9 ____________________* TERRORISMO FISCAL do MERCADO ______________________*

_________________________________________________O TERRORISMO FISCAL do MERCADO vai LIQUIDAR os mais POBRES e o CRESCIMENTO do país.
A IDEOLOGIA vem ACIMA da VERDADE inteira.
SEM POPULISMO, que foi o que o mercado fez APOIANDO BOLSONARO até 2020 !
Chega das vítimas de sempre, os mais pobres. _________________________________________________A HECATOMBE de BOLSONARO vai ser LONGA e DOLOROSA _________________________________________________
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_________________________________________________Brasileiros têm bilhões a receber de bancos: como se cadastrar no Registrato e saber se você é um deles
_________________________________________________Corte de verbas do INPI pode provocar 'colapso' no registro de marcas e patentes

BRASÍLIA — Responsável pelo registro de marcas e patentes, o Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPIi) afirma que corre risco de um “colapso”, com total paralisação das atividades a partir de maio por falta de recursos. O orçamento do órgão ligado ao Ministério da Economia foi cortado para R$ 34 milhões pelo Congresso, enquanto a proposta original da pasta era de R$ 70 milhões.
Em ofício encaminhado a secretários do ministério, ao qual o GLOBO teve acesso, o presidente do órgão, Cláudio Furtado, pede a recomposição dos recursos e afirma que “está delineado um cenário de total paralisação do instituto”.
O Brasil já tem um cenário de atraso na concessão de patentes, o que é criticado por empresários e especialistas. Em média, uma patente demora mais de cinco anos para ser concedida no país, de acordo com a Organização Mundial da Propriedade Intelectual.
Isso faz o Brasil ser campeão do atraso na concessão de patentes, atrás de países como Equador, Tailândia e Índia.
No ofício a secretários do Ministério da Economia, Furtado afirma que o acesso às bases de dados será reduzido de imediato e a partir de maio será totalmente interrompido. “Isso trará severos impactos na realização do exame técnico de patentes, de marcas, na condução dos Estudos e Radares Tecnológicos e comprometerá a aderência do Brasil aos tratados internacionais”, diz o texto.
Além disso, segundo o INPI, as despesas com mão de obra terceirizada serão interrompidas de forma total no mês de maio. Esse corte, diz o ofício, “impactará sobremaneira as atividades institucionais, uma vez que a falta de servidores, que vem aumentando ao longo de anos, está longe de ser solucionada e ela impede o crescimento operacional para atender à crescente demanda de serviços com impacto para a imagem institucional do INPI, doméstica e internacional”.
Outro alerta feito é com relação aos serviços de tecnologia da informação, que também serão afetados.
De acordo com planilhas anexadas ao pedido por mais recursos, faltarão recursos até para coisas básicas a partir de maio, como o aluguel do prédio onde está o escritório do Inpi no Rio. Para essa e outras unidades, também faltaria recursos para serviços de apoio administrativo e taxas de iluminação.
O presidente do INPI já havia enviado à Câmara e ao Senado uma carta para não ter o orçamento do órgão reduzido. Ele argumentou que os cortes de gastos não significam economia de despesa pública e iriam impossibilitar a prestação de serviços de propriedade industrial à sociedade.
O INPI argumenta que tem conseguido ganhos de produtividade, como aumento de 137,5% em decisões técnicas de patentes e de 57,8% nas decisões de marcas. A possibilidade de paralisia no Instituto Nacional da Propriedade Industrial é um reflexo nos cortes de R$ 5 bilhões nos gastos do Ministério da Economia, feito pelo Congresso durante a tramitação do Orçamento deste ano.
O corte é equivalente a metade do total das despesas discricionárias do ministério — ou seja, os gastos que não são para os pagamentos de salários. A tesourada do Congresso também atingiu outros órgãos vinculados ao Ministério da Economia, como a Receita Federal.
_________________________________________________INFLAÇÃO está DISSEMINADA e subiu mais a dos mais POBRES
_________________________________________________Lula e o PT deveriam preparar um guia digital sobre o que aconteceu na economia durante os governos petistas - Leonardo Attuch
_________________________________________________"Queiroga é asqueroso e Bolsonaro a morte", dispara Gleisi

247 - A presidente nacional do PT, deputada federal Gleisi Hoffmann (PR), usou as redes sociais para criticar a inércia do governo Jair Bolsonaro em relação ao pedido de ajuda feito por mais de 2 mil prefeitos para conter o avanço da Covid-19 e da influenza.
