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https://www.uol.com.br/nossa/noticias/redacao/2022/02/25/como-limpar-rejunte-do-banheiro.htm
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https://www.tecmundo.com.br/internet/232840-onedrive-vs-google-drive-veja-comparativo-entre-servicos-2022.htm
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https://www.uol.com.br/vivabem/noticias/bbc/2022/01/31/omicron-como-evitar-o-uso-errado-da-mascara-certa.htm
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https://www.uol.com.br/tilt/noticias/redacao/2022/02/25/veja-aplicativos-para-usar-com-os-pets.htm
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https://gizmodo.uol.com.br/3-perfis-que-fazem-o-twitter-ainda-valer-a-pena/amp/
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https://www.uol.com.br/vivabem/colunas/chef-funcional/2022/02/27/guia-para-economizar-na-alimentacao-saudavel.htm
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https://www.techtudo.com.br/listas/2022/03/seis-sites-para-ler-hqs-online.ghtml
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_________________________________________________https://www.uol.com.br/tilt/colunas/pedro-e-paulo-markun/ _________________________________________________https://www.bbc.com/portuguese/internacional-55973855 _________________________________________________

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https://www.bbc.com/portuguese/brasil-60160039
Como a ciência explica pais que já esqueceram filhos no carro - e o que fazer para evitar
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https://www.bbc.com/portuguese/geral-60085408
Como é viver na expectativa de um superterremoto e tsunami no Japão
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https://gizmodo.uol.com.br/como-ajustar-o-android-para-situacoes-de-emergencia/amp/
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https://www.uol.com.br/tilt/noticias/redacao/2022/02/03/conheca-o-supercomputador-de-ia-da-meta-que-vai-acelerar-o-metaverso.htm
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_________________________________________________5 CUIDADOS para ter com seu AR-CONDICIONADO SMART 

Modelo INTELIGENTE requer ATENÇÃO ESPECIAL a algumas de suas características; veja quais são

_________________________________________________10 dicas poderosas pra PROTEGER seu CELULAR de FRAUDES e GOLPES financeiros _________________________________________________O que são MAPAS MENTAIS e como eles podem auxiliar no ambiente de TRABALHO e no ENSINO remoto _________________________________________________Existe um METAVERSO GRÁTIS para qualquer um CRIAR e que você já pode USAR ________________________________________________


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Todos os dispositivos Echo são embarcados com a Alexa, que permite controlar funcionalidades com comandos de voz — Foto: Divulgação/Amazon

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_________________________________________________Metaverso cria novas profissões no mercado de trabalho - Gizmodo Brasil

Além de gerar novas experiências para os usuários, novos ambientes virtuais também devem gerar empregos. Veja alguns

Luana Nunes 22 horas atrás

O metaverso é a próxima fronteira tecnológica — e, por isso, as grandes empresas estão apostando alto nele. Além de gerar novas experiências para os usuários, a expectativa é que o mundo virtual também traga novos empregos. Afinal, alguém precisa fazer esse mundo funcionar, não é mesmo?

O objetivo do metaverso é replicar o que fazemos no mundo real de forma 100% digital. Com a ajuda de avatares, humanos poderão aprender, comprar, trabalhar, socializar e se conectar com colegas de trabalho, amigos e familiares. E, por que não, também trabalhar — ou viver uma espécie de “extensão” do trabalho que já tem no mundo real.

Listamos abaixo algumas apostas de profissões que devem despontar no Metaverso nos próximos anos.

Cientista de pesquisa do metaverso

Para que usuários vivenciem um novo ambiente, é preciso, primeiro, que alguém o projete. Aí que entra a figura do cientista especializado em pesquisa do mundo virtual. Esses profissionais serão responsáveis por idealizar um espaço digital confiável acessível no mundo inteiro e que possa ser acionado digitalmente.

Desenvolvedor de ecossistemas

Como é de se imaginar, o desenvolvedor do metaverso será o grande responsável pela construção de um ecossistema imersivo em 3D. Ele coordenará o governo e parceiros para garantir que as funcionalidades são possíveis em grande escala. Ou seja, esse profissional será responsável também por desenvolver e validar leis e regulamentos — e garantir que eles façam sentido no mundo criado.

Gerente de segurança do mundo virtual

Com a quantidade e diversidades de sensores, fones de ouvidos e câmeras usados no metaverso, a quantidade de dados sobre indivíduos, produtos e organizações privadas e governamentais será enorme.É necessário atuar rapidamente em caso de problemas relacionados à segurança de sistemas.

Storyteller (contador de histórias)

O profissional será responsável pela projeção de missões imersivas, ou seja, a linha de experiência no metaverso. Isso envolve cenários, oportunidades de marketing para empresas e muito mais.

Especialista em bloqueio de anúncios

Isso já acontece e muito em diversos sites, e no mundo virtual não será diferente. A venda de anúncios existirá no metaverso. Por isso, os bloqueadores de anúncios serão necessários: os especialistas neles terão de pensar em como atacar anúncios embutidos no metaverso, impedindo que eles prejudiquem a experiência de usuários.


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5 funções de smart TVs que são pouco conhecidas

Smart TVs oferecem funções desconhecidas, mas que podem ser interessantes para os usuários — Foto: Divulgação/Samsung
1 de 6 Smart TVs oferecem funções desconhecidas, mas que podem ser interessantes para os usuários — Foto: Divulgação/Samsung

Smart TVs oferecem funções desconhecidas, mas que podem ser interessantes para os usuários — Foto: Divulgação/Samsung

1. Faça videochamadas pela smart TV

Câmeras podem permitir videoconferência pelas smart TVs — Foto: Reprodução/Samsung
2 de 6 Câmeras podem permitir videoconferência pelas smart TVs — Foto: Reprodução/Samsung

Câmeras podem permitir videoconferência pelas smart TVs — Foto: Reprodução/Samsung

A smart TV pode oferecer funções além da transmissão de filmes e séries. É possível realizar videochamadas com a família e amigos sem a necessidade de um computador. Para isso, é preciso conectar uma webcam com entrada USB e baixar aplicativos que foram desenvolvidos para essa função. É necessário avaliar também o sistema operacional da sua smart TV, pois alguns modelos oferecem pouca variedade de apps.

Os usuários que possuem televisões com Android TV podem utilizar o aplicativo Google Duo para fazer videochamadas. É preciso baixá-lo na loja online e inserir o seu e-mail. Para quem faz questão de boa resolução e destaque, essa é uma ótima forma de matar a saudade de quem está longe e conversar durante horas sem se preocupar com a distância.

2. Transforme sua tela em um quadro

LG EA8800 'OLED Gallery' exibe galeria de imagens quando está em stand-by — Foto: Reprodução/Renato Bazan

LG tem investido pesado na função Gallery para transformar a tela da smart TV em um quadro. Assim, é possível colocar lindas imagens com alta resolução para ficarem estampadas na parede, como se fosse uma pintura realista. Os modelos que oferecem essa configuração são geralmente OLED, o que significa ainda mais qualidade para a imagem representada na tela.

Samsung também investe nessa função, que é conhecida pela empresa como Modo Ambiente. É menor a quantidade de modelos que oferecem a configuração, mas eles também são equipados com ótima resolução. As smart TVs com display QLED são algumas das alternativas que podem funcionar como quadro em casas ou galerias de arte.

3. Trabalhe por meio da televisão

É possível conectar periféricos e transformar a sua smart TV em uma estação de trabalho — Foto: Unsplash

Para quem está de home office, a smart TV também pode virar uma estação de trabalho. Nessa situação, é preciso usar um simples acessório para realizar a função: o smartphone. As televisões não oferecem suporte para baixar apps como Microsoft Office, porém, é possível espelhar a tela do celular e conectar gadgets como teclado e mouse nas entradas USB.

Dessa forma, enquanto o smartphone espelha o Microsoft Word, por exemplo, é possível digitar um documento pelo teclado que está conectado à TV. Caso o usuário queira apenas fazer uma reunião, não é necessário usar o celular, mas sim uma webcam. Existem diversos acessórios que podem ajudar nessa função e transformar o televisor em um local de trabalho.

4. Assista a transmissões ao vivo

Assista transmissões ao vivo no YouTube ou em outros apps — Foto: Felipe Alencar/TechTudo

É muito comum assistir por meio do computador ou do smartphone, a transmissões ao vivo. Em redes sociais como Facebook, Instagram e até YouTube, essas funções estão disponíveis e muitos famosos fazem lives para os seus seguidores em tempo real. Caso o usuário curta esse tipo de interação, basta entrar no aplicativo que deseja e optar pela transmissão ao vivo disponível.

Essa alternativa funciona na televisão de forma semelhante ao celular e computador. De maneira simples, basta baixar o aplicativo para a TV e selecionar o conteúdo em tempo real. Em algumas redes sociais, como o Facebook, a própria plataforma envia uma mensagem e avisa quando uma pessoa que o usuário segue está ao vivo. Nessa situação, basta clicar e começar a assistir naquele exato momento.

5. Use seu smartphone como controle remoto

É possível usar o smartphone para controlar a sua smart TV — Foto: Paulo Alves/TechTudo

Por fim, caso o usuário esteja sem controle remoto em casa, ele pode transformar seu smartphone em um. Em primeiro lugar, é preciso verificar se o modelo do celular oferece infravermelho ou controle via Bluetooth ou Wi-Fi. Se a configuração estiver disponível, bastar baixar apps como o Mi Remote, muito comum entre os usuários da Xiaomi, e configurar a opção de controle para a TV.

É possível mudar de canal, ajustar o volume e até mesmo mexer em outras configurações importantes. Se o celular é de outra marca, nas lojas Google Play Store e Apple Store, existem outros aplicativos disponíveis para essa função.

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Brasil quer largar na frente na corrida mundial da 'internet dos sentidos'. Conheça a sexta geração da telefonia

Analistas e governo já distutem padrões do 6G, que permitirá, por exemplo, sentir o peso e a força de uma bola de tênis em um jogo virtual

BRASÍLIA - A implementação das redes 5G no Brasil ainda está no início, mas o governo, a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) e especialistas já se mobilizam para criar as aplicações e os padrões da próxima geração de redes móveis, o 6G

Essa nova tecnologia tende a ser ainda mais revolucionária que sua antecessora, abrindo possibilidades com ares futuristas. Os técnicos do setor querem que o Brasil tenha papel determinante na escolha das normas da rede, o que é considerado fundamental para colocar o país na linha de frente da sexta geração.

A supervelocidade do 6G e outras características vão permitir recursos até agora inexplorados, como holografia, aplicações táteis, maior integração de hardware com software, o uso da inteligência artificial e da virtualização de redes.

Também permitirão a maior possibilidade de comunicação sem fio intra e entre chips, além de novos formatos de wearables (como são conhecidas as tecnologias vestíveis), que poderiam até mesmo dispensar o uso de smartphones.

Na bicicleta, a conexão é feita via biometria sem a necessidade de memorizar senhas Foto: Divulgação
Na bicicleta, a conexão é feita via biometria sem a necessidade de memorizar senhas Foto: Divulgação

O professor José Marcos Câmara Brito, pró-diretor de Pós-graduação e Pesquisa do Instituto Nacional de Telecomunicações (Inatel), afirma que já há definições sobre como será o 6G.

Enquanto a quinta geração é voltada principalmente para aplicações corporativas, a próxima faixa será para os consumidores.
 

Maior integração

A possibilidade de aplicações táteis, afirma o professor, vai permitir a sensação do peso e da força de uma bola de tênis em um jogo virtual, por exemplo.

— A primeira coisa que aparece como um consenso entre diversos atores que estão pensando o 6G é que ele vai permitir aplicações que integrem o mundo físico, o mundo digital e o mundo biológico. Um exemplo disso é uma aplicação de gêmeo digital, ou seja, que você replica no digital tudo do mundo físico. Com isso, consegue ter uma infinidade de novos usos. Essa virtualização vai permitir a criação, para o ser humano, de um uma espécie de sexto sentido — afirma Câmara Brito.

Essa integração permitiria, explica o especialista, configurar aplicações para segurança e entretenimento, por exemplo. Como um mapa que replica em tempo real o mundo físico para avisar sobre riscos de segurança ou opções de música ao vivo.

— Passa a ter aplicações que são relacionadas ao humor das pessoas, ao sentimento. Com captação da imagem das pessoas se poderá fornecer aplicações casadas com o humor daquele momento— diz o professor.

O que faz cada geração da telefonia móvel

Multiplicação de antenas

Para toda essa modernidade, será preciso definir uma série de padrões, nos quais o Brasil tenta se inserir. O 6G vai atingir pela primeira vez a frequência do terahertz, ou THz — atualmente, as frequências operadas vão até o gigahertz (GHz).

Com uma largura de banda conhecida como “nova fronteira” de frequências, seria possível atingir velocidades na casa de 1 terabyte (TB) por segundo no pico, com média de 100 gigabytes (GB).

O 5G opera em outra escala, de cem megabytes (MB) a 1GB de taxa média, com 20GB de pico. Ou seja, o 6G tem cem vezes mais velocidade.

O problema é que, quanto mais alta a frequência, menor a distância que ela é capaz de percorrer. Como consequência, é necessário um número muito maior de antenas para vencer a barreira e assegurar a propagação do 6G. São desafios como esse que precisam ser superados nos estudos conduzidos no Brasil e no mundo.

A previsão é que a padronização para o 6G seja finalizada apenas em 2030. Mas isso será feito a partir de definições que já começaram a ser estudadas pelas multinacionais do setor, pela academia e pela União Internacional de Telecomunicações (UIT), agência ligada às Nações Unidas (ONU).

Protagonismo na agenda

Para técnicos do setor, é fundamental que o Brasil tenha protagonismo nas definições das aplicações e dos padrões do 6G. Isso pode beneficiar, por exemplo, a indústria nacional, como empresas que produzem equipamentos voltados para as redes de comunicações ou para quem vai usar as ferramentas.

O país não teve papel decisivo no 4G e no 5G. Isso prejudicou, por exemplo, o desenvolvimento de aplicações para agricultura, setor fundamental para o PIB brasileiro. Nessas duas versões das redes móveis, não houve um foco para conexão em áreas remotas.

A Anatel avalia que o Brasil deve se engajar nas discussões sobre a tecnologia, bem como sobre as aplicações, equipamentos e espectro, se quiser protagonismo nessa agenda. Conselheiro da agência e indicado para a presidência da Anatel, Carlos Baigorri afirma que o Brasil perdeu participação na definição do 3G, do 4G e do 5G:

— A participação na definição das tecnologias é uma posição vantajosa na disputa desse mercado. O Brasil pode ser um player relevante na indústria de comunicações. Uma coisa é ver para onde a coisa está indo, outra é participar do debate — defende.

Para Baigorri, o maior valor do 6G, no entanto, está nas aplicações, e não nas redes. Por isso, argumenta, o país precisa desenvolver essa tecnologia:

— O valor para o consumidor e que o mercado percebe não está na rede, mas nas aplicações que rodam em cima dessa rede.

Países na corrida tecnológica

Globalmente, a corrida tecnológica já começou, com previsão de incentivos locais para a indústria no Reino Unido e na Índia e estratégias em curso em União Europeia, China, Japão e Estados Unidos.

Depois de a corrida pelo 5G apontar a proeminência da gigante chinesa Huawei nos mercados internacionais — apesar das sanções aplicadas por EUA e Reino Unido —, representantes americanos e japoneses firmaram um acordo este ano na tentativa de dominar as redes 6G.

Os dois países querem construir, juntos, equipamentos adaptados à tecnologia, em uma estratégia de minar a participação da China nesse mercado. Pequim também já tem anunciado conquistas na área, dando um indicativo de que essa guerra está só começando.

Os americanos pressionaram diversos países, inclusive o Brasil, a banir a Huawei na construção das redes 5G. A alegação é a de possibilidade de espionagem, sempre negada pela empresa. Em fevereiro, em evento do mercado financeiro, o diretor de Soluções e Cibersegurança da Huawei, Marcelo Motta, disse que a empresa já estuda o 6G do ponto de vista de investimentos:

— A gente começou a investir em 5G em 2009, para a primeira rede sair em 2018. Investimentos pesados em pesquisa e desenvolvimento, metade dos nossos funcionários estão nessa área. Estamos fazendo esses investimentos no 6G.

Enquanto isso, um ecossistema nacional para o tema já está em formação a partir do Projeto Brasil 6G, que foi iniciado no ano passado com liderança do Inatel e da Rede Nacional de Pesquisa e Ensino, com apoio do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações.

O Projeto Brasil 6G é dividido em várias frentes de pesquisa e conta com a participação de seis universidades e do Centro de Pesquisa e Desenvolvimento em Telecomunicações (CPqD).

Confira três aplicações futuras do 6G

Táteis

Será possível transmitir o toque, no que já é chamado de “internet tátil”. Permitiria, por exemplo, emular a força de uma jogada. O desafio é criar pressão contra a pele sem haver um objeto físico.

Holografia

Com técnicas de captura, transmissão e renderização 3D em tempo real, seria possível a criação de hologramas. A Samsung diz que para isso é necessária uma velocidade altíssima, não atingida no 5G.

De um chip a outro

A comunicação sem fio entre chips pode ajudar na criação de cidades inteligentes e abrir caminho para mais funcionalidades para a indústria, por exemplo. Isso só é possível com a faixa do THz, do 6G.

_________________________________________________Itaú: bug faz dinheiro 'sumir e aparecer' na conta de clientes

03/03/2022 2 min de leitura

Clientes do Itaú estão relatando uma falha no aplicativo do banco nesta quinta-feira (3). Segundo os relatos, o problema está relacionado ao saldo, sendo que alguns usuários afirmam que tiveram seu dinheiro retirado da conta sem autorização, enquanto outros receberam altos valores de origem desconhecida.

Alguns clientes relataram até mesmo que pagaram a fatura do cartão, mas continuaram com o valor na conta. "Paguei a fatura do meu cartão pelo Itaú ontem e acordei com o dinheiro na conta de novo e a fatura tá paga", disse um usuário.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

Em resposta aos clientes no Twitter, o banco disse que já está trabalhando para resolver o problema e devolver o dinheiro. "Pedimos desculpas pelo transtorno e estamos aqui para te tranquilizar, pois, realmente o nosso app está com instabilidade, mas o nosso time de tecnologia já está atuando para regularizar e tudo voltar ao normal o quanto antes."

Nas redes, muitos usuários revelaram que 'ganharam' grandes quantias com o bug:

Em nota ao TecMundo, o Itaú confirmou o problema na manhã de hoje relacionado ao extrato e saldo dos clientes. "O Itaú Unibanco informa que está atuando para corrigir o problema de intermitência que afeta seus sistemas na manhã desta quinta-feira (3), com impacto na demonstração do extrato e saldo de conta corrente para parte de seus clientes. O banco lamenta o transtorno e trabalha para que a situação seja corrigida o mais rapidamente possível", diz a nota.

*Matéria atualizada em 03/03/2022, às 11:11, com posicionamento do banco Itaú.


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Opinião: Pedro e Paulo Markun - Quer entender o metaverso? Você pode conferir algumas pistas no streaming

Filme "Matrix" traz conceitos que estão presentes na ideia atual de metaverso - Divulgação
Filme "Matrix" traz conceitos que estão presentes na ideia atual de metaverso Imagem: Divulgação
Pedro Markun e Paulo Markun

30/01/2022 04h00

Quase todo texto sobre o metaverso inclui a informação de que o termo foi cunhado em 1992, numa novela de ficção científica inédita em português - Snow Crash, de Neal Stephenson. Nela, um clássico do cyberpunk, um homem comum que entrega pizza para ganhar a vida vira um príncipe guerreiro dentro do metaverso.

Cumprida a obrigatoriedade, vamos ao que interessa.

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A interação entre a ficção e a realidade parece ser ainda mais próxima no âmbito da chamada ficção científica. Autores como Júlio Verne, Arthur C. Clarke, H.G. Wells, Ray Bradbury, Isaac Asimov ou George Orwell anteciparam não só inovações tecnológicas, como comportamentos humanos em suas obras originalmente futuristas, descoladas da realidade objetiva, aparentemente.

O mesmo acontece no audiovisual. E nesses dias em que as novidades seguem trancadas a sete chaves (circulam rumores de que a Apple prepara seu oculus super-hiper avançado e que custará de dois a três mil dólares) e em que o noticiário só oferece a espuma de inovações criadas justamente para ganhar cliques, a coluna selecionou alguns filmes e uma série que ajudam a entender o tão falado (e ainda nebuloso) metaverso.

Matrix

Matrix - Divulgação - Divulgação
Imagem: Divulgação

Em "Matrix", Thomas Anderson (Keanu Reeves), um programador de computador, descobre que está vivendo em um mundo virtual projetado por uma inteligência artificial que usa a humanidade como fonte de energia no mundo real.

A sequência de filmes (que acaba de ganhar mais uma continuação) ganhou diversos prêmios e estourou bilheterias em seu lançamento. É talvez o grande responsável por trazer narrativas de ficção científica para a mídia de massa —no caso, o cinema—, cujo conceito da diferença entre o mundo natural e o mundo virtual é tão impressionante quanto a ação exibida no filme.

