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_________________________________________________https://www.uol.com.br/tilt/colunas/pedro-e-paulo-markun/ _________________________________________________https://www.bbc.com/portuguese/internacional-55973855 _________________________________________________
_________________________________________________5 CUIDADOS para ter com seu AR-CONDICIONADO SMART
Modelo INTELIGENTE requer ATENÇÃO ESPECIAL a algumas de suas características; veja quais são
_________________________________________________10 dicas poderosas pra PROTEGER seu CELULAR de FRAUDES e GOLPES financeiros _________________________________________________O que são MAPAS MENTAIS e como eles podem auxiliar no ambiente de TRABALHO e no ENSINO remoto _________________________________________________Existe um METAVERSO GRÁTIS para qualquer um CRIAR e que você já pode USAR ________________________________________________
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_________________________________________________Metaverso cria novas profissões no mercado de trabalho - Gizmodo Brasil
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5 funções de smart TVs que são pouco conhecidas
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Smart TVs oferecem funções desconhecidas, mas que podem ser interessantes para os usuários — Foto: Divulgação/Samsung
1. Faça videochamadas pela smart TV
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Câmeras podem permitir videoconferência pelas smart TVs — Foto: Reprodução/Samsung
A smart TV pode oferecer funções além da transmissão de filmes e séries. É possível realizar videochamadas com a família e amigos sem a necessidade de um computador. Para isso, é preciso conectar uma webcam com entrada USB e baixar aplicativos que foram desenvolvidos para essa função. É necessário avaliar também o sistema operacional da sua smart TV, pois alguns modelos oferecem pouca variedade de apps.
Os usuários que possuem televisões com Android TV podem utilizar o aplicativo Google Duo para fazer videochamadas. É preciso baixá-lo na loja online e inserir o seu e-mail. Para quem faz questão de boa resolução e destaque, essa é uma ótima forma de matar a saudade de quem está longe e conversar durante horas sem se preocupar com a distância.
2. Transforme sua tela em um quadro
LG EA8800 'OLED Gallery' exibe galeria de imagens quando está em stand-by — Foto: Reprodução/Renato Bazan
A LG tem investido pesado na função Gallery para transformar a tela da smart TV em um quadro. Assim, é possível colocar lindas imagens com alta resolução para ficarem estampadas na parede, como se fosse uma pintura realista. Os modelos que oferecem essa configuração são geralmente OLED, o que significa ainda mais qualidade para a imagem representada na tela.
A Samsung também investe nessa função, que é conhecida pela empresa como Modo Ambiente. É menor a quantidade de modelos que oferecem a configuração, mas eles também são equipados com ótima resolução. As smart TVs com display QLED são algumas das alternativas que podem funcionar como quadro em casas ou galerias de arte.
3. Trabalhe por meio da televisão
É possível conectar periféricos e transformar a sua smart TV em uma estação de trabalho — Foto: Unsplash
Para quem está de home office, a smart TV também pode virar uma estação de trabalho. Nessa situação, é preciso usar um simples acessório para realizar a função: o smartphone. As televisões não oferecem suporte para baixar apps como Microsoft Office, porém, é possível espelhar a tela do celular e conectar gadgets como teclado e mouse nas entradas USB.
Dessa forma, enquanto o smartphone espelha o Microsoft Word, por exemplo, é possível digitar um documento pelo teclado que está conectado à TV. Caso o usuário queira apenas fazer uma reunião, não é necessário usar o celular, mas sim uma webcam. Existem diversos acessórios que podem ajudar nessa função e transformar o televisor em um local de trabalho.
4. Assista a transmissões ao vivo
Assista transmissões ao vivo no YouTube ou em outros apps — Foto: Felipe Alencar/TechTudo
É muito comum assistir por meio do computador ou do smartphone, a transmissões ao vivo. Em redes sociais como Facebook, Instagram e até YouTube, essas funções estão disponíveis e muitos famosos fazem lives para os seus seguidores em tempo real. Caso o usuário curta esse tipo de interação, basta entrar no aplicativo que deseja e optar pela transmissão ao vivo disponível.
Essa alternativa funciona na televisão de forma semelhante ao celular e computador. De maneira simples, basta baixar o aplicativo para a TV e selecionar o conteúdo em tempo real. Em algumas redes sociais, como o Facebook, a própria plataforma envia uma mensagem e avisa quando uma pessoa que o usuário segue está ao vivo. Nessa situação, basta clicar e começar a assistir naquele exato momento.
5. Use seu smartphone como controle remoto
É possível usar o smartphone para controlar a sua smart TV — Foto: Paulo Alves/TechTudo
Por fim, caso o usuário esteja sem controle remoto em casa, ele pode transformar seu smartphone em um. Em primeiro lugar, é preciso verificar se o modelo do celular oferece infravermelho ou controle via Bluetooth ou Wi-Fi. Se a configuração estiver disponível, bastar baixar apps como o Mi Remote, muito comum entre os usuários da Xiaomi, e configurar a opção de controle para a TV.
É possível mudar de canal, ajustar o volume e até mesmo mexer em outras configurações importantes. Se o celular é de outra marca, nas lojas Google Play Store e Apple Store, existem outros aplicativos disponíveis para essa função.
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Brasil quer largar na frente na corrida mundial da 'internet dos sentidos'. Conheça a sexta geração da telefonia
BRASÍLIA - A implementação das redes 5G no Brasil ainda está no início, mas o governo, a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) e especialistas já se mobilizam para criar as aplicações e os padrões da próxima geração de redes móveis, o 6G
Essa nova tecnologia tende a ser ainda mais revolucionária que sua antecessora, abrindo possibilidades com ares futuristas. Os técnicos do setor querem que o Brasil tenha papel determinante na escolha das normas da rede, o que é considerado fundamental para colocar o país na linha de frente da sexta geração.
A supervelocidade do 6G e outras características vão permitir recursos até agora inexplorados, como holografia, aplicações táteis, maior integração de hardware com software, o uso da inteligência artificial e da virtualização de redes.
Também permitirão a maior possibilidade de comunicação sem fio intra e entre chips, além de novos formatos de wearables (como são conhecidas as tecnologias vestíveis), que poderiam até mesmo dispensar o uso de smartphones.

O professor José Marcos Câmara Brito, pró-diretor de Pós-graduação e Pesquisa do Instituto Nacional de Telecomunicações (Inatel), afirma que já há definições sobre como será o 6G.
Enquanto a quinta geração é voltada principalmente para aplicações corporativas, a próxima faixa será para os consumidores.
Maior integração
A possibilidade de aplicações táteis, afirma o professor, vai permitir a sensação do peso e da força de uma bola de tênis em um jogo virtual, por exemplo.
— A primeira coisa que aparece como um consenso entre diversos atores que estão pensando o 6G é que ele vai permitir aplicações que integrem o mundo físico, o mundo digital e o mundo biológico. Um exemplo disso é uma aplicação de gêmeo digital, ou seja, que você replica no digital tudo do mundo físico. Com isso, consegue ter uma infinidade de novos usos. Essa virtualização vai permitir a criação, para o ser humano, de um uma espécie de sexto sentido — afirma Câmara Brito.
Essa integração permitiria, explica o especialista, configurar aplicações para segurança e entretenimento, por exemplo. Como um mapa que replica em tempo real o mundo físico para avisar sobre riscos de segurança ou opções de música ao vivo.
— Passa a ter aplicações que são relacionadas ao humor das pessoas, ao sentimento. Com captação da imagem das pessoas se poderá fornecer aplicações casadas com o humor daquele momento— diz o professor.
O que faz cada geração da telefonia móvel
Multiplicação de antenas
Para toda essa modernidade, será preciso definir uma série de padrões, nos quais o Brasil tenta se inserir. O 6G vai atingir pela primeira vez a frequência do terahertz, ou THz — atualmente, as frequências operadas vão até o gigahertz (GHz).
Com uma largura de banda conhecida como “nova fronteira” de frequências, seria possível atingir velocidades na casa de 1 terabyte (TB) por segundo no pico, com média de 100 gigabytes (GB).
O 5G opera em outra escala, de cem megabytes (MB) a 1GB de taxa média, com 20GB de pico. Ou seja, o 6G tem cem vezes mais velocidade.
O problema é que, quanto mais alta a frequência, menor a distância que ela é capaz de percorrer. Como consequência, é necessário um número muito maior de antenas para vencer a barreira e assegurar a propagação do 6G. São desafios como esse que precisam ser superados nos estudos conduzidos no Brasil e no mundo.
A previsão é que a padronização para o 6G seja finalizada apenas em 2030. Mas isso será feito a partir de definições que já começaram a ser estudadas pelas multinacionais do setor, pela academia e pela União Internacional de Telecomunicações (UIT), agência ligada às Nações Unidas (ONU).
Protagonismo na agenda
Para técnicos do setor, é fundamental que o Brasil tenha protagonismo nas definições das aplicações e dos padrões do 6G. Isso pode beneficiar, por exemplo, a indústria nacional, como empresas que produzem equipamentos voltados para as redes de comunicações ou para quem vai usar as ferramentas.
O país não teve papel decisivo no 4G e no 5G. Isso prejudicou, por exemplo, o desenvolvimento de aplicações para agricultura, setor fundamental para o PIB brasileiro. Nessas duas versões das redes móveis, não houve um foco para conexão em áreas remotas.
A Anatel avalia que o Brasil deve se engajar nas discussões sobre a tecnologia, bem como sobre as aplicações, equipamentos e espectro, se quiser protagonismo nessa agenda. Conselheiro da agência e indicado para a presidência da Anatel, Carlos Baigorri afirma que o Brasil perdeu participação na definição do 3G, do 4G e do 5G:
— A participação na definição das tecnologias é uma posição vantajosa na disputa desse mercado. O Brasil pode ser um player relevante na indústria de comunicações. Uma coisa é ver para onde a coisa está indo, outra é participar do debate — defende.
Para Baigorri, o maior valor do 6G, no entanto, está nas aplicações, e não nas redes. Por isso, argumenta, o país precisa desenvolver essa tecnologia:
— O valor para o consumidor e que o mercado percebe não está na rede, mas nas aplicações que rodam em cima dessa rede.
Países na corrida tecnológica
Globalmente, a corrida tecnológica já começou, com previsão de incentivos locais para a indústria no Reino Unido e na Índia e estratégias em curso em União Europeia, China, Japão e Estados Unidos.
Depois de a corrida pelo 5G apontar a proeminência da gigante chinesa Huawei nos mercados internacionais — apesar das sanções aplicadas por EUA e Reino Unido —, representantes americanos e japoneses firmaram um acordo este ano na tentativa de dominar as redes 6G.
Os dois países querem construir, juntos, equipamentos adaptados à tecnologia, em uma estratégia de minar a participação da China nesse mercado. Pequim também já tem anunciado conquistas na área, dando um indicativo de que essa guerra está só começando.
Os americanos pressionaram diversos países, inclusive o Brasil, a banir a Huawei na construção das redes 5G. A alegação é a de possibilidade de espionagem, sempre negada pela empresa. Em fevereiro, em evento do mercado financeiro, o diretor de Soluções e Cibersegurança da Huawei, Marcelo Motta, disse que a empresa já estuda o 6G do ponto de vista de investimentos:
— A gente começou a investir em 5G em 2009, para a primeira rede sair em 2018. Investimentos pesados em pesquisa e desenvolvimento, metade dos nossos funcionários estão nessa área. Estamos fazendo esses investimentos no 6G.
Enquanto isso, um ecossistema nacional para o tema já está em formação a partir do Projeto Brasil 6G, que foi iniciado no ano passado com liderança do Inatel e da Rede Nacional de Pesquisa e Ensino, com apoio do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações.
O Projeto Brasil 6G é dividido em várias frentes de pesquisa e conta com a participação de seis universidades e do Centro de Pesquisa e Desenvolvimento em Telecomunicações (CPqD).
Confira três aplicações futuras do 6G
Táteis
Será possível transmitir o toque, no que já é chamado de “internet tátil”. Permitiria, por exemplo, emular a força de uma jogada. O desafio é criar pressão contra a pele sem haver um objeto físico.
Holografia
Com técnicas de captura, transmissão e renderização 3D em tempo real, seria possível a criação de hologramas. A Samsung diz que para isso é necessária uma velocidade altíssima, não atingida no 5G.
De um chip a outro
A comunicação sem fio entre chips pode ajudar na criação de cidades inteligentes e abrir caminho para mais funcionalidades para a indústria, por exemplo. Isso só é possível com a faixa do THz, do 6G.
_________________________________________________Itaú: bug faz dinheiro 'sumir e aparecer' na conta de clientes
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Opinião: Pedro e Paulo Markun - Quer entender o metaverso? Você pode conferir algumas pistas no streaming