“Mais de 2 mil prefeitos pedem ajuda diante do avanço da covid e influenza e Queiroga diz que vai aguardar a evolução de casos. Vai esperar mais mortes, a saúde entrar em colapso, o povo ficar doente e ter inúmeras sequelas? Queiroga é asqueroso e Bolsonaro, o caos e a morte”, escreveu Gleisi no Twitter.
O pedido de auxílio dos municípios foi feito nesta quinta-feira (6) por meio de um documento enviado ao Ministério da Saúde. Os gestores fazem parte do consórcio Conectar e são responsáveis por uma população de cerca de 150 milhões de pessoas, equivalente a 65% do território nacional. Nesta sexta-feira (7), o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, disse que os estados e municípios precisam se esforçar mais em ações de combate à pandemia e não “cobrar do ministério o tempo inteiro”. Ele fez as críticas ao citar o programa de testagem contra a Covid no país, um dos pontos cobrados pelos prefeitos.
“É necessário fazer a testagem para identificar o aumento no número de casos e fazer o isolamento das pessoas que estão positivas, não é só testar por testar. (...) Os testes têm custos. Cada teste desses custa cerca de US$ 3,50 e os recursos financeiros são finitos. Os municípios pedem apoio ao Ministério da Saúde. Lembro que o SUS é tripartite e estados e municípios também devem alocar parte dos seus orçamentos para enfrentamento da pandemia de Covid-19. Não é só o tempo inteiro cobrar do Ministério da Saúde e lá na ponta adotar as condutas de acordo com a sua ideia. Vamos trabalhar juntos”, disse Queiroga.
_________________________________________________Além da reforma trabalhista, PT quer revogar privatizações de estatais e teto de gastos

247 - Além da sinalização do ex-presidente Lula (PT) e da presidente nacional do PT, a deputada federal Gleisi Hoffmann (PR), de que pretendem revogar a reforma trabalhista caso a sigla volte a poder com as eleições deste ano, o partido quer ser ainda mais amplo em seu "revogaço", noticia o Estado de S. Paulo nesta sexta-feira (7).
De acordo com a publicação, Lula e "importantes integrantes" do PT querem "reverter outras propostas aprovadas nos governos de Michel Temer e Jair Bolsonaro, como o programa de privatizações de estatais e o teto de gastos".
Revogar a autonomia do Banco Central, aprovada em 2020 pelo Congresso Nacional, também é discutida, mas ainda em fase pouco avançada.
_________________________________________________Barbosa, ex-ministro de Dilma: economia dava sinais de recuperação antes do golpe. Erros de Temer impediram retomada veloz

247 - O ex-ministro da Fazenda e do Planejamento Nelson Barbosa afirma, em sua coluna na Folha de S. Paulo desta sexta-feira (7), que a economia brasileira dava sinais de recuperação em meados de 2016, antes que a então presidente eleita fosse alvo de um golpe que a tirou do poder.” De fato, houve o frenesi ‘é só tirar a Dilma que a economia melhora", mas essa visão foi rapidamente desmentida pela realidade”, ressalta.
“Poucas semanas depois do golpe parlamentar, Temer perdeu seu ministro do Planejamento no episódio da ligação "com Supremo, com tudo". Após a saída de Romero Jucá, a nova equipe econômica foi dominada pelo fiscalismo de planilha de assessor parlamentar sem experiência de governo, e isso comprometeu a recuperação da renda e do emprego”, escreve o ex-ministro.
Ainda segundo Brabosa, “para se diferenciar do teto de gasto proposto por Dilma, que admitia crescimento real da despesa, protegia o investimento e tinha prazo de quatro anos, o "dreadteam" Temer produziu uma aberração: congelamento da maior parte da despesa primária da União, por 20 anos, no valor real de 2016. Devido à correta expansão do gasto no final de 2016, o valor inicial do teto Temer foi folgado. O limite de despesa só se tornaria mais estrito a partir de 2019, ou seja, Temer oportunisticamente criou um teto para seus sucessores”.
Barbosa observa, ainda, que “os criadores do teto Temer disseram que, ao "explicitar o conflito orçamentário", o limite de despesa forçaria o Congresso a fazer reformas fiscais estruturais. Os eventos desde então mostraram quem estava certo. O teto de Temer de gasto adiou a reforma da Previdência, de 2016 para 2019, e gerou uma série de emendas constitucionais ‘fura-teto’, interditando o debate de questões mais relevantes, como a reforma tributária”.
