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__________________________________________________"As pessoas vão se pendurar nos lustres, se vestir de papel crepom, vão mostrar a PERERECA, o PAU, VÃO ABRIR O CU, vai ser uma LOUCURA. Vai ficar TODO MUNDO NU! Ninguém segura.
Eu serei o líder, vou como BALIZA, puxando a Avenida de salto alto com TODOS os LOUCOS do MUNDO!"
__________________________________________________. "NÃO era FÁCIL"

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__________________________________________________Popó Freitas posa abraçado e dando beijinho no namorado do filho: "O genro"
Na noite da última terça-feira (01), Popó Freitas surgiu no Instagram dando um beijinho no rosto do genro. O registro foi compartilhado pelo estudante de medicina Juan Freitas, de 22 anos, filho do ex-boxeador.
A foto, publicada no story de Juan, mostra Popó dando um abraço e um beijinho carinhoso no genro, Matheus Azevedo. Na legenda, o jovem escreveu: “Popó Freitas e o genro”. Os três estavam juntos em uma festa que contou com a presença de amigos do ex-atleta.

Juan e Matheus, são estudantes de medicina e namoram há cerca de seis meses. Além do registro com o Popó, o jovem também publicou um story ao lado do namorado.
Juan tem 22 anos e é um dos seis filhos do ex-boxeador. Ele contou sobre sua sexualidade à família ainda na adolescência. Em uma entrevista ao podcast NoFlow no ano passado, Popó revelou que tem uma relação muito próxima com o filho e que até já saíram juntos em festas LGBTQIA+ .
“É a minha bichona. E, antes que venham me criticar, essa é a maneira carinhosa que eu chamo ele. É uma coisa que eu sempre falo, uma coisa minha e dele, a gente se zoa assim. […] Ele já me levou para boate gay, e outro dia brigou com o namorado e veio conversar comigo. Tenho muito orgulho do meu filho: médico, bonito e gay”, declarou o ex-boxeador ao NoFlow.
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__________________________________________________Morre Fernando Kalazans, proprietário do clube gay Espaço Kalazans
Na última sexta-feira (18), o espaço anunciou que estava encerrando suas atividades devido aos problemas de saúde de Fernando Kalazans
Morreu no último domingo (20), no Rio de Janeiro, o empresário e produtor Fernando Kalazans, proprietário da sex club gay Espaço Kalazans. A informação foi confirmada através do perfil da casa no Instagram. De acordo com a publicação, o carioca enfrentava problemas de saúde desde janeiro.

“É com pesar que informamos o falecimento de nosso querido Kalazans. O mesmo já encontrava-se com problemas de saúde desde janeiro, e infelizmente não resistiu e veio a óbito“, lamenta o sex club.
“Que ainda assim, possamos guardar as lembranças dos bons momentos que tivemos ao lado dessa pessoa tão especial e única. Nossos mais sinceros sentimos aos familiares nesse momento tão difícil para todos nós“, concluiu a publicação.
O Espaço Kalazans, localizado na rua Buenos Aires, no centro do Rio de Janeiro, funcionava há cerca de um ano. O sex club, que movimentou a cena gay carioca com shows de strippers e sexo interativo, anunciou na última sexta-feira (18), que estava encerrando suas atividades.
“Infelizmente, por motivos de força maior, é com tristeza que anunciamos o encerramento das atividades dos Espaço Kalazans. Agradecemos a todos que prestigiaram o Espaço durante todo o tempo de funcionamento, e esperamos que tenham tido uma boa experiência conosco”, diz parte do comunicado publicado no perfil do Instagram do sex club.
O sepultamento de Fernando Kalazans está marcado para às 15h desta segunda-feira (21), no Cemitério São Lázaro, em São João do Meriti (RJ).
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- Faz. Cinema mata, porque fica oscilando entre dois sentimentos: ansiedade e frustração. O esforço de fazer cinema no Brasil é muito grande, tudo conspira contra. Entre 1980 e 1988 morreu um porrilhão de cineastas, de Glauber Rocha e Leon Hirszman a Joaquim Pedro de Andrade e Fernando Coni Campos. Collor foi o tiro de misericórdia.