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Opinião: Pedro e Paulo Markun - Existe um metaverso grátis para qualquer um criar e que você já pode usar

Com ferramenta do Mozilla Hubs, um antropólogo recriou um animal extinto e o colocou no centro de sua sala de trabalho no metaverso - Reprodução
Com ferramenta do Mozilla Hubs, um antropólogo recriou um animal extinto e o colocou no centro de sua sala de trabalho no metaverso Imagem: Reprodução
Pedro Markun e Paulo Markun

23/01/2022 04h00

Esta coluna já visitou alguns dos principais metaversos da atualidade, de todos os maiores players do mercado. As diferentes tecnologias estão com diferentes graus de maturidade e, como já mencionamos em outro texto, um dos maiores desafios é criar pontes entre esses esses ambientes controlados por empresas distintas. Na coluna de hoje, queremos apresentar uma outra visão de metaverso, proposta pelos criadores do navegador Firefox.

A Fundação Mozilla, uma entidade sem fins lucrativos, tem como missão "promover a abertura, inovação e oportunidade na web" e o Mozilla Hubs é a aposta deles para o metaverso.

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Ao contrário da maioria das outras tecnologias, o Mozilla Hubs não pretende competir com a internet como a conhecemos —pelo contrário, usando tecnologias livres, se propõe a ser uma extensão tridimensional e imersiva da web.

Isso significa que você não precisa baixar nenhum programa especial para acessar o metaverso da Mozilla.

Qualquer navegador recente, desde que compatível com os padrões abertos da realidade aumentada, pode acessar o ambiente virtual através de um link comum. Assim, você pode acessar as experiências elencadas no final deste texto do seu próprio computador, sem precisar de nenhuma parafernália extra.

Mas, claro, são sempre ambientes tridimensionais imersivos, pensados e construídos para serem utilizados com os mais diferentes dispositivos de realidade virtual.

Ao abrir o mesmo link com o Oculus Quest, da Meta, com o HTC da Vive ou mesmo com as dezenas de óculos chineses que permitem usar o seu smartphone, a experiência se transforma e você pode estar dentro das cenas.

Essa flexibilidade traz vantagens e desafios.

Por um lado, a barreira de entrada é muito menor e é possível hoje explorar esse ambiente a partir do celular ou notebook e encontrar lá dentro pessoas, usando um óculos de realidade virtual.

Por outro, a escolha de acomodar essas diferentes tecnologias traz algumas limitações e, muitas vezes, o mergulho no Mozilla Hubs pode parecer um pouco menos imersivo que experiências similares em sistemas proprietários.

As salas virtuais suportam até 50 pessoas e, como de costume, o primeiro passo é escolher o seu avatar.

O Hubs Cloud, solução na nuvem da Mozilla, que permite você criar seus próprios ambientes gratuitamente e compartilhar o link com amigos, colegas de trabalho ou familiares traz dezenas de avatares prontos, mas o formato aberto permite que você possa subir o seu próprio modelo 3D ou usar ferramentas como o Ready Player Me para criar uma versão virtual sua, a partir de uma foto, por exemplo.

Depois disso, você entra de fato no ambiente virtual e consegue se mover —caso esteja no computador— usando as setinhas do teclado e o mouse, lembrando os jogos de tiro em primeira pessoa.

Uma novidade: no último ano, a Mozilla implementou um avatar-câmara que permite você usar seu próprio rosto dentro de uma figura digital simpática de um astronauta ou, talvez, webnauta.

O áudio nos ambientes é espacializado, o que significa que o volume das vozes muda conforme você se aproxima ou se afasta da pessoa.

Parece pouco, mas é impressionante como essa mudança sutil torna as reuniões e encontros muito menos cansativos que a mesma coisa num Zoom ou outra ferramenta de videoconferência, onde todas as carinhas estão à mesma distância e em que temos a impressão de que todos estão gritando a partir do mesmo lugar.

Desde 2020, a Mozilla criou uma versão paga para empresas, hospedada na nuvem. Baseada no Amazon Web Services (AWS), possibilita usar um servidor de streaming de conteúdo dedicado, para maior segurança.

No Mozilla Hubs, é possível escolher entre vários cenários previamente definidos —de templos gregos a fazendas, sem falar de salões para conferências, escritórios, etc.

É muito simples montar um espaço virtual do jeito, a partir desses modelos ou de algo mais especial, e os criadores podem "importar" de avatares a objetos digitais tridimensionais, além de câmaras, vídeos, etc.

Com isso, as possibilidades de uso se ampliam: é possível fazer o lançamento de um livro, uma exposição, um debate, uma palestra, um papo entre amigos —parte usando algum desses óculos de VR, parte apoiados apenas em um computador, sem problemas. Um simples clique no botão Share no alto da tela e pronto, seu convite é enviado.

Tem gente experimentando essas possibilidades em todo lugar. A comunidade interessada em desenvolver projetos e conhecer melhor a plataforma tem 16 mil membros mundo afora.

Na Alemanha, o Teatro Schubert anuncia para dia 2 de fevereiro a estreia da peça "MAY.be.2.0", uma performance de marionetes para adultos que só vai existir no espaço virtual.

As áreas de palco foram desenvolvidas com a plataforma Mozilla Hubs e o público poderá explorar vários locais online a partir do foyer do teatro virtual. O enredo inclui um encontro com a alegoria das sombras de Platão.

Há experimentos mais próximos também.

O Programa Pontes realizado pela Oi Futuro e pelo British Council juntou jovens artistas da comunidade Aglomerado da Serra, de Belo Horizonte, com criadores britânicos de Bristol, na Inglaterra, e do encontro surgiu a exposição "Galeria Virtual Disputa Nervosa", igualmente hospedada no Mozilla Hubs.

Desde 18 de novembro, é possível visitar essa instalação artística digital interativa, que funciona como um game e mescla rap e imagens da favela com ingleses em alguns vídeos.

Separamos aqui alguns outros ambientes para que você possa navegar pelas possibilidades da ferramenta.

Um ambiente de trabalho e conversa baseado em um coworking brasileiro.

Feito para ser assistido com o Oculus, esse é um exemplo de uma apresentação criada para a American Association of Anatomy na conferência de Biologia Experimental realizada no ano passado.

O antropólogo e pesquisador Keith Chan recriou Paraceratherium, um rinoceronte sem chifres, e montou um 'minimuseu' sobre esse animal extinto para ser o centro da sua sala de trabalho virtual.

'Agência Espacial' Arcade vem desenvolvendo projetos de realidade virtual e aumentada e criou uma galeria, em parceria com a The Heritage Alliance, para mostrar uma competição de fotografia de navios históricos.

Usando técnicas de fotogrametria, que é a tecnologia que permite transformar fotografias em modelos 3D, foi feita uma versão navegável da Clarion Alley, uma pequena rua em São Francisco, nos EUA, famosa por seu mural de grafites.

Um outro exemplo de fotogrametria, uma versão da Catedral de Notre Dame, que mostra bem as possibilidades e limitações da tecnologia.

O Parque Albert Basin é um parque que (ainda) não existe, localizado na cidade de Newry, na Irlanda. Como forma de tangibilizar a proposta de construção de um parque em uma zona abandonada da cidade, eles criaram um espaço no Hubs onde fizeram apresentações e atividades culturais.

Uma estação para o metaverso baseada na linha Amarela do Metrô de São Paulo.

Todos esses exemplos podem ser acessados de maneira livre e gratuita e mostram algumas das possibilidades dessa incrível ferramenta.

E fiquem ligados, esta coluna promete trazer novidades em breve, usando o Mozilla Hubs como palco ;)

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Opinião: Pedro e Paulo Markun - É assim que está ficando a cara dos equipamentos para entrar no metaverso

Big techs e startup estão desenvolvendo os equipamentos para você mergulhar no metaverso; alguns já estão chegando ao mercado - Stella Jacob/ Unsplash
Big techs e startup estão desenvolvendo os equipamentos para você mergulhar no metaverso; alguns já estão chegando ao mercado Imagem: Stella Jacob/ Unsplash
Pedro Markun e Paulo Markun 06/02/2022 04h00

Embora o metaverso ainda seja mais falado que compreendido, uma coisa é certa: por enquanto, a porta de entrada para esse admirável mundo novo é algum tipo de dispositivo que substitua a visão convencional pela imersão, via olhos e ouvidos, na realidade fictícia dos espaços que só existem no virtual.

Isso, se a aposta isolada e radical de Elon Musk —o Neuralink, um implante cerebral capaz de ler sua mente, que o biliardário americano promete ser capaz de "alcançar uma espécie de simbiose com a inteligência artificial"— não atravessar o desfile?

Mas enquanto esse caminho continua a ser uma possibilidade, há várias apostas em dispositivos mais convencionais, se é que o termo se aplica. Sobre todos eles, há muita especulação e pouca certeza. Os colunistas foram atrás do que parece ser o futuro imediato.

Óculos - Apple (rumor)

Apple tem se mantido relativamente distante das aventuras no metaverso e, por enquanto, não existe nada oficialmente confirmado.

Mas Tim Cook, o CEO da empresa, já afirmou publicamente que a realidade aumentada é um dos segmentos críticos para o futuro da companhia.

No mundo das tecnologias, rumores costumam ser previsões acertadas e os analistas dizem que a Apple está, sim, trabalhando não em um, mas em dois dispositivos diferentes:

  • Um capacete focado em realidade híbrida (realidade virtual + realidade aumentada) e que deve concorrer com produtos como o Rift e HTC Vive e;
  • Óculos Inteligente para Realidade Aumentada.

Ambos com altíssima qualidade e preço alto - estima-se que, na casa dos US$ 3.000 para o capacete.

Apesar do mistério que costuma cercar as novidades da Apple, vale ficar de olho, pois a empresa de Steve Jobs tem um histórico de entrar mais tarde no mercado, mas trazendo produtos e um padrão de qualidade que alteram as bases do mercado. Basta lembrar do iPod, no segmento dos mp3 players e do próprio iPhone, que redefiniu as bases dos smartphones.

Projeto Iris - Google

Projeto Iris Google - Reprodução - Reprodução
Imagem do Google Glass, projeto antigo da Google de realidade aumentada; ainda não existem imagens do Projeto Iris Imagem: Reprodução

Google enfrenta o desafio de ser pioneira. Seu Google Glass, um óculos de realidade aumentada lançado em 2014, jamais ganhou tração e acabou descontinuado, assim como o capacete de VR chamado Daydream e que pretendia ser uma evolução do barato, mas meio mal resolvido Google Cardboard, projeto que oferecia uma interface para realidade aumentada com estruturas de papelão- e que deu origem a essas dezenas de suportes chineses para celular que oferecem uma entrada de baixo custo para o mundo da realidade virtual.

Mas tudo isso pode mudar com a chegada do Projeto Iris, previsto para 2024, cujas especificações seguem guardadas a sete chaves.

Lynx R-1 MR

Lynx R-1 MR - Reprodução - Reprodução
Imagem: Reprodução

A startup francesa Lynx lançou um financiamento coletivo no ano passado destinado a arrecadar fundos para o desenvolvimento do seu capacete Lynx R-1 MR.

O dispositivo usa o mesmo processador do Meta Quest 2 e do HTC Vive 3 e se propõe a ser, de largada, um capacete de realidade híbrida, com a tecnologia de pass-through.

O preço —US$ 599 para a versão standard— deve colocar a engenhoca francesa na disputa pelos óculos de médio-custo.

Quest 3 - Meta

Embora Mark Zuckeberg tenha anunciado na conferência do último ano que a empresa está trabalhando em um novo capacete chamado internamente de Projeto Cambria, tudo indica que, na verdade, o ex-Facebook segue desenvolvendo uma nova versão do Meta Quest.

A ideia é que o Meta Quest siga sendo um dispositivo de entrada, com custo mais baixo e configurações mais modestas, enquanto o Projeto Cambria deve vir para competir com capacetes mais caros e de alto desempenho.

Se seguirmos o ritmo de desenvolvimento dos óculos anteriores, devemos ver o Quest 3 em algum momento ainda esse ano, considerando que a Meta vem lançando novas versões de dois em dois anos.

Mas analistas sugerem que talvez os novos óculos fiquem apenas para 2023 se, de fato, o Projeto Cambria for lançado ainda esse ano.

MeganeX - Panasonic

MeganeX - Panasonic - Reprodução - Reprodução
Imagem: Reprodução

Com uma estética steampunk, o MeganeX foi anunciado na CES 2022 e deve estar em breve nas prateleiras.

Com um custo estimado de US$ 900 e pesando menos de 250 gramas, esses óculos (que realmente parece um óculos normal) é compatível com SteamVR, oferece uma resolução total de 5.2k e o chamado 6DoF (num resumo meio simplista, a possibilidade de explorar o entorno a partir de três eixos perpendiculares, combinada com mudanças na orientação através da rotação em torno de três eixos perpendiculares).


PSVR2 - Sony


O PSVR, capacete de realidade virtual compatível com o videogame PlayStation é um dos dispositivos de VR mais populares do mercado: lançado em 2016, já vendeu mais de 5 milhões de unidades.


Com um foco exclusivo em jogos, a Sony deve lançar a nova versão ainda no final desse ano.


Compatível com o novo videogame da empresa, o PS5, promete uma qualidade gráfica invejável, sensores que detectam a posição dos olhos e um novo controle —batizado de Sense— que deve ampliar ainda mais o rol de movimentos em formas de interagir com o universo virtual.


Projeto Cambria - Meta


O Projeto Cambria foi um dos destaques na conferência anual do Meta, aquela mesma onde o Facebook mudou de nome.


Como quase todos os projetos nessa indústria, sabe-se pouco, mas especula-se muito sobre o dispositivo. O que já está confirmado é que ele usará o sistema de pass-through em cores e alta resolução. Hoje, no Quest, o pass-through é preto e branco e em baixa resolução.


Essa mudança aponta para uma tendência de dispositivos cada vez mais híbridos, tentando contornar um problema usual no uso desses óculos, que é a falta de noção da realidade no entorno.


Além disso, sensores para os olhos e detectores faciais deverão estar embutidos no sistema permitindo avatares com expressões mais realistas e humanizando as interações.


Ainda não se sabe qual o preço imaginado por Zuckerberg e sua turma para esse produto, mas certamente custará bem mais que os US$ 299 do Quest e deve competir com dispositivos mais caros na faixa dos US$ 1.000 e focado em usuários mais ativos no metaverso.


Para encerrar, um pouco de ilustração - ou de cultura inútil, dependendo do ponto de vista.


Os filósofos gregos, a começar por Aristóteles, achavam que percepção da imagem não tinha relação entre olho e cérebro. Diziam que a emoção residia no coração e que a visão tinha importância menor no aperfeiçoamento do ser humano.


Naquele tempo, esses sábios recorriam a escribas que transcreviam seus textos, sempre que tinham problemas de visão.


Nero, imperador romano, no século 2, lançou moda usando uma lâmina de esmeralda diante dos olhos, durante as apresentações públicas.


Quem primeiro descreveu o papel dos óculos foi Marco Polo, ao voltar do Oriente, onde os nobres chineses recorriam a esses acessórios, mesmo sem dominar os rudimentos da ótica —achavam que serviam de amuletos contra os maus espíritos.


O primeiro par de óculos parece ter sido construído no século 12, em Nuremberg, ainda que se registre o uso de lentes de aumento antes disso.


Diante disso, por que tanta pressa, podemos concluir?



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Opinião: Akin Abaz - Dia de Limpar o Computador: já encontrei uísque e até camisinha na máquina

Recomendamos a limpeza do computador ou notebook a cada seis meses para que o equipamento funcione melhor e dure mais Imagem: Freepik

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Akin Abaz

Colunista do UOL*

24/02/2022 04h00

Para quem ainda não sabe, nunca ouviu falar, na segunda semana de fevereiro é comemorado o Dia de Limpar o Computador, que neste ano caiu no dia 14. O evento foi instituído em 2000, pelo Instituto de Negócios e Tecnologia, da cidade de Santa Clara, na Califórnia, EUA.

Como se acumula imensa poeira no computador, convém limpá-lo algumas vezes ao ano. Assim, o objetivo desta data é incentivar a limpeza do computador/notebook para um melhor funcionamento e durabilidade.

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Na minha empresa, por exemplo, recomendamos sempre aos clientes e nossos seguidores nas redes sociais, que essa limpeza seja feita no mínimo a cada seis meses.

Na prática, muitas pessoas não entendem quais partes internas do seu equipamento precisam ser limpas e o que a sujeira pode acarretar em seus eletrônicos. Por isso, separei alguns itens e vou explicar o que a falta de limpeza pode provocar.

Placa mãe
Sujeiras aqui podem ser sinônimos de problemas no presente e a curto ou médio prazo. A poeira acumulada pode entranhar em vários locais da placa e causar problemas como desligamentos repentinos, intermitência em componentes, oxidação e degradação.Cooler
Essa peça é a responsável pela refrigeração do processador. Quando está com sujeira exacerbada, o processo de refrigerar é diretamente afetado, causando superaquecimento do processador que acaba desligando o computador por segurança.Placas de vídeo e demais placas de expansão
Como um problema pode gerar outro, o cooler sujo e travado pode acarretar prejuízos diretos a sua placa de vídeo, ocasionando fadiga em componentes. Demais placas como as de som, rede e outras de expansão, precisam ser limpas regularmente para garantir um bom funcionamento.

Coisas encontradas dentro de um computador ou notebook

Na InfoPreta (empresa na qual sou CEO), trabalhamos constantemente com limpeza externa e interna de computadores e notebooks, a cada novo serviço realizado, ficamos cada vez mais chocados com o tanto de coisas absurdas que já encontramos.

Senta que lá vem uma lista e se prepara para rir muito. Por aqui, a gargalhada corre solta com esses achados no mínimo inusitados, como:

Ninho de formigaBarataDinheiroPlástico bolhaUísqueAzeiteLubrificante íntimoComida das mais variadasPapelãoAnel de noivadoParafusoCâmera escondidaCartão de bancoPreservativo masculinoAbelhaFarinhaArrozFeijãoAranhaNescauBarata encontrada dentro de um notebook Imagem: Reprodução: Arquivo Pessoal

_________________________________________________Reportagem: Econoweek - César Esperandio - 10 dicas poderosas pra proteger seu celular de fraudes e golpes financeiros

César Esperandio 25/02/2022 04h00

Você já deve ter ouvido falar que aumentou muito o número de sequestros-relâmpagos, golpes do PIX e a chamada quadrilha limpa-conta, que rouba seu celular e literalmente pega tudo que você tem nos bancos em questão de minutos. O celular deixou de ser um objeto de desejo de ladrão. Qualquer smartphone facilmente passa dos R$ 1.000, mas o que tem bem mais valor é o que está dentro dele.

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Posso investir valores diferentes? As 5 maiores dúvidas do Tesouro Direto

Você deve ter dinheiro na conta e em aplicações no Tesouro, além de outros investimentos em corretoras, certo? Já pensou em perder tudo de uma vez porque deu mole com o celular? Que pesadelo.

Por isso, separei dez dicas de como proteger seu celular de fraudes e golpes financeiros e nunca mais você vai facilitar a vida dos bandidos. Dou ainda exemplos práticos no vídeo acima.

DICA 1: reduzir limite do PIX

A primeira coisa que você tem que fazer é reduzir o limite do PIX.

Se um ladrão pegar seu celular e tiver acesso à sua conta, você vai tomar um grande prejuízo.

No caso do PIX, reduza o limite diário e por transação para um valor que você normalmente usa.

Ao solicitar o aumento desse limite, o banco vai pedir 24 horas para analisar e no caso do celular furtado já vai dar tempo de você bloquear tudo.

DICA 2: app do ladrão

A segunda dica é controversa: não tenha mais aplicativos de bancos e corretoras onde está toda a sua grana no seu celular do dia a dia.

Eu sei que isso vai na contramão das facilidades que esses aplicativos trazem, mas já imaginou ser vítima de um sequestro relâmpago e o bandido ter acesso a todo seu dinheiro e todos seus investimentos? Baita desastre, não é mesmo?

Você pode continuar fazendo esse acesso através do internet banking do seu computador ou ter um segundo celular para deixar num lugar seguro e não ficar andando com ele por aí o dia inteiro.

O pior é que se o bandido pegar você ele vai desconfiar se não tiver nenhum app de banco.

Por isso, mato dois coelhos com uma cajadada só: comecei a ter um negócio que chamo de "aplicativo do ladrão".

É o aplicativo de uma conta digital e do meu cartão de crédito. Ali dá para acompanhar cada compra que faço, pois recebo notificação, e posso logo ver qualquer compra suspeita. Também tenho o dinheiro do mês ou da semana, por exemplo.

Se infelizmente a gente for vítima de qualquer golpe, o prejuízo estará limitado àquela quantia, não a tudo o que a gente tem guardado, entendeu?

DICA 3: bloqueie cartões não utilizados

Sabe aquela montoeira de cartões de contas diferentes, além das versões digitais com números diferentes? Bloqueie tudo o que você não usa.

Pare com esse papo de ficar usando diversos cartões de olho no vencimento de cada fatura. Isso é coisa de gente desorganizada com o dinheiro, vai acabar fazendo você se enrolar com os juros do rotativo e ainda dá mole para golpista.

DICA 4: bloqueio por senha e reconhecimento facial

A quarta dica é bloquear com senha ou reconhecimento todos os aplicativos possíveis.

