer hora do dia, sem abrir mão da elegância e nem da comodidade. Durante as provas de roupas, perguntava às modelos se elas conseguiam se sentar e caminhar de forma confortável, caso a resposta fosse negativa, a peça era repensada.

_marca registrada
Entre suas marcas registradas, vestidos frente única, assimetria, com destaque para ombro só e corte em viés que remetiam à nomes célebres da história da moda como Madame Grès e Vionnet, porém com twist perfeito para o clima dancing days através de metalizados, detalhes estratégicos e paetês. Um sex appeal permeado de elegância com decotes assimétricos, recortes estratégicos e silhueta clean.

_legado
O legado de Halston, influenciou nomes como Tom Ford e Donna Karan, e foi um dos primeiros a inserir o estilo athleisure e investir na moda hi-lo, mesclando bem toques de alta-costura através do glamour potente, mas o tornando acessível com roupas para vida real. Utilizava materiais como cashmere para confeccionar vestidos longos, adorava macacão para ocasiões noturnas, kaftans e experimentava com tecidos como jersey de efeito matte, sempre buscando aprimorar sua visão da mulher moderna e antecipar seus desejos.

_casting
Diversidade e um pensamento progressista surgiam de forma natural em suas escolhas de casting, as Halsonettes, apelido dado às suas modelos favoritas, eram um grupo variado de raças, tipos físicos e belezas. Pat Cleveland e Beverly Johnson, duas das primeiras top models negras, Anjelica Huston, famosa por seus traços singulares e Pat Ast, plus size, superstar de Andy Warhol e também uma das musas de Halston. Antes de lançar uma linha masculina, lançou coleções agênero.

_queridinho das celebs
Adorado por celebridades, de quem era amigo, sua loja, que ocupava um prédio inteiro nos anos 70, funcionava como QG de encontros de nomes como Liza Minelli, sua bff, Elizabeth Taylor, Bianca Jagger e Cher. Os looks criados por Halston eram favoritos das estrelas de Hollywood e ele assinou alguns dos vestidos mais icônicos usados na cerimônia do Oscar, como o dourado de Farrah Fawcett e o arco-íris pastel de Candice Bergen.

_produtividade
Multifacetado, Halston era pop, além dos vestidos perfeitos para blacktie, desenhou uniforme da polícia de Nova Iorque, de escoteiros e também para a delegação americana nas Olimpíadas de 76. Seu nível de produtividade o levaram a criar 10 coleções por ano, ritmo insano, ainda mais naquele período. Essa sede por sucesso fez com que em 1973 vendesse sua marca, acreditando que seguiria no comando, fato que se confirmou por uma década até perder o controle da empresa. Passou o resto da vida tentando comprá-la de volta, infelizmente sem êxito.

_vanguardismo
Seu sonho era "vestir todas as pessoas da América" e essa ambição foi responsável por catapultá-lo à níveis extraordinários. O licenciamento na primeira metade dos anos 70 foi bem-sucedido e permitiu que a marca Halston se expandisse além de roupas e chapéus para acessórios e cosméticos, seu primeiro perfume, lançado em 1975, vendeu 85 milhões de dólares em dois anos, com frasco desenhado por Elsa Peretti, virou símbolo de status.
Visionário, assinou um contrato com a gigante JC Penney para vender produtos assinados por ele com preços acessíveis. Muito avançado para a época, seus clientes de luxo não gostaram da popularização e ele acabou perdendo contratos com as grandes lojas de departamento. Se a experiência não teve final feliz para Halston, a atitude abriu o caminho para as inúmeras colaborações de fast fashion e grandes marcas que viriam anos depois, comprovando seu vanguardismo e visão.