Pedro Markun e Paulo Markun
30/01/2022 04h00
Quase todo texto sobre o metaverso inclui a informação de que o termo foi cunhado em 1992, numa novela de ficção científica inédita em português - Snow Crash, de Neal Stephenson. Nela, um clássico do cyberpunk, um homem comum que entrega pizza para ganhar a vida vira um príncipe guerreiro dentro do metaverso.
Cumprida a obrigatoriedade, vamos ao que interessa.
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A interação entre a ficção e a realidade parece ser ainda mais próxima no âmbito da chamada ficção científica. Autores como Júlio Verne, Arthur C. Clarke, H.G. Wells, Ray Bradbury, Isaac Asimov ou George Orwell anteciparam não só inovações tecnológicas, como comportamentos humanos em suas obras originalmente futuristas, descoladas da realidade objetiva, aparentemente.
O mesmo acontece no audiovisual. E nesses dias em que as novidades seguem trancadas a sete chaves (circulam rumores de que a Apple prepara seu oculus super-hiper avançado e que custará de dois a três mil dólares) e em que o noticiário só oferece a espuma de inovações criadas justamente para ganhar cliques, a coluna selecionou alguns filmes e uma série que ajudam a entender o tão falado (e ainda nebuloso) metaverso.
Matrix

Em "Matrix", Thomas Anderson (Keanu Reeves), um programador de computador, descobre que está vivendo em um mundo virtual projetado por uma inteligência artificial que usa a humanidade como fonte de energia no mundo real.
A sequência de filmes (que acaba de ganhar mais uma continuação) ganhou diversos prêmios e estourou bilheterias em seu lançamento. É talvez o grande responsável por trazer narrativas de ficção científica para a mídia de massa —no caso, o cinema—, cujo conceito da diferença entre o mundo natural e o mundo virtual é tão impressionante quanto a ação exibida no filme.
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Opinião: Pedro e Paulo Markun - Existe um metaverso grátis para qualquer um criar e que você já pode usar

Pedro Markun e Paulo Markun
23/01/2022 04h00
Esta coluna já visitou alguns dos principais metaversos da atualidade, de todos os maiores players do mercado. As diferentes tecnologias estão com diferentes graus de maturidade e, como já mencionamos em outro texto, um dos maiores desafios é criar pontes entre esses esses ambientes controlados por empresas distintas. Na coluna de hoje, queremos apresentar uma outra visão de metaverso, proposta pelos criadores do navegador Firefox.
A Fundação Mozilla, uma entidade sem fins lucrativos, tem como missão "promover a abertura, inovação e oportunidade na web" e o Mozilla Hubs é a aposta deles para o metaverso.
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Ao contrário da maioria das outras tecnologias, o Mozilla Hubs não pretende competir com a internet como a conhecemos —pelo contrário, usando tecnologias livres, se propõe a ser uma extensão tridimensional e imersiva da web.
Isso significa que você não precisa baixar nenhum programa especial para acessar o metaverso da Mozilla.
Qualquer navegador recente, desde que compatível com os padrões abertos da realidade aumentada, pode acessar o ambiente virtual através de um link comum. Assim, você pode acessar as experiências elencadas no final deste texto do seu próprio computador, sem precisar de nenhuma parafernália extra.
Mas, claro, são sempre ambientes tridimensionais imersivos, pensados e construídos para serem utilizados com os mais diferentes dispositivos de realidade virtual.
Ao abrir o mesmo link com o Oculus Quest, da Meta, com o HTC da Vive ou mesmo com as dezenas de óculos chineses que permitem usar o seu smartphone, a experiência se transforma e você pode estar dentro das cenas.
Essa flexibilidade traz vantagens e desafios.
Por um lado, a barreira de entrada é muito menor e é possível hoje explorar esse ambiente a partir do celular ou notebook e encontrar lá dentro pessoas, usando um óculos de realidade virtual.
Por outro, a escolha de acomodar essas diferentes tecnologias traz algumas limitações e, muitas vezes, o mergulho no Mozilla Hubs pode parecer um pouco menos imersivo que experiências similares em sistemas proprietários.
As salas virtuais suportam até 50 pessoas e, como de costume, o primeiro passo é escolher o seu avatar.
O Hubs Cloud, solução na nuvem da Mozilla, que permite você criar seus próprios ambientes gratuitamente e compartilhar o link com amigos, colegas de trabalho ou familiares traz dezenas de avatares prontos, mas o formato aberto permite que você possa subir o seu próprio modelo 3D ou usar ferramentas como o Ready Player Me para criar uma versão virtual sua, a partir de uma foto, por exemplo.
Depois disso, você entra de fato no ambiente virtual e consegue se mover —caso esteja no computador— usando as setinhas do teclado e o mouse, lembrando os jogos de tiro em primeira pessoa.
Uma novidade: no último ano, a Mozilla implementou um avatar-câmara que permite você usar seu próprio rosto dentro de uma figura digital simpática de um astronauta ou, talvez, webnauta.
O áudio nos ambientes é espacializado, o que significa que o volume das vozes muda conforme você se aproxima ou se afasta da pessoa.
Parece pouco, mas é impressionante como essa mudança sutil torna as reuniões e encontros muito menos cansativos que a mesma coisa num Zoom ou outra ferramenta de videoconferência, onde todas as carinhas estão à mesma distância e em que temos a impressão de que todos estão gritando a partir do mesmo lugar.
Desde 2020, a Mozilla criou uma versão paga para empresas, hospedada na nuvem. Baseada no Amazon Web Services (AWS), possibilita usar um servidor de streaming de conteúdo dedicado, para maior segurança.
No Mozilla Hubs, é possível escolher entre vários cenários previamente definidos —de templos gregos a fazendas, sem falar de salões para conferências, escritórios, etc.
É muito simples montar um espaço virtual do jeito, a partir desses modelos ou de algo mais especial, e os criadores podem "importar" de avatares a objetos digitais tridimensionais, além de câmaras, vídeos, etc.
Com isso, as possibilidades de uso se ampliam: é possível fazer o lançamento de um livro, uma exposição, um debate, uma palestra, um papo entre amigos —parte usando algum desses óculos de VR, parte apoiados apenas em um computador, sem problemas. Um simples clique no botão Share no alto da tela e pronto, seu convite é enviado.
Tem gente experimentando essas possibilidades em todo lugar. A comunidade interessada em desenvolver projetos e conhecer melhor a plataforma tem 16 mil membros mundo afora.
Na Alemanha, o Teatro Schubert anuncia para dia 2 de fevereiro a estreia da peça "MAY.be.2.0", uma performance de marionetes para adultos que só vai existir no espaço virtual.
As áreas de palco foram desenvolvidas com a plataforma Mozilla Hubs e o público poderá explorar vários locais online a partir do foyer do teatro virtual. O enredo inclui um encontro com a alegoria das sombras de Platão.
Há experimentos mais próximos também.
O Programa Pontes realizado pela Oi Futuro e pelo British Council juntou jovens artistas da comunidade Aglomerado da Serra, de Belo Horizonte, com criadores britânicos de Bristol, na Inglaterra, e do encontro surgiu a exposição "Galeria Virtual Disputa Nervosa", igualmente hospedada no Mozilla Hubs.
Desde 18 de novembro, é possível visitar essa instalação artística digital interativa, que funciona como um game e mescla rap e imagens da favela com ingleses em alguns vídeos.
Separamos aqui alguns outros ambientes para que você possa navegar pelas possibilidades da ferramenta.
Um ambiente de trabalho e conversa baseado em um coworking brasileiro.
Feito para ser assistido com o Oculus, esse é um exemplo de uma apresentação criada para a American Association of Anatomy na conferência de Biologia Experimental realizada no ano passado.
O antropólogo e pesquisador Keith Chan recriou Paraceratherium, um rinoceronte sem chifres, e montou um 'minimuseu' sobre esse animal extinto para ser o centro da sua sala de trabalho virtual.
A 'Agência Espacial' Arcade vem desenvolvendo projetos de realidade virtual e aumentada e criou uma galeria, em parceria com a The Heritage Alliance, para mostrar uma competição de fotografia de navios históricos.
Usando técnicas de fotogrametria, que é a tecnologia que permite transformar fotografias em modelos 3D, foi feita uma versão navegável da Clarion Alley, uma pequena rua em São Francisco, nos EUA, famosa por seu mural de grafites.
Um outro exemplo de fotogrametria, uma versão da Catedral de Notre Dame, que mostra bem as possibilidades e limitações da tecnologia.
O Parque Albert Basin é um parque que (ainda) não existe, localizado na cidade de Newry, na Irlanda. Como forma de tangibilizar a proposta de construção de um parque em uma zona abandonada da cidade, eles criaram um espaço no Hubs onde fizeram apresentações e atividades culturais.
Uma estação para o metaverso baseada na linha Amarela do Metrô de São Paulo.
Todos esses exemplos podem ser acessados de maneira livre e gratuita e mostram algumas das possibilidades dessa incrível ferramenta.
E fiquem ligados, esta coluna promete trazer novidades em breve, usando o Mozilla Hubs como palco ;)
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Opinião: Pedro e Paulo Markun - É assim que está ficando a cara dos equipamentos para entrar no metaverso