Não estou falando só dos aplicativos de bancos e corretoras, não. Bloqueie com senha seu WhatsApp, aplicativo de e-mail, SMS, tudo.

Se um bandido pegar seu celular, por mais que o app do banco peça sua senha, ele pode pedir para alterar clicando em "esqueci a senha", e adivinhe quais são os métodos mais comuns de verificação para ele escolher a nova senha e acessar sua conta? Justamente o e-mail e o SMS.

Então, bloqueie tudo.

DICA 5: não salve senhas

A quinta dica vai ser ruim para os que sofrem de amnésia. Não anote suas senhas no bloco de notas.

A primeira coisa que o bandido vai procurar é suas anotações de senhas onde quer que seja.

Sabe aquele mecanismo de preenchimento automático de senhas que você consegue entrar em tudo sem colocar a senha? Esqueça isso para os seus acessos mais importantes, que obviamente incluem seus aplicativos de bancos e investimentos.

DICA 6: ative a dupla autenticação

Você já deve ter visto gente que teve o Instagram hackeado e apareceu vendendo um monte de produto baratinho nos stories, que, lógico, ninguém nunca recebeu.

Não são só os aplicativos de bancos que são cruciais e devem estar protegidos hoje em dia.

Por isso, vários aplicativos têm uma camada de proteção adicional chamada "dupla autenticação".

Sempre que houver um novo acesso, de um celular ou computador diferente tentando entrar na sua conta, ele vai pedir para inserir um código de verificação que vai chegar por um aplicativo específico, por e-mail ou mensagem de SMS.

DICA 7: cuidado com links maliciosos

Outra dica é tomar cuidado com links maliciosos que chegam por e-mail e SMS ou ligações solicitando seus dados ou avisando que vão enviar um link para você acessar.

Eles parecem de uma fonte confiável, os supostos atendentes contam uma história que faz sentido, mas querem roubar seus dados para depois limpar sua conta.

Bancos e corretoras não ligam nem mandam mensagens para atualização de dados.

DICA 8: remova o pagamento do WhatsApp

Não dá para negar que fazer transferências pelo WhatsApp é até mais prático.

Se é fácil para você, também é fácil para o bandido, exatamente como mostro no vídeo do topo deste artigo.

DICA 9: não fique distraído com o celular

Está andando pela rua? Mantenha o celular no bolso e não olhe a tela enquanto caminha.

A mesma coisa vale para quem dirige. Não deixe o celular à vista.

Em São Paulo, cansei de ver bandido roubando celular no painel do carro quando o trânsito estava lento. Em alguns casos, eles até quebram o vidro do carro, pegam o smartphone e saem correndo.

Para quem está a pé, o mais comum é bandido de bicicleta pelas calçadas.

A verdade é que celular no bolso dificilmente é furtado.

DICA 10: apagar dados após tentativas incorretas

A décima dica é ativar um recurso muito importante que todo celular tem.

Normalmente, fica dentro das configurações de senha e segurança, que é apagar todos os dados do seu celular após um número de tentativas de senhas erradas para desbloquear o aparelho.

Sempre surgirão novas modalidades de fraudes e golpes para pegarem sua conta e limparem tudo. A melhor coisa a fazer é ficar alerta seguindo essas dez dicas do celular antifraude.

Os dez melhores investimentos de até R$ 100

Se você gostou dessa lista de dez dicas do celular antifraude, também vai curtir a lista dos dez melhores investimentos de até R$ 100 por mês que mostro no vídeo abaixo. São os investimentos mais seguros do Brasil, alguns dão para começar com R$ 1 e a melhor parte é que a rentabilidade está subindo junto com a alta da Selic.

É de graça! Faça parte da comunidade Econoweek nas nossas redes sociais (Instagram ou YouTube) para acompanhar mais dicas de inteligência financeira como essa.

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Pelo grupode WhatsApp:

REPETINDO - >>>DICAS DE SEGURANÇA – Configurações Whatsapp e Facebook

Se você ainda não sofreu tentativa de fraude, tenha certeza que ainda vai sofrer, leve a sério. O número de tentativas de fraude via internet é muito alto. Tome muito cuidado com seus dados, que podem ser usados pelo fraudador para tentar obter dinheiro com seus amigos e familiares. Abaixo instruções para que dificultam que o fraudador obtenha sua foto e seus dados para fazer a fraude.

1) Configuração WHATSAPP

- Após clicar no ícone de opções (são 3 pontos na vertical) selecionar CONFIGURAÇÕES, clicar sobre a foto pequena e, na próxima tela, onde aparece a foto maior, verificar se seu nome está preenchido - colocar apenas o primeiro nome para dificultar a tentativa de fraude (sem sobrenome) e. em seguida:
- Selecionar as opções “Configurações/Conta/Privacidade/Quem pode ver meus dados pessoais” e então, para cada uma das subopções, selecionar MEUS CONTATOS, limitando assim o acesso dos seus dados (foto e outros) somente às pessoas que são seus contatos.

2) Configuração FACEBOOK

Em tempos de muitas fraudes é melhor dificultar as buscas para encontrar sua página do FACEBOOK (dificultar não significa impedir, a página ainda poderá ser achada pesquisando pelo nome dentro do FACEBOOK – se o fraudador souber seu nome completo).

Desabilite as buscas para sua página do Facebook por e-mail e telefone e a partir do Google, conforme abaixo:

Quando entrar no facebook (via computador):
- clicar na setinha mais à direita
- selecionar a opção "Configurações e privacidade"
- selecionar a opção "Verificação de privacidade"
- então selecionar a opção "COMO ENCONTRAR VOCÊ NO FACEBOOK"

Clique em continuar e siga os passos de verificação sugeridos para ver o que fica visível para as pesquisas do Facebook, conforme abaixo:

- Escolha quem pode procurar você pelo seu número de telefone e endereço de email: SOMENTE EU
- Deseja que mecanismos de pesquisa fora do Facebook mostrem links para o seu perfil? NÃO

- - fim - -

_________________________________________________Seis erros que você não deve cometer ao usar cartão de crédito na Internet

Ações como salvar dados de compra e adquirir produtos utilizando redes públicas de Wi-Fi podem oferecer perigo aos usuários; saiba mais

Por Juliana Campos, para o TechTudo

Com a popularização do hábito de comprar online, cresceu o número de fraudes em cartões de crédito. Dados da Secretaria Nacional de Defesa do Consumidor (Senacon) mostram que as reclamações de cobranças ou saques não reconhecidos aumentaram 111,8% de março a julho de 2020, comparadas ao mesmo período de 2019. Para aproveitar promoções online de forma segura, os consumidores precisam tomar certos cuidados e prestar atenção a hábitos que, embora comuns, comprometem a segurança das informações bancárias.

Salvar dados de cartão de crédito nos sites e fazer compras conectado a redes Wi-Fi públicas são exemplos de atitudes corriqueiras que contribuem para esse cenário. O TechTudo listou, nas próximas linhas, seis erros comuns ao usar o cartão de crédito na Internet. Entenda como eles afetam a segurança dos seus dados e descubra como evitá-los.

Lista mostra erros comuns cometidos pelos consumidores em compras online — Foto: Unsplash
1 de 7 Lista mostra erros comuns cometidos pelos consumidores em compras online — Foto: Unsplash

Lista mostra erros comuns cometidos pelos consumidores em compras online — Foto: Unsplash

1. Salvar os dados de compra nos sites

Um dos principais erros ao fazer compras online é permitir que os sites salvem os dados do cartão de crédito. Essa possibilidade é oferecida por navegadores e e-commerces, e tem o objetivo de facilitar futuras aquisições. A praticidade, no entanto, pode custar caro. Ao armazenarem seus dados bancários no browser ou loja virtual, os consumidores estão expostos a riscos como vazamento de informações e débitos indevidos.

Salvar os dados para futuras compras na Internet pode oferecer riscos aos consumidores — Foto: Paul Felberbauer/Unsplash
2 de 7 Salvar os dados para futuras compras na Internet pode oferecer riscos aos consumidores — Foto: Paul Felberbauer/Unsplash

Salvar os dados para futuras compras na Internet pode oferecer riscos aos consumidores — Foto: Paul Felberbauer/Unsplash

2. Fazer compras conectado a redes Wi-Fi públicas

É comum aproveitar redes Wi-Fi públicas para enviar mensagens, responder e-mails e conferir redes sociais. Em se tratando de compras online, porém, o uso desse meio de acesso à Internet não é aconselhável. Isso porque as conexões públicas são mais suscetíveis a invasões, o que favorece a interceptação dos dados bancários do consumidor.

consumidor.

Hackers podem roubar dados trocados via redes Wi-Fi públicas — Foto: Reprodução/Juliana Campos
3 de 7 Hackers podem roubar dados trocados via redes Wi-Fi públicas — Foto: Reprodução/Juliana Campos

Hackers podem roubar dados trocados via redes Wi-Fi públicas — Foto: Reprodução/Juliana Campos

Além disso, há redes Wi-Fi públicas criadas por hackers com o objetivo de disseminar malwares, os quais se instalam no dispositivo do usuário no ato do acesso. Caso o consumidor não possua antivírus em seu computador ou smartphone, pode ser vítima de invasores. Sendo assim, recomenda-se a utilização de conexões sem fio privadas ou dos dados móveis do celular para fazer compras na Internet.

3. Comprar em sites não seguros

Outro erro bastante frequente na utilização de cartões de crédito online é comprar em sites não confiáveis. Antes de adquirir algum produto, é importante se cercar de cuidados como consultar o CNPJ do estabelecimento no site da Receita Federal, conferir a reputação da empresa no Reclame Aqui e ver se o e-commerce consta da lista de lojas a evitar do Procon-SP.

Selos de segurança garantem maior proteção dos dados — Foto: Reprodução/Maira Soares

Além disso, ao navegar pelo site, verifique se este apresenta selos de segurança — em geral disponíveis no rodapé da página — e cadeado HTTPS na barra de endereços. Para adicionar os certificados de segurança à página, a empresa precisa entrar em contato com instituições certificadoras especializadas no setor do produto comercializado. O cadeado HTTPS, por sua vez, indica que a transmissão de dados entre o dispositivo e o servidor é criptografada, o que dificulta a interceptação de informações.

4. Informar a senha do cartão

Para comprar um produto com cartão de crédito, os e-commerces solicitam os dados que constam do plástico. É preciso fornecer o número do cartão, nome do titular, data de expiração e código de segurança (CVV). Há lojas virtuais que pedem também o CPF do comprador, mas nenhum estabelecimento legítimo solicita a inserção da senha do cartão. Se o site pedir o código, não o informe e cancele a transação, pois provavelmente se trata de um golpe.

Informações como nome do titular do cartão, número, CVV e data de vencimento são solicitadas por e-commerces — Foto: Reprodução/Juliana Campos

5. Comprar a partir de links enviados via WhatsApp

Por facilitar o compartilhamento de mensagens em massa, o WhatsApp tornou-se um grande canal de propagação de phishing, golpe virtual que consiste em enganar usuários para que compartilhem informações pessoais e bancárias. É comum receber, seja em grupos ou conversas privadas do aplicativo, mensagens com links para promoções tentadoras. Os sites compartilhados, no entanto, são falsos e foram criados com o objetivo de capturar os dados de cartão de crédito da vítima.

Golpes de phishing no WhatsApp são frequentes — Foto: Rubens Achilles/TechTudo

O BoticárioNikeCacau Show e McDonald's são exemplos de marcas legítimas que foram usadas como isca para golpes de phishing aplicados no WhatsApp. Justamente por isso, é importante prestar atenção à URL do link compartilhado: embora as páginas falsas repliquem o visual de e-commerces legítimos, elas não têm a mesma URL do site original. Em geral, o endereço falso apresenta erros de ortografia e domínios poucos usuais, como .biz.

A recomendação, portanto, é não clicar em links de promoções compartilhados via WhatsApp, mesmo que tenham sido enviados por uma pessoa de confiança. Para fazer compras online seguras e não comprometer os dados do seu cartão de crédito, busque pela loja no Google ou digite o endereço do site diretamente na barra de endereços do navegador.

6. Não usar um serviço de pagamento online quando possível

Uma forma eficaz de garantir a segurança das compras com cartão de crédito pela Internet é optar por serviços de pagamento online, como o PayPal. A principal vantagem da utilização desse sistema é a possibilidade de realizar pagamentos sem que haja necessidade de inserir o número do cartão de crédito, a data de vencimento e o CVV. No caso do PayPal, essa opção está disponível para correntistas dos bancos HSBC, Itaú e Santander Citibank.

Serviços de pagamento online facilitam compras e oferecem maior segurança — Foto: Divulgação/Paypal

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O que significa spam no celular? Entenda o incômodo e saiba bloquear

2 de 5 SPAM por SMS tem se tornado uma prática cada vez mais comum, mas há formas de combatê-lo — Foto: Reprodução/TechTudo

SPAM por SMS tem se tornado uma prática cada vez mais comum, mas há formas de combatê-lo — Foto: Reprodução/TechTudo

Como cancelar spam por SMS no iPhone (iOS)

As versões mais recentes do iOS contam com um filtro de SMS capaz de identificar automaticamente algumas mensagens de spam, mas nem todas são reconhecidas pelo sistema. Para bloquear um número específico que manda spam, abra o app Mensagens, vá até a conversa com os spam e siga o seguinte passo a passo:

Passo 1. Toque no número do remetente.

Passo 2. Selecione “Info” e toque em “bloquear este chamador”, conforme as capturas de tela abaixo.

Como bloquear spam de SMS no iPhone — Foto: Danilo Paulo de Oliveira/TechTudo

Como cancelar spam por SMS no Android

O aplicativo de mensagens pode variar dependendo do smartphone Android, mas geralmente o processo padrão para bloquear spam é parecido. No app de mensagens nativo do Android (geralmente presente em smartphones da Motorola e Lenovo), o usuário deve percorrer o seguinte caminho:

Passo 1. Abrir o aplicativo de mensagens e selecionar o chat contendo spam.

Passo 2 .Tocar nos três pontinhos perto do número do spam, ir em “Informações” e selecionar “Bloquear e denunciar spam”, conforme as capturas de tela abaixo.

Como bloquear spam de SMS no Android. — Foto: Danilo Paulo de Oliveira/TechTudo

O aplicativo de mensagens padrão do Android conta com um sistema que informa ao usuário sobre possíveis spams ou fraudes. Embora ele ainda deixe passar muito conteúdo do tipo, a Google informa que o sistema é aprimorado conforme os usuários bloqueiem e denunciem esses números.

Apps para impedir spam no Android e iPhone (iOS)

Outra forma de remover esse tipo de mensagem é utilizando aplicativos gratuitos na App Store e Google Play Store. Um dos mais utilizados é o TrueCaller, disponível para Android e iPhone. O app tem uma espécie de lista de bloqueio com números conhecidos pelo envio frequente de spam. Também é possível bloquear manualmente qualquer número de telefone.

Brasil é campeão mundial de spam telefônico, segundo Truecaller — Foto: João Balbi/TechTudo

Bloqueando spam por meio de comandos

Alguns sistemas de envio de spam contam com cancelamento facilitado. Geralmente as mensagens SMS costumam vir das próprias operadoras de telefonia. Para cancelar o recebimento desses anúncios, o usuário pode responder enviando uma mensagem com a palavra “SAIR”. Alguns comandos geralmente aceitos também são “PARE” e “DESCADASTRAR”.

Abaixo está uma lista com os números das principais operadoras:

Se ainda assim o spam continuar, vale a pena ligar para a operadora e fazer uma reclamação no serviço de atendimento


Lista do Procon

Os Procons de cada estado também contam com serviços para solicitar a interrupção dos contatos com fins publicitário, inclusive por SMS. O nome da ferramenta muda de acordo com cada unidade federativa. No Distrito Federal, por exemplo, os brasilienses devem recorrer ao “Me Respeite”, enquanto o estado de São Paulo fornece o “Não Me Ligue”. As companhias têm o prazo de 30 dias para cumprir a solicitação.

_________________________________________________5 cuidados para ter com seu ar-condicionado smart

Modelo inteligente requer atenção especial a algumas de suas características; veja quais são

Por Lucas Santos, para o TechTudo 

ar-condicionado smart conta com várias funções que facilitam o uso, mas requer alguns cuidados para se manter em bom funcionamento. Embora as manutenções do aparelho sejam similares às dos modelos convencionais, é preciso ficar atento a algumas especificidades do aparelho. O tipo de sistema operacional do seu celular e sua conexão à Internet, por exemplo, são fatores que podem impactar a performance do seu dispositivo.

Para mantê-lo em boas condições, veja a seguir cinco cuidados que você deve ter com seu ar-condicionado smart. As dicas alertam sobre a necessidade de realizar a limpeza regular do aparelho, coisas para atentar na instalação e também sobre a compatibilidade do celular com os apps de cada fabricante.

Lista reúne cuidados para ter com o ar-condicionado smart — Foto: Reprodução/LG
1 de 6 Lista reúne cuidados para ter com o ar-condicionado smart — Foto: Reprodução/LG

Lista reúne cuidados para ter com o ar-condicionado smart — Foto: Reprodução/LG

Qual ar-condicionado gasta pouca energia? Veja opções e dicas no Fórum do TechTudo.

Nota de transparência: Shoptime e TechTudo mantêm uma parceria comercial. Ao clicar no link da loja, o TechTudo pode ganhar uma parcela das vendas ou outro tipo de compensação. Os preços mencionados podem sofrer variação e a disponibilidade dos produtos está sujeita aos estoques.

1. Atentar ao sistema operacional do seu celular

Para aproveitar todas as funções do seu modelo de ar-condicionado smart, é preciso ter um smartphone compatível com o dispositivo. O eletroeletrônico inteligente costuma funcionar facilmente com os celulares Android e iPhone (iOS). Porém, para instalar o aplicativo que comanda o ar-condicionado smart, é necessário que o sistema operacional do telefone esteja atualizado em sua versão mais recente.

O ideal é que o consumidor atente ao aplicativo o modelo de ar-condicionado inteligente utiliza antes de comprar. Com isso, basta acessar a Google Play Store ou a App Store para saber se é possível realizar o download do app. Os modelos de ar-condicionado da LG, por exemplo, utilizam o app LG ThinQ, que requer Android acima da versão 7.0 e iOS sucessor ao 11.0. Já os modelos Samsung podem ser controlados pelo aplicativo SmartThings, que demanda o iOS 13.0 ou posterior. Sua versão para Android, vale lembrar, varia de acordo com o dispositivo.

dispositivo.

Ar-condicionado smart são modelos que podem ser controlados à distância pelo celular — Foto: Reprodução/Electrolux
2 de 6 Ar-condicionado smart são modelos que podem ser controlados à distância pelo celular — Foto: Reprodução/Electrolux

Ar-condicionado smart são modelos que podem ser controlados à distância pelo celular — Foto: Reprodução/Electrolux

2. Fazer manutenções e limpezas no tempo correto

As manutenções e limpezas do ar-condicionado no tempo correto garantem que o dispositivo possa funcionar sem problemas no dia a dia. A versão smart do dispositivo tem cuidados similares aos dos modelos convencionais, mas ainda sim dispõe de algumas especificidades que requerem atenção. Isso porque, dependendo da marca, os modelos inteligentes podem apresentar tecnologias complexas, como mais camadas de filtragem do ar, por exemplo.

Para auxiliar os usuários sobre quando é necessário realizar a manutenção e limpeza do dispositivo, o próprio ar-condicionado pode notificá-lo via smartphone. Outro destaque é a função AutoCleaning, que está presente em alguns modelos mais modernos e realiza automaticamente a higienização, assim, eliminando bactérias, poeira, resquícios de poluição e sinais de mofo.

Para garantir pleno funcionamento do ar-condicionado é necessário executar manutenções no tempo correto — Foto: Divulgação/LG

3. Cuidado com a instalação

A instalação do ar-condicionado deve ser feita em um local adequado e, por isso, o usuário deve ficar atento a alguns pontos importantes antes de montar o dispositivo. Os modelos inteligentes precisam de conexão com a Internet via Wi-Fi para o pleno funcionamento de seus recursos smart. Nesse sentido, é importante que o aparelho de ar esteja próximo ao roteador ou em um ambiente sem muitas interferências na conexão.

Além da conexão com a rede, o usuário deve se atentar a alguns outros detalhes durante a instalação do aparelho. No caso do ar-condicionado de parede, é necessário escolher um local onde o fluxo de ar não seja bloqueado, para que o ar fresco possa ser distribuído em todo o ambiente. Além disso, é ideal que o dispositivo não esteja exposto à luz solar direta, nem em cima de janelas ou portas, já que isso pode formar condensação. Outro destaque é que, com o fácil acesso ao ar-condicionado, a manutenção do modelo pode se tornar mais fácil.

A instalação do ar-condicionado deve ser feita em um ponto estratégico da casa — Foto: Reprodução/Elgin

4. Prestar atenção à conexão do Wi-Fi

Como dito anteriormente, o ar-condicionado inteligente precisa estar instalado em um ambiente próximo à conexão com a rede de Internet. O ideal é que o dispositivo esteja no mesmo ambiente que o roteador, pois os móveis e paredes da casa podem causar interferências na conexão. Para espaços muito grandes e distantes, a conexão do Wi-Fi também pode ser estendida com o uso de mais roteadores e repetidores de sinal.