_sabia viralizar muito antes do termo existir
Autopromoção era talento nato. Sua capacidade de criar momentos perfeitos para gerar publicidade é lendária, foi ele o responsável pela inesquecível entrada de Bianca Jagger, em cima de um cavalo branco, em sua festa de aniversário de 30 anos em pleno Studio 54. Além disso, andava sempre acompanhado de entourage de amigas famosas e de suas Halsonettes, muitas vezes usando looks idênticos, ou variando cartela de cores, o que garantia um impacto visual irresistível e gerava ainda mais furor em torno da marca.

_battle of versailles
Participou do desfile mais icônico da história, apelidado de "Battle of Versailles", ocorrido no monumental palácio de Versalhes, na França, em 1973. O evento reuniu cinco estilistas americanos, Halston, Oscar De La Renta, Bill Blass, Stephen Burrows e Anne Klein e cinco estilistas franceses: Hubert de Givenchy, Pierre Cardin, Yves Saint Laurent, Marc Bohan e Emanuel Ungaro. De proporções épicas, o acontecimento visava angariar fundos para a restauração do palácio e conseguiu a proeza de juntar 10 dos maiores estilistas de todos os tempos em uma ocasião.
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Gabriel Menezes

Com um longo currículo profissional, Vannessa Gerbelli está revivendo sua estreia na televisão com a reprise de “O Cravo e a Rosa”, no ar no Vale a Pena Ver de Novo. Na trama, ela interpreta Lindinha, uma jovem capaz de fazer muitas maldades por conta do amor por Petruchio (Eduardo Moscovis). A atriz diz que assistir ao trabalho novamente é o resgate de boas lembranças:
- Eu adoro rever. A novela é uma graça, divertida e emocionante. E é bom se ver 20 anos atrás. Traz lembranças boas. O “Cravo e a Rosa” foi fundamental na minha carreira. Era o meu primeiro papel. Foi uma produção espetacular, com profissionais incríveis. Eu pude aprender muito e criar uma base para as personagens que fiz depois.
E um trabalho recente marcou a atriz por causa de um reencontro especial. Dezoito anos após interpretar a mãe de Bruna Marquezine em “Mulheres apaixonadas”, as duas voltaram a ter o mesmo parentesco na série “Maldivas”, que estreará ano que vem na Netflix.
- Nós nos gostamos muito, foi um reencontro muito, muito bom. Depois de “Mulheres apaixonadas”, fizemos juntas também a novela “Em família” (2014), mas nos encontrávamos pouco. Na série, seremos novamente mãe e filha. A cumplicidade em cena entre a gente permanece a mesma - afirma ela, que atualmente está em cartaz com o espetáculo “Copacabana Palace – o musical”, de Gustavo Wabner.
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Vannessa destaca que o período de quarentena, com a espera pela retomada dos trabalhos na TV e no teatro, foi de altos e baixos. Ela, que está solteira, atravessou a pandemia ao lado da mãe e do filho, Tito, de 14 anos:
- A minha mãe tinha ficado viúva do meu pai fazia pouco tempo quando a pandemia começou. Tentamos nos unir e nos dar força. Acho que todos tivemos altos e baixos. Ainda temos. Nunca tivemos tanta intimidade com a morte, infelizmente. Eu enfrentei esse período me voltando para dentro, meditando, rezando, ficando em silêncio, ficando com a família e tentando melhorar as relações. Tentei também acolher os meus medos, falando muito com amigos queridos, assistindo a filmes de que gosto e lendo.
Recentemente, a atriz, de 48 anos, viu uma foto de biquíni postada nas redes sociais ganhar vários sites e gerar enorme repercussão. Ela comenta sobre envelhecimento:
- Hoje, a aparência muitas vezes não reflete a idade e podemos ser saudáveis e bonitos por muito mais tempo. Eu tento me cuidar ao máximo, mas sem pirar. Faço pilates e controlo a alimentação quando consigo.