Pedro Markun e Paulo Markun 06/02/2022 04h00
Embora o metaverso ainda seja mais falado que compreendido, uma coisa é certa: por enquanto, a porta de entrada para esse admirável mundo novo é algum tipo de dispositivo que substitua a visão convencional pela imersão, via olhos e ouvidos, na realidade fictícia dos espaços que só existem no virtual.
Isso, se a aposta isolada e radical de Elon Musk —o Neuralink, um implante cerebral capaz de ler sua mente, que o biliardário americano promete ser capaz de "alcançar uma espécie de simbiose com a inteligência artificial"— não atravessar o desfile?
Mas enquanto esse caminho continua a ser uma possibilidade, há várias apostas em dispositivos mais convencionais, se é que o termo se aplica. Sobre todos eles, há muita especulação e pouca certeza. Os colunistas foram atrás do que parece ser o futuro imediato.
Óculos - Apple (rumor)
A Apple tem se mantido relativamente distante das aventuras no metaverso e, por enquanto, não existe nada oficialmente confirmado.
Mas Tim Cook, o CEO da empresa, já afirmou publicamente que a realidade aumentada é um dos segmentos críticos para o futuro da companhia.
No mundo das tecnologias, rumores costumam ser previsões acertadas e os analistas dizem que a Apple está, sim, trabalhando não em um, mas em dois dispositivos diferentes:
- Um capacete focado em realidade híbrida (realidade virtual + realidade aumentada) e que deve concorrer com produtos como o Rift e HTC Vive e;
- Óculos Inteligente para Realidade Aumentada.
Ambos com altíssima qualidade e preço alto - estima-se que, na casa dos US$ 3.000 para o capacete.
Apesar do mistério que costuma cercar as novidades da Apple, vale ficar de olho, pois a empresa de Steve Jobs tem um histórico de entrar mais tarde no mercado, mas trazendo produtos e um padrão de qualidade que alteram as bases do mercado. Basta lembrar do iPod, no segmento dos mp3 players e do próprio iPhone, que redefiniu as bases dos smartphones.
Projeto Iris - Google

A Google enfrenta o desafio de ser pioneira. Seu Google Glass, um óculos de realidade aumentada lançado em 2014, jamais ganhou tração e acabou descontinuado, assim como o capacete de VR chamado Daydream e que pretendia ser uma evolução do barato, mas meio mal resolvido Google Cardboard, projeto que oferecia uma interface para realidade aumentada com estruturas de papelão- e que deu origem a essas dezenas de suportes chineses para celular que oferecem uma entrada de baixo custo para o mundo da realidade virtual.
Mas tudo isso pode mudar com a chegada do Projeto Iris, previsto para 2024, cujas especificações seguem guardadas a sete chaves.
Lynx R-1 MR

A startup francesa Lynx lançou um financiamento coletivo no ano passado destinado a arrecadar fundos para o desenvolvimento do seu capacete Lynx R-1 MR.
O dispositivo usa o mesmo processador do Meta Quest 2 e do HTC Vive 3 e se propõe a ser, de largada, um capacete de realidade híbrida, com a tecnologia de pass-through.
O preço —US$ 599 para a versão standard— deve colocar a engenhoca francesa na disputa pelos óculos de médio-custo.
Quest 3 - Meta
Embora Mark Zuckeberg tenha anunciado na conferência do último ano que a empresa está trabalhando em um novo capacete chamado internamente de Projeto Cambria, tudo indica que, na verdade, o ex-Facebook segue desenvolvendo uma nova versão do Meta Quest.
A ideia é que o Meta Quest siga sendo um dispositivo de entrada, com custo mais baixo e configurações mais modestas, enquanto o Projeto Cambria deve vir para competir com capacetes mais caros e de alto desempenho.
Se seguirmos o ritmo de desenvolvimento dos óculos anteriores, devemos ver o Quest 3 em algum momento ainda esse ano, considerando que a Meta vem lançando novas versões de dois em dois anos.
Mas analistas sugerem que talvez os novos óculos fiquem apenas para 2023 se, de fato, o Projeto Cambria for lançado ainda esse ano.
MeganeX - Panasonic