Alguns fabricantes indicam nas especificações de seus modelos de ar-condicionado qual é a conexão necessária para o funcionamento do dispositivo smart. Em linhas gerais, as versões inteligentes funcionam com conexão de internet banda larga Wi-Fi 2,4 GHz. Com o ar-condicionado smart conectado a banda ideal e próximo à conexão de Internet, atentar à quantidade de dados contratados com sua operadora.

É importante que a conexão com a Internet seja forte onde o ar-condicionado está instalado — Foto: Divulgação/ Samsung

5. Atentar aos alertas que o ar-condicionado pode enviar

Além de poder comandar o ar-condicionado pelo smartphone, o usuário também pode obter uma série de outras informações pelo aplicativo compatível com o modelo adquirido. Alguns dispositivos desse tipo informam ao usuário sobre a necessidade de executar a limpeza interna do aparelho ou quando está na hora de trocar os filtros, por exemplo.

Além disso, a atualização do sistema do ar-condicionado inteligente é realizada com o auxílio do smartphone. Com o equipamento conectado à Internet, basta seguir o passo a passo indicado nas telas do app. Desse modo, é importante ficar atento às notificações emitidas pelo app ao longo do uso. As aplicações de alguns fabricantes também podem dar dicas para o melhor uso do aparelho no dia a dia.

O aplicativo de controle do ar-condicionado pode emitir alertas no celular — Foto: Divulgação/Elgin

Com informações de Samsung

_________________________________________________5 ações que quase todo mundo faz que podem deixar o seu celular lento

1 de 7 Celular lento e travando? Veja cinco causas para o problema e como evitar — Foto: Anna Kellen Bull/TechTudo1. Colocar muitos apps e widgets na tela de início

Pode parecer bobagem, mas exagerar nos widgets e aplicativos na tela inicial do celular pode fazer com que ele fique mais lento. Isso acontece porque o smartphone requer mais memória para rodar as aplicações e, dessa forma, seu desempenho pode ficar comprometido.

Nesse caso, para melhorar a performance do celular, o ideal é manter a tela de início com poucos apps e widgets. Você pode optar por deixar um ou dois widgets de relógio e calendário, por exemplo, e incluir apenas os aplicativos que mais utiliza na tela inicial.

2 de 7 Evite deixar a tela inicial do celular com muitos aplicativos e widgets — Foto: Thássius Veloso/TechTudo

Evite deixar a tela inicial do celular com muitos aplicativos e widgets — Foto: Thássius Veloso/TechTudo

2. Demorar para atualizar o sistema do celular

Deixar o sistema operacional do celular sempre atualizado também é um ponto muito importante. Os updates costumam trazer uma série de melhorias para o smartphone, incluindo correções de bugs e aprimoramentos na performance. Por isso, para que o celular não tenha quedas drásticas de desempenho, o indicado é mantê-lo sempre atualizado.

Para procurar por novas atualizações de software no Android, acesse as configurações do dispositivo. Na sequência, toque sobre a aba "Sistema". Para prosseguir, selecione "Avançado" e, depois, "Atualizações do sistema".

Veja se há updates disponíveis e mantenha o seu Android sempre atualizado — Foto: Reprodução/Clara Fabro

No iPhone (iOS), vá até os ajustes do dispositivo, selecione "Geral" e, em seguida, toque sobre "Atualização de Software". Por lá, você pode checar a versão do seu iOS e se há updates disponíveis para o seu smartphone.

Checando se há updates disponíveis no iPhone (iOS) — Foto: Reprodução/Rodrigo Fernandes

3. Deixar o celular sem reiniciar

Outro hábito que pode deixar o celular mais lento é não reiniciar o sistema com frequência. Ao desligar e ligar o smartphone, você evita que alguns apps que estejam rodando em segundo plano continuem consumindo recursos do celular de forma desnecessária — como a memória RAM, por exemplo. Sendo assim, quando você perceber que a performance está diminuindo, uma dica que pode ajudar a melhorar o desempenho é fechar todos os apps e reiniciar o celular.

Desligando o iPhone XR a partir das configurações — Foto: Reprodução/Helito Beggiora

4. Manter o bloatware ativo no celular

Bloatwares são aplicativos que vêm instalados de fábrica no celular e que não costumam ter muita utilidade. O problema é que esses apps normalmente não podem ser desinstalados e, por isso, acabam sobrecarregando a memória do smartphone, congestionando recursos e deixando o celular mais lento.

Apesar de não poderem ser removidos do celular por completo em muitos casos, os bloatwares podem ser desativados, o que é capaz de melhorar a performance do dispositivo. Para desativar um bloatware no Android, acesse as configurações do smartphone e toque sobre a aba "Apps e notificações". Em seguida, selecione "Ver todos os apps" e assinale o bloatware em questão. Para prosseguir, toque sobre "Desativar" e confirme a ação.

Apps pré-instalados de fábrica no Android podem ser desativados para usar menos recursos do sistema — Foto: Reprodução/Clara Fabro

No iPhone (iOS), desde o iOS 11 é possível desinstalar qualquer aplicativo que vêm pré-instalado de fábrica no dispositivo. Para isso, basta selecionar o app que você deseja remover e, em seguida, tocar sobre "Apagar app". Na próxima tela, confirme a ação e o aplicativo será deletado do celular.

O iPhone (iOS) permite remover bloatwares e apps pré-instalados de fábrica de forma nativa desde iOS 11 — Foto: Reprodução/Rodrigo Fernandes

5. Usar papel de parede animado

Wallpapers animados também podem sobrecarregar o dispositivo e deixar o celular lento. Além disso, é possível que papéis de parede animados acabem exigindo mais da bateria do celular, o que pode fazer com que o smartphone descarregue mais rapidamente. Por isso, se você usa um wallpaper "divertido" e que se move sob a tela e está sofrendo com lentidão ou travamentos no celular, essa pode ser a causa.

Para resolver o problema, tente trocar a foto de fundo do celular para ver como a performance do celular se mantém. Se o desempenho melhorar após a remoção do papel de parede animado, é sinal de que o wallpaper está exigindo muito do celular e, portanto, a solução é não usar fundos de tela que se movimentam.

_________________________________________________Nova identidade digital que reúne CPF, CNH e título de eleitor começa a ser emitida em março

09 Fevereiro 2022

O Documento Nacional de Identidade (DNI) passou, na terça-feira (8), por uma nova etapa de implementação no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A emissão vai ter início em março, para servidores da Justiça Eleitoral e de outros órgãos públicos.

O novo documento inclui registros do título de eleitor, numeração da Carteira de Trabalho e Previdência Social, certificado militar, Carteira Nacional de Habilitação, documento de identidade profissional, carteira nacional de saúde e números de NIS/PIS/Pasep.

Os cidadãos domiciliados em Minas Gerais vão ter acesso ao documento a partir de agosto deste ano. Outros estados vão poder emitir o DNI ao longo do ano e ele estará disponível para toda a população a partir de fevereiro de 2023.

O DNI faz parte do programa de Identificação Civil Nacional (ICN), que foi criado pela Lei n° 13.444/2017. Ele busca a implantação de um sistema nacional de identificação do cidadão de forma integrada em todo o território nacional.

Aplicativo

O documento digital vai ser gerado por meio de um aplicativo gratuito disponível para smartphones e tablets nos sistemas operacionais Android e iOS. A base vai usar tecnologias do TSE e do Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro).

Após instalar o aplicativo do DNI, o cidadão deve preencher um pré-cadastro informando o CPF, nome, filiação, data de nascimento, endereço de e-mail, número do telefone e uma senha da escolha do usuário.

O cadastro também permitirá a declaração múltipla de filiação, inclusão de nome social e declaração de gênero não binário. Depois, é só finalizar a solicitação em um ponto de atendimento, físico ou virtual, disponível.

Facilidades e segurança

Com o DNI, as pessoas vão ter acesso facilitado a outros serviços públicos, além de auxiliar na identificação do cidadão para a concessão de benefícios e adesão a programas federais, abertura de contas, o embarque em portos e aeroportos, entre outros.

Devido ao uso de dados biométricos, que são únicos para cada indivíduo, o documento digital promete oferecer mais segurança e deve ajudar a coibir fraudes mediante a conferência de informações com a base de dados da Justiça Eleitoral.

_________________________________________________O Twitter virou sinônimo de discussões sem sentido e opiniões que ninguém pediu, é verdade. Mas ainda há perfis que fazem a rede social valer a pena. Veja nossa lista

Luana Nunes

Nos últimos anos, o Twitter virou sinônimo de tretas sem fim, opiniões não solicitadas, assédio, cancelamentos e discussões que você não quer muito participar. Mas ainda existem perfis que fazem a rede social valer a pena. Pensando nisso, o Gizmodo Brasil trouxe três sugestões de contas para você acompanhar — e que podem ser um oásis na sua timeline. Confira a lista.

A arroba @PastAndPresennt posta fotografia comparativas mostrando o antes e depois de diversos cartões-postais em várias partes do mundo. O perfil tem fotos em que compara a mesma paisagem com alguns séculos de diferença. Vira e mexe pinta algum famoso, como a Universidade de Oxford no século 19, por exemplo. Confira.

O perfil @UrbanExplorerr é dedicado a lugares abandonados — ou desertos — pelo mundo. A página tem fotos de objetos no fundo do oceano, por exemplo, tanques de guerras que foram parar no fundo do mar, escadas rolantes no meio de uma floresta e muito mais. Vale a visita.

Gosta de conhecer as culturas culinárias pelo mundo? Então este bot é para você. O perfil Random Restaurant funciona de forma simples: pesquisa no Google restaurantes espalhados pelo planeta, e, aleatoriamente, compartilha em tweets.

Tem restaurante de todos os cantos — e, vez ou outra, pinta também um do Brasil. Além de conhecer os hábitos alimentares de culturas que você nem conhece, a página pode servir também de guia caso um dia você resolva visitar alguma dessas cidades. Afinal, além de imagens do que é servido ali, a página compartilha também os endereços. Confira.

_________________________________________________Saiba como escolher uma boa cadeira gamer - Gizmodo Brasil

https://gizmodo.uol.com.br/saiba-como-escolher-uma-boa-cadeira-gamer/amp/

Passa muito tempo jogando? Saiba o que vale a pena considerar na hora de comprar usa cadeira gamer

Vinicius Marques 

Quando um usuário está montando o seu setup gamer, além de componentes internos e periféricos, precisa considerar também a compra de uma boa cadeira gamer. Além de esteticamente atrativa, ela também tem que ser confortável e ergonômica.

Se você está pensando em comprar uma cadeira gamer, mas não sabe por onde começar, está no lugar certo. Nesta edição da seção Saiba Como, do Gizmodo Brasil, trouxemos dicas de como comprar uma boa cadeira gamer. Confira!

Material

Via de regra, coisas que são do ecossistema gamer, sejam elas componentes periféricos ou cadeiras, acabam fisgando o usuário pelo visual, ao invés da função principal do produto, que no caso de uma cadeira, é manter o usuário confortável durante suas gameplays.

É fundamental considerar o tipo do material da construção de sua cadeira, tanto da estrutura, quanto da espuma e do material que envolve todo o objeto. Cadeiras com estrutura construída em metal tem maior durabilidade que outros materiais, o tipo de espuma influencia diretamente no seu conforto.

Tamanho

É muito importante considerar o tamanho da cadeira que for comprar para garantir que tenha o conforto necessário para os seus momentos de lazer. A maioria das cadeiras disponíveis no mercado brasileiro possuem um tamanho padronizado, mas também existem alguns modelos que são feitos para crianças ou pré-adolescentes, que são menores que os tamanhos “tradicionais”. Então, se estiver procurando uma cadeira para presentear um filho ou sobrinho pequeno, esses modelos podem ser mais confortáveis.

Ergonomia

Falamos do tipo de material e do tamanho da cadeira para enfatizar o quão importante é a questão da ergonomia na hora da escolha do seu produto. Levando em consideração que jogar é uma atividade na qual o usuário passará bastante tempo, e em uma mesma posição. Por isso, é preciso alertar que as cadeiras que oferecem melhor ergonomia vão evitar dores que podem ser causadas pelo uso prolongado. Também é importante salientar que, ao primeiro sinal de dores, o usuário procure um médico para evitar que o quadro se agrave e se torne uma dor crônica.

Veja abaixo três cadeiras gamer listamos para você!

Cadeira Gamer Snake

A cadeira gamer Snake tem espuma de alta densidade, é envolvida com couro poliuretano, material de alta qualidade e de fácil limpeza, base reforçada com rodízios de borracha silenciosa para maior estabilidade, almofadas na região lombar e na região cervical para dar ao usuário o máximo de ergonomia durante suas gameplays. O preço da cadeira Snake é: R$ 727.

Cadeira Gamer MoobX Nitro

A cadeira gamer MoobX Nitro tem função basculante com parte traseira reclinável, com ajuste de até 180º. A cadeira ainda tem apoio de cabeça e almofada para lombar que aumenta o conforto no uso diário, cilindro com 100mm de regulagem de altura e rodinhas reforçadas de 65mm. Preço: R$ 999.

Cadeira Gamer Cruiser Preta/Vermelha FORTREK

A cadeira gamer Cruiser tem cobertura em poliuretano e alguns elementos em fibra de carbono, assento firme, com apoio para cabeça e almofada para as costas para oferecer conforto mesmo após um uso prolongado. A cadeira ainda tem apoio de antebraço ajustável bidirecionalmente, feito para descanso  dos cotovelos durante as horas de gameplay. Preço: R$ 1.171.

_________________________________________________Seis extensões para Chrome que te ajudam a ser mais produtivo

Como usar o Trello? Nove dicas para melhorar a produtividade no home office

Como usar o Notion? 5 dicas para aproveitar o aplicativo de organização

Plugins podem ser baixados na Chrome Web Store e ajudam a manter o foco no trabalho ou estudos; confira

Por Raquel Freire, para o TechTudo

04/01/2022 07h00 Atualizado há 3 semanas

O Chrome conta com diversas extensões para aumentar a produtividade dos usuários. Disponíveis gratuitamente na Chrome Web Store, complementos como Forest, Todoist e Tab Manager Plus permitem utilizar recursos extras sem precisar fechar ou minimizar as janelas do navegador do Google.

As ferramentas também são bem mais leves que os programas tradicionais para computadores, evitando que recursos desnecessários sejam instalados no sistema. O TechTudo listou uma série de extensões para Chrome que ajudam a otimizar tempo de trabalho ou estudo no computador, aumentando o foco e reduzindo distrações.

Chrome: navegador tem extensões que ajudam a aumentar produtividade; conheça — Foto: Melissa Cruz/TechTudo

1. Forest

Eleita pelo Google como uma das melhores extensões de 2021, a Forest é um complemento que usa gamificação para ajudar o usuário a se manter focado. O funcionamento é simples: você cria uma lista de URLs que deseja bloquear, como sites de jogos e redes sociais, e define um tempo de bloqueio. Ao clicar no ícone de árvore, o complemento "planta" uma árvore virtual e impede o acesso a esses endereços.

Forest é uma extensão para Chrome que usa gamificação para auxiliar a ter foco no trabalho — Foto: Reprodução/Raquel Freire

Caso a pessoa não desista do bloqueio antes de acabar o tempo estabelecido, a árvore cresce e o usuário ganha recompensas — incluindo a liberação de novos tipos de plantas. Dessa forma, as pessoas são incentivadas a expandirem suas florestas, se mantendo longe de sites que criam dispersões nas horas de estudo ou trabalho. As recompensas são maiores se a extensão estiver sincronizada com o aplicativo da Forest, disponível para celulares Android e iPhone (iOS).

2. Dark Reader

A Dark Reader permite que todos os sites sejam executados no Chrome em modo escuro, ajudando. a proteger os olhos dos efeitos negativos da luz do computador. A extensão também possibilita que os usuários realizem ajustes na aparência da tela noturna.

Extensão Dark Reader aplica modo noturno a todos os sites abertos no Google Chrome — Foto: Reprodução/Raquel Freire

O usuário também pode alterar brilho, contraste, tons de sépia e tons de cinza, tornando o escurecimento mais intenso ou mais leve, de acordo com suas preferências. Para acessar determinada URL em sua versão normal, basta clicar no ícone do complemento e apertar o botão "Desativar".

3. Tab Manager Plus

Tab Manager Plus é uma ferramenta para organizar as abas do Chrome. A extensão exibe um painel com todas as janelas ativas e suas respectivas guias, permitindo fechar ou minimizar uma janela, nomear os grupos de guias e definir uma cor específica para cada um deles.

Tab Manager Plus é uma extensão para Chrome que ajuda a gerenciar abas e janelas no navegador — Foto: Reprodução/Raquel Freire

Outro recurso bastante interessante é um campo de buscas através do qual é possível pesquisar por abas. Vale ressaltar que o Tab Manager Plus permite limitar o número de abas por janela, redimensionar o tamanho dos popups, ativar modo noturno e incluir janelas anônimas na janela de trabalho do complemento.

4. Todoist

O Todoist é uma popular ferramenta para organizar vida pessoal e profissional. A extensão permite criar listas de tarefas e organizá-las dentro de diferentes projetos — compras, trabalho, filmes para ver, etc —, identificados por cores para facilitar a organização.

Extensão para Chrome do Todoist permite criar listas de tarefas sem precisar sair do navegador — Foto: Reprodução/Raquel Freire

Também é possível estabelecer diferentes prioridades às atividades, incluir tarefas, adicionar comentários e enviar anotações por e-mail, entre outras funcionalidades. O plano "Pro" oferece recursos extras, como a capacidade de adicionar lembretes em cada tarefa. Em ambas versões — gratuita e paga —, o Todoist requer login com Facebook, Google, conta Apple ou e-mail.

5. Rescue Time

A Rescue Time monitora diferentes atividade do usuário no Google Chrome, com o objetivo de saber como ele está gastando o tempo no navegador. A extensão exige criar cadastro e instalar um programa no PC, disponível para Windows, macOS e Linux.

6 de 7 Extensão Rescue Time monitora atividade no Chrome e ajuda a saber como usuário está gastando tempo online — Foto: Reprodução/Raquel Freire

Extensão Rescue Time monitora atividade no Chrome e ajuda a saber como usuário está gastando tempo online — Foto: Reprodução/Raquel Freire

O principal método de análise da plataforma é classificar os sites em "distrai muito", "distrai", "neutro", "produtivo" ou "muito produtivo". Essas categorizações são estabelecidas de acordo com a natureza do portal, mas você pode alterá-las nas configurações. A janela ainda permite criar metas de produtividade, informar sua agenda e adicionar integrações com outras plataformas, como Google Agenda e Slack.

6. Toggl Tracker

A Toggl Track inclui um cronômetro em todos os sites e ferramentas online abertas. Por meio dela, o usuário pode informar o que está fazendo em cada um dos sites, bem como alocar cada atividade em diferentes projetos. Sendo assim, é possível gerenciar diferentes ações e saber quanto tempo está sendo gasto com cada uma.

7 de 7 Toggl Tracker adiciona cronômetros em todas as ferramentas online para gerenciar produtividade — Foto: Reprodução/Raquel Freire

Toggl Tracker adiciona cronômetros em todas as ferramentas online para gerenciar produtividade — Foto: Reprodução/Raquel Freire

Com integração a várias ferramentas profissionais, como Asana e Trello, o Toggl Tracker é pensado para o trabalho em equipe. Os administradores podem convidar funcionários e clientes, conseguindo identificar quanto pagar a cada pessoa, de acordo com as horas trabalhas em cada projeto. Vale ressaltar que o serviço também requer uma criação de conta — via e-mail, Google ou Apple — e, diferente dos demais, é grátis para uso apenas durante período teste de 30 dias.

Com informações de Google

_________________________________________________Aplicativo para organizar estudos: 5 opções para arrumar a sua rotina

Ferramentas podem ser aliadas de estudantes que desejam manter uma rotina mais organizada; confira os apps

Por Marcela Franco, para o TechTudo

02/02/2022 10h00 Atualizado há 3 horas

Aplicativos para organizar estudos para Android e iPhone (iOS) podem aumentar a produtividade de alunos. As opções contam com ferramentas para criar lembretes de tarefas, checklists e cronometrar o tempo gasto em cada obrigação. O Planejador de Tempo, por exemplo, além de ser um temporizador, permite adicionar notas e organizar as tarefas diárias em categorias diferentes.

O Google Keep funciona como um quadro de "post-its" virtual, sendo ideal para anotar o conteúdo que precisa ser estudado de forma rápida e sem complicações. Na lista a seguir, conheça cinco apps para organizar a rotina de estudos.

Apps de rotina podem ajudar nos estudos pelo celular — Foto: Isabela Giantomaso/TechTudo

Planejador de Tempo

O app Planejador de Tempo reúne recursos úteis para organizar a rotina de estudos. Nele, é possível cronometrar tarefas, criar notas e lembretes, planejar atividades e marcá-las como concluídas. O aplicativo também permite dividir as tarefas em diferentes categorias para facilitar a organização, além de importar os compromissos do Google Agenda.

A ferramenta funciona como um planner digital para usuários controlarem suas atividades diárias. Um diferencial da ferramenta é o recurso "Registro", que exibe o tempo gasto em cada tarefa em formato de bolhas, facilitando a visualização das horas gastas em cada atividade registrada. Uma vantagem do Planejador de Tempo é que ele não exibe anúncios na versão gratuita, contudo, ele não é um app muito intuitivo.