_________________________________________________Erupção de buraco negro supermassivo é fotografada; veja detalhes da imagem

Marcella Duarte Colaboração para Tilt, em São Paulo 29/12/2021
Um grupo internacional de astrônomos produziu uma imagem detalhada da enorme erupção do buraco negro supermassivo mais próximo da nossa galáxia. Foi o maior evento do tipo já registrado em alta qualidade. Se pudesse ser visto daqui a olho nu, ele se estenderia por oito graus de largura —ou 16 luas cheias enfileiradas em nosso céu.
Buracos negros supermassivos ficam no centro das galáxias —neste caso, a gigante Centaurus A, a cerca 12 milhões de anos-luz de nosso planeta. Este "monstro" ativo tem 55 milhões de vezes a massa do nosso Sol. Ele devora gás, poeira e outras partículas ao seu redor, ejetando material e energia em poderosos jatos pelo espaço intergaláctico, quase na velocidade da luz.
Na bela imagem, é possível ver os dois coloridos e gigantescos lobos de plasma, que se espalham muito além das fronteiras da própria Centaurus A —que ocupa apenas uma pequena área no centro.
Os pontos brilhantes ao fundo não são estrelas, mas sim galáxias mais distantes; os pontos no primeiro plano são estrelas da nossa própria galáxia, a Via Láctea.
Centaurus A Imagem: Connor Matherne/Louisiana State University

"Ondas de rádio vêm do material sendo sugado para o buraco negro supermassivo no meio da galáxia. Um disco se forma ao redor dele e, à medida que a matéria é rasgada ao chegar perto, poderosos jatos se formam em ambos os lados do disco, ejetando a maior parte do material de volta para o espaço, a distâncias de provavelmente mais de um milhão de anos-luz", explica Benjamin McKinley, pesquisador do Instituto de Radioastronomia da Universidade Curtin.
Registro inédito e desafiador
Registrar algo tão brilhante com nitidez é um enorme desafio. Para produzir a imagem, os astrônomos capturaram as ondas de rádio das emissões, utilizando o telescópio Murchison Widefield Array (MWA), no deserto da Austrália.
"As observações anteriores não conseguiram lidar com o brilho extremo dos jatos e os detalhes da área maior ao redor da galáxia foram distorcidos, mas nossa nova imagem supera essas limitações", explica McKinley, principal autor do estudo publicado recentemente na revista "Nature Astronomy".
"Nesta pesquisa, fomos capazes de combinar as observações de rádio com dados ópticos e de raios-X, para nos ajudar a entender melhor a física dos buracos negros supermassivos."
Telescópio MWA, na Austrália Imagem: Pete Wheeler, ICRAR
O plasma de rádio liberado pelo buraco negro é visto em azul, interagindo com as emissões de gás quente emissor de raios-X (laranja) e com hidrogênio frio e neutro (roxo).
Tons vermelhos revelam as chamadas linhas espectrais H-alfa, características do hidrogênio que está perdendo elétrons.
Para o diretor do MWA, o professor Steven Tingay, o feito foi possível graças ao campo de visão extremamente amplo do telescópio, sua excelente sensibilidade e localização rádio silenciosa, sem interferências.
"O MWA é um precursor do Square Kilometer Array (SKA), uma iniciativa global para construir os maiores radiotelescópios do mundo na Austrália Ocidental e na África do Sul", disse.
"O amplo campo de visão e, consequentemente, a extraordinária quantidade de dados que podemos coletar, significa que o potencial de descoberta de cada observação é muito alto. Isso fornece um passo fantástico em direção a um SKA ainda maior".
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Palavra do ano: discriminação
_________________________________________________Câncer: desafios e conquistas para o signo em 2022
Palavra do ano: ampliação
_________________________________________________Aquário: desafios e conquistas para o signo em 2022
Palavra do ano: expressão
_________________________________________________Escorpião: desafios e conquistas para o signo em 2022
Palavra do ano: reinvenção
_________________________________________________Capricórnio: desafios e conquistas para o signo em 2022
Palavra do ano: transformação
_________________________________________________Virgem: desafios e conquistas para o signo em 2022
Palavra do ano: abertura
_________________________________________________Libra: desafios e conquistas para o signo em 2022
Palavra do ano: autorrespeito
_________________________________________________À meia-noite, um grupo de jovens deu início a um arrastão na areia, na altura do Copacabana Palace. Quatro pessoas foram ESFAQUEADAS na PRAIA, duas delas na HORA VIRADA.
Réveillon em Copacabana teve show no céu para marcar a retomada