Com uma estética steampunk, o MeganeX foi anunciado na CES 2022 e deve estar em breve nas prateleiras.
Com um custo estimado de US$ 900 e pesando menos de 250 gramas, esses óculos (que realmente parece um óculos normal) é compatível com SteamVR, oferece uma resolução total de 5.2k e o chamado 6DoF (num resumo meio simplista, a possibilidade de explorar o entorno a partir de três eixos perpendiculares, combinada com mudanças na orientação através da rotação em torno de três eixos perpendiculares).
PSVR2 - Sony
O PSVR, capacete de realidade virtual compatível com o videogame PlayStation é um dos dispositivos de VR mais populares do mercado: lançado em 2016, já vendeu mais de 5 milhões de unidades.
Com um foco exclusivo em jogos, a Sony deve lançar a nova versão ainda no final desse ano.
Compatível com o novo videogame da empresa, o PS5, promete uma qualidade gráfica invejável, sensores que detectam a posição dos olhos e um novo controle —batizado de Sense— que deve ampliar ainda mais o rol de movimentos em formas de interagir com o universo virtual.
Projeto Cambria - Meta
O Projeto Cambria foi um dos destaques na conferência anual do Meta, aquela mesma onde o Facebook mudou de nome.
Como quase todos os projetos nessa indústria, sabe-se pouco, mas especula-se muito sobre o dispositivo. O que já está confirmado é que ele usará o sistema de pass-through em cores e alta resolução. Hoje, no Quest, o pass-through é preto e branco e em baixa resolução.
Essa mudança aponta para uma tendência de dispositivos cada vez mais híbridos, tentando contornar um problema usual no uso desses óculos, que é a falta de noção da realidade no entorno.
Além disso, sensores para os olhos e detectores faciais deverão estar embutidos no sistema permitindo avatares com expressões mais realistas e humanizando as interações.
Ainda não se sabe qual o preço imaginado por Zuckerberg e sua turma para esse produto, mas certamente custará bem mais que os US$ 299 do Quest e deve competir com dispositivos mais caros na faixa dos US$ 1.000 e focado em usuários mais ativos no metaverso.
Para encerrar, um pouco de ilustração - ou de cultura inútil, dependendo do ponto de vista.
Os filósofos gregos, a começar por Aristóteles, achavam que percepção da imagem não tinha relação entre olho e cérebro. Diziam que a emoção residia no coração e que a visão tinha importância menor no aperfeiçoamento do ser humano.
Naquele tempo, esses sábios recorriam a escribas que transcreviam seus textos, sempre que tinham problemas de visão.
Nero, imperador romano, no século 2, lançou moda usando uma lâmina de esmeralda diante dos olhos, durante as apresentações públicas.
Quem primeiro descreveu o papel dos óculos foi Marco Polo, ao voltar do Oriente, onde os nobres chineses recorriam a esses acessórios, mesmo sem dominar os rudimentos da ótica —achavam que serviam de amuletos contra os maus espíritos.
O primeiro par de óculos parece ter sido construído no século 12, em Nuremberg, ainda que se registre o uso de lentes de aumento antes disso.
Diante disso, por que tanta pressa, podemos concluir?
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_________________________________________________Reportagem: Econoweek - César Esperandio - 10 dicas poderosas pra proteger seu celular de fraudes e golpes financeiros
Se infelizmente a gente for vítima de qualquer golpe, o prejuízo estará limitado àquela quantia, não a tudo o que a gente tem guardado, entendeu?
DICA 3: bloqueie cartões não utilizados
Sabe aquela montoeira de cartões de contas diferentes, além das versões digitais com números diferentes? Bloqueie tudo o que você não usa.
Pare com esse papo de ficar usando diversos cartões de olho no vencimento de cada fatura. Isso é coisa de gente desorganizada com o dinheiro, vai acabar fazendo você se enrolar com os juros do rotativo e ainda dá mole para golpista.
DICA 4: bloqueio por senha e reconhecimento facial
A quarta dica é bloquear com senha ou reconhecimento todos os aplicativos possíveis.
Não estou falando só dos aplicativos de bancos e corretoras, não. Bloqueie com senha seu WhatsApp, aplicativo de e-mail, SMS, tudo.
Se um bandido pegar seu celular, por mais que o app do banco peça sua senha, ele pode pedir para alterar clicando em "esqueci a senha", e adivinhe quais são os métodos mais comuns de verificação para ele escolher a nova senha e acessar sua conta? Justamente o e-mail e o SMS.
Então, bloqueie tudo.
DICA 5: não salve senhas
A quinta dica vai ser ruim para os que sofrem de amnésia. Não anote suas senhas no bloco de notas.
A primeira coisa que o bandido vai procurar é suas anotações de senhas onde quer que seja.
Sabe aquele mecanismo de preenchimento automático de senhas que você consegue entrar em tudo sem colocar a senha? Esqueça isso para os seus acessos mais importantes, que obviamente incluem seus aplicativos de bancos e investimentos.
DICA 6: ative a dupla autenticação
Você já deve ter visto gente que teve o Instagram hackeado e apareceu vendendo um monte de produto baratinho nos stories, que, lógico, ninguém nunca recebeu.
Não são só os aplicativos de bancos que são cruciais e devem estar protegidos hoje em dia.
Por isso, vários aplicativos têm uma camada de proteção adicional chamada "dupla autenticação".
Sempre que houver um novo acesso, de um celular ou computador diferente tentando entrar na sua conta, ele vai pedir para inserir um código de verificação que vai chegar por um aplicativo específico, por e-mail ou mensagem de SMS.
DICA 7: cuidado com links maliciosos
Outra dica é tomar cuidado com links maliciosos que chegam por e-mail e SMS ou ligações solicitando seus dados ou avisando que vão enviar um link para você acessar.
Eles parecem de uma fonte confiável, os supostos atendentes contam uma história que faz sentido, mas querem roubar seus dados para depois limpar sua conta.
Bancos e corretoras não ligam nem mandam mensagens para atualização de dados.
DICA 8: remova o pagamento do WhatsApp
Não dá para negar que fazer transferências pelo WhatsApp é até mais prático.
Se é fácil para você, também é fácil para o bandido, exatamente como mostro no vídeo do topo deste artigo.
DICA 9: não fique distraído com o celular
Está andando pela rua? Mantenha o celular no bolso e não olhe a tela enquanto caminha.
A mesma coisa vale para quem dirige. Não deixe o celular à vista.
Em São Paulo, cansei de ver bandido roubando celular no painel do carro quando o trânsito estava lento. Em alguns casos, eles até quebram o vidro do carro, pegam o smartphone e saem correndo.
Para quem está a pé, o mais comum é bandido de bicicleta pelas calçadas.
A verdade é que celular no bolso dificilmente é furtado.
DICA 10: apagar dados após tentativas incorretas
A décima dica é ativar um recurso muito importante que todo celular tem.
Normalmente, fica dentro das configurações de senha e segurança, que é apagar todos os dados do seu celular após um número de tentativas de senhas erradas para desbloquear o aparelho.
Sempre surgirão novas modalidades de fraudes e golpes para pegarem sua conta e limparem tudo. A melhor coisa a fazer é ficar alerta seguindo essas dez dicas do celular antifraude.
Os dez melhores investimentos de até R$ 100
Se você gostou dessa lista de dez dicas do celular antifraude, também vai curtir a lista dos dez melhores investimentos de até R$ 100 por mês que mostro no vídeo abaixo. São os investimentos mais seguros do Brasil, alguns dão para começar com R$ 1 e a melhor parte é que a rentabilidade está subindo junto com a alta da Selic.
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REPETINDO - >>>DICAS DE SEGURANÇA – Configurações Whatsapp e Facebook
_________________________________________________Seis erros que você não deve cometer ao usar cartão de crédito na Internet
Ações como salvar dados de compra e adquirir produtos utilizando redes públicas de Wi-Fi podem oferecer perigo aos usuários; saiba mais
Por Juliana Campos, para o TechTudo
Com a popularização do hábito de comprar online, cresceu o número de fraudes em cartões de crédito. Dados da Secretaria Nacional de Defesa do Consumidor (Senacon) mostram que as reclamações de cobranças ou saques não reconhecidos aumentaram 111,8% de março a julho de 2020, comparadas ao mesmo período de 2019. Para aproveitar promoções online de forma segura, os consumidores precisam tomar certos cuidados e prestar atenção a hábitos que, embora comuns, comprometem a segurança das informações bancárias.
Salvar dados de cartão de crédito nos sites e fazer compras conectado a redes Wi-Fi públicas são exemplos de atitudes corriqueiras que contribuem para esse cenário. O TechTudo listou, nas próximas linhas, seis erros comuns ao usar o cartão de crédito na Internet. Entenda como eles afetam a segurança dos seus dados e descubra como evitá-los.
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Lista mostra erros comuns cometidos pelos consumidores em compras online — Foto: Unsplash
1. Salvar os dados de compra nos sites
Um dos principais erros ao fazer compras online é permitir que os sites salvem os dados do cartão de crédito. Essa possibilidade é oferecida por navegadores e e-commerces, e tem o objetivo de facilitar futuras aquisições. A praticidade, no entanto, pode custar caro. Ao armazenarem seus dados bancários no browser ou loja virtual, os consumidores estão expostos a riscos como vazamento de informações e débitos indevidos.
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Salvar os dados para futuras compras na Internet pode oferecer riscos aos consumidores — Foto: Paul Felberbauer/Unsplash
2. Fazer compras conectado a redes Wi-Fi públicas
É comum aproveitar redes Wi-Fi públicas para enviar mensagens, responder e-mails e conferir redes sociais. Em se tratando de compras online, porém, o uso desse meio de acesso à Internet não é aconselhável. Isso porque as conexões públicas são mais suscetíveis a invasões, o que favorece a interceptação dos dados bancários do consumidor.
consumidor.
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Hackers podem roubar dados trocados via redes Wi-Fi públicas — Foto: Reprodução/Juliana Campos
Além disso, há redes Wi-Fi públicas criadas por hackers com o objetivo de disseminar malwares, os quais se instalam no dispositivo do usuário no ato do acesso. Caso o consumidor não possua antivírus em seu computador ou smartphone, pode ser vítima de invasores. Sendo assim, recomenda-se a utilização de conexões sem fio privadas ou dos dados móveis do celular para fazer compras na Internet.
3. Comprar em sites não seguros
Outro erro bastante frequente na utilização de cartões de crédito online é comprar em sites não confiáveis. Antes de adquirir algum produto, é importante se cercar de cuidados como consultar o CNPJ do estabelecimento no site da Receita Federal, conferir a reputação da empresa no Reclame Aqui e ver se o e-commerce consta da lista de lojas a evitar do Procon-SP.
Selos de segurança garantem maior proteção dos dados — Foto: Reprodução/Maira Soares
Além disso, ao navegar pelo site, verifique se este apresenta selos de segurança — em geral disponíveis no rodapé da página — e cadeado HTTPS na barra de endereços. Para adicionar os certificados de segurança à página, a empresa precisa entrar em contato com instituições certificadoras especializadas no setor do produto comercializado. O cadeado HTTPS, por sua vez, indica que a transmissão de dados entre o dispositivo e o servidor é criptografada, o que dificulta a interceptação de informações.
4. Informar a senha do cartão
Para comprar um produto com cartão de crédito, os e-commerces solicitam os dados que constam do plástico. É preciso fornecer o número do cartão, nome do titular, data de expiração e código de segurança (CVV). Há lojas virtuais que pedem também o CPF do comprador, mas nenhum estabelecimento legítimo solicita a inserção da senha do cartão. Se o site pedir o código, não o informe e cancele a transação, pois provavelmente se trata de um golpe.
Informações como nome do titular do cartão, número, CVV e data de vencimento são solicitadas por e-commerces — Foto: Reprodução/Juliana Campos
5. Comprar a partir de links enviados via WhatsApp
Por facilitar o compartilhamento de mensagens em massa, o WhatsApp tornou-se um grande canal de propagação de phishing, golpe virtual que consiste em enganar usuários para que compartilhem informações pessoais e bancárias. É comum receber, seja em grupos ou conversas privadas do aplicativo, mensagens com links para promoções tentadoras. Os sites compartilhados, no entanto, são falsos e foram criados com o objetivo de capturar os dados de cartão de crédito da vítima.
Golpes de phishing no WhatsApp são frequentes — Foto: Rubens Achilles/TechTudo
O Boticário, Nike, Cacau Show e McDonald's são exemplos de marcas legítimas que foram usadas como isca para golpes de phishing aplicados no WhatsApp. Justamente por isso, é importante prestar atenção à URL do link compartilhado: embora as páginas falsas repliquem o visual de e-commerces legítimos, elas não têm a mesma URL do site original. Em geral, o endereço falso apresenta erros de ortografia e domínios poucos usuais, como .biz.
A recomendação, portanto, é não clicar em links de promoções compartilhados via WhatsApp, mesmo que tenham sido enviados por uma pessoa de confiança. Para fazer compras online seguras e não comprometer os dados do seu cartão de crédito, busque pela loja no Google ou digite o endereço do site diretamente na barra de endereços do navegador.
6. Não usar um serviço de pagamento online quando possível
Uma forma eficaz de garantir a segurança das compras com cartão de crédito pela Internet é optar por serviços de pagamento online, como o PayPal. A principal vantagem da utilização desse sistema é a possibilidade de realizar pagamentos sem que haja necessidade de inserir o número do cartão de crédito, a data de vencimento e o CVV. No caso do PayPal, essa opção está disponível para correntistas dos bancos HSBC, Itaú e Santander Citibank.
Serviços de pagamento online facilitam compras e oferecem maior segurança — Foto: Divulgação/Paypal
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Se ainda assim o spam continuar, vale a pena ligar para a operadora e fazer uma reclamação no serviço de atendimento
Lista do Procon
Os Procons de cada estado também contam com serviços para solicitar a interrupção dos contatos com fins publicitário, inclusive por SMS. O nome da ferramenta muda de acordo com cada unidade federativa. No Distrito Federal, por exemplo, os brasilienses devem recorrer ao “Me Respeite”, enquanto o estado de São Paulo fornece o “Não Me Ligue”. As companhias têm o prazo de 30 dias para cumprir a solicitação.
_________________________________________________5 cuidados para ter com seu ar-condicionado smart
Modelo inteligente requer atenção especial a algumas de suas características; veja quais são
Por Lucas Santos, para o TechTudo
O ar-condicionado smart conta com várias funções que facilitam o uso, mas requer alguns cuidados para se manter em bom funcionamento. Embora as manutenções do aparelho sejam similares às dos modelos convencionais, é preciso ficar atento a algumas especificidades do aparelho. O tipo de sistema operacional do seu celular e sua conexão à Internet, por exemplo, são fatores que podem impactar a performance do seu dispositivo.
Para mantê-lo em boas condições, veja a seguir cinco cuidados que você deve ter com seu ar-condicionado smart. As dicas alertam sobre a necessidade de realizar a limpeza regular do aparelho, coisas para atentar na instalação e também sobre a compatibilidade do celular com os apps de cada fabricante.
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Lista reúne cuidados para ter com o ar-condicionado smart — Foto: Reprodução/LG
Qual ar-condicionado gasta pouca energia? Veja opções e dicas no Fórum do TechTudo.
Nota de transparência: Shoptime e TechTudo mantêm uma parceria comercial. Ao clicar no link da loja, o TechTudo pode ganhar uma parcela das vendas ou outro tipo de compensação. Os preços mencionados podem sofrer variação e a disponibilidade dos produtos está sujeita aos estoques.
1. Atentar ao sistema operacional do seu celular
Para aproveitar todas as funções do seu modelo de ar-condicionado smart, é preciso ter um smartphone compatível com o dispositivo. O eletroeletrônico inteligente costuma funcionar facilmente com os celulares Android e iPhone (iOS). Porém, para instalar o aplicativo que comanda o ar-condicionado smart, é necessário que o sistema operacional do telefone esteja atualizado em sua versão mais recente.
O ideal é que o consumidor atente ao aplicativo o modelo de ar-condicionado inteligente utiliza antes de comprar. Com isso, basta acessar a Google Play Store ou a App Store para saber se é possível realizar o download do app. Os modelos de ar-condicionado da LG, por exemplo, utilizam o app LG ThinQ, que requer Android acima da versão 7.0 e iOS sucessor ao 11.0. Já os modelos Samsung podem ser controlados pelo aplicativo SmartThings, que demanda o iOS 13.0 ou posterior. Sua versão para Android, vale lembrar, varia de acordo com o dispositivo.
dispositivo.
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Ar-condicionado smart são modelos que podem ser controlados à distância pelo celular — Foto: Reprodução/Electrolux
2. Fazer manutenções e limpezas no tempo correto
As manutenções e limpezas do ar-condicionado no tempo correto garantem que o dispositivo possa funcionar sem problemas no dia a dia. A versão smart do dispositivo tem cuidados similares aos dos modelos convencionais, mas ainda sim dispõe de algumas especificidades que requerem atenção. Isso porque, dependendo da marca, os modelos inteligentes podem apresentar tecnologias complexas, como mais camadas de filtragem do ar, por exemplo.
Para auxiliar os usuários sobre quando é necessário realizar a manutenção e limpeza do dispositivo, o próprio ar-condicionado pode notificá-lo via smartphone. Outro destaque é a função AutoCleaning, que está presente em alguns modelos mais modernos e realiza automaticamente a higienização, assim, eliminando bactérias, poeira, resquícios de poluição e sinais de mofo.
Para garantir pleno funcionamento do ar-condicionado é necessário executar manutenções no tempo correto — Foto: Divulgação/LG
3. Cuidado com a instalação
A instalação do ar-condicionado deve ser feita em um local adequado e, por isso, o usuário deve ficar atento a alguns pontos importantes antes de montar o dispositivo. Os modelos inteligentes precisam de conexão com a Internet via Wi-Fi para o pleno funcionamento de seus recursos smart. Nesse sentido, é importante que o aparelho de ar esteja próximo ao roteador ou em um ambiente sem muitas interferências na conexão.
Além da conexão com a rede, o usuário deve se atentar a alguns outros detalhes durante a instalação do aparelho. No caso do ar-condicionado de parede, é necessário escolher um local onde o fluxo de ar não seja bloqueado, para que o ar fresco possa ser distribuído em todo o ambiente. Além disso, é ideal que o dispositivo não esteja exposto à luz solar direta, nem em cima de janelas ou portas, já que isso pode formar condensação. Outro destaque é que, com o fácil acesso ao ar-condicionado, a manutenção do modelo pode se tornar mais fácil.
A instalação do ar-condicionado deve ser feita em um ponto estratégico da casa — Foto: Reprodução/Elgin
4. Prestar atenção à conexão do Wi-Fi
Como dito anteriormente, o ar-condicionado inteligente precisa estar instalado em um ambiente próximo à conexão com a rede de Internet. O ideal é que o dispositivo esteja no mesmo ambiente que o roteador, pois os móveis e paredes da casa podem causar interferências na conexão. Para espaços muito grandes e distantes, a conexão do Wi-Fi também pode ser estendida com o uso de mais roteadores e repetidores de sinal.
Alguns fabricantes indicam nas especificações de seus modelos de ar-condicionado qual é a conexão necessária para o funcionamento do dispositivo smart. Em linhas gerais, as versões inteligentes funcionam com conexão de internet banda larga Wi-Fi 2,4 GHz. Com o ar-condicionado smart conectado a banda ideal e próximo à conexão de Internet, atentar à quantidade de dados contratados com sua operadora.
É importante que a conexão com a Internet seja forte onde o ar-condicionado está instalado — Foto: Divulgação/ Samsung
5. Atentar aos alertas que o ar-condicionado pode enviar
Além de poder comandar o ar-condicionado pelo smartphone, o usuário também pode obter uma série de outras informações pelo aplicativo compatível com o modelo adquirido. Alguns dispositivos desse tipo informam ao usuário sobre a necessidade de executar a limpeza interna do aparelho ou quando está na hora de trocar os filtros, por exemplo.
Além disso, a atualização do sistema do ar-condicionado inteligente é realizada com o auxílio do smartphone. Com o equipamento conectado à Internet, basta seguir o passo a passo indicado nas telas do app. Desse modo, é importante ficar atento às notificações emitidas pelo app ao longo do uso. As aplicações de alguns fabricantes também podem dar dicas para o melhor uso do aparelho no dia a dia.
O aplicativo de controle do ar-condicionado pode emitir alertas no celular — Foto: Divulgação/Elgin
Com informações de Samsung
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_________________________________________________Reportagem: Pedro e Paulo Markun - Óculos e guinada do Facebook: as principais notícias do ano sobre metaverso