Planejador de Tempo possui cronômetro para marcar horas estudadas em cada disciplina — Foto: Reprodução/Marcela Franco

Google Keep

O aplicativo Google Keep funciona como um bloco de notas virtual. A ferramenta permite adicionar notas, no formato de "post-its" digitais, com listas e anotações das tarefas diárias. Também é possível importar fotos e gravações ao aplicativo, assim como fazer marcações de concluído nos itens da lista. A ferramenta "desenho" possui pincéis digitais, ela serve para escrever as anotações do celular usando o dedo ou uma caneta touch.

O diferencial do Google Keep é a facilidade para usar suas funções, com a possibilidade de mudar as cores, o que facilita a visualização das tarefas. Entre o ponto negativo está o fato do app não trazer grande quantidade de recursos.

Aplicativo Google Keep lembra um quadro cheio de bloco de notas — Foto: Reprodução/Marcela Franco

Rabit

O aplicativo Rabit pode ajudar a organizar a rotina de estudos e aumentar a produtividade. O app possui um processo de gamificação que remete ao lema "colhemos o que plantamos". Cada tarefa adicionada na plataforma é representada por uma semente, e à medida que o usuário completa um objetivo a muda de planta cresce. O usuário pode definir a frequência, dias da semana e horário das tarefas.

O app também emite lembretes no horário marcado e possui calendário que funciona como um planner digital. O design do Rabit é um dos pontos positivos do aplicativo: o layout é bem agradável e clean.

4 de 6 Rabit possui gamificação para compensar tarefas concluídas — Foto: Reprodução/Marcela Franco

Rabit possui gamificação para compensar tarefas concluídas — Foto: Reprodução/Marcela Franco

Notion

A ferramenta Notion reúne algumas funcionalidades voltadas para organização dos estudos. O app permite criar notas e listas de tarefas personalizadas e anexar documentos. O aplicativo também possui integração com o Google Drive, facilitando o acesso aos arquivos que estão armazenados no app do Google. A função "Reminder" emite notificações no celular para lembrar as tarefas que precisam ser cumpridas.

O aplicativo Notion não está disponível em português, o que dificulta bastante o uso dos recursos da ferramenta. Além disso, o app não é muito intuitivo.

5 de 6 Notion possui recursos para organizar estudos, como notas e listas de checagem — Foto: Reprodução/Marcela Franco

Notion possui recursos para organizar estudos, como notas e listas de checagem — Foto: Reprodução/Marcela Franco

Trello

O layout do Trello consiste em um quadro virtual em que o usuário pode adicionar cartões com títulos e descrições personalizados e movê-los de uma coluna para outra. É possível também inserir data de entrega nos cartões para acompanhar o fluxo dos estudos. O recurso "Etiquetas" permite criar marcações usando diferentes cores nos cards, o que facilita a organização de matéria, por exemplo.

Já a função "Checklist" é ideal para marcar as tarefas concluídas. O diferencial do Trello está no seu design que, apesar de simples, traz uma visão geral das etapas da tarefa de forma bem agradável.

6 de 6 Trello exibe um quadro com as etapas de produção de tarefas — Foto: Reprodução/Marcela Franco

Trello exibe um quadro com as etapas de produção de tarefas — Foto: Reprodução/Marcela Franco

_________________________________________________O que são mapas mentais e como eles podem auxiliar no ambiente de trabalho e no ensino remoto

Gizmodo Brasil 
https://gizmodo.uol.com.br/o-que-sao-mapas-mentais-e-como-eles-podem-auxiliar-no-ambiente-de-trabalho-e-no-ensino-remoto/amp/

Com o contexto pandêmico atual, foram necessárias adaptações para ambientes online de muitas partes da rotina cotidiana que conhecíamos, incluindo os estudos e trabalho, consagrando o ensino remoto e o home office. No entanto, com essas mudanças, fez-se presente a necessidade de manter tanto equipes criativas, quanto alunos, integrados o tempo todo. Com isso, novas […]

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1 hora atrás

Com o contexto pandêmico atual, foram necessárias adaptações para ambientes online de muitas partes da rotina cotidiana que conhecíamos, incluindo os estudos e trabalho, consagrando o ensino remoto e o home office. No entanto, com essas mudanças, fez-se presente a necessidade de manter tanto equipes criativas, quanto alunos, integrados o tempo todo.

Com isso, novas metodologias criativas são necessárias para garantir uma melhor junção de pontes estratégicas e didáticas, unindo grupos de pessoas e suas ideias da melhor forma. A criação de mapas mentais foi uma delas. Mas você sabe o que é essa ferramenta e como usá-la no seu dia a dia?

O que é um mapa mental?

Exemplo de Mapa Mental da ferramenta Miro

Os mapas mentais foram criados e conceituados pelo psicólogo Tony Buzan com a finalidade de organizar uma gestão de conhecimentos mais adequada aos processos humanos, com uma maximização do entendimento de ideias e melhor absorção de aprendizados e conceitos através de diagramas sistematizados.

Hoje em dia, os mapas são utilizados como ferramentas de estudos e aprendizagem geral, que mostram a ligação de ideias com um tema central. Estes mapas têm a intenção de organizar informações e conceitos de modo fluido e simplista, facilitando a seleção do que é mais importante e relevante para o processo envolvido.

A elaboração de um mapa mental pode ser feita utilizando-se de elementos gráficos, com cores diversas, linhas e também imagens, e deve apresentar uma corrente de pensamento que ilustre o tema abordado, interligando textos curtos, ou até mesmo simples palavras chaves, em uma direção que faça sentido. A proposta do mapa sempre irá ser exemplificar um pensamento criativo e visual e como este pode ser posto em prática, expondo suas características mais marcantes como a flexibilidade de sua construção e acessibilidade.

Onde utilizar um mapa mental?


Mapas mentais podem ser utilizados no âmbito educacional e didático, já que apresentar um formato mais claro de aprendizado para uma equipe é a realidade deste tipo de fluxograma. Além disso, uma pessoa pode utilizar a ferramenta para práticas de conhecimentos próprios, dinamizando uma absorção do conhecimento.

O exemplo abaixo é um de um professor de inglês, que se utilizou da ferramenta para ensinar termos de viagens e locais em inglês com a metodologia do mapa. Você pode ver esse modelo de quadro completo aqui.

Por conta de sua estruturação simples, intuitiva e rápida, a criação de um fluxo de mapas mentais pode acabar enriquecendo também linhas de pensamentos de equipes criativas, colaboradores e de empresas que desejam estruturar melhor planejamentos internos, facilitar e ilustrar processos, ou organizar melhor uma rotina de reuniões e brainstorming.

Quais são os tipos de mapa mental?

Existem diversos tipos de mapas mentais, abrindo ainda mais possibilidades para a criatividade do usuário organizar e expor suas ideias.

O mapa mental de resumo se faz útil quando o usuário não possui muito tempo para a elaboração, focando em uma melhor e mais rápida absorção de informações se utilizando de apenas frases curtas ao redor da temática principal e poucos elementos visuais. Já o mapa mental tradicional é feito em cima dos conceitos de Tony Buzan, abusando de elementos mais visuais, cores e desdobramento, sendo perfeito para você que procura obter uma visão mais ampla e detalhada de suas ideias e, ainda assim, obter uma grande retenção de informações para si ou para sua equipe.

No entanto, com os avanços tecnológicos e adaptação de muitos processos que conhecemos para ambientes online, algumas ferramentas foram criadas na intenção de facilitar e melhorar ainda mais o desenvolvimento destes mapas com o trabalho e estudos remotos. Quer conhecer uma interface bem completa que traz o mapa mental como ideia central de sua composição?

Ferramenta de Mapa Mental

No momento atual, com muitas organizações e empresas migrando para o ensino e trabalho híbrido (presencial e remoto), a melhor opção é buscar por ferramentas que auxiliem na colaboração nesses dois cenários.

Uma opção é a ferramenta online de mapas mentais da Miro. Usado por mais de 30 milhões de usuários no mundo, sendo eles consultores, professores e empresas de diversos portes (como Dell e Okta), a Miro conquista cada vez mais espaço no mercado e pode ser a interface que soluciona questões de produtividade da sua empresa, equipe ou alunos, e apresenta funções incríveis de organização de ideias, indo além de mapas conceituais básicos.

A Miro é uma plataforma visual colaborativa que funciona como uma lousa digital online infinita, auxiliando times a organizarem suas ideias de forma mais fácil. Além disso, a ferramenta pode ser usada para manter a proximidade de equipes criativas, colaboradores e alunos, garantindo a integração e alinhamento habitual do presencial.

Oferecendo mais de 200 templates prontos para utilização em workshops, reuniões, aulas, processos de UI e UX Design, os times e alunos conseguem realizar atividades colaborativas diversas com colaboração em tempo real, idealizações de brainstorming, processos de design sprint e thinking, estratégias de diversas áreas, fluxogramas, diagramas e mapas mentais online de forma dinâmica, completa, e com muito mais precisão. A ferramenta pode ser acessada como uma aplicação web ou através do aplicativo, que pode ser instalado em seu computador ou celular.

Ensino remoto e Home Office são mais que tendências, são realidade. A importância de explorar metodologias e ferramentas que auxiliem e facilitem processos a distância se tornam cada vez mais imprescindíveis.

_________________________________________________O que é microLED? Conheça tecnologia que pode ser futuro das smart TVs

1 de 2 Samsung aposta em telas microLED em televisores premium — Foto: Divulgação/Samsung

Samsung aposta em telas microLED em televisores premium — Foto: Divulgação/Samsung

O que é microLED?

microLED é uma tecnologia de tela que busca atenuar algumas das limitações dos painéis OLED, hoje referência absoluta quanto à qualidade de imagem em TVs e monitores. Assim como no OLED, telas microLED usam LEDs individuais para emitir luz e cor, fugindo assim dos problemas das telas LED convencionais.

Se você compreende como uma tela OLED funciona, sabe também como o microLED se comporta. A grande diferença fica por conta dos materiais e de como são criados os LEDs que formam essas telas: no OLED, é usado um material orgânico, enquanto no microLED se aplica um composto inorgânico.

Já para quem precisa refrescar a memória, uma forma simples de entender telas microLED/OLED é comparando seu design básico com aquele usado nos painéis LED comuns. Uma tela LED é formada por várias camadas, mas aqui iremos nos interessar por duas: a de LED no fundo e o cristal líquido (LCD) em cima.

É no LCD que estão os pixels e que as imagens são formadas. Mas o LCD não emite luz, de forma que sozinho ele não teria muita utilidade, já que você não conseguiria enxergar formas e detalhes no painel escurecido. É por isso que, por trás do LCD, telas de LED contam com um display iluminado por LEDs para direcionar luz sobre o LCD, permitindo que as imagens sejam visíveis para você.

Como essa iluminação de fundo está sempre ligada, ela acaba distorcendo tons escuros: cores pretas em telas LED têm um aspecto lavado, meio acinzentado, e isso compromete o contraste nesses displays.

No microLED/OLED, cada um dos pixels que forma a tela é capaz de, sozinho, gerar a própria luz. Com isso, o display pode ser controlado com grande precisão, e sem uma fonte de luz sempre ligada distorcendo tudo, atingir tons de preto mais reais e níveis de contraste considerados infinitos, gerando assim uma imagem de maior qualidade.

microLED e OLED: qual é melhor?

A resposta para essa pergunta é difícil porque, no papel, a tendência é que o microLED se mostre uma tecnologia superior. A realidade, no entanto, é que os custos envolvidos na manufatura dessas novas telas são bem altos (tendo em vista que o processo de fabricação do OLED também é complexo e custoso), de forma que é difícil antecipar até que ponto o microLED pode ser barateado com maior escala e concorrência de forma a superar o OLED.

Já do ponto de vista técnico, as vantagens para o microLED são significativas. A primeira delas tem a ver com a durabilidade: como os LEDs aqui não são orgânicos (é daqui que vem o "O" de OLED), o desgaste acaba sendo menor, de forma que a tendência natural é que uma tela microLED tenha uma maior durabilidade do que o OLED.

Painéis OLED estão sujeitos a desgaste com o tempo, inclusive com perda de intensidade de cores e brilho — além do temido burn-in. Já o microLED é mais resiliente e pode apresentar uma durabilidade que supera até mesmo telas LCD convencionais, de acordo com projeções de especialistas.

Outras vantagens são a eficiência — o microLED pode chegar a brilho mais alto gastando menos energia — e a miniaturização: telas desse tipo precisam de menos camadas e podem render displays mais finos e compactos, permitindo assim sua adaptação a um maior número de aparelhos e formatos.

Quais marcas oferecem a tecnologia?

O processo de adoção de telas microLED ainda engatinha e, embora tanto Samsung quanto LG venham realizando investimentos em torno da tecnologia, a verdade é que você encontra dificuldade em achar produtos com esse tipo de tela no mercado atualmente. A rigor, só a Samsung tem algo com microLED à venda em versões de 89, 101 e 110 polegadas.

Diferenças para o Mini LED e outras tecnologias

microLED promete maior durabilidade do que o OLED e o novo QD-OLED de Sony e Samsung — Foto: Divulgação/Sony

Existem alguns outros tipos de tela no mercado que visam a enfrentar limitações do LED de formas parecidas com aquelas associadas ao microLED. O Mini LED, por exemplo, é um tipo de tela LED mais convencional que ainda funciona com a ideia de uma iluminação geral, distribuída pela área do display, para incidir sobre o LCD. No caso do Mini LED, há mais LEDs, permitindo algum nível de controle sobre pontos de diferente intensidade de uma imagem.

Já telas QD-OLED, recém anunciadas pela Samsung, combinam os pontos fortes dos chamados pontos quânticos (cores vivas e intensidade de brilho) com as características do OLED.

O que esperar dos preços?

O microLED é uma tecnologia nova e isso terá impacto no custo de produtos com esse tipo de display em um primeiro momento. Outro fato que pode levar os valores de televisores e monitores com microLED para cima são os desafios de manufatura: assim como o OLED, telas microLED dependem de processos bastante sofisticados de fabricação, o que impõe custos maiores aos fabricantes.

Se você faz mesmo questão de um televisor microLED, sua única opção é aguardar a linha microLED da Samsung. Oferecendo um design que a Samsung classifica como "modular", a tela pode ter 110 polegadas ou mais e custar em torno de US$ 150 mil (R$ 795 mil, em conversão direta), considerando custos de instalação dos televisores gigantes para o qual a Samsung ainda não divulgou planos de lançamento no Brasil.

_________________________________________________É moleza! Como criar GIFs com seu próprio smartphone - Gizmodo Brasil

Smartphones com Android e iOS vêm de fábrica com recursos que permitem a criação de GIFs animados. Veja como fazer

Vinicius Marques 10 horas atrás GIF: Chris Torres

Você dificilmente vai passar um dia sem ver um deles rodando sua timeline. GIFs foram criados para solucionar o problema de carregar arquivos de imagem sem depender tanto da velocidade da conexão do usuário — tudo porque o GIF não é um formato de arquivo de vídeo, e sim de imagem. A tecnologia permite o processamento rápido de imagens estáticas e também de uma série de imagens, que são reproduzidas em loop e passam a impressão de movimento.

Graças aos recursos de pós-produção que vêm de fábrica nos smartphones, é muito fácil criar seus próprios GIFs. Veja como fazer.

Sistema Android

Para quem tem o aplicativo Google Fotos, o processo é muito simples. Basta ir em “Biblioteca”, “Gerenciamento” e na lista “Criar” acessar a opção “Animação”. Depois disso, o usuário poderá escolher quais fotos de sua galeria quer utilizar para fazer a animação. Após a seleção das imagens, o usuário deve clicar no comando “Criar”, que fica no canto superior da tela de seu smartphone e está feito. Daí é só compartilhar na sua rede social de preferência.

Sistema iOS

Quem possui dispositivos Apple também consegue criar GIFs sem precisar baixar nenhum aplicativo adicional. Basta utilizar o recurso “Live Fotos”, que captura um segundo e meio antes do clique. Você ainda pode fazer algumas edições, adicionar efeitos e criar um GIF para compartilhar com quem quiser.

Aplicativos terceiros

As duas primeiras alternativas para a criação de GIF não necessitam de download adicional de nenhum aplicativo terceiro. Tanto iOS, quanto Android possuem recursos que facilitam a criação dos GIFs. 

No entanto, caso prefira outras alternativas, App Store e Play Store estão repletas de aplicativos dedicados exclusivamente à criação de GIFs, como GIF Maker, GIPHY, ImgPlay, entre outros. Boa diversão.

_________________________________________________Reportagem: Pedro e Paulo Markun - Óculos e guinada do Facebook: as principais notícias do ano sobre metaverso

Avatares no Horizon Worlds, a plataforma de rede social em realidade virtual da Meta (ex-Facebook) - Divulgação/Meta
Avatares no Horizon Worlds, a plataforma de rede social em realidade virtual da Meta (ex-Facebook) Imagem: Divulgação/Meta
Pedro Markun e Paulo Markun Colunistas do UOL 26/12/2021 04h00

Esta coluna tem menos de três meses, mas na última edição do ano, resolvemos fazer um rápido balanço dos principais fatos e temas que dominaram o território aqui abordado em 2021.

Nossa ideia é de que, no futuro, quando forem contar a história desse começo de século, os pesquisadores irão identificar este ano como sendo o ponto de virada para uma nova situação, em que as relações humanas deixaram de estar obrigatoriamente atadas no espaço e no tempo.

Crianças piram ao desenhar em realidade virtual, mas quais são os riscos?

Óculos de realidade virtual e guinada do Facebook

No campo da realidade virtual, o avanço mais notório - os Oculus Quest 2 — foi lançado em setembro de 2020. Ele deu aos usuários mais imersão e menos desconforto. Ainda é pesado e caro, mas foi o produto mais vendido na última Black Friday.

Segundo todas as contas, a Meta (novo nome do Facebook) vendeu cerca de 2 milhões a mais de Quest 2 do que a Microsoft Xbox Series X | S combinada - 10 milhões contra 8 milhões. Ainda perde para o Playstation 5 por 3,4 milhões, mas deixou de ser um brinquedinho de meia dúzia de iniciados.

Óculos de realidade virtual Quest 2 - Divulgação - Divulgação
Óculos de realidade virtual Quest 2 Imagem: Divulgação

Mas nada superou o gesto simbólico de Mark Zuckerberg de trocar o nome de sua empresa para Meta - ainda que no balanço de final de ano, Bill Gates tenha previsto que em dois ou três anos a maioria das reuniões virtuais será em algum tipo de metaverso, apoiada em aparatos de realidade virtual.

Outro passo importante para que o metaverso se popularize e ganhe escala e força foi a multiplicação de negócios envolvendo os NFTs - esse certificado de autenticidade que cria escassez e que garantiu a venda de uma colagem jpeg (isso mesmo, uma imagem digital) do artista americano Beeple por US$ 69,3 milhões de dólares em março de 2021. Foi o prenúncio de uma série de leilões em que produtos e terrenos digitais alcançaram valores estratosféricos.

Em agosto, o Facebook já havia lançado o Horizon Workroom, seu ambiente de trabalho em VR (realidade virtual), em setembro, anunciou a parceria com a RayBan para criar óculos de sol que permitem filmar, fotografar e "ler" dispositivos de realidade aumentada.

Também em setembro, a banda inglesa Muse colocou no ar na plataforma Stageverse um show gravado com 16 câmeras 360, em que os fãs, devidamente paramentados com seus Oculus com avatares customizados (e caros) podem acompanhar de vários pontos do palco e da plateia.

Games e moda no metaverso

Por falar em avatares, a Epic Games, desenvolvedora do popular jogo Fortnite, lançou um aplicativo chamado MetaHuman Creator que permite a qualquer pessoa criar pessoas digitais com traços bem realistas, em questão de minutos.

Velhos de todo mundo, uni-vos: nada tendes a perder, exceto suas faces rosadas e lisinhas, em seus avatares. No Fortnite, os jogadores também podem comprar tênis e bolsas da grife Balenciaga para seus avatares.

Grife de luxo Balenciaga lançou itens para o Fortnite - Divulgação - Divulgação
Grife de luxo Balenciaga lançou itens para o Fortnite Imagem: Divulgação

Mas nessa pré-história, não há um único metaverso - mas vários. O Roblox, uma plataforma que abriu o capital em dez de março e onde desenvolvedores independentes criam jogos populares com crianças, pode ser visto como uma espécie de pré-metaverso, ainda que não demande os Oculus Quest, nem ofereça a imersão total da VR.

O que essa plataforma esbanja são números impressionantes: só no primeiro trimestre de 2021, mais de 42 milhões de pessoas conectadas diariamente resultaram num total de quase 10 bilhões de horas empenhadas no jogo.

Essa turma gastou o correspondente a 652 milhões de dólares na moeda virtual do site, o Robux, comprando chapéus, armas, balões de ar quente e outros badulaques digitais para seus personagens. Depois de abrir o capital em 10 de março, a avaliação da empresa disparou e chegou a 50 bilhões de dólares neste fim de ano.