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__________________________________________________Keanu Reeves: 10 filmes pouco conhecidos do ator para assistir
Confira a seguir 10 filmes pouco conhecidos de Keanu Reeves para assistir!
10. O Homem Duplo
Essa obra é um tanto peculiar, pois utiliza uma tecnologia de ilustração sobre a filmagem para passar um efeito de pintura, além de contar com grandes nomes como Robert Downey Jr. e Winona Ryder. A obra retrata um futuro distópico em que está acontecendo uma epidemia de uma droga alucinógena e esse tipo de animação complementa a atmosfera do filme.
9. Advogado do Diabo
Advogado do Diabo acompanha o personagem de Keanu, Kevin Lomax, um advogado desonesto, entrando em um novo escritório que é chefiado pelo diabo. O thriller com um toque de sátira foi bastante criticado na época, mas vale a pena para conhecer mais do ator.
8. Constantine
O personagem John Constantine é feito pelo astro Reeves nessa obra que, apesar de muito popular entre os fãs de filmes de vigilantes ou super-heróis, não possui uma qualidade tão elevada assim. No entanto, o ator fez um ótimo trabalho dando vida ao exorcista obscuro nessa jornada para proteger Angela Dodson (Rachel Weisz).
7. O Observador
Reeves conseguiu um ótimo desempenho dando vida a um assassino em O Observador e esse é um dos motivos pelos quais essa é uma boa obra para conhecer mais dele. Interpretar um criminoso não é muito comum para o astro, mas ele conseguiu se sair bem no papel.
6. Doce Novembro
A performance entre Keanu Reeves e Charlize Theron é uma das poucas coisas que tornam Doce Novembro um filme bom de ser assistido, uma vez que o enredo é um tanto clichê. O ator dá vida a um personagem viciado em trabalhar que precisa aprender a se soltar quando conhece a personagem de Charlize.
5. A Casa do Lago
Essa obra não ficou tão popular quando foi lançada e, apesar de um roteiro leve e sem grandes surpresas, é um ótimo filme de romance para assistir em um momento de descanso. O filme gira em torno do romance entre o personagem de Reeves e a mulher da casa do lago, interpretada por Sandra Bullock.
4. Juventude Assassina
O filme gira em torno de um grupo de adolescentes rebeldes que precisam lidar com o assassinato de um dos seus amigos. Além disso, o ator foi muito bem elogiado por capturar a essência de um jovem que estava desesperançoso após a perda de alguém próximo, apesar do filme não ter uma qualidade tão elevada quanto as obras mais recentes do astro.
3. O Dom da Premonição
O Dom da Premonição acompanha uma jovem com poderes mentais, interpretada por Cate Blanchett, que está buscando descobrir o que aconteceu com uma mulher desaparecida, mas acaba encontrando uma série de segredos das pessoas da sua cidade. O personagem de Reeves é um tanto diferente do que o ator costuma fazer, já que ele não é nada amigável, mas o astro conseguiu entregar uma boa performance.
2. O Tiro Que Não Saiu Pela Culatra
Apesar do grande elenco que estreou essa obra na década de 80, O Tiro Que Não Saiu Pela Culatra não conseguiu um grande reconhecimento na época de seu lançamento. Keanu faz parte da família Buckman, que é o foco principal da trama, e está lidando com as oportunidades que a vida lhe deu.
1. Reação Em Cadeia
Essa obra conta com grandes nomes, como Reeves, Morgan Freeman e Rachel Weisz, e acompanha dois estudiosos que trabalham em um projeto envolvendo uma energia alternativa e acabam sendo acusados de um crime. Esse não é um dos principais filmes estrelados pelo astro, mas ainda assim é uma boa pedida para assistir em um momento de lazer.
__________________________________________________MILTON CUNHA: 'Cresci ouvindo sobre COMBATE ao PECADO, e EU era o PECADO'