Pedro Markun e Paulo Markun Colunistas do UOL 26/12/2021 04h00
Esta coluna tem menos de três meses, mas na última edição do ano, resolvemos fazer um rápido balanço dos principais fatos e temas que dominaram o território aqui abordado em 2021.
Nossa ideia é de que, no futuro, quando forem contar a história desse começo de século, os pesquisadores irão identificar este ano como sendo o ponto de virada para uma nova situação, em que as relações humanas deixaram de estar obrigatoriamente atadas no espaço e no tempo.
Crianças piram ao desenhar em realidade virtual, mas quais são os riscos?
Óculos de realidade virtual e guinada do Facebook
No campo da realidade virtual, o avanço mais notório - os Oculus Quest 2 — foi lançado em setembro de 2020. Ele deu aos usuários mais imersão e menos desconforto. Ainda é pesado e caro, mas foi o produto mais vendido na última Black Friday.
Segundo todas as contas, a Meta (novo nome do Facebook) vendeu cerca de 2 milhões a mais de Quest 2 do que a Microsoft Xbox Series X | S combinada - 10 milhões contra 8 milhões. Ainda perde para o Playstation 5 por 3,4 milhões, mas deixou de ser um brinquedinho de meia dúzia de iniciados.

Mas nada superou o gesto simbólico de Mark Zuckerberg de trocar o nome de sua empresa para Meta - ainda que no balanço de final de ano, Bill Gates tenha previsto que em dois ou três anos a maioria das reuniões virtuais será em algum tipo de metaverso, apoiada em aparatos de realidade virtual.
Outro passo importante para que o metaverso se popularize e ganhe escala e força foi a multiplicação de negócios envolvendo os NFTs - esse certificado de autenticidade que cria escassez e que garantiu a venda de uma colagem jpeg (isso mesmo, uma imagem digital) do artista americano Beeple por US$ 69,3 milhões de dólares em março de 2021. Foi o prenúncio de uma série de leilões em que produtos e terrenos digitais alcançaram valores estratosféricos.
Em agosto, o Facebook já havia lançado o Horizon Workroom, seu ambiente de trabalho em VR (realidade virtual), em setembro, anunciou a parceria com a RayBan para criar óculos de sol que permitem filmar, fotografar e "ler" dispositivos de realidade aumentada.
Também em setembro, a banda inglesa Muse colocou no ar na plataforma Stageverse um show gravado com 16 câmeras 360, em que os fãs, devidamente paramentados com seus Oculus com avatares customizados (e caros) podem acompanhar de vários pontos do palco e da plateia.
Games e moda no metaverso
Por falar em avatares, a Epic Games, desenvolvedora do popular jogo Fortnite, lançou um aplicativo chamado MetaHuman Creator que permite a qualquer pessoa criar pessoas digitais com traços bem realistas, em questão de minutos.
Velhos de todo mundo, uni-vos: nada tendes a perder, exceto suas faces rosadas e lisinhas, em seus avatares. No Fortnite, os jogadores também podem comprar tênis e bolsas da grife Balenciaga para seus avatares.

Mas nessa pré-história, não há um único metaverso - mas vários. O Roblox, uma plataforma que abriu o capital em dez de março e onde desenvolvedores independentes criam jogos populares com crianças, pode ser visto como uma espécie de pré-metaverso, ainda que não demande os Oculus Quest, nem ofereça a imersão total da VR.
O que essa plataforma esbanja são números impressionantes: só no primeiro trimestre de 2021, mais de 42 milhões de pessoas conectadas diariamente resultaram num total de quase 10 bilhões de horas empenhadas no jogo.
Essa turma gastou o correspondente a 652 milhões de dólares na moeda virtual do site, o Robux, comprando chapéus, armas, balões de ar quente e outros badulaques digitais para seus personagens. Depois de abrir o capital em 10 de março, a avaliação da empresa disparou e chegou a 50 bilhões de dólares neste fim de ano.
Adesão de grandes marcas
Em novembro, a Nike apresentou seu novo mundo virtual, dentro do Roblox. Na Nikeland haverá estádios e arena para que os jogadores possam disputar diversos jogos virtuais - de preferência, devidamente paramentados com produtos digitais à venda na loja virtual do território.