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2021 termina com panelaço contra Bolsonaro e esperança de dias melhores com Lula em 2022

247 - O Brasil chega ao final desta sexta-feira (31), último dia do ano de 2021, com panelaços contra Jair Bolsonaro em várias partes do País, em protesto contra seu discurso negacionista no enfrentamento à Covid-19.
No último pronunciamento em rede nacional de rádio e TV, Bolsonaro voltou a criticar a adoção de passaporte vacinal no país e defendeu prescrição médica para a imunização de crianças com vacinas contra a Covid-19. “Não apoiamos o passaporte vacinal. Nem qualquer restrição àqueles que não desejam se vacinar. Também defendemos que a vacina para as crianças entre cinco e onze anos sejam aplicadas somente com o consentimento dos pais e prescrição médica", disse Bolsonaro, enquanto panelas soavam em casas e apartamentos pelo país.
Apesar do discurso negacionista, Bolsonaro termina 2021 enfraquecido politicamente. Com todas as pesquisas mostrando a liderança do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva nas próximas eleições, com eventual vitória no primeiro turno, 2022 se inicia com esperança para o povo brasileiro.
Na mensagem de fim de ano publicada nesta sexta, o ex-presidente Lula externou votos de força e solidariedade para os brasileiros que passam dificuldades com o desemprego, com a pandemia, com a falta de alimentos ou de moradia digna. Lula apontou para a esperança que o ano que se inicia traz consigo. "Vamos trabalhar em 2022 para que todos os brasileiros possam ter uma vida digna e voltarmos a ter um país que nos encha de orgulho. Jamais desistir e sempre batalhar por um amanhã melhor", disse o ex-presidente nas redes sociais.
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= ALERTA = CINCO asteroides POTENCIALMENTE PERIGOSOS passarão pela Terra em JANEIRO
_________________________________________________Asteroide quase três vezes maior que o Cristo Redentor vai passar próximo da Terra em janeiro

_________________________________________________Da praia à cachoeira: onde curtir a natureza na cidade do Rio de Janeiro

Marcel Vincenti
Colaboração para Nossa
27/12/2021 04h00
Não é exagero dizer que a cidade do Rio de Janeiro foi erguida em uma área abençoada pela natureza. Dentro do território carioca é possível encontrar, bem perto de suas zonas urbanizadas, uma infinidade de opções de passeios no meio de muito verde e, também, em praias ermas com pouquíssimas construções no horizonte.
Uma das pessoas que conhecem muito bem este lado selvagem do Rio é a carioca Babi Cady (@babicady), que, sempre que pode, se isola no meio das belezas naturais da sua cidade.
Férias no Brasil

Conheça as praias que prometem ser as estrelas do verão 2022 do Brasil
Com espírito viajante, Babi já explorou diversas áreas de Mata Atlântica e praias menos conhecidas da capital fluminense e, aqui, dá dicas de três passeios de ecoturismo imersivo por lá.
Parque Nacional da Tijuca
O parque abriga uma das maiores florestas urbanas do mundo. E, também, oferece diversas trilhas curtas e longas, além de muitas cachoeiras, locais para piqueniques e vários mirantes.