Valmir Moratelli
Colaboração para o TAB, do Rio
13/02/2022 04h00
É cumprimentando quem vê pela frente que Milton Cunha, 59, atravessa o longo corredor do terceiro andar de um barracão na Cidade do Samba, no Centro do Rio. Puxa uma cadeira e a posiciona no meio de protótipos de fantasias do próximo carnaval. Sugere conceder a entrevista ali. Milton se dirige, organiza o espaço e atrai os olhares como se estivesse num palco.
Da mesma forma, quebra o silêncio com sua expressividade, na escolha de palavras certeiras e no jeito expansivo de se comunicar.
Desde 2013 como comentarista de Carnaval da TV Globo — detentora dos direitos de transmissão dos desfiles das escolas de samba do Rio e de São Paulo — Milton fala sobre os bastidores de uma festa que conhece como poucos: de 1994 a 2010, assinou desfiles em nove agremiações entre Rio e São Paulo. Se faltou o título de campeão, coleciona títulos acadêmicos. Fez mestrado, doutorado e já conta com dois pós-doutorados pela UFRJ, com foco em Narrativas de Carnaval.
"O Carnaval sempre foi o primo escondido da cultura. É coisa de pobre, preto, favelado e bêbado. O cânone elitista da universidade não quer que se estude narrativas de escola de samba. O racismo estrutural sempre segurou o reconhecimento dessa procissão festiva. Só que isso ganhou o mundo. Aceita que dói menos, é a maior expressão do que é o Brasil para o mundo!", defende ele que, no resto do ano, viaja, assina projetos de cenografia e participa de simpósios acadêmicos.
. "NÃO era FÁCIL"
É nesse tom, de quem não foge de uma briga, que o ex-carnavalesco e hoje pesquisador conversa com o TAB. Por vezes, quase grita de tão efusivo que fica em suas colocações; em outras, faz pausas demoradas para se recuperar das lembranças de uma infância repleta de traumas. "Não sou a bichinha delicada. Sou o Senhor dos Anéis, conheço todas as trovoadas. Nasci gay, afeminado, da pá virada. Fui expulso de muitos colégios, perseguido a vida toda. Aos 4 anos, fazia a Carmem Miranda em casa. Imagina a vida em Belém do Pará da década de 1960, com pais tacanhos. Não era fácil!", afirma.
. "Não era fácil!", afirma.

Infância difícil
Milton mistura as lembranças de sua origem na Ilha de Marajó (PA) entre alusões a um cenário pitoresco e, ao mesmo tempo, agressivo. Foi o terceiro de quatro filhos de pai mecânico de automóveis e mãe do lar. "Meus dois irmãos mais velhos, héteros, iam pro jogo de futebol com meu pai. O mais novo não era assumido, ao contrário de mim, que sempre fui para a porrada, com pé na porta. Por isso apanhei muito, era castigo físico todo dia", diz.
Estudou em colégios de freiras, sempre sendo expulso de um e realocado em outro. "Só tinha medo de morrer, medo deles [meus pais] me matarem antes de eu conseguir ir embora. Mata-se muito menino gay no interior, criança viada é um problema para certas famílias. O estudo me salvou. Era bom aluno, mas endiabrado na sala de aula".
Seus olhos lacrimejam, mas ele controla a emoção. Fala da convivência em casa com ar de superação. "Todo dia era uma porrada dos irmãos ou do meu pai. Os dois mais velhos me agrediam muito! O mais novo me chantageava. Eu tinha transado com o vizinho e ele vivia naquilo de 'vou contar'. Foi uma clausura que enfrentei com deboche. Até porque a outra opção era morrer, não tinha negociação".
O paraense revela que também sofreu agressões sexuais do pai. "Tinha rolado umas bolinações sexuais na infância, eu me lembro claramente. Era muito criança, no colo, ele sentava na calçada comigo e ficava pegando no meu pau. Só adulto entendi que aquilo tinha conotação sexual".