Adesão de grandes marcas

Em novembro, a Nike apresentou seu novo mundo virtual, dentro do Roblox. Na Nikeland haverá estádios e arena para que os jogadores possam disputar diversos jogos virtuais - de preferência, devidamente paramentados com produtos digitais à venda na loja virtual do território.

Metaverso da Nike no jogo Roblox - Divulgação - Divulgação
Metaverso da Nike no jogo Roblox Imagem: Divulgação

Especialistas do BCG Henderson Institute, um think tank de estratégia do Boston Consulting Group, vinculam a sobrevivência de plataformas como Fortnite, Roblox, Decentraland, Discord ou Topia à inserção de marcas fortes no mundo real, para reforçar a geração de receitas. E lembram que embora mais de 150 milhões de pessoas joguem Roblox todos os meses, em 2020 o prejuízo da companhia passou dos 250 milhões de dólares.

Uma das mais conhecidas marcas em todo mundo, a Coca-Cola, entendeu a mensagem e leiloou recentemente uma caixa com três NFTs no Decentraland: uma jaqueta personalizada da Coca-Cola; um visualizador de som que apresenta clipes de áudio enquanto você bebe ou derrama Coca virtual; e um Cartão da Amizade, com obras de arte da grife feitas na década de 1940. E o vencedor do leilão recebeu um cooler de verdade cheio de latas de Coca para beber no mundo real.

Outra marca pioneira é a Hyundai. Em outubro, a companhia coreana lançou o Hyundai Mobility Adventure, um espaço virtual compartilhado no Roblox no qual avatares podem experimentar as ofertas se comunicarem entre si. Eles podem testar os novos veículos e soluções de transporte da Hyundai; operar veículos robóticos e dispositivos de mobilidade aérea urbana; e participar de diversas atividades e experiências sociais.

A referência à maior fábrica de automóveis do mundo permite olhar mais para trás, em busca de parâmetros e metáforas. As bolas de cristal nunca tiveram sua eficácia comprovada, mas talvez valha lembrar que, em outubro de 1908, quando Henry Ford lançou o protótipo do primeiro carro popular da história, o Modelo T, os Estados Unidos tinham menos de 30 mil quilômetros de estradas pavimentadas. No começo dos anos 20, mais da metade dos veículos registrados em todo mundo eram Fords - só do Modelo T foram fabricadas e vendidas 15 milhões de unidades.

O metaverso pode ser um novo Modelo T? Ninguém tem a resposta precisa, mas é muito evidente a disposição de grandes nomes do mundo digital, como Zuckerberg e Gates estarem apostando suas fichas nesse lance.

_________________________________________________Opinião: Pedro e Paulo Markun - Existe um metaverso grátis para qualquer um criar e que você já pode usar

Com ferramenta do Mozilla Hubs, um antropólogo recriou um animal extinto e o colocou no centro de sua sala de trabalho no metaverso Imagem: ReproduçãoPedro Markun e Paulo Markun

23/01/2022 04h00

Esta coluna já visitou alguns dos principais metaversos da atualidade, de todos os maiores players do mercado. As diferentes tecnologias estão com diferentes graus de maturidade e, como já mencionamos em outro texto, um dos maiores desafios é criar pontes entre esses esses ambientes controlados por empresas distintas. Na coluna de hoje, queremos apresentar uma outra visão de metaverso, proposta pelos criadores do navegador Firefox.

A Fundação Mozilla, uma entidade sem fins lucrativos, tem como missão "promover a abertura, inovação e oportunidade na web" e o Mozilla Hubs é a aposta deles para o metaverso.

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Ao contrário da maioria das outras tecnologias, o Mozilla Hubs não pretende competir com a internet como a conhecemos —pelo contrário, usando tecnologias livres, se propõe a ser uma extensão tridimensional e imersiva da web.

Isso significa que você não precisa baixar nenhum programa especial para acessar o metaverso da Mozilla.

Qualquer navegador recente, desde que compatível com os padrões abertos da realidade aumentada, pode acessar o ambiente virtual através de um link comum. Assim, você pode acessar as experiências elencadas no final deste texto do seu próprio computador, sem precisar de nenhuma parafernália extra.

Mas, claro, são sempre ambientes tridimensionais imersivos, pensados e construídos para serem utilizados com os mais diferentes dispositivos de realidade virtual.

Ao abrir o mesmo link com o Oculus Quest, da Meta, com o HTC da Vive ou mesmo com as dezenas de óculos chineses que permitem usar o seu smartphone, a experiência se transforma e você pode estar dentro das cenas.

Essa flexibilidade traz vantagens e desafios.

Por um lado, a barreira de entrada é muito menor e é possível hoje explorar esse ambiente a partir do celular ou notebook e encontrar lá dentro pessoas, usando um óculos de realidade virtual.

Por outro, a escolha de acomodar essas diferentes tecnologias traz algumas limitações e, muitas vezes, o mergulho no Mozilla Hubs pode parecer um pouco menos imersivo que experiências similares em sistemas proprietários.

As salas virtuais suportam até 50 pessoas e, como de costume, o primeiro passo é escolher o seu avatar.

O Hubs Cloud, solução na nuvem da Mozilla, que permite você criar seus próprios ambientes gratuitamente e compartilhar o link com amigos, colegas de trabalho ou familiares traz dezenas de avatares prontos, mas o formato aberto permite que você possa subir o seu próprio modelo 3D ou usar ferramentas como o Ready Player Me para criar uma versão virtual sua, a partir de uma foto, por exemplo.

Depois disso, você entra de fato no ambiente virtual e consegue se mover —caso esteja no computador— usando as setinhas do teclado e o mouse, lembrando os jogos de tiro em primeira pessoa.

Uma novidade: no último ano, a Mozilla implementou um avatar-câmara que permite você usar seu próprio rosto dentro de uma figura digital simpática de um astronauta ou, talvez, webnauta.

O áudio nos ambientes é espacializado, o que significa que o volume das vozes muda conforme você se aproxima ou se afasta da pessoa.

Parece pouco, mas é impressionante como essa mudança sutil torna as reuniões e encontros muito menos cansativos que a mesma coisa num Zoom ou outra ferramenta de videoconferência, onde todas as carinhas estão à mesma distância e em que temos a impressão de que todos estão gritando a partir do mesmo lugar.

Desde 2020, a Mozilla criou uma versão paga para empresas, hospedada na nuvem. Baseada no Amazon Web Services (AWS), possibilita usar um servidor de streaming de conteúdo dedicado, para maior segurança.

No Mozilla Hubs, é possível escolher entre vários cenários previamente definidos —de templos gregos a fazendas, sem falar de salões para conferências, escritórios, etc.

É muito simples montar um espaço virtual do jeito, a partir desses modelos ou de algo mais especial, e os criadores podem "importar" de avatares a objetos digitais tridimensionais, além de câmaras, vídeos, etc.

Com isso, as possibilidades de uso se ampliam: é possível fazer o lançamento de um livro, uma exposição, um debate, uma palestra, um papo entre amigos —parte usando algum desses óculos de VR, parte apoiados apenas em um computador, sem problemas. Um simples clique no botão Share no alto da tela e pronto, seu convite é enviado.

Tem gente experimentando essas possibilidades em todo lugar. A comunidade interessada em desenvolver projetos e conhecer melhor a plataforma tem 16 mil membros mundo afora.

Na Alemanha, o Teatro Schubert anuncia para dia 2 de fevereiro a estreia da peça "MAY.be.2.0", uma performance de marionetes para adultos que só vai existir no espaço virtual.

As áreas de palco foram desenvolvidas com a plataforma Mozilla Hubs e o público poderá explorar vários locais online a partir do foyer do teatro virtual. O enredo inclui um encontro com a alegoria das sombras de Platão.

Há experimentos mais próximos também.

O Programa Pontes realizado pela Oi Futuro e pelo British Council juntou jovens artistas da comunidade Aglomerado da Serra, de Belo Horizonte, com criadores britânicos de Bristol, na Inglaterra, e do encontro surgiu a exposição "Galeria Virtual Disputa Nervosa", igualmente hospedada no Mozilla Hubs.

Desde 18 de novembro, é possível visitar essa instalação artística digital interativa, que funciona como um game e mescla rap e imagens da favela com ingleses em alguns vídeos.

Separamos aqui alguns outros ambientes para que você possa navegar pelas possibilidades da ferramenta.

Um ambiente de trabalho e conversa baseado em um coworking brasileiro.

Feito para ser assistido com o Oculus, esse é um exemplo de uma apresentação criada para a American Association of Anatomy na conferência de Biologia Experimental realizada no ano passado.

O antropólogo e pesquisador Keith Chan recriou Paraceratherium, um rinoceronte sem chifres, e montou um 'minimuseu' sobre esse animal extinto para ser o centro da sua sala de trabalho virtual.

A 'Agência Espacial' Arcade vem desenvolvendo projetos de realidade virtual e aumentada e criou uma galeria, em parceria com a The Heritage Alliance, para mostrar uma competição de fotografia de navios históricos.

Usando técnicas de fotogrametria, que é a tecnologia que permite transformar fotografias em modelos 3D, foi feita uma versão navegável da Clarion Alley, uma pequena rua em São Francisco, nos EUA, famosa por seu mural de grafites.

Um outro exemplo de fotogrametria, uma versão da Catedral de Notre Dame, que mostra bem as possibilidades e limitações da tecnologia.

O Parque Albert Basin é um parque que (ainda) não existe, localizado na cidade de Newry, na Irlanda. Como forma de tangibilizar a proposta de construção de um parque em uma zona abandonada da cidade, eles criaram um espaço no Hubs onde fizeram apresentações e atividades culturais.

Uma estação para o metaverso baseada na linha Amarela do Metrô de São Paulo.

Todos esses exemplos podem ser acessados de maneira livre e gratuita e mostram algumas das possibilidades dessa incrível ferramenta.

E fiquem ligados, esta coluna promete trazer novidades em breve, usando o Mozilla Hubs como palco ;)


_________________________________________________Registro inédito: veja os últimos momentos da vida de uma estrela

Telescópio Pan-STARRS, nos EUA, capturou momentos finais de estrela; na imagem, a concepção artística do fenômeno Imagem: Observatório WM Keck/Adam Makarenko

Lucas Santana Colaboração para Tilt 25/01/2022 12h00

Astrônomos dos Estados Unidos realizaram um feito inédito ao registrar os últimos dias de uma estrela gigante antes de o astro explodir e formar uma supernova. Foi a primeira vez que uma estrela desse tipo foi observada nos seus momentos finais, especificamente 130 dias antes de colapsar e explodir.

A observação é inédita porque geralmente os cientistas conseguem capturar o fenômeno do surgimento de uma supernova ou mesmo a explosão da estrela, mas não os dias finais que antecedem a explosão.

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A rara observação foi conduzida no verão do hemisfério norte em 2020, no telescópio Pan-STARRS, da Universidade do Havaí, bem no pico do vulcão Haleakala, em Maui.

Os últimos dias da estrela

Em estágio terminal, a gigante vermelha registrada estava em uma outra galáxia a 120 milhões de anos-luz de distância da Terra. Por estar tão longe, ela era invisível a olho nu no céu noturno, mas brilhante o suficiente para ser capturada pelo Pan-STARRS.

Enquanto observavam a gigante, os astrônomos perceberam uma emissão violenta de gás ao seu redor. Com algum tempo de observação, notaram um flash gigante decorrente da supernova. Para se ter uma ideia, no momento da explosão a estrela brilhava mais do que todos os outros astros daquela galáxia juntos. Em seguida, os cientistas perceberam que a estrela estava rodeada de gás quando explodiu, provavelmente o mesmo componente gasoso observado antes de sua detonação.

O autor original do novo estudo é o estudante de graduação Wynn Jacobson-Galán, sob supervisão da cientista astrofísica Rafaella Margutti, docente associada da Universidade de Berkeley, Estados Unidos. A astrônoma realizou as observações por meio do Centro de Exploração Interdisciplinar e Pesquisa em Astrofísica na Universidade Northwestern. O estudo foi publicado no início do mês no periódico "Astrophysical Journal".

"É como assistir uma bomba relógio. Nunca tivemos a confirmação de uma atividade tão violenta em uma gigante vermelha em estágio terminal em que pudéssemos ver, até agora, uma emissão de luz tão grande, depois seu colapso e combustão", celebrou a astrofísica em entrevista ao NBC News.

Como morrem as estrelas?

O ciclo de vida das estrelas varia de acordo com seu tamanho. Quanto maior a massa de uma estrela em geral, menor é o seu tempo de vida. Quanto maior sua massa, maior é a força gravitacional que atua sobre ela. Assim, a estrela precisa gerar mais energia para compensar essa força e não entrar em colapso, consumindo hidrogênio muito mais rapidamente.

Pelos dados coletados na observação, a gigante vermelha registrada no estudo tinha mais de dez vezes o tamanho do nosso Sol antes de morrer.

Uma estrela com massa de 100 vezes a do Sol pode gastar seu combustível em "apenas" um milhão de anos. Já as estrelas dez vezes menores que o Sol chegam a "viver" trilhões de anos.

"Quando o combustível exaure, o núcleo se contrai e a estrela acaba explodindo", explicou a Tilt o astrofísico João Steiner, professor titular do Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas da USP (Universidade de São Paulo), em entrevista concedida em 2017.

Gigantes vermelhas como a observada no estudo da Universidade de Northwestern podem queimar combustível por algumas poucas centenas de milhões de anos antes de explodirem. E dependendo da massa da estrela, sua morte pode ocorrer de maneiras diferentes.

"Se a estrela tiver entre oito e vinte vezes a massa do Sol, o núcleo se transforma em uma nuvem de nêutrons. Se tiver uma massa inicial 20 vezes maior que a massa do Sol, esse núcleo se transforma em um buraco negro", explica o astrofísico da USP.

Quando a estrela tem uma massa pequena, menor do que oito massas solares, no entanto, a explosão não pode ser chamada de supernova.

_________________________________________________Opinião: Ricardo Cavallini - Big techs surgiram para mudar o mundo, mas viraram o padrão a ser superado

Busca por lucro a qualquer preço arranha a imagem das big techs - Pixabay
Busca por lucro a qualquer preço arranha a imagem das big techs Imagem: Pixabay
Ricardo Cavallini 31/01/2022 04h00

As big techs conquistaram nosso coração. Lindas e maravilhosas, elas surgiram para tornar a nossa vida melhor. Tem a loja que entrega tudo em dois dias. A rede que nos conecta aos amigos distantes. A que mostra o preço da corrida antes de entrarmos no carro. A que nos permite ver séries quando quiser e sem propaganda. A que entrega comida por um preço camarada. A que não cobra anuidade no cartão de crédito. Temos até a que nos permite ganhar milhares de seguidores só fazendo dancinha.

E nesse mundo perfeito, elas se tornaram as maiores empresas do mundo. Algumas valendo mais de US$ 1 trilhão, um feito difícil de imaginar alguns anos atrás.

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Hoje, nós — e nossos filhos — passamos mais tempo do nosso dia com essas marcas do que com a própria família. Por este e outros motivos, as big techs se tornaram as empresas mais valiosas e também as marcas mais valiosas. Não apenas em colocação no ranking, mas valendo muito mais que as marcas tradicionais.

Apenas para ilustrar, segundo a Brand Finance, em 2007 a marca (não a empresa em si) mais valiosa do mundo era a Coca-Cola, com valor estimado de US$ 43 bilhões. Em 2022, este valor não entraria nas top 30. Com poucos anos de vida, a marca TikTok já vale mais (US$ 59 bilhões). Em primeiro lugar, a Apple bate os US$ 355 bilhões.

Outro índice relevante é o de fidelidade de marca. Segundo a Brand Keys, big techs como Amazon, Netflix, Apple e Google também dominam esta lista.

Talvez por isso que uma empresa como a Amazon pode vender —e com sucesso — pilhas AA usando sua própria marca. Os consumidores talvez confiem mais nela do que em fabricantes tradicionais que fazem pilhas há 100 anos.

Neste universo de amor e felicidade, as big techs viraram o novo status quo. Porém, suas garras começaram a gerar machucados enquanto se moviam em sua constante busca de crescimento e dominância de mercado. O amor pode acabar.

Em algum momento, uma parte dos consumidores poderá perceber que, no fundo no fundo, imagine só, o objetivo de algumas destas empresas seja apenas o lucro.

Um bom exemplo é bem atual. Neil Young versus Joe Rogan, com o Spotify ficando do lado do dinheiro. Para quem não acompanhou, a plataforma assinou contrato de mais de US$ 100 milhões para ter exclusividade do podcast de Rogan. Com mais de 11 milhões de ouvintes por episódio, ele tem histórico em opiniões e convidados negacionistas e que estimulam o ódio, espalhando mentiras e desinformação sobre temas como covid ou supremacismo branco.

Perguntei à empresa sobre o assunto e responderam que já removeram mais de 20 mil episódios de podcasts sobre covid. Mas Rogan continua firme. E aposto que a audiência destes 20 mil episódios não chegue perto de um único episódio de Rogan.

O fato de o Spotify não remover estes conteúdos (ou remover apenas uma parte deles), fez Young pedir para plataforma resolver o problema ou remover suas músicas.

A plataforma não fez nada, ou seja, decidiu a favor de Rogan.

Comercialmente falando, foi uma decisão fácil. Ainda que tenha importância musical, Neil Young não tem relevância em números quando comparado a outros artistas ou ao próprio Joe Rogan.

Antes de criticarmos a empresa, que tal botar outro componente na lista? Por que nossos artistas preferidos, muitas vezes tão ativistas nas redes, também não fazem a mesma pressão? É válido criticar ou xingar muito o governo antivacina no Twitter, mas seria bem mais prático se nossos artistas populares também pedissem para retirar suas músicas desta e outras plataformas.

Voltando às big techs, agora que elas representam o status quo, a tendência é virar vidraça. E cada vez mais precisarão tomar decisões difíceis. Decisões que podem arranhar suas marcas e mostrar para seu público que, no fundo no fundo, is all about money.

Os primeiros derrotados nesta batalha? Facebook e Mark Zuckerberg. Será que alguém ainda gosta deles? Será que alguém ainda confia neles?

Os próximos anos serão interessantes. Já pensou se um dia, Deus me livre pensar isso, as startups que surgiram para tornar o mundo um lugar melhor, se mostrarem apenas empresas buscando lucro a qualquer custo? Me dá arrepio só de pensar nisso.

A realidade bate a porta. No universo corporativo, uma frase é dita com frequência: o lucro liberta. Em breve algumas big techs e startups descobrirão que o lucro também tem seu preço.

** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL

_________________________________________________Brasil quer atrair nômades digitais, profissionais que podem trabalhar de qualquer lugar. Veja como

Levantamento aponta que há 35 milhões de trabalhadores com esse perfil no mundo, com renda superior a R$ 34 mil por mês. País já tem visto especial para atrair essa mão de obra
João Sorima Neto e Raphaela Ribas
30/01/2022 - 03:30
Depois de viver a experiência de nômade digital, Patrícia Corrêa agora quer investir neste nicho Foto: Acervo pessoal
Depois de viver a experiência de nômade digital, Patrícia Corrêa agora quer investir neste nicho Foto: Acervo pessoal

SÃO PAULO E RIO - O Brasil entrou na disputa para atrair os chamados nômades digitais, trabalhadores qualificados de alta renda que podem trabalhar de qualquer lugar, um estilo de vida que ganhou força com o home office na pandemia.

O Relatório Global de Tendências Migratórias 2022 da Fragomen, empresa especializada em serviços de imigração mundial, estima que 35 milhões  de profissionais tenham esse perfil no mundo e prevê que o número pode chegar a um bilhão em 2035.

Cerca de 40% deles têm renda superior a R$ 34 mil por mês e chegam a gastar em torno de R$ 4,2 milhões por ano.

Foi de olho nesse grupo seleto que o Conselho Nacional de Imigração, do Ministério da Justiça, regulamentou na semana passada a criação de um visto especial.

A ideia é permitir que estrangeiros possam ficar por um ano (com possibilidade de prorrogação) aqui, mesmo vinculados a empresas do exterior. A mudança abre oportunidades para setores como os de hospedagem e escritórios compartilhados.

O foco está em executivos, especialistas, gestores de investimentos, criadores de conteúdo e outros profissionais que só precisam de um laptop e uma boa conexão para produzir.

Veja os países que já têm esse tipo de visto e que também estão na disputa pelos nômades digitais e conheça histórias de pessoas que pulam de um país para outro sem abrir mão do emprego. 

[¿•?]

_________________________________________________GOOGLE DRIVE quase LOTADO: como manter o serviço grátis - Gizmodo Brasil

Veja algumas dicas de como fazer a limpa no seu Drive para não precisar pagar por armazenamento extra

Luana Nunes 2 dias atrás

Desde julho do ano passado o Google Drive limita o espaço que os usuários possuem. São apenas 15 GB gratuitos, dividido entre os arquivos do Drive e também o Gmail. Quem quiser mais, precisa pagar por isso. Para mais 100 GB de espaço, são R$ 6,99 ao mês.

Após a mudança, muitos usuários começaram a ter problemas com o armazenamento cheio e a perda de arquivos importantes — que não ficam mais salvos automaticamente. Mas existem alguns truques que podem te ajudar a driblar esse problema.

Listamos abaixo quatro recursos que vão te ajudar a ter mais espaço no seu Google Drive.