Segundo a carioca, ao entrar nesta área de Mata Atlântica, o turista chega a esquecer que está no meio de uma grande capital.
"Você não ouve o barulho dos carros, mas escuta o som de cachoeiras e de diversos animais. A floresta é um excelente lugar para fazer observação de pássaros. São muitos das mais variadas espécies e tamanhos. E, se tiver sorte, você verá até tucanos pelo caminho.
Reduza o ritmo da caminhada e preste atenção ao seu redor. Se tiver o olhar e o ouvido atentos, será possível admirar muitos bichos".
Um dos atrativos favoritos de Babi no parque é a Cachoeira dos Primatas, acessada através de uma trilha.

Não esqueça de levar traje de banho para se refrescar na cachoeira e, também, um lanchinho para comer depois da trilha. Para visitar a Cachoeira dos Primatas, reserve pelo menos duas horas do dia.
Eu, particulamente, gosto de ir até lá para ficar mais tempo, para me desconectar, meditar e escrever. Gosto de ir também depois da praia em dias muitos quentes, pois a água da cachoeira é bem fresquinha".
Prainha

É uma praia na Zona Oeste do Rio de Janeiro, sem construções ao redor, só poucos quiosques e um ou dois restaurantes.
O estacionamento é limitado, por isso não tem tanta gente na praia, principalmente em dias de semana. O ideal é chegar cedo para garantir o estacionamento.
Este é um excelente lugar para surfar, jogar frescobol ou pegar sol sem o barulho da cidade", diz Babi.
E as atividades não param por aí. Se quiser estender o passeio, é possível seguir na direção da praia de Grumari, bem mais extensa do que a Prainha e muito bonita também. "Você pode finalizar o dia com um almoço em um dos muitos restaurantes na Barra de Guaratiba, outro lugar de muita natureza e que tem um rio que desemboca no mar", indica.

Lá, dá para fazer um passeio de stand up paddle pelo rio, passando por um manguezal, sentindo o ventinho no rosto e ouvindo o barulho dos pássaros. Converse com os locais para saber sobre as condições das marés antes de se aventurar pelo mangue.
Babi afirma que reservaria um dia inteiro para conhecer esta região do Rio de Janeiro, pois é uma área mais afastada e, assim, sobrará tempo para aproveitar com calma a natureza, a praia, o visual das montanhas e a Mata Atlântica.
Parque Lage

Apesar de também fazer parte do Parque Nacional da Tijuca, este parque é uma atração à parte, com características muito peculiares, que compõem uma paisagem de filme.
É possível chegar de transporte público, de Uber ou carro. Fica localizado na movimentada rua Jardim Botânico, mas é só você entrar e começar a caminhar pelo parque que vai esquecer que está no meio da cidade", afirma Babi.