Especialistas do BCG Henderson Institute, um think tank de estratégia do Boston Consulting Group, vinculam a sobrevivência de plataformas como Fortnite, Roblox, Decentraland, Discord ou Topia à inserção de marcas fortes no mundo real, para reforçar a geração de receitas. E lembram que embora mais de 150 milhões de pessoas joguem Roblox todos os meses, em 2020 o prejuízo da companhia passou dos 250 milhões de dólares.
Uma das mais conhecidas marcas em todo mundo, a Coca-Cola, entendeu a mensagem e leiloou recentemente uma caixa com três NFTs no Decentraland: uma jaqueta personalizada da Coca-Cola; um visualizador de som que apresenta clipes de áudio enquanto você bebe ou derrama Coca virtual; e um Cartão da Amizade, com obras de arte da grife feitas na década de 1940. E o vencedor do leilão recebeu um cooler de verdade cheio de latas de Coca para beber no mundo real.
Outra marca pioneira é a Hyundai. Em outubro, a companhia coreana lançou o Hyundai Mobility Adventure, um espaço virtual compartilhado no Roblox no qual avatares podem experimentar as ofertas se comunicarem entre si. Eles podem testar os novos veículos e soluções de transporte da Hyundai; operar veículos robóticos e dispositivos de mobilidade aérea urbana; e participar de diversas atividades e experiências sociais.
A referência à maior fábrica de automóveis do mundo permite olhar mais para trás, em busca de parâmetros e metáforas. As bolas de cristal nunca tiveram sua eficácia comprovada, mas talvez valha lembrar que, em outubro de 1908, quando Henry Ford lançou o protótipo do primeiro carro popular da história, o Modelo T, os Estados Unidos tinham menos de 30 mil quilômetros de estradas pavimentadas. No começo dos anos 20, mais da metade dos veículos registrados em todo mundo eram Fords - só do Modelo T foram fabricadas e vendidas 15 milhões de unidades.
O metaverso pode ser um novo Modelo T? Ninguém tem a resposta precisa, mas é muito evidente a disposição de grandes nomes do mundo digital, como Zuckerberg e Gates estarem apostando suas fichas nesse lance.
_________________________________________________Opinião: Pedro e Paulo Markun - Existe um metaverso grátis para qualquer um criar e que você já pode usar
_________________________________________________Registro inédito: veja os últimos momentos da vida de uma estrela
_________________________________________________Opinião: Ricardo Cavallini - Big techs surgiram para mudar o mundo, mas viraram o padrão a ser superado

As big techs conquistaram nosso coração. Lindas e maravilhosas, elas surgiram para tornar a nossa vida melhor. Tem a loja que entrega tudo em dois dias. A rede que nos conecta aos amigos distantes. A que mostra o preço da corrida antes de entrarmos no carro. A que nos permite ver séries quando quiser e sem propaganda. A que entrega comida por um preço camarada. A que não cobra anuidade no cartão de crédito. Temos até a que nos permite ganhar milhares de seguidores só fazendo dancinha.
E nesse mundo perfeito, elas se tornaram as maiores empresas do mundo. Algumas valendo mais de US$ 1 trilhão, um feito difícil de imaginar alguns anos atrás.
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Hoje, nós — e nossos filhos — passamos mais tempo do nosso dia com essas marcas do que com a própria família. Por este e outros motivos, as big techs se tornaram as empresas mais valiosas e também as marcas mais valiosas. Não apenas em colocação no ranking, mas valendo muito mais que as marcas tradicionais.
Apenas para ilustrar, segundo a Brand Finance, em 2007 a marca (não a empresa em si) mais valiosa do mundo era a Coca-Cola, com valor estimado de US$ 43 bilhões. Em 2022, este valor não entraria nas top 30. Com poucos anos de vida, a marca TikTok já vale mais (US$ 59 bilhões). Em primeiro lugar, a Apple bate os US$ 355 bilhões.
Outro índice relevante é o de fidelidade de marca. Segundo a Brand Keys, big techs como Amazon, Netflix, Apple e Google também dominam esta lista.
Talvez por isso que uma empresa como a Amazon pode vender —e com sucesso — pilhas AA usando sua própria marca. Os consumidores talvez confiem mais nela do que em fabricantes tradicionais que fazem pilhas há 100 anos.
Neste universo de amor e felicidade, as big techs viraram o novo status quo. Porém, suas garras começaram a gerar machucados enquanto se moviam em sua constante busca de crescimento e dominância de mercado. O amor pode acabar.
Em algum momento, uma parte dos consumidores poderá perceber que, no fundo no fundo, imagine só, o objetivo de algumas destas empresas seja apenas o lucro.
Um bom exemplo é bem atual. Neil Young versus Joe Rogan, com o Spotify ficando do lado do dinheiro. Para quem não acompanhou, a plataforma assinou contrato de mais de US$ 100 milhões para ter exclusividade do podcast de Rogan. Com mais de 11 milhões de ouvintes por episódio, ele tem histórico em opiniões e convidados negacionistas e que estimulam o ódio, espalhando mentiras e desinformação sobre temas como covid ou supremacismo branco.
Perguntei à empresa sobre o assunto e responderam que já removeram mais de 20 mil episódios de podcasts sobre covid. Mas Rogan continua firme. E aposto que a audiência destes 20 mil episódios não chegue perto de um único episódio de Rogan.
O fato de o Spotify não remover estes conteúdos (ou remover apenas uma parte deles), fez Young pedir para plataforma resolver o problema ou remover suas músicas.
A plataforma não fez nada, ou seja, decidiu a favor de Rogan.
Comercialmente falando, foi uma decisão fácil. Ainda que tenha importância musical, Neil Young não tem relevância em números quando comparado a outros artistas ou ao próprio Joe Rogan.
Antes de criticarmos a empresa, que tal botar outro componente na lista? Por que nossos artistas preferidos, muitas vezes tão ativistas nas redes, também não fazem a mesma pressão? É válido criticar ou xingar muito o governo antivacina no Twitter, mas seria bem mais prático se nossos artistas populares também pedissem para retirar suas músicas desta e outras plataformas.
Voltando às big techs, agora que elas representam o status quo, a tendência é virar vidraça. E cada vez mais precisarão tomar decisões difíceis. Decisões que podem arranhar suas marcas e mostrar para seu público que, no fundo no fundo, is all about money.
Os primeiros derrotados nesta batalha? Facebook e Mark Zuckerberg. Será que alguém ainda gosta deles? Será que alguém ainda confia neles?
Os próximos anos serão interessantes. Já pensou se um dia, Deus me livre pensar isso, as startups que surgiram para tornar o mundo um lugar melhor, se mostrarem apenas empresas buscando lucro a qualquer custo? Me dá arrepio só de pensar nisso.
A realidade bate a porta. No universo corporativo, uma frase é dita com frequência: o lucro liberta. Em breve algumas big techs e startups descobrirão que o lucro também tem seu preço.
** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL
_________________________________________________Brasil quer atrair nômades digitais, profissionais que podem trabalhar de qualquer lugar. Veja como
SÃO PAULO E RIO - O Brasil entrou na disputa para atrair os chamados nômades digitais, trabalhadores qualificados de alta renda que podem trabalhar de qualquer lugar, um estilo de vida que ganhou força com o home office na pandemia.
O Relatório Global de Tendências Migratórias 2022 da Fragomen, empresa especializada em serviços de imigração mundial, estima que 35 milhões de profissionais tenham esse perfil no mundo e prevê que o número pode chegar a um bilhão em 2035.
Cerca de 40% deles têm renda superior a R$ 34 mil por mês e chegam a gastar em torno de R$ 4,2 milhões por ano.
Foi de olho nesse grupo seleto que o Conselho Nacional de Imigração, do Ministério da Justiça, regulamentou na semana passada a criação de um visto especial.
A ideia é permitir que estrangeiros possam ficar por um ano (com possibilidade de prorrogação) aqui, mesmo vinculados a empresas do exterior. A mudança abre oportunidades para setores como os de hospedagem e escritórios compartilhados.
O foco está em executivos, especialistas, gestores de investimentos, criadores de conteúdo e outros profissionais que só precisam de um laptop e uma boa conexão para produzir.
Veja os países que já têm esse tipo de visto e que também estão na disputa pelos nômades digitais e conheça histórias de pessoas que pulam de um país para outro sem abrir mão do emprego.
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_________________________________________________GOOGLE DRIVE quase LOTADO: como manter o serviço grátis - Gizmodo Brasil
_________________________________________________5 estabilizadores de celular ou câmera no AliExpress