_________________________________________________APOROFOBIA - Padre Júlio Lancellotti: o que é a arquitetura 'antipobres' denunciada por religioso em São Paulo
_________________________________________________José Luiz Portella - Uma missão nobre para o Partido Novo
_________________________________________________José Luiz Portella - O Brasil precisa de ajuste social, não de ajuste fiscal


José Luiz Portella
Colunista do UOL
26/12/2021 17h44
O Brasil vai terminar 2021 com déficit fiscal, vai gastar mais do que arrecada um pouco mais de 95 bilhões de reais, quase 100 bilhões.
Ou seja, se o ministério da Economia não nos estiver enganando, em novembro ele estimou tal diferença.
Nós oferecemos incentivos fiscais, estímulos e isenções no somatório de cerca de 310 a 320 bilhões de reais no mesmo ano de 2021.
Incluído nessa renúncia fiscal, que significa, abrirmos mão de arrecadar para a população toda, em nome de beneficiar determinas atividades ou setores ou grupos, três vezes mais do que nosso déficit.
Basta cortar 100 bilhões, e isso é possível sim, dos incentivos e não teríamos mais déficit e cumpriríamos o OGU com todos os programas sociais que tem. Tem incentivo que deve ficar.
Os incentivos podem ser cortados em 80 bilhões no primeiro ano e mais 20 bilhões no segundo ano.
Ou seja, não há rombo fiscal, o que há é incerteza, a insegurança que o populismo de Bolsonaro, que foi apoiado pela imensa maioria do mercado.
Agora, sem fazer autocrítica como o PT, o mercado criou o termo populismo para fugir de - gastos insensatos de Bolsonaro, aquele que , para o mercado, iria "mitar" com o liberalismo de Guedes. Ledo engano.
Além disso, há outras fontes, que os porta-vozes do mercado na mídia não citam:
- taxar dividendos;
- extinguir os Juros Sobre Capital Próprio ou aumentar a taxação;
Para aliviar as empresas, poder-se-ia diminuir a taxação sobre elas, para, de fato, gerarem mais empregos, dando um desconto para elas, na ordem de 80% dessa receita nova com a taxação de dividendos e JSCP. Trata-se de devolver 80% do que se arrecada com os donos para tornar as empresas mais leves. E ainda sobram 20% para investimento social, sobretudo na extinção da extrema pobreza, sem causar qualquer rombo.
Os economistas de mercado cometem duas atrocidades intelectuais:
1- Não falam nisso que aludimos acima. Ficam quietos, porque isso atinge a elite econômica. Não há nada de errado em ser rico, parabéns para quem conseguiu honestamente, mas também não há nada de errado que essas pessoas paguem mais impostos na pessoa física.
2- Transformam quem deseja realizar um combate à desigualdade, um ajuste social com políticas públicas, em "gastadores irresponsáveis". Grande astúcia em defesa do sistema atual injusto.
Estamos vendo claramente que há dinheiro, sem haver gasto público a mais.
Se diminuirmos o Fundo Eleitoral pela metade, se taxarmos grandes fortunas, aumentarmos um pouco a taxação de heranças e cobrarmos um tipo de IPVA para lanchas e aviões particulares (pode não ser muito no todo, mas é simbólico), tudo somado, existe mais dinheiro. Sem qualquer irresponsabilidade.
Vejo a toda hora contribuições para ajuste fiscal, que são subjetivas, conforme os próprios autores, leio diuturnamente que é preciso um ajuste fiscal, mas não leio que há dinheiro e que a prioridade é combater a vergonhosa desigualdade que nos assola e faz com que milhões de brasileiros não tenham sequer dez reais por dia para viver. O problema não é o Estado é o gasto malfeito pela apropriação do Estado pela iniciativa privada dentro da microfísica que Michel Foucoult descreveu. E o patrimonialismo de Raymundo Faoro.
A visão social, expedida, com certo grau de ternura, por parte desses economistas, trata da desigualdade como um acessório, um incômodo a ser extirpado, se "pudermos", na opinião deles, não como o principal. Triste. Muito triste. Um país que tem na sua gênese a solidariedade e compaixão recebe uma lavagem cerebral em busca de mais recessão, que é um "mercadismo cultural".