1 – Desativar backup de álbuns de fotos

Com esse truque no app Google Fotos, galeria do Android, você mantém o backup apenas de álbuns importantes e não lota a nuvem com arquivos desnecessários — como fotos antigas, que não fazem mais tanto sentido na sua vida.

1º Passo – Para ativar e desativar, abra o aplicativo de fotos no Android. Em seguida, clique em “Configurações do Google Fotos”.

2º Passo – Clique em “Backup e sincronização” e desative a chave se ela estiver ligada.

Celulares mais recentes costumam ter câmeras de alta resolução, o que significa quase sempre imagens pesadas ocupando o seu Drive. Manter esses arquivos somente no aparelho pode ajudar.

2 – Listar arquivos por tamanho de armazenamento e apagar o que não precisar

Outro recurso que ajudará a eliminar arquivos desnecessários é usar a fermenta que mostra os tamanhos de cada arquivo e quais estão consumindo mais armazenamento.

1º Passo – Abra o aplicativo no Android e toque no menu do topo direito, indicado por três pontos. Selecione “Classificar por”. Na aba exibida na base da tela, marque a opção “Armazenamento usado”.

2º Passo – Os itens serão organizados pelo maior armazenamento, inclusive dentro de pastas específicas. Para liberar espaço, toque no menu com três pontos ao lado do item e selecione “remover” para apagar do Drive.

3 – Faça a limpa na lixeira do Drive 

Vale ressaltar que só apagar os arquivos não significa que eles estarão fora do seu Drive. Para realmente liberar espaço, é importante deletar os arquivos apagados da lixeira.

1º Passo – Abra o menu lateral, na esquerda do app do Drive, indicado por três linhas, e selecione “Lixeira”. Todos os arquivos que ainda estão na nuvem serão mostrados. Toque no botão de menu da tela, com ícone de três pontos.

2º Passo – Depois, selecione “Esvaziar lixeira” e confirme em “Excluir definitivamente”

4 – Dê uma geral no seu Gmail

Faça uma checagem também nos seus e-mails. Como falamos acima, os 15 GB gratuitos do Google Drive também incluem o acervo no Gmail. Dê uma boa busca em mensagens eletrônicas antigas e, principalmente, nas que contêm anexos. Veja o que não é mais importante e apague. Vale lembrar que após apagar, os e-mails ainda estarão na lixeira, delete de vez e consiga ainda mais espaço na sua conta.

_________________________________________________5 estabilizadores de celular ou câmera no AliExpress

Imagem de: 5 estabilizadores de celular ou câmera no AliExpress
Essa não é uma matéria patrocinada. Contudo, o TecMundo pode receber uma comissão das lojas, caso você faça uma compra.
Avatar do autor

Por Ramalho Lima

via nexperts

Um dos maiores segredos dos reviewers e dos profissionais da área de fotografia, para alcançar uma qualidade superior, é usar um estabilizador de celular ou câmera. Esse recurso até está incluído em aparelhos mais modernos, mas ainda não pode competir com os estabilizadores de câmera externos. 

O dispositivo é um ótimo aliado para gravação de vídeos, fotos com mais qualidade, registros de viagens para qualquer tipo de roteiro e como garantia de imagem sem tremor e captando o melhor ângulo. E mesmo sendo um dispositivo que necessita de um bom investimento, você pode encontrar um modelo em uma pechincha AliExpress e garantir um ótimo dispositivo.

A seguir, listamos cinco modelos de estabilizadores de câmeras que estão entre os mais bem avaliados do site. Aproveite para adquirir e fazer ótimos registros, como tirar fotos bonitas e gravar vídeos para o YouTube.

1. Estabilizador de celular Zhiyun Smooth5

13 %OFF
Imagem: Estabilizador para celular Zhiyun Smooth5
Imagem: Tecmundo Recomenda

Estabilizador para celular Zhiyun Smooth5

O Smooth 5 da Zhiyun é um gimbal estabilizador de 3 eixos de design compacto projetado para smartphones, que conta com movimento estabilizado ao longo dos eixos de panorâmica, inclinação e rotação, o que permite possibilitar a captura de vídeo suave e imagens de qualidade profissional a partir de seu telefone.

R$ 597,18

O Zhiyun Smooth5 é um estabilizador de celular com três eixos, que possibilita a movimentação do celular em todas as direções

Seus recursos incluem modo para capturar objetos em alta velocidade, modo de rastreamento de face e timelapse.

O Smooth5 é compatível com diversos acessórios extras, que podem ir junto com o produto, caso o pacote combo seja escolhido no ato da compra.

2. Estabilizador de celular Hohem iSteady V2

55 %OFF
Imagem: Estabilizador para celular Hohem iSteady V2
Imagem: Tecmundo Recomenda

Estabilizador para celular Hohem iSteady V2

Seu sensor de visão de ia incorporado é capaz de reconhecer o corpo humano, e sempre se manterá focado em você, mesmo que você gire, pule e vire as costas para ele.

R$ 1.510,49

O iSteady V2 também estabiliza com três eixos e tem o recurso dolly zoom, além dos modos inception, timelapse e panorama.

Ele ainda suporta comandos por gestos, rastreamento de face e tem luz de LED embutida (com três níveis de intensidade). 

Um ponto interessante é que o rastreamento de objeto do dispositivo é bem rápido e versátil, por isso, o estabilizador pode filmar sem a ajuda de uma pessoa segurando o dispositivo.

3. Estabilizador de câmera FeiyuTech AK2000C

12 %OFF
Imagem: Estabilizador para câmera FeiyuTech AK2000C
Imagem: Tecmundo Recomenda

Estabilizador para câmera FeiyuTech AK2000C

Com 3 eixos portátil projetado para trabalhar com câmeras fotográficas, apresenta capacidade para suportar uma carga útil de até 2.2 kg, bem como dispõe de excelentes recursos para suas produções cinematográficas. Conta com autonomia de bateria para até 12 horas.

R$ 1.381,70

Ao contrário dos modelos anteriores, este modelo é um estabilizador de câmera mirrorless ou DSLR. Ele estabiliza com três eixos, suporta carga máxima de até 2,8 Kg e tem os modos inception e timelapse com movimentação automática. 

No mais, o modelo possui painel de controle sensível ao toque, conexão de módulo dupla (Wi-Fi + Bluetooth) — para a comunicação simultânea com o app do estabilizador e a câmera, e um botão de giro que permite criar diversos modos de filmagem.

4. Estabilizador de celular DJI Osmo 5

38 %OFF
Imagem: Estabilizador para celular DJI Osmo 5
Imagem: Tecmundo Recomenda

Estabilizador para celular DJI Osmo 5

Com comprimento máximo de de pouco mais de 21 centímetros, distância suficiente para garantir fotos e vídeos mostrando mais do cenário do que em versões anteriores do gadget.

R$ 1.580,74

O DJI Osmo 5 é mais mais um estabilizador de celular com três eixos disponível no AliExpress. E mesmo sendo um modelo leve e compacto, ele possui um cabo extensor integrado para ampliar o ângulo de captura, assim como pode ser repousado sobre uma mesa, por meio do tripé. 

Se você for inexperiente com o uso de estabilizadores, o recurso ShotGuides oferece várias dicas para te ajudar a fazer capturas com alta qualidade.

A DJI ainda destaca a alta durabilidade desse modelo de estabilizador de celular e seu cabo ergonômico, para reduzir o cansaço.

5. Câmera estabilizadora DJI Osmo Pocket

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Imagem: Câmera estabilizadora DJI Osmo Pocket, 4K 60fps
Imagem: Tecmundo Recomenda

Câmera estabilizadora DJI Osmo Pocket, 4K 60fps

Um estabilizador de cardan leve e uma combinação de câmera 4K que é compacta o suficiente para ser transportada para qualquer lugar. Pesando pouco mais de 10 gramas e medindo apenas 4,8 "de altura.

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A Osmo Pocket é uma câmera estabilizadora extremamente compacta e portátil. Ela é ideal para quem quer partir para algo mais avançado que o celular, mas precisa de uma solução simples e leve. 

A lente tira fotos com 12 MP e pode gravar vídeos em 4K com até 60 FPS. O modelo também traz recursos bem avançados, como o estabilizador mecânico com três eixos, sistema de resfriamento passivo, cabo antiderrapante e anti-suor, e tela sensível ao toque. 

A Osmo Pocket ainda conta com os modos de rastreio de face, motionlapse, foto panorâmica e o nightshot, para capturar fotos belíssimas, mesmo à noite.

Para somar, o app Mimo permite ao usuário acoplar o celular junto à câmera, para a exploração total dos controle sobre os movimentos do estabilizador e dos parâmetros do dispositivo, e também para a exibição de transmissões ao vivo e em HD.

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Saiba como escolher um ar-condicionado inteligente - Gizmodo Brasil

Veja dicas do que você deve considerar na hora de comprar um ar-condicionado inteligente

Vinicius Marques

A lista de eletrodomésticos inteligentes não para de crescer — boa notícia para quem pretende integrar os dispositivos de sua casa e controlar sua automação com um clique. Nesta edição da seção Saiba Como, o Gizmodo Brasil traz dicas de como comprar um ar-condicionado inteligente.

Economia de energia

Um dos principais benefícios de um ar-condicionado inteligente é a economia de energia. Em alguns produtos, ela pode ultrapassar os 80%.

Praticidade

Os dispositivos podem ser controlados sem a necessidade de um controle próprio, já que a conexão Wi-Fi permite o controle dos aparelhos através de aplicativos de celular, por exemplo.

Conexão wi-fi

Outro benefício da conexão wi-fi é a possibilidade de controlar todos os ar-condicionados inteligentes de sua casa de uma vez só — e com apenas um comando. O recurso é mais eficiente se todos os dispositivos forem fabricados pela mesma empresa. Caso sejam de marcas diferentes, controlar todos os dispositivos de uma vez pode não ser possível.

Nem todos os dispositivos disponíveis no mercado nacional possuem wi-fi integrado, mas algumas marcas possuem “kits wi-fi” para você tornar seu ar-condicionado inteligente.

Preço

Os ar-condicionados inteligentes tem uma grande variedade de tipos e preços e, certamente, você encontrará um que caiba no seu bolso. É possível encontrar aparelhos que vão de R$ 1.500 até R$ 3.000 no mercado brasileiro. Os preços vão depender muito da tecnologia disponível no dispositivo e também se possui wi-fi integrado.

Confira a seguir algumas sugestões de ar-condicionado compatíveis com casas inteligentes.

Ar-condicionado Philco

O aparelho utiliza gás R410a, não inflamável, sendo com baixa chance de danificar a camada de ozônio. O ar-condicionado conta com proteção contra vírus, bactérias e fungos. Além disso, possui compatibilidade com wi-fi através do Kit Philco Home Smart wi-fi. Custa R$ 1.999.

Ar-Condicionado Split HW LG Dual Inverter

É compatível com comandos de voz através dos assistentes virtuais Alexa, da Amazon, e Google Assistant, além de possibilidade de controle pelo aplicativo LG SmartThinQ. O dispositivo ainda pode economizar 70% menos energia que aparelhos convencionais. Sai por R$ 2.699.

_________________________________________________Opinião - Ronaldo Lemos: As promessas da Web 3.0

Brasil tem chance de ser competitivo globalmente na nova geração de serviços da internet

Para o bem ou para o mal, um dos temas mais falados de tecnologia atualmente é a chamada Web 3.0. O termo significa a nova geração de serviços da internet que serão construídos em cima de tecnologias descentralizadas, como a diversas blockchains existentes. Só lembrando, as blockchains permitem a existência das moedas virtuais, que não são propriedade de nenhuma empresa específica.

A ideia é que, se é possível criar moedas descentralizadas, é possível também criar outros serviços descentralizados, tais como aplicativos de entrega de comida, transporte e música, games, fintechs, redes sociais, identidades digitais, streaming e assim por diante.

Essas aplicações não pertenceriam a nenhuma empresa especificamente, mas seriam operadas por meio de contratos inteligentes autônomos que se autoexecutariam, distribuindo dinheiro automaticamente na medida em que as tarefas são executadas. Seria uma espécie de "internet dos serviços", em que serviços estariam programados na própria rede, em vez de serem intermediados por uma empresa.

Representação da criptmoeda Dogecoin; meio de pagamento tornou-se símbolo da Web 3.0 - Reuters

As críticas à Web 3.0 têm sido também violentas. O professor da NYU Scott Galloway escreveu um artigo afirmando que a promessa de descentralização não acontecerá. Na visão dele, novos intermediários vão surgir, gerando de novo um movimento de recentralização. Concentração e desigualdade permaneceriam. Para outros, a Web 3.0 seria só uma jogada de marketing para inflar expectativas sobre os mercados de blockchain.

Seja o que for, para um país como o Brasil, é preciso pensar friamente sobre o que queremos da Web 3.0. Se o modelo for para a frente mesmo, o país pode ter uma oportunidade de participar de um movimento de inovação desde o surgimento da sua infraestrutura básica.

O Brasil tem mais chance de ser competitivo globalmente na Web 3.0 do que no chamado metaverso. Por exemplo, o país possui projetos de blockchain estruturantes como a Hathor (criada no Instituto Militar de Engenharia) e também linguagens de programação poderosas inventadas aqui, como a Lua (desenvolvida na PUC-Rio), que podem criar ecossistemas globais de serviços da Web 3.0.

Já o metaverso é uma inovação que acontece no topo de uma série de camadas que já estão com jogo definido. Para que o metaverso funcione, é preciso, por exemplo, conectividade global de alta velocidade, servidores capazes de rodar e armazenar dados e, também, milhões de linhas de código que na sua grande maioria são "proprietárias", isto é, precisam de permissão dos donos para serem usadas.

Dificilmente o metaverso será rodado em servidores brasileiros e dificilmente o país terá acesso viável economicamente às linhas de código necessárias para criar aplicações globais competitivas. A Microsoft, por exemplo, acaba de pagar US$ 75 bilhões (R$ 414 bilhões) pela empresa de games Activision, justamente para ter acesso aos códigos e outros bens intelectuais da companhia.

Na Web 3.0, esse jogo não está jogado. Aplicações criadas em plataformas brasileiras podem sim ganhar escala global. Por isso, precisamos de um planejamento como país do que queremos da Web 3.0. A alternativa de não fazer nada tem resultado conhecido: o país continuar como consumidor e não como produtor de inovação.

Digitalização dos serviços públicos dispara na pandemia

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5G abre espaço para empregos do futuro e deve gerar 670 mil novas vagas até 2025. Veja o que as empresas procuram

A expectativa é que cerca de 50 mil novas vagas formais sejam abertas neste ano somente nas empresas de telefonia, um aumento de 10% nos seus quadros

Trabalhadores em fábrica da Weg, uma das empresas de equipamentos que devem abrir novas vagas a partir do 5G Foto: Divulgação

RIO - A chegada do 5G vai traçar um novo mapa de empregos no país e exigir novas habilidades profissionais. Esse movimento já começou com a instalação das redes da quinta geração de telefonia — que começa a operar nas capitais no segundo semestre— e vai ganhar força nos próximos anos, impulsionando profissões que não existiam há pouco tempo.

É o que mostram estimativas da Conexis, que reúne empresas de telecom, e da Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom).

A expectativa é que cerca de 50 mil novos empregos formais sejam abertos neste ano somente nas empresas de telefonia, um aumento de 10% nos seus quadros. Considerando os investimentos de companhias de diversos setores relacionados ao 5G em diferentes aplicações da nova tecnologia, o número de vagas pode superar 670 mil até 2025.

Não vão surfar essa onda apenas os profissionais de TI e engenheiros. Especialistas em dados, inteligência artificial, impressão 3D e segurança da informação serão alguns dos trabalhadores mais procurados, mas também haverá transformações e oportunidades em áreas distintas como indústria, marketing, vendas, gestão, agronomia e medicina.

O número de empregos pode ser ainda maior considerada a movimentação de empresas para contratar profissionais voltados para a inovação no universo de alta conectividade prometido pelo 5G, que já trabalham no desenvolvimento de produtos e serviços que ainda nem existem. Diferentes profissionais terão de desenvolver habilidades, como uma espécie de “raciocínio computacional”.

‘Insights’ e agilidade

Instituições como Fundação Getulio Vargas, PUC-Rio, ESPM e SoulCode Academy já desenvolvem especializações relacionadas ao 5G. Marcos Ferrari, presidente da Conexis, vê esses novos profissionais com aptidões transversais, como ter insights e raciocínio rápido para resolução de problemas em diferentes áreas e “desaprender e reaprender”:

— Pode parecer fácil, mas estamos habituados a aprender o que vemos e ouvimos. No 5G isso é preciso desaprender e reaprender muito rápido.

Especialistas e empresas destacam que temas como inteligência artificial, machine learning, dados (big data), banco de dados, algoritmos e internet das coisas (IoT, na sigla em inglês) farão parte do dia a dia de profissionais como médicos, advogados, arquitetos e publicitários, entre outros. Isso, dizem, será essencial para entender, desenvolver e vender os novos serviços e aplicações do 5G de forma atrativa.

— Esse profissional do futuro vai ter que ser um programador, lidar com robôs e sistemas de medição. A competência básica é saber lidar com dispositivos digitais. Todos vão ter que se inserir nessa área e desenvolver uma espécie de raciocínio computacional — define Sérgio Paulo Gallindo, presidente da Brasscom.

Raphael Carriço, gerente da divisão de Tecnologia da Michael Page, lembra que nem todas as novas posições são técnicas, como as de engenheiro de rede e de telecom, com salários entre R$ 5 mil e R$ 15 mil.

Ele cita o product owner, com salários de R$ 8 mil a R$ 12 mil, como uma dessas novas profissões. Trata-se de um especialista com visão geral sobre projetos de desenvolvimento tecnológico sem conhecimento técnico específico.

Outro caso é o gerente de conta, responsável pela estratégia de venda de inovações, com salários entre R$ 7 mil e R$ 15 mil e formação em marketing ou administração, por exemplo.

—O 5G vai precisar de um grande contingente que saiba vender e demonstrar como isso funciona — diz Carriço.

De olho no potencial dessa nova era, a engenheira Vanessa de Oliveira elegeu o 5G como um dos pilares de sua carreira. Em 2018, iniciou um mestrado na Universidade de Brasília em estratégias de implementação da infraestrutura 5G. Acabou colocando em prática os conhecimentos na Enel, empresa de energia que iniciou um projeto de redes inteligentes que serão viabilizadas pelo 5G.

— Quando decidi fazer mestrado na área, não foi fácil achar conteúdos. Ainda não há muitos grupos de trabalho no país, mas estão avançando. Na Enel, ajudei a trazer ideias e a criar casos de uso. Agora, estou indo para a área de inovação global da empresa — diz.

Cibersegurança em saúdeInvestimentos em tecnologia que empresas fazem de olho no 5G - MedRio Check Up, Dr Gilberto Ururahy Foto: Fabio Rossi / Agência O Globo

A Weg, fabricante de máquinas e motores elétricos, criou um laboratório de 5G numa de suas fábricas para testar soluções de conectividade em parceria com Qualcomm e Claro. Carlos Bastos Grillo, diretor de Negócios Digitais da Weg, crê que o 5G vai substituir Wi-Fi e cabos nas unidades fabris.

— Temos vagas. Queremos atrair engenheiros, além de desenvolvedores de hardware e software. Com o 5G, novos profissionais precisam estar aptos a aprender. O5G vai permitir mais robôs nas fábricas, maior volume de transmissão de dados e câmeras com visão computacional, permitindo novas aplicações de imagem. E isso tudo exigir novas habilidades — diz Grillo.

Na área médica, a rede MedRio Check Up também se move em direção ao 5G, já que a telemedicina é uma das áreas mais promissoras com internet ultraveloz. A empresa separou R$ 1 milhão para investir em tecnologia, com a compra de softwares e segurança digital. Segundo Gilberto Ururahy, diretor da MedRio, é um primeiro passo, mas o desafio está nos recursos humanos:

— A medicina vai ganhar mais velocidade, e a inteligência artificial será usada na análise de laudos e imagens. Mas tecnologia é ferramenta. Não posso me basear apenas em algoritmos. Esses novos médicos precisarão ter essa nova visão no dia a dia, entender o futuro da telemedicina, o pós-atendimento, a cibersegurança. É um novo profissional.

Empresas de telecomunicações ampliam contratações

Comprometidas com investimentos de quase R$ 40 bilhões nos próximos anos, as teles e seus fornecedores de equipamentos já contratam operários para a instalação de cabos e antenas para a quinta geração de telefonia móvel.

A promessa é de conexão até cem vezes mais veloz que o 4G atual. Também buscam profissionais qualificados para explorar as possibilidades abertas pela nova tecnologia.

A Copel, que arrematou licenças para levar 5G às regiões Sul e Norte, criou uma diretoria só para o tema, que terá 50 profissionais dedicados, diz Wendell Oliveira, presidente da empresa. Esse número vai crescer logo, diz ele. No radar, estão engenheiros de telecomunicações e sistemas, mas também profissionais de áreas diferentes como economia, administração e agronomia.

— Buscamos ainda profissionais que entendam de Amazônia porque vamos levar a rede para a região — diz Oliveira.