Por Ramalho Lima
via nexperts
Um dos maiores segredos dos reviewers e dos profissionais da área de fotografia, para alcançar uma qualidade superior, é usar um estabilizador de celular ou câmera. Esse recurso até está incluído em aparelhos mais modernos, mas ainda não pode competir com os estabilizadores de câmera externos.
O dispositivo é um ótimo aliado para gravação de vídeos, fotos com mais qualidade, registros de viagens para qualquer tipo de roteiro e como garantia de imagem sem tremor e captando o melhor ângulo. E mesmo sendo um dispositivo que necessita de um bom investimento, você pode encontrar um modelo em uma pechincha AliExpress e garantir um ótimo dispositivo.
A seguir, listamos cinco modelos de estabilizadores de câmeras que estão entre os mais bem avaliados do site. Aproveite para adquirir e fazer ótimos registros, como tirar fotos bonitas e gravar vídeos para o YouTube.
1. Estabilizador de celular Zhiyun Smooth5
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Estabilizador para celular Zhiyun Smooth5
O Smooth 5 da Zhiyun é um gimbal estabilizador de 3 eixos de design compacto projetado para smartphones, que conta com movimento estabilizado ao longo dos eixos de panorâmica, inclinação e rotação, o que permite possibilitar a captura de vídeo suave e imagens de qualidade profissional a partir de seu telefone.
O Zhiyun Smooth5 é um estabilizador de celular com três eixos, que possibilita a movimentação do celular em todas as direções.
Seus recursos incluem modo para capturar objetos em alta velocidade, modo de rastreamento de face e timelapse.
O Smooth5 é compatível com diversos acessórios extras, que podem ir junto com o produto, caso o pacote combo seja escolhido no ato da compra.
2. Estabilizador de celular Hohem iSteady V2
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Estabilizador para celular Hohem iSteady V2
Seu sensor de visão de ia incorporado é capaz de reconhecer o corpo humano, e sempre se manterá focado em você, mesmo que você gire, pule e vire as costas para ele.
O iSteady V2 também estabiliza com três eixos e tem o recurso dolly zoom, além dos modos inception, timelapse e panorama.
Ele ainda suporta comandos por gestos, rastreamento de face e tem luz de LED embutida (com três níveis de intensidade).
Um ponto interessante é que o rastreamento de objeto do dispositivo é bem rápido e versátil, por isso, o estabilizador pode filmar sem a ajuda de uma pessoa segurando o dispositivo.
3. Estabilizador de câmera FeiyuTech AK2000C
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Estabilizador para câmera FeiyuTech AK2000C
Com 3 eixos portátil projetado para trabalhar com câmeras fotográficas, apresenta capacidade para suportar uma carga útil de até 2.2 kg, bem como dispõe de excelentes recursos para suas produções cinematográficas. Conta com autonomia de bateria para até 12 horas.
Ao contrário dos modelos anteriores, este modelo é um estabilizador de câmera mirrorless ou DSLR. Ele estabiliza com três eixos, suporta carga máxima de até 2,8 Kg e tem os modos inception e timelapse com movimentação automática.
No mais, o modelo possui painel de controle sensível ao toque, conexão de módulo dupla (Wi-Fi + Bluetooth) — para a comunicação simultânea com o app do estabilizador e a câmera, e um botão de giro que permite criar diversos modos de filmagem.
4. Estabilizador de celular DJI Osmo 5
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Estabilizador para celular DJI Osmo 5
Com comprimento máximo de de pouco mais de 21 centímetros, distância suficiente para garantir fotos e vídeos mostrando mais do cenário do que em versões anteriores do gadget.
O DJI Osmo 5 é mais mais um estabilizador de celular com três eixos disponível no AliExpress. E mesmo sendo um modelo leve e compacto, ele possui um cabo extensor integrado para ampliar o ângulo de captura, assim como pode ser repousado sobre uma mesa, por meio do tripé.
Se você for inexperiente com o uso de estabilizadores, o recurso ShotGuides oferece várias dicas para te ajudar a fazer capturas com alta qualidade.
A DJI ainda destaca a alta durabilidade desse modelo de estabilizador de celular e seu cabo ergonômico, para reduzir o cansaço.
5. Câmera estabilizadora DJI Osmo Pocket
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Câmera estabilizadora DJI Osmo Pocket, 4K 60fps
Um estabilizador de cardan leve e uma combinação de câmera 4K que é compacta o suficiente para ser transportada para qualquer lugar. Pesando pouco mais de 10 gramas e medindo apenas 4,8 "de altura.
A Osmo Pocket é uma câmera estabilizadora extremamente compacta e portátil. Ela é ideal para quem quer partir para algo mais avançado que o celular, mas precisa de uma solução simples e leve.
A lente tira fotos com 12 MP e pode gravar vídeos em 4K com até 60 FPS. O modelo também traz recursos bem avançados, como o estabilizador mecânico com três eixos, sistema de resfriamento passivo, cabo antiderrapante e anti-suor, e tela sensível ao toque.
A Osmo Pocket ainda conta com os modos de rastreio de face, motionlapse, foto panorâmica e o nightshot, para capturar fotos belíssimas, mesmo à noite.
Para somar, o app Mimo permite ao usuário acoplar o celular junto à câmera, para a exploração total dos controle sobre os movimentos do estabilizador e dos parâmetros do dispositivo, e também para a exibição de transmissões ao vivo e em HD.
Cupom de desconto AliExpress
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Saiba como escolher um ar-condicionado inteligente - Gizmodo Brasil
Veja dicas do que você deve considerar na hora de comprar um ar-condicionado inteligente
A lista de eletrodomésticos inteligentes não para de crescer — boa notícia para quem pretende integrar os dispositivos de sua casa e controlar sua automação com um clique. Nesta edição da seção Saiba Como, o Gizmodo Brasil traz dicas de como comprar um ar-condicionado inteligente.
Economia de energia
Um dos principais benefícios de um ar-condicionado inteligente é a economia de energia. Em alguns produtos, ela pode ultrapassar os 80%.
Praticidade
Os dispositivos podem ser controlados sem a necessidade de um controle próprio, já que a conexão Wi-Fi permite o controle dos aparelhos através de aplicativos de celular, por exemplo.
Conexão wi-fi
Outro benefício da conexão wi-fi é a possibilidade de controlar todos os ar-condicionados inteligentes de sua casa de uma vez só — e com apenas um comando. O recurso é mais eficiente se todos os dispositivos forem fabricados pela mesma empresa. Caso sejam de marcas diferentes, controlar todos os dispositivos de uma vez pode não ser possível.
Nem todos os dispositivos disponíveis no mercado nacional possuem wi-fi integrado, mas algumas marcas possuem “kits wi-fi” para você tornar seu ar-condicionado inteligente.
Preço
Os ar-condicionados inteligentes tem uma grande variedade de tipos e preços e, certamente, você encontrará um que caiba no seu bolso. É possível encontrar aparelhos que vão de R$ 1.500 até R$ 3.000 no mercado brasileiro. Os preços vão depender muito da tecnologia disponível no dispositivo e também se possui wi-fi integrado.
Confira a seguir algumas sugestões de ar-condicionado compatíveis com casas inteligentes.
Ar-condicionado Philco