Meias-verdades e mentiras repetidas mil vezes.
Temos ainda, para completar, muito dinheiro em fundos que estão paralisados há tempo atrás (Guedes não deu a mísera aceleração), girava em torno de bilhão, segundo a imprensa.
A arrecadação dos impostos só ocorre depois da renda criada e posta em circulação. O orçamento é uma projeção de receitas e despesas que ainda vão ocorrer.
Estamos saindo da metáfora do "mortos de fome", para literalidade "mortos de fome". Vexame!
Será que essa turma que se acalenta do fetiche de ajuste fiscal, sem entregar solução objetiva e concreta, e joga golfe, não entende que mais recessão, não faz sentido?
Os jornalistas que cobrem economia e são encobertos por essas fontes não cobram o destravamento desses fundos?
Tem muito mais dinheiro oculto ainda no orçamento, além do que mencionamos, e a culpa não é só dos políticos, tem muito agente privado se locupletando e depois fazendo discurso valente nos jantares de Washington Cinel. Que se extinguiram.
Logo, logo, Cinel e seus convivas estarão dando Vivas! ao novo presidente, seja quem for, candidamente, como sempre. O BTG também vai recebê-lo em festa e com os mesmos aplausos da audiência que foram dados a Paulo Guedes, esculpido no início dessa triste quadra em "gênio da raça", gestado em Chicago. Esse pessoal sabe a quem ofertar almoço de graça.
Com mais de 13 milhões de desempregados, com 16% da população em extrema pobreza, gente passando fome, precisamos urgentemente de um ajuste social, não fiscal.
Dinheiro tem, é só ter um pingo de sensibilidade e de vergonha na face.
E ter a competência para executar.
Como disse John Doerr,
Ideias são fáceis, execução é tudo.
_________________________________________________Opinião: José Luiz Portella - A hecatombe de Bolsonaro vai ser longa e dolorosa


José Luiz Portella Colunista do UOL 29/12/2021 11h10
A hecatombe produzida por Bolsonaro não contempla só a mortandade das pessoas, no caso da atitude tomada na pandemia, que é o sentido estrito do vocábulo.
Vai muito além, infelizmente, em todos os sentidos.
Todo dia vemos pedidos de demissões no serviço público, inclusive em carreiras de Estado. Quadro agravado pela inépcia de conceder aumento a categorias favoritas do funcionalismo, estimulando a revolta de outras, algumas de marajás públicos, porque no Brasil poucos se importam com o todo e cada um quer mais para si.
Num país em que um juiz flagrado em ilicitude é afastado do cargo com remuneração integral vitalícia, um incentivo à desonestidade, rouba, se colar colou, se não colar, ganha-se uma aposentadoria régia , superior a dos trabalhadores que não cometeram nenhum crime, a vida toda. O que se pode esperar?
Pois Bolsonaro logrou ir além.
O que está aparecendo, e não é pouco, trata-se da pontinha da ponta do iceberg. As instituições públicas estão sendo aparelhadas, impregnadas de desvio de função, outras recebem, mesmo na função correta, diretrizes inconsequentes e suicidas, que vão custar caro e demorar tempo para cumprirem uma trajetória saudável para com o Brasil.
Bolsonaro também está aparelhando as instituições, conseguiu superar o PT nisso, e o desembarque, num próximo governo, não será tranquilo e imediato, tal o grau de disseminação, de profusão e amplitude.
Os bolsonaristas não sairão do poder, em paz e docilmente.
Haverá um período longo de recuperação e convalescença, que também vai cobrar uma conta muito alta nesse hospital público
Com a sensação de alívio pela saída de Bolsonaro, muita gente vai crer que 2023 volta-se ao normal e a esperança tem chance. Que vamos cair numa efeméride de prazer, tal a angústia acumulada.
Em parte sim, em parte não, gerando frustração.
Não vai ser possível efetuar reformas tão rapidamente, e será preciso um tempo de restabelecimento para voltar a operar como num país que busca seu desenvolvimento com distribuição de renda.
A herança maldita será real e pesada.
O que Bolsonaro está a fazer com o Brasil é mais do que inimaginável, é uma obra de destruição real de valores, instituições, a semeadura do ódio, do confronto, do armamento de uma população que já é violenta por si. Brasileirinho não é bonzinho, como Kate Lira troçava, por ingenuidade, ironicamente, em programa humorístico.