No parque, há um casarão onde funciona uma escola de artes visuais. Além disso, dá para fazer, no local, trilhas curtas ou piquenique na beira de um dos lagos. "E não deixe de explorar todos os cantos do parque. Não fique somente na parte da frente, que é perto dos carros. Lá, existem muitos lugares escondidos onde não se ouve o barulho da cidade", recomenda.
Para visitar o parque Lage com calma, Babi sugere que o turista reserve pelo menos duas horas do dia.
E a partir desta área, é também possível fazer uma trilha até o Corcovado.
É uma trilha longa e de nível dificil, mas o percurso no meio da floresta, rodeado por inúmeras espécies da Mata Atlântica, faz valer a pena cada gota de suor".
_________________________________________________Alzheimer, um recomeço? Três histórias surpreendentes sobre a demência
"Minha mãe estava no terraço sozinha, sentei e comecei a conversar com ela. Até hoje eu converso com ela, como se ela entendesse. Acaba saindo sem querer e acho que alguma coisinha sobra, lá dentro da cabecinha dela. E eu deitei no colo dela. E chorei tanto, tanto. Falei, 'poxa mãe, estou com tanto problema'."
Lígia continua.
"Ela passou a mão na minha cabeça e falou: 'ah, coitadinha, ela tá triste.' E falou: 'eu te amo'. Foi a primeira vez, na minha vida, que eu ouvi a minha mãe falar 'eu te amo'. Eu chorei muito, e em seguida ela começou a cantar 'boi, boi, boi, boi da cara preta...'. Que é uma música que ela canta até hoje."
"Foi um consolo", conta. "O momento de amor que eu nunca tinha recebido da minha mãe a minha vida inteira. Recebi aquele dia."
Em seguida, sorrindo entre as lágrimas, Lígia pede: "Você tem um lencinho aí pra mim?"
Como se comunicar com quem tem demência? O poder da linguagem não verbal
Ao ler o relato desse precioso encontro entre mãe e filha, alguns talvez se perguntem: mas então, onde é que estava esse sentimento que Áurea expressa? Onde fica guardado o amor?
Talvez não haja uma resposta, claro. Mas o episódio sugere que pessoas com demência são, sim, capazes de sentir e expressar amor.
Para Celene, essa história ilustra a importância da comunicação não verbal com pessoas que têm demência.
"Se a Lígia falasse para a mãe, 'mãe, eu estou triste', talvez a mãe não compreendesse porque, muitas vezes, ela não entende o significado da palavra em si. Mas à medida que ela deita no colo da mãe, se coloca nessa posição de fragilidade e chora, e externa esse sentimento dela, a mãe percebe pela posição, e pelo choro, a situação que a filha está passando. E aí ela compreende, e fala: 'tadinha, ela está triste'."
Na verdade, pondera a médica, não se trata de entender com a razão.
"Ela entendeu da forma como ela podia, ou (melhor), acho que ela não entendeu, ela sentiu. Tem coisas que não passam pelo campo da compreensão, passam pelo campo do sentimento."
Por outro lado, observa a médica, uma expressão facial hostil, ou alarmada, pode assustar a pessoa que tem demência.
"Isso é muito nítido. Às vezes, você pode falar uma coisa que não seja agressiva, mas por uma feição agressiva, a pessoa se assusta."
Um dilema e um privilégio
Antes de concluirmos a história de Lígia e Áurea, é importante ressaltarmos que, para a grande maioria dos brasileiros, o dilema vivido por Lígia ? cuidar em casa ou na instituição? ? é quase um privilégio. E por que privilégio?
Segundo Celene Pinheiro, que além de geriatra é também presidente voluntária da regional paulista da Associação Brasileira de Alzheimer e Outras Demências (ABRAz), estima-se que entre 1,5 e 2 milhões de pessoas vivam hoje com alguma forma de demência no Brasil.
Faltam estudos sobre o tema, a médica explica, e os números são imprecisos. Ainda assim, aqui vão dados preliminares fornecidos pela Frente Nacional de Fortalecimento às ILPIs:
- Haveria 7 mil ILPIs no Brasil, abrigando por volta de 300 mil idosos.
- Dessas ILPIs, 5% apenas seriam públicas. Outras 35% seriam filantrópicas (muitas das quais pagas) e 60% particulares.
- Entre as pagas, as mensalidades oscilariam entre 70% de um salário mínimo e R$ 20 mil reais.