O aparelho utiliza gás R410a, não inflamável, sendo com baixa chance de danificar a camada de ozônio. O ar-condicionado conta com proteção contra vírus, bactérias e fungos. Além disso, possui compatibilidade com wi-fi através do Kit Philco Home Smart wi-fi. Custa R$ 1.999.
Ar-Condicionado Split HW LG Dual Inverter
É compatível com comandos de voz através dos assistentes virtuais Alexa, da Amazon, e Google Assistant, além de possibilidade de controle pelo aplicativo LG SmartThinQ. O dispositivo ainda pode economizar 70% menos energia que aparelhos convencionais. Sai por R$ 2.699.
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Brasil tem chance de ser competitivo globalmente na nova geração de serviços da internet
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Corre-se o RISCO de sairmos da pandemia de VOLTA nos anos 80 ou 90, ao INVÉS de sairmos com a sensação de FUTURO.
_________________________________________________Qual Alexa comprar? O que considerar antes de escolher uma Amazon Echo
Alexa é a assistente virtual da Amazon, presente na linha de produtos Echo. As caixinhas têm o objetivo de facilitar a vida das pessoas por meio de comandos de voz e chegaram no Brasil em 2019. Atualmente, há uma diversidade de modelos a venda, que se dividem entre alto-falantes inteligentes (Echo, Echo Dot e Echo Studio) e telas inteligentes (Echo Show). Os preços partem de R$ 349 e chegam até R$ 1.899.
Os alto-falantes e telas inteligentes podem tocar músicas, informar previsão do tempo, reproduzir notícias, realizar ligações, criar lembretes, controlar dispositivos inteligentes, entre outras funções. Também é possível expandir as possibilidades da Alexa por meio de "skills", que são comandos adicionais criados por outros desenvolvedores e que podem ser adicionados à assistente virtual.
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Todos os dispositivos Echo são embarcados com a Alexa, que permite controlar funcionalidades com comandos de voz — Foto: Divulgação/Amazon
Para escolher a caixinha Echo que mais se encaixa no seu perfil, é preciso conhecer os modelos, entender suas diferenças e, claro, saber o preço de cada uma. Confira, abaixo, alguns pontos importantes na hora de escolher uma Alexa.
Potência e qualidade dos alto-falantes
Um dos pontos importantes para quem quer comprar uma Amazon Echo é a qualidade do áudio. Entre os dispositivos da Amazon, a Echo Studio promete a melhor potência e qualidade de som, com cinco alto-falantes direcionais (um woofer de 5,25", três mid-range de 2" e um tweeter de 1") que entregam até 330 Watts de potência RMS.
Ela também possui entrada mista P2 e mini-linha óptica, que permite conectar aparelhos por meio de cabos. Além disso, esse modelo é o único da varejista norte-americana que possui compatibilidade com o Dolby Atmos, tecnologia de som surround.
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Echo Studio possui conjunto de drivers composto por cinco alto-falantes direcionais — Foto: Divulgação/Amazon
A Echo Show 10 também promete boa qualidade de som. O produto possui três alto-falantes: um woofer de 3", com até 35 Watts de potência, e dois tweeters de 1", que entregam até 5 Watts de potência cada. Este modelo, porém, não conta com processamento Dolby ou conectores de áudio.
A certificação Dolby Audio é encontrada na Echo de quarta geração. O dispositivo possui especificação sonora parecida com a Echo Show 10, com três alto-falantes: um woofer de 3" e dois tweeters de 0,8".
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Echo Dot de 4ª geração é composta por um woofer de 3" na parte superior e dois tweeters de 0,8" nas laterais — Foto: Divulgação/Amazon
Na sequência estão as duas gerações da Echo Show 8, que possuem dois alto-falantes de 2" e potência total de 20 Watts. Elas entregam um som estéreo e não há diferença das especificações sonoras entre as gerações. Porém, a primeira geração possui uma saída P2, que permite ao usuário conectar um alto-falante externo à Echo — esta porta foi removida na segunda geração.
A Echo Show 5 de segunda geração e as Echo Dot de terceira e quarta gerações possuem um alto-falante de 1,6". Segundo a Amazon, o alto-falante da Echo Show 5 entrega 4 Watts de potência. Elas se diferenciam no quesito de direcionamento de áudio: a Echo Show 5 promete som de alcance completo. Já as especificações da Echo Dot de quarta geração mostram que ela possui áudio com direcionamento frontal, enquanto a de terceira geração não possui essa característica.
Os dispositivos Amazon Echo são muito utilizados para escutar música. Porém, o usuário deve ficar atento: todos os modelos da linha precisam de uma fonte de alimentação para funcionar. Então, se você precisa de portabilidade, talvez uma Alexa não seja a melhor escolha.
A tela é necessária?
Como a linha Amazon Echo se divide entre alto-falantes e telas inteligentes, um ponto que deve ser analisado é a necessidade de uma tela. Se a sua maior necessidade for em qualidade de som, por exemplo, é possível desconsiderar esse recurso. Mas caso você queira utilizar o dispositivo para videochamadas, assistir a vídeos ou exibir informações em texto, um display é bem-vindo.
Tela inteligente da Amazon possui display que exibe informações como horário, previsão do tempo e fotos — Foto: Yuri Hildebrand/TechTudo
Outra vantagem das telas inteligentes da Amazon é a câmera integrada. Além de servir para videochamadas, é possível utilizá-la para monitoramento remoto, por meio do aplicativo Amazon Alexa para smartphones.
A varejista disponibiliza quatro modelos de tela inteligente no Brasil: Echo Show 5 de segunda geração, com tela de 5,5" e resolução 960 x 480, Echo Show 8 de primeira e segunda gerações, com tela de 8" e resolução 1280 x 800 e a Echo Show 10, com tela de 10,1" e resolução 1280 x 800.
Esta última se destaca pela tela móvel, que segue o usuário durante uma chamada de vídeo. Todos os dispositivos permitem que a câmera seja desligada fisicamente, para controle de privacidade. Além disso, os displays dos aparelhos são sensíveis ao toque.
Echo Show 10 possui base móvel motorizada que permite ao dispositivo "seguir" o usuário — Foto: Divulgação/Amazon
Entre a primeira e segunda gerações da Echo Show 5 e da Echo Show 8, poucas mudanças foram feitas. A mais expressiva está na câmera da nova geração, de 2 MP na Echo Show 5 e de 13 MP na Echo Show 8. Os modelos anteriores contavam com câmeras de 1 MP.
Design
Na linha Echo, é possível encontrar uma variedade de tamanhos e formatos. Para quem busca um dispositivo mais discreto, para ser usado em cima de uma mesa, na cozinha ou ao lado da cama, os dispositivos Echo Dot são uma boa escolha.
A terceira geração possui o formato de um disco e o menor tamanho entre os modelos vendidos atualmente, com 43 mm de altura, 99 mm de comprimento e largura, e peso de 300 g. As laterais, onde ficam as saídas de som, são envoltas em tecido. Ela possui um anel de luz no topo, que acende quando o usuário fala o comando "Alexa". O modelo possuía opção de display com relógio, que não está mais a venda. A única opção de cor disponível atualmente é a preta.
Echo Dot de terceira geração possui formato parecendo um disco, com anel de luz no topo e quatro botões — Foto: Marvin Costa/TechTudo
A Echo Dot de quarta geração é ligeiramente maior que sua antecessora, com 89 mm de altura e 100 mm de comprimento e largura, pesando 328 g. Seu formato é esférico e mais moderno, e possui um tecido envolto à saída de som. Nesta geração, o anel de luz fica na base, fazendo a superfície em que está o dispositivo brilhar suavemente quando a luz se acende. O modelo pode ser encontrado nas cores preta, azul e branca, além de opções com display LED que exibe um relógio.
Também em formato esférico, a Echo de quarta geração já é um pouco mais "parruda" em relação aos modelos "Dot", pesando mais que o dobro deles — cerca de 940 g. Ela possui 133 mm de altura e 144 mm de comprimento e largura. Ela se assemelha bastante com a Echo Dot de quarta geração, com anel de luz na base e tecido envolto à saída de som.
Não há opção de display LED com relógio na Echo de quarta geração. É possível escolher entre as cores preta, azul e branca. Por ser maior e ter qualidade de som melhor que os modelos "Dot", ela pode ser usada em ambientes maiores e mais centrais, como em salas de estar.
Echo e Echo Dot de quarta geração possuem formato esférico — Foto: Yuri Hildebrand/TechTudo
O modelo mais pesado é a Echo Studio, com 3,5 kg. Ela possui formato cilíndrico, 206 mm de altura e 175 mm de diâmetro. Assim como a Echo Dot de terceira geração, seu anel de luz fica no topo e toda sua lateral, onde ficam os alto-falantes, é envolta em tecido.
Disponível apenas na cor preta, a Echo Studio é bem imponente, prometendo ser um bom dispositivo para ficar no centro de um cômodo maior e mais importante da casa. Os modelos Echo Studio, Echo de quarta geração e Echo Dot de terceira e quarta gerações possuem botões no topo para mutar o microfone ou aumentar e diminuir o volume.
Echo Studio possui formato cilíndrico, com abertura na parte de baixo para facilitar a saída de sons graves — Foto: Divulgação/Amazon
A Echo Show 10 possui dimensões um pouco maiores, com 230 mm de altura, 251 mm de largura e 172 mm de comprimento e está disponível apenas na cor preta. O adicional em seu design é a tela, que se prende à base por um braço. O display pode ser útil em ambientes como a cozinha, por exemplo, já que é possível assistir a receitas. Com a possibilidade de realizar videochamadas, também pode ser usado em salas de estar e jantar. O dispositivo pesa 2,56 kg.
Devido à presença do display, não há anel de LED nos modelos Echo Show: a faixa de luz tradicional da Alexa é apresentada na tela. Os botões também migraram: eles estão presentes no topo da moldura do display. O botão de ação foi removido e foi acrescentado um controle para a tampa de privacidade da câmera.
Ao chamar a "Alexa", uma faixa azul é exibida na tela, indicando que a Echo Show está escutando seu comando — Foto: Yuri Hildebrand/TechTudo
Os modelos Echo Show 8 e Echo Show 5 se aproximam mais de usos em mesas de escritório e ao lado da cama, por exemplo. Ambos possuem a tela na frente, em material plástico, e o alto-falante atrás, com acabamento em tecido. Elas possuem formato de prisma triangular com arestas arredondadas.
A primeira e a segunda gerações do Echo Show 8 possuem as mesmas dimensões, com 135 mm de altura, 200 mm de largura e 99 mm de comprimento, pesando 1,04 kg e disponíveis nas cores branca e preta. A Echo Show 5 é mais leve, com 410 g, e um pouco menor, com 86 mm de altura, 148 mm de largura e 73 mm de comprimento. Além das cores branca e preta, ele também está disponível na cor azul.
A Alexa é igual em todos os dispositivos?
A Alexa é o nome dado à assistente virtual criada pela Amazon e é embarcada em todos os dispositivos Echo citados. Não há diferenciação entre os dispositivos nesse quesito — a Alexa é igual em todos os modelos.
Porém, é possível que o usuário perceba diferenças quanto à velocidade de resposta da Alexa, já que alguns dispositivos possuem processadores melhores que os outros. Também há recursos presentes em alguns modelos que não estão presentes em outros, mas é uma limitação de cada aparelho, não da Alexa presente neles.
Conectividade
Quase toda a linha Amazon Echo vendida no Brasil possui conectividade Wi-Fi 802.11 a/b/g/n/ac, sendo compatível com redes de 2,4 e 5 GHz. A exceção é a Echo Dot de terceira geração, que não é compatível com o padrão 802.11 ac. Todos os modelos precisam estar conectados ao Wi-Fi para funcionamento correto.
Os dispositivos também possuem conectividade Bluetooth. Além disso, os modelos Echo de quarta geração, Echo Studio e Echo Show 10 podem ser usados como um hub ZigBee. Esse padrão é utilizado em alguns dispositivos inteligentes, como é o caso da linha de lâmpadas Philips Hue. São opções interessantes para quem possui aparelhos que utilizam essa tecnologia não precisarem de um hub adicional para que eles funcionem.
Preços
A Echo Dot de terceira geração é a opção mais barata vendida pela Amazon no Brasil, custando R$ 349. É uma boa opção para quem está querendo sua primeira Alexa e não quer gastar muito, ou até quem já possui outros dispositivos Echo, mas quer ter a assistente virtual da Amazon em outros cômodos da casa, como o quarto ou o escritório.
Porém, por R$ 399, é possível ter um modelo de quarta geração da Echo Dot, que possui áudio ligeiramente superior e visual mais moderno. Se você puder gastar R$ 50 a mais, é uma boa pedida frente ao de terceira geração. A Echo Dot de quarta geração também possui uma opção de display com relógio LED, como se fosse um "rádio-relógio" moderno. Vendida por R$ 499, é focada em quem quer um dispositivo ao lado da cama.
Amazon Echo Dot de quarta geração possui opção com display LED que mostra um relógio — Foto: Divulgação/Amazon
Para aqueles que precisam de um áudio superior e não veem necessidade em pagar mais caro por conta de uma tela, a Echo de quarta geração e a Echo Studio são boas opções. Esta última possui as melhores especificações de áudio, com seus cinco alto-falantes, 330 Watts de potência e compatibilidade com o Dolby Atmos, custando R$ 1.699.
Por R$ 699, é possível comprar uma Echo de quarta geração. Apesar de não ter toda a potência da Echo Studio, seus três alto-falantes e compatibilidade com o Dolby Audio poderão proporcionar uma boa experiência e economia de R$ 1.000. É uma opção para quem está com o orçamento mais apertado, mas gostaria de ter uma qualidade de som melhor.
Tanto a Echo de quarta geração quanto a Echo Studio possuem conectividade ZigBee, o que pode ser um diferencial para quem possui outros dispositivos que também utilizem essa tecnologia e necessite de um hub para controlá-los.
Entre os modelos de telas inteligentes, a Echo Show 5 de segunda geração é o mais barato, custando R$ 599. A tela de 5,5" pode ser útil ao lado da cama ou no escritório, assim como as Echo Dots. Como sua resolução é de apenas 960 x 480, ela talvez não seja a melhor opção para assistir a vídeos.
As Echo Show 8 de primeira e segunda gerações já possuem resolução maior, de 1280 x 800, e tela maior, de 8", o que torna a experiência de assistir a vídeos melhor se comparada à Echo Show 5. Entre as gerações da Echo Show 8, a maior diferença é na câmera embutida: na primeira geração, a resolução é de 1 MP; na nova, ela foi atualizada para 13 MP.
O modelo de primeira geração é encontrado por R$ 899 e o de segunda geração por R$ 999. Considerando que os alto-falantes das duas gerações possuem as mesmas características, talvez gastar R$ 100 a mais pela segunda geração só valha a pena para quem realmente vá utilizar a câmera integrada.
O modelo da linha Amazon Echo vendido no Brasil mais caro atualmente é a Echo Show 10. Encontrada por R$ 1.899, é mais cara que a Echo Studio, apesar de ter potência de som inferior, de 45 Watts, e não ter nenhuma certificação Dolby.
Neste modelo, o que chama a atenção é, de fato, a tela e a possibilidade de a base se movimentar para seguir o usuário durante uma videochamada. É um bom modelo para ser utilizado na sala ou na cozinha, por exemplo. Porém, é um investimento bem alto, focado mais em pessoas que querem uma Alexa para assistir a vídeos e fazer videochamadas.
Amazon Echo Studio é uma boa opção de alto-falante inteligente para ser colocado na sala de estar da residência — Foto: Divulgação/Amazon
Alto-falantes inteligentes da linha Amazon Echo vendidos no Brasil
| Especificações | Echo Dot (3ª geração) | Echo Dot (4ª geração) | Echo (4ª geração) | Echo Studio |
| Lançamento no Brasil | Outubro de 2019 | Novembro de 2020 | Novembro de 2020 | Junho de 2020 |
| Preço | R$ 349 | R$ 399 a R$ 499 | R$ 699 | R$ 1.699 |
| Potência | 330 Watts | |||
| Drivers | Alto-falante de 1,6" | Alto-falante de 1,6" com direcionamento frontal | Woofer de 3" e dois tweeters de 0,8" | Woofer de 5.25", três mid-range de 2" e tweeter de 1" |
| Microfones | 4 | 4 | 6 | 7 |
| Conectividade | Wi-Fi 802.11 a/b/g/n e Bluetooth | Wi-Fi 802.11 a/b/g/n/ac e Bluetooth | Wi-Fi 802.11 a/b/g/n/ac, Bluetooth e ZigBee | Wi-Fi 802.11 a/b/g/n/ac, Bluetooth e ZigBee |
| Dolby | Não | Não | Dolby Audio | Dolby Atmos |
| Dimensões | 43 mm x 99 mm x 99 mm | 100 mm x 100 mm x 89 mm | 144 mm x 144 mm x 133 mm | 206 mm x 175 mm |
| Peso | 300 g | 328 g | 940 g | 3,5 kg |
| Outros | saída P2 | saída P2 | saída P2 | entrada P2/mini-linha óptica; áudio imersivo |


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