Bolsonaro tirou as amarras da parte fascista da população, que existe, e os brasileiros, por cultivarem um hábito de esconder embaixo do tapete seus problemas, não percebiam.
Sobretudo depois do regime militar, ninguém acreditava que houvesse uma direita agressiva e desumana como a que vemos hoje.
Brasileiro, como a Folha já pesquisou, se acha feliz e orgulhoso, ou pelo menos se achava na época da pesquisa, cerca de 80% se diz assim, mas crê que o resto dos brasileiros são infelizes, cerca de 75%, ou seja, uma impossibilidade lógica, Se 80% são felizes, como 80% podem ser infelizes?
O certo é que a mídia está com foco nos desastres mais visíveis causados por um presidente que ama a dissensão, o confronto e a frivolidade, a falta de compaixão e solidariedade. Sua imagem de jet sky ofende os que estão sofrendo com pandemia, influenza e chuvas. O cúmulo da insensibilidade.
Com tanta coisa desse porte, a mídia não está tendo tempo de investigar os atos e externalidades todas, que Bolsonaro está suscitando, conscientemente.
Já entramos num túnel escuro, desde 2019, e estamos nos afundando num buraco dentro desse túnel. Até a luz do alvorecer vai custar bastante.
A devastação do Estado não se cura em meses.
Bolsonaro não vai ganhar a eleição, porque até a Faria Lima percebeu a extensão dos danos, embora não reze nenhum ato de contrição, pela vaidade impregnada e a necessidade de se mostrar sempre o farol do Brasil. O farol que deseja mais recessão, com ajuste fiscal, do que recuperação com um Orçamento com Base Zero e uma limpa nos privilégios orçamentários existentes. Inclusive nas vantagens empresariais descabidas.
Eles confirmam: Ajuste bom, é ajuste para os outros, sempre. A faria Lima mudou-se para a praia, confortavelmente instalada durante a pandemia. Não há mal em procurar um bom lugar para si, há mal em não procurar o mesmo para os outros.
Com o que Bolsonaro semeou, somado ao que a elite não faz, vai custar caro e demorar muito tempo os efeitos da hecatombe gerada.
Torço para estar errado.
_________________________________________________José Luiz Portella - O TERRORISMO FISCAL do MERCADO vai LIQUIDAR os mais POBRES e o CRESCIMENTO do país.
A IDEOLOGIA vem ACIMA da VERDADE inteira.
Sem populismo, que foi o que o mercado fez apoiando Bolsonaro até 2020 ! Chega das vítimas de sempre, os mais pobres.

José Luiz Portella Colunista do UOL 05/01/2022 11h54
E se utiliza o mais desonesto dos argumentos:
quem tem SENSIBILIDADE SOCIAL, é classificado como "DESENVOLVIMENTISTA", palavra que virou uma OFENSA, e que significa sair gastando INSANAMENTE. Mentira DESLAVADA.
É possível cuidar dos mais pobres, diminuir o déficit social com o Orçamento vigente, sem precisar de insanidades.
Além de poder se criar moeda via Banco Central, no limite da capacidade produtiva instalada.
Quando se fala em criar moeda, o argumento do mercado é: um país rico, como os EUA, pode. Tem a moeda-reserva.
É verdade, porém o Brasil também pode, levando em conta seus limites e possibilidades.
É proporcional, Não é lá pode, aqui não.
O mercado nos engoda muito. Nós sentimos as consequências, mas não sofremos o que os mais pobres vão sofrer.
As políticas de transferência de renda, que são admitidas no credo liberal, ajudaram e ajudam muito a eliminar a situação de extrema necessidade e fomentam a economia como o Auxílio Emergencial fez.
Agora, porta-vozes do mercado estão dizendo que houve excesso durante o Auxílio, e não tocam um segundo no dinheiro derramado via prebendas fiscais para os mais ricos e privilegiados.
Alguém alude à taxação de dividendos?
É triste! Mas, infelizmente, é o jogo.
Só que nós não podemos entrar nessa falácia.
O crescimento, o gasto, a poupança só ocorrem depois da geração de renda.
Está na hora de acabar com o samba de uma nota só, e exorcizar a parte do mercado, que defende mais recessão no Brasil.
Sem populismo, que foi o que o mercado fez apoiando Bolsonaro até 2020!
Chega das vítimas de sempre, os mais pobres.
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