Ou seja, há uma carência gritante de ILPIs no país. E entre as instituições que existem, a maioria está fora do alcance do brasileiro comum.
Para esses brasileiros, a mensagem da geriatra é: peça ajuda.
"Procure a assistente social no posto de saúde mais próximo", ela sugere. "Busque saber que recursos estão disponíveis. Medicamentos? Fraldas?"
Ela prossegue.
"É importante que a família se sensibilize e se mobilize para cuidar desse idoso. Muitas vezes, fica uma só pessoa cuidando, isso é muito cruel com quem cuida", comenta.
Por fim, diz Celene, as instituições de apoio (entre elas a ABRAz) oferecem uma gama de serviços. Aconselhamento jurídico, por exemplo.
"Às vezes, a orientação jurídica permite que a pessoa viabilize recursos para cuidar desse idoso."
As associações também oferecem suporte emocional e oportunidades para que cuidadores e outras pessoas afetadas pela demência se encontrem, se apoiem mutuamente, troquem experiências e recebam informações práticas sobre como cuidar, explica.
A médica deixa claro que tudo isso está longe de ser suficiente. Mas diz que profissionais de saúde como ela e entidades de apoio vêm pressionando autoridades e políticos para que promovam mais pesquisas sobre as demências e aumentem a oferta de serviços e de instituições públicas para pacientes.
Não por acaso, acaba de ser aprovado no Senado um projeto de lei que institui uma política nacional de enfrentamento à doença de Alzheimer e outras demências.
"Vamos avançar para aumentar o acesso ao cuidado de qualidade e às instituições", diz.
Mas nem todo paciente com demência precisa ser cuidado em uma instituição. A história que encerra essa reportagem é uma experiência de cuidar bem ? em casa.
Ivani e Luzia - O que é um bom evoluir da demência?
Ivani Alexandre, professora aposentada, tem 59 anos. Sua mãe, Luzia da Silva, com 81 anos, vive com Alzheimer e outras demências há pelo menos 8 anos.
"Minha mãe costurava, quando foi para a minha casa ainda costurou. Costurou uma colcha de retalhos maravilhosa, mas nos últimos retalhos foi muito difícil, e eu falo que essa colcha de retalhos foi a história da minha aceitação."
"Eu insistindo e e eu percebendo que cada dia ela tinha uma dificuldade. Ela não gravava o que tinha feito no dia anterior e a gente começava do zero. Sempre começando do zero. Mas foi super bacana essa colcha, e aí eu entendi."
Celene Pinheiro diz que começou a atender Luzia em 2012.
"A Ivani percebeu que era entrando nesse mundo de novas necessidades da dona Luzia, e atendendo a essas necessidades, que ela ia conseguir tanto estimular a dona Luzia como também trazer muito mais conforto e serenidade", diz.
As demências são doenças degenerativas e progressivas, diz a médica. Elas vão piorar ? mas podem evoluir de formas diferentes.
O bom evoluir da demência se apoia em dois grandes pilares, explica. Um é a saúde geral do paciente ? que depende de fatores como boa alimentação, exercícios físicos e o controle de doenças crônicas como diabetes, por exemplo.
O outro grande pilar tem a ver com as interações sociais, a qualidade do ambiente, o entorno da pessoa.
"Tem casos de pessoas que têm diagnóstico de demência há bem mais de dez anos e estão estáveis porque têm engajamento social, uma vivência interessante com a família, uma vida bem organizada no sentido da rotina", diz. "Você vê que essas pessoas evoluem melhor."
Aqui, a médica toca em um ponto central ao novo jeito de pensar a demência que surge no Brasil e no mundo: chega de segregação. A pessoa com demência precisa ser incluída na sociedade, ela defende.
Como incluir a pessoa com demência e quem ganha com isso?
Como educadora, Ivani já tinha familiaridade com o conceito de inclusão. Ela conta que, quando era professora de educação física, adorava ver crianças com deficiência e sem deficiência fazendo aula juntas. Ela diz à BBC News Brasil que, hoje, pratica inclusão em casa, com a mãe.
A família mora em uma chácara. Luzia é incentivada a contribuir com pequenas tarefas, como debulhar feijão, por exemplo.