Na operação brasileira da chinesa Huawei, das 60 vagas abertas atualmente, 22 estão ligadas ao 5G. A maioria é para formados em engenharia de telecomunicações, elétrica e eletrônica. Para facilitar a busca, a empresa fez parcerias com 80 universidades para ajudar a formar profissionais:

—É preciso estar preparado para essa nova fase na tecnologia. São várias oportunidades. A pessoa precisa ser capaz de trabalhar com transformação e ter raciocínio rápido.

Na TIM, são 80 vagas só para as áreas ligadas à inovação, assim como 70 na Vivo. Para Giacomo Strazza, que comanda a área de desenvolvimento no RH da TIM, o 5G abre uma nova era no mercado de telecom e acelera a transformação digital da sociedade. Por isso, cibersegurança, cloud computing, edge computing e realidade virtual estão entre as habilidades procuradas.

— São novas competências que vão além dos profissionais de tecnologia. O profissional de marketing precisa saber como comunicar uma nova solução habilitada pelo 5G. O consultor de vendas tem que saber comercializar e utilizar a solução — diz Strazza. — Nas operadoras, o surgimento de novas verticais de negócio vem influenciando a busca por talentos e a capacitação das equipes internas. 

_________________________________________________Opinião: André Noel - Apps evoluíram e nos ajudaram na pandemia, mas agora dão pau. Por quê?

Corre-se o RISCO de sairmos da pandemia de VOLTA nos anos 80 ou 90, ao INVÉS de sairmos com a sensação de FUTURO.

André Noel 17/01/2022 04h00

Ninguém mais aguenta essa pandemia. Ninguém aguenta mais esse vírus, essas novas variantes, a preocupação constante e o assunto recorrente que isso gera.

Passamos por dois anos completamente atípicos. Refizemos rotinas, mudamos hábitos, mudamos conceitos, mudamos relacionamentos, sem contar as vidas que perdemos e que nos farão falta para sempre.

Receba notícias de Tilt no WhatsApp e no Telegram

De uma forma ou de outra, não somos as mesmas pessoas que éramos no início de 2020. A nossa vida e a nossa percepção de universo e a percepção uns dos outros mudou muito.

Começamos falando de quarentena, home office e "novo normal". Acho que, como era esperado, não estaremos de volta ao "normal" tão cedo, isso se um dia já estivemos em situação normal e se vamos chegar em um ponto assim um dia.

Nos adaptamos a trabalhar de casa, aqueles que podiam, nos adaptamos a fazer compras de casa, nos adaptamos a pedir comida mais vezes. Muito foi possível graças ao avanço da tecnologia. Ouvimos muitas vezes a frase: "avançamos cinco anos na tecnologia da noite para o dia".

Reflita um pouquinho, se quiser pode me contar: você conseguiu passar melhor esse tempo graças a tecnologias que não existiam antes ou que, pelo menos, você não usava ainda?

Agora, será que vamos aproveitar bem esse aprendizado? Estamos no início do ano 2022, uma nova onda e uma nova variante assolando o mundo, mas a boa notícia é que o número de fatalidades reduziu drasticamente graças às vacinas. Neste novo momento, muitos já "largaram mão" e estão vivendo seu "novo normal".

Isso se reflete nas tecnologias.

O app de compras de mercado que usei por quase dois anos, que funcionava muito bem e que nos ajudou muito, recebeu uma atualização e parou de funcionar.

Comentando com outras pessoas, me relataram comportamentos parecidos em outros apps.

Aparentemente, como "tudo voltou ao normal" (grande destaque para as aspas), essas empresas preferem que os clientes voltem para dentro das lojas, porque presencialmente "gastam mais".

Não sei a sua reação, mas em mim isso dá uma tristeza lá no fundo. Avançamos o equivalente a cinco anos na tecnologia, criamos ferramentas para ajudar as pessoas, nos adaptamos a uma forma mais "protegida" de viver, daí a sensação de um pouco mais de segurança já é o suficiente para ignorar os avanços e voltar ao velho modo de agir.

Junta-se a isso a crise em apps de carona, crise econômica, inflação e tudo mais, corre-se o risco de sairmos da pandemia de volta nos anos 80 ou 90, ao invés de sairmos com a sensação de futuro.

Você gostou dos apps que facilitaram sua vida, gaste uns cinco minutos para escrever uma avaliação positiva ou um elogio a eles. Seu app está te deixando na mão como esses que eu falei? Gaste uns cinco minutos para relatar os erros e dizer a eles o quanto o app é importante para uma vida melhor.

No mais, se cuidem e que esse ano seja muito bom para todos nós. 

_________________________________________________Qual Alexa comprar? O que considerar antes de escolher uma Amazon Echo

Alexa é a assistente virtual da Amazon, presente na linha de produtos Echo. As caixinhas têm o objetivo de facilitar a vida das pessoas por meio de comandos de voz e chegaram no Brasil em 2019. Atualmente, há uma diversidade de modelos a venda, que se dividem entre alto-falantes inteligentes (Echo, Echo Dot e Echo Studio) e telas inteligentes (Echo Show). Os preços partem de R$ 349 e chegam até R$ 1.899.

Os alto-falantes e telas inteligentes podem tocar músicas, informar previsão do tempo, reproduzir notícias, realizar ligações, criar lembretes, controlar dispositivos inteligentes, entre outras funções. Também é possível expandir as possibilidades da Alexa por meio de "skills", que são comandos adicionais criados por outros desenvolvedores e que podem ser adicionados à assistente virtual.

Todos os dispositivos Echo são embarcados com a Alexa, que permite controlar funcionalidades com comandos de voz — Foto: Divulgação/Amazon
1 de 11 Todos os dispositivos Echo são embarcados com a Alexa, que permite controlar funcionalidades com comandos de voz — Foto: Divulgação/Amazon

Todos os dispositivos Echo são embarcados com a Alexa, que permite controlar funcionalidades com comandos de voz — Foto: Divulgação/Amazon

Para escolher a caixinha Echo que mais se encaixa no seu perfil, é preciso conhecer os modelos, entender suas diferenças e, claro, saber o preço de cada uma. Confira, abaixo, alguns pontos importantes na hora de escolher uma Alexa.

Potência e qualidade dos alto-falantes

Um dos pontos importantes para quem quer comprar uma Amazon Echo é a qualidade do áudio. Entre os dispositivos da Amazon, a Echo Studio promete a melhor potência e qualidade de som, com cinco alto-falantes direcionais (um woofer de 5,25", três mid-range de 2" e um tweeter de 1") que entregam até 330 Watts de potência RMS.

Ela também possui entrada mista P2 e mini-linha óptica, que permite conectar aparelhos por meio de cabos. Além disso, esse modelo é o único da varejista norte-americana que possui compatibilidade com o Dolby Atmos, tecnologia de som surround.

Echo Studio possui conjunto de drivers composto por cinco alto-falantes direcionais — Foto: Divulgação/Amazon
2 de 11 Echo Studio possui conjunto de drivers composto por cinco alto-falantes direcionais — Foto: Divulgação/Amazon

Echo Studio possui conjunto de drivers composto por cinco alto-falantes direcionais — Foto: Divulgação/Amazon

A Echo Show 10 também promete boa qualidade de som. O produto possui três alto-falantes: um woofer de 3", com até 35 Watts de potência, e dois tweeters de 1", que entregam até 5 Watts de potência cada. Este modelo, porém, não conta com processamento Dolby ou conectores de áudio.

A certificação Dolby Audio é encontrada na Echo de quarta geração. O dispositivo possui especificação sonora parecida com a Echo Show 10, com três alto-falantes: um woofer de 3" e dois tweeters de 0,8".

Echo Dot de 4ª geração é composta por um woofer de 3" na parte superior e dois tweeters de 0,8" nas laterais — Foto: Divulgação/Amazon
3 de 11 Echo Dot de 4ª geração é composta por um woofer de 3" na parte superior e dois tweeters de 0,8" nas laterais — Foto: Divulgação/Amazon

Echo Dot de 4ª geração é composta por um woofer de 3" na parte superior e dois tweeters de 0,8" nas laterais — Foto: Divulgação/Amazon

Na sequência estão as duas gerações da Echo Show 8, que possuem dois alto-falantes de 2" e potência total de 20 Watts. Elas entregam um som estéreo e não há diferença das especificações sonoras entre as gerações. Porém, a primeira geração possui uma saída P2, que permite ao usuário conectar um alto-falante externo à Echo — esta porta foi removida na segunda geração.

A Echo Show 5 de segunda geração e as Echo Dot de terceira e quarta gerações possuem um alto-falante de 1,6". Segundo a Amazon, o alto-falante da Echo Show 5 entrega 4 Watts de potência. Elas se diferenciam no quesito de direcionamento de áudio: a Echo Show 5 promete som de alcance completo. Já as especificações da Echo Dot de quarta geração mostram que ela possui áudio com direcionamento frontal, enquanto a de terceira geração não possui essa característica.

Os dispositivos Amazon Echo são muito utilizados para escutar música. Porém, o usuário deve ficar atento: todos os modelos da linha precisam de uma fonte de alimentação para funcionar. Então, se você precisa de portabilidade, talvez uma Alexa não seja a melhor escolha.

A tela é necessária?

Como a linha Amazon Echo se divide entre alto-falantes e telas inteligentes, um ponto que deve ser analisado é a necessidade de uma tela. Se a sua maior necessidade for em qualidade de som, por exemplo, é possível desconsiderar esse recurso. Mas caso você queira utilizar o dispositivo para videochamadas, assistir a vídeos ou exibir informações em texto, um display é bem-vindo.

Tela inteligente da Amazon possui display que exibe informações como horário, previsão do tempo e fotos — Foto: Yuri Hildebrand/TechTudo

Outra vantagem das telas inteligentes da Amazon é a câmera integrada. Além de servir para videochamadas, é possível utilizá-la para monitoramento remoto, por meio do aplicativo Amazon Alexa para smartphones.

A varejista disponibiliza quatro modelos de tela inteligente no Brasil: Echo Show 5 de segunda geração, com tela de 5,5" e resolução 960 x 480, Echo Show 8 de primeira e segunda gerações, com tela de 8" e resolução 1280 x 800 e a Echo Show 10, com tela de 10,1" e resolução 1280 x 800.

Esta última se destaca pela tela móvel, que segue o usuário durante uma chamada de vídeo. Todos os dispositivos permitem que a câmera seja desligada fisicamente, para controle de privacidade. Além disso, os displays dos aparelhos são sensíveis ao toque.

Echo Show 10 possui base móvel motorizada que permite ao dispositivo "seguir" o usuário — Foto: Divulgação/Amazon

Entre a primeira e segunda gerações da Echo Show 5 e da Echo Show 8, poucas mudanças foram feitas. A mais expressiva está na câmera da nova geração, de 2 MP na Echo Show 5 e de 13 MP na Echo Show 8. Os modelos anteriores contavam com câmeras de 1 MP.

Design

Na linha Echo, é possível encontrar uma variedade de tamanhos e formatos. Para quem busca um dispositivo mais discreto, para ser usado em cima de uma mesa, na cozinha ou ao lado da cama, os dispositivos Echo Dot são uma boa escolha.

A terceira geração possui o formato de um disco e o menor tamanho entre os modelos vendidos atualmente, com 43 mm de altura, 99 mm de comprimento e largura, e peso de 300 g. As laterais, onde ficam as saídas de som, são envoltas em tecido. Ela possui um anel de luz no topo, que acende quando o usuário fala o comando "Alexa". O modelo possuía opção de display com relógio, que não está mais a venda. A única opção de cor disponível atualmente é a preta.

Echo Dot de terceira geração possui formato parecendo um disco, com anel de luz no topo e quatro botões — Foto: Marvin Costa/TechTudo

A Echo Dot de quarta geração é ligeiramente maior que sua antecessora, com 89 mm de altura e 100 mm de comprimento e largura, pesando 328 g. Seu formato é esférico e mais moderno, e possui um tecido envolto à saída de som. Nesta geração, o anel de luz fica na base, fazendo a superfície em que está o dispositivo brilhar suavemente quando a luz se acende. O modelo pode ser encontrado nas cores preta, azul e branca, além de opções com display LED que exibe um relógio.

Também em formato esférico, a Echo de quarta geração já é um pouco mais "parruda" em relação aos modelos "Dot", pesando mais que o dobro deles — cerca de 940 g. Ela possui 133 mm de altura e 144 mm de comprimento e largura. Ela se assemelha bastante com a Echo Dot de quarta geração, com anel de luz na base e tecido envolto à saída de som.

Não há opção de display LED com relógio na Echo de quarta geração. É possível escolher entre as cores preta, azul e branca. Por ser maior e ter qualidade de som melhor que os modelos "Dot", ela pode ser usada em ambientes maiores e mais centrais, como em salas de estar.

Echo e Echo Dot de quarta geração possuem formato esférico — Foto: Yuri Hildebrand/TechTudo

O modelo mais pesado é a Echo Studio, com 3,5 kg. Ela possui formato cilíndrico, 206 mm de altura e 175 mm de diâmetro. Assim como a Echo Dot de terceira geração, seu anel de luz fica no topo e toda sua lateral, onde ficam os alto-falantes, é envolta em tecido.

Disponível apenas na cor preta, a Echo Studio é bem imponente, prometendo ser um bom dispositivo para ficar no centro de um cômodo maior e mais importante da casa. Os modelos Echo Studio, Echo de quarta geração e Echo Dot de terceira e quarta gerações possuem botões no topo para mutar o microfone ou aumentar e diminuir o volume.

Echo Studio possui formato cilíndrico, com abertura na parte de baixo para facilitar a saída de sons graves — Foto: Divulgação/Amazon

A Echo Show 10 possui dimensões um pouco maiores, com 230 mm de altura, 251 mm de largura e 172 mm de comprimento e está disponível apenas na cor preta. O adicional em seu design é a tela, que se prende à base por um braço. O display pode ser útil em ambientes como a cozinha, por exemplo, já que é possível assistir a receitas. Com a possibilidade de realizar videochamadas, também pode ser usado em salas de estar e jantar. O dispositivo pesa 2,56 kg.

Devido à presença do display, não há anel de LED nos modelos Echo Show: a faixa de luz tradicional da Alexa é apresentada na tela. Os botões também migraram: eles estão presentes no topo da moldura do display. O botão de ação foi removido e foi acrescentado um controle para a tampa de privacidade da câmera.

Ao chamar a "Alexa", uma faixa azul é exibida na tela, indicando que a Echo Show está escutando seu comando — Foto: Yuri Hildebrand/TechTudo

Os modelos Echo Show 8 e Echo Show 5 se aproximam mais de usos em mesas de escritório e ao lado da cama, por exemplo. Ambos possuem a tela na frente, em material plástico, e o alto-falante atrás, com acabamento em tecido. Elas possuem formato de prisma triangular com arestas arredondadas.

A primeira e a segunda gerações do Echo Show 8 possuem as mesmas dimensões, com 135 mm de altura, 200 mm de largura e 99 mm de comprimento, pesando 1,04 kg e disponíveis nas cores branca e preta. A Echo Show 5 é mais leve, com 410 g, e um pouco menor, com 86 mm de altura, 148 mm de largura e 73 mm de comprimento. Além das cores branca e preta, ele também está disponível na cor azul.

A Alexa é igual em todos os dispositivos?

A Alexa é o nome dado à assistente virtual criada pela Amazon e é embarcada em todos os dispositivos Echo citados. Não há diferenciação entre os dispositivos nesse quesito — a Alexa é igual em todos os modelos.

Porém, é possível que o usuário perceba diferenças quanto à velocidade de resposta da Alexa, já que alguns dispositivos possuem processadores melhores que os outros. Também há recursos presentes em alguns modelos que não estão presentes em outros, mas é uma limitação de cada aparelho, não da Alexa presente neles.

Conectividade

Quase toda a linha Amazon Echo vendida no Brasil possui conectividade Wi-Fi 802.11 a/b/g/n/ac, sendo compatível com redes de 2,4 e 5 GHz. A exceção é a Echo Dot de terceira geração, que não é compatível com o padrão 802.11 ac. Todos os modelos precisam estar conectados ao Wi-Fi para funcionamento correto.

Os dispositivos também possuem conectividade Bluetooth. Além disso, os modelos Echo de quarta geração, Echo Studio e Echo Show 10 podem ser usados como um hub ZigBee. Esse padrão é utilizado em alguns dispositivos inteligentes, como é o caso da linha de lâmpadas Philips Hue. São opções interessantes para quem possui aparelhos que utilizam essa tecnologia não precisarem de um hub adicional para que eles funcionem.

Preços

A Echo Dot de terceira geração é a opção mais barata vendida pela Amazon no Brasil, custando R$ 349. É uma boa opção para quem está querendo sua primeira Alexa e não quer gastar muito, ou até quem já possui outros dispositivos Echo, mas quer ter a assistente virtual da Amazon em outros cômodos da casa, como o quarto ou o escritório.

Porém, por R$ 399, é possível ter um modelo de quarta geração da Echo Dot, que possui áudio ligeiramente superior e visual mais moderno. Se você puder gastar R$ 50 a mais, é uma boa pedida frente ao de terceira geração. A Echo Dot de quarta geração também possui uma opção de display com relógio LED, como se fosse um "rádio-relógio" moderno. Vendida por R$ 499, é focada em quem quer um dispositivo ao lado da cama.

Amazon Echo Dot de quarta geração possui opção com display LED que mostra um relógio — Foto: Divulgação/Amazon

Para aqueles que precisam de um áudio superior e não veem necessidade em pagar mais caro por conta de uma tela, a Echo de quarta geração e a Echo Studio são boas opções. Esta última possui as melhores especificações de áudio, com seus cinco alto-falantes, 330 Watts de potência e compatibilidade com o Dolby Atmos, custando R$ 1.699.

Por R$ 699, é possível comprar uma Echo de quarta geração. Apesar de não ter toda a potência da Echo Studio, seus três alto-falantes e compatibilidade com o Dolby Audio poderão proporcionar uma boa experiência e economia de R$ 1.000. É uma opção para quem está com o orçamento mais apertado, mas gostaria de ter uma qualidade de som melhor.

Tanto a Echo de quarta geração quanto a Echo Studio possuem conectividade ZigBee, o que pode ser um diferencial para quem possui outros dispositivos que também utilizem essa tecnologia e necessite de um hub para controlá-los.

Entre os modelos de telas inteligentes, a Echo Show 5 de segunda geração é o mais barato, custando R$ 599. A tela de 5,5" pode ser útil ao lado da cama ou no escritório, assim como as Echo Dots. Como sua resolução é de apenas 960 x 480, ela talvez não seja a melhor opção para assistir a vídeos.

As Echo Show 8 de primeira e segunda gerações já possuem resolução maior, de 1280 x 800, e tela maior, de 8", o que torna a experiência de assistir a vídeos melhor se comparada à Echo Show 5. Entre as gerações da Echo Show 8, a maior diferença é na câmera embutida: na primeira geração, a resolução é de 1 MP; na nova, ela foi atualizada para 13 MP.

O modelo de primeira geração é encontrado por R$ 899 e o de segunda geração por R$ 999. Considerando que os alto-falantes das duas gerações possuem as mesmas características, talvez gastar R$ 100 a mais pela segunda geração só valha a pena para quem realmente vá utilizar a câmera integrada.

O modelo da linha Amazon Echo vendido no Brasil mais caro atualmente é a Echo Show 10. Encontrada por R$ 1.899, é mais cara que a Echo Studio, apesar de ter potência de som inferior, de 45 Watts, e não ter nenhuma certificação Dolby.

Neste modelo, o que chama a atenção é, de fato, a tela e a possibilidade de a base se movimentar para seguir o usuário durante uma videochamada. É um bom modelo para ser utilizado na sala ou na cozinha, por exemplo. Porém, é um investimento bem alto, focado mais em pessoas que querem uma Alexa para assistir a vídeos e fazer videochamadas.

Amazon Echo Studio é uma boa opção de alto-falante inteligente para ser colocado na sala de estar da residência — Foto: Divulgação/Amazon

Alto-falantes inteligentes da linha Amazon Echo vendidos no Brasil

EspecificaçõesEcho Dot (3ª geração)Echo Dot (4ª geração)Echo (4ª geração)Echo Studio
Lançamento no BrasilOutubro de 2019Novembro de 2020Novembro de 2020Junho de 2020
PreçoR$ 349R$ 399 a R$ 499R$ 699R$ 1.699
Potência330 Watts
DriversAlto-falante de 1,6"Alto-falante de 1,6" com direcionamento frontalWoofer de 3" e dois tweeters de 0,8"Woofer de 5.25", três mid-range de 2" e tweeter de 1"
Microfones4467
ConectividadeWi-Fi 802.11 a/b/g/n e BluetoothWi-Fi 802.11 a/b/g/n/ac e BluetoothWi-Fi 802.11 a/b/g/n/ac, Bluetooth e ZigBeeWi-Fi 802.11 a/b/g/n/ac, Bluetooth e ZigBee
DolbyNãoNãoDolby AudioDolby Atmos
Dimensões43 mm x 99 mm x 99 mm100 mm x 100 mm x 89 mm144 mm x 144 mm x 133 mm206 mm x 175 mm
Peso300 g328 g940 g3,5 kg
Outrossaída P2saída P2saída P2entrada P2/mini-linha óptica; áudio imersivo
Fonte: Amazon

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