"A coordenação fina dela ainda é muito boa", explica.
Mas a história vai ficar ainda mais interessante. Por causa da pandemia, a neta de Ivani, Dyanna, com 4 anos de idade, vem passar uma temporada na chácara.
Agora, são quatro gerações em convivência: Luzia, Ivani e seu marido, o filho do casal e a neta. "A gente foi construindo um relacionamento", conta.
Bisneta e bisavó passam a fazer refeições juntas. Luzia torna-se "a ajudante" de Dyanna e participa das atividades escolares. "Minha mãe sempre prestativa", comenta Ivani. "Afinal, ela quer ser útil."
"Por exemplo, meu filho e minha neta fizeram um bilboquê e a minha mãe brincou junto", lembra. "Ela mostrou uma habilidade, todo mundo ficou admirado, aplaudiu, e ela ficou toda feliz, sorridente."
Ivani não se esquiva de falar do aspecto mais dolorido dessa convivência com a demência.
"Sinto falta do sorriso, que é a presença dela mesmo. Não gosto muito quando ela está com aquele ar ausente, isso me machuca. E a minha neta trouxe essa vivacidade para a minha mãe."
Luzia, por sua vez, também oferece a Dyanna oportunidades de se incluir e fazer sua contribuição.
"Havia alguns momentos em que minha mãe falava para a Dyanna: 'ah, vou embora'."
"Ela levantava, ia saindo, e não dava tempo de a Dyanna vir contar para mim, para eu tomar uma atitude."
Esse, aliás, é um quadro comum entre pacientes com demência. Durante certos períodos do dia, ficam inquietos e começam a vagar, forçar as portas e querer ir embora. Médicos chamam esse comportamento de Síndrome do Pôr do Sol. Dyanna logo aprende a lidar com ele.
"Ela corria atrás da minha mãe, pegava pela mão e explicava: 'não, bisa, você mora aqui.' Aí ela levava a minha mãe no quarto: 'olha, aqui é seu quarto, aqui é seu banheiro.' Ela estava repetindo os gestos que tinha me visto fazer", conta. "Ela se prontificou a ser cuidadora também."
O depoimento de Ivani é repleto de momentos encantadores, em que bisavó e bisneta parecem habitar um mundo só delas. Dyanna e Luzia pescando. Dyanna sentada na poltrona ao lado da cama da bisavó, trocando histórias.
"A conversa ia longe! E eu ouvindo atrás da porta, para saber se estavam fazendo arte."
E o episódio em que Dyanna tenta convencer a a avó a sentar em um pequenino balanço, feito sob medida para a criança.
"Se eu não tivesse surtado, eu deveria ter filmado: 'Não, bisa, senta aqui, põe uma perna, depois põe a outra... não, não tem problema, não vai acontecer nada'."
Ivani ri, deliciada, ao recordar o episódio.
"E minha mãe simplesmente indo... não têm amarras, nenhuma das duas."
Poder trocar histórias, conviver e participar da vida da família eleva muito a autoestima da pessoa que tem demência, diz Celene. Mas para a geriatra, a história de Ivani, Luzia e Dyanna mostra que não só o idoso se beneficia.
"A criança também, começa a perceber o outro, a não olhar só para si."
"E ganha a cuidadora Ivani, que aprendeu tanto e tem tido momentos tão ricos de convívio."
Dizendo adeus aos poucos
Ao longo de várias entrevistas à BBC News Brasil, Celene Pinheiro não esconde seu desejo de mudar a imagem que se faz das demências. Mas ela reconhece: "Ninguém quer ter de enfrentar um caso de demência na família."
Por outro lado, "quantos perdem familiares de forma repentina e sofrem tanto", observa. A demência pode ser a oportunidade de uma despedida gradativa.
"Quando você percebe que essa é uma condição que vai levar tempo para acontecer, e que você pode fazer dele um tempo bom, e se permitir ter esses momentos bonitos, é muito engrandecedor."
Mas as palavras finais de Celene Pinheiro vão para quem não conseguiu se enxergar nos relatos de Lígia, Ivani e Denise.
Ela conta que, em 18 anos de geriatria, já viu muitas famílias saírem do consultório ou da sala de palestras se sentindo culpadas.
"Não estamos pregando modelos virtuosos, que devam ser erguidos", explica. "Conhecemos muito mais histórias tristes do que bem sucedidas. Mas, quem sabe ouvir histórias positivas nos ajuda a vislumbrar outras possibilidades?"


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