Pau-de-arara
Quando completou os estudos, aos 19 anos, decidiu se mudar de vez do Pará e tentar a sorte no desconhecido Rio de Janeiro. Colocou o diploma debaixo do braço e anunciou sua decisão. Ainda teve que ouvir do irmão mais velho: "Todos que vão voltam". Foi quando respondeu: "Querido, não sou todo mundo! Já deviam saber disso".
Acordou às cinco da manhã, saiu do quarto com uma mala de papelão duro e, para seu espanto, encontrou seu pai na porta. "Logo pensei: 'Vai ter a última surra'. Mas ele queria me levar na rodoviária".
Despediu-se sem abraços ou um desejo de "boa sorte". Nunca mais voltaria a vê-los. "Minha mãe ficou me ligando seis anos depois pra falar: 'Eu te perdoo'. 'Louca, quem não te perdoa sou eu! Não espero seu perdão!'. Aí eu já era carnavalesco famoso do Rio. Morreu ela, morreu meu pai, abriu-se um buraco oceânico de dor. Não sei o que é amor de mãe. Falam que é fabuloso, mas nem toda mulher ama seu filho", diz.

Utopia Indígena
Ainda em Marajó, para se proteger das agressões, criou para si um mundo de imaginação. Foi esse mundo que, mais tarde, ele pôde acessar para carnavalizar a vida.
"Eu tinha uma capacidade de me imaginar em outros lugares. Minha imaginação foi quem me levou para longe dali. As árvores eram altas, as bromélias lindas, os pássaros coloridíssimos, os índios de pele pintada de urucum e vestidos de tangas e cocares. Eu queria ser um índio!", diverte-se ele, entre altas gargalhadas.
São essas imagens que ele carrega com saudosismo. "Quando virei a galinha do arco-íris, cheia de penas coloridas na Sapucaí, era homenagem aos índios da minha infância. Eu me identificava mais com os índios do que com os engravatados de Belém, que diziam levar uma vida santa. Cresci ouvindo discurso de combate ao pecado, e eu era o pecado! Tudo que diziam que não se podia fazer, sendo livre, eu me identificava", diz.
No caminho do arco-íris
Milton tentou a sorte no Rio com o que hoje seria o equivalente a cem reais no bolso. Foi um anúncio de vaga para homens num orelhão da rodoviária que o impediu de dormir na rua. O ano era 1982. "Éramos dez rapazes numa casa com dois quartos de seis beliches. A proprietária, dona Meire, reconheceu em mim um artista, era bordadeira de grifes grandes", recorda.
Foi quando surgiram seus "mecenas". O primeiro deles foi o empresário da noite Chico Recarey, dono de famosas boates da cidade à época. "Foi a primeira vez que me senti livre, enfim ninguém me batia. Eu era a Judy Garland (como Dorothy Gale) cantando 'Over the rainbown' ao encontrar o Mágico de Oz".
Foi assim, dormindo numa vaga de beliche em quarto compartilhado no Centro e se apresentando com ternos "escalafobéticos" na lendária e já extinta boate Circus, no Leblon, que Milton começou a carreira.
Depois, outro mecenas surge em sua vida: Anysio Abrahão David, contraventor e patrono da Beija-Flor de Nilópolis, lhe propõe assinar o enredo de 1994. Milton criou uma homenagem a Margaret Mee, botânica inglesa especializada em plantas amazônicas e pouco falada no país. Sua estreia o colocou de imediato entre os cinco melhores do carnaval do Rio.
"Foi um luxo criar cinco mil roupas, sapatos e ombreiras com tecidos vindos de Hong Kong e de Jacarta. A escola era tão rica, tão maior que eu, que isso me acalmava. Era só me deixar levar. Meu sonho desaguou na avenida", diz.

'Viado demais para a Globo'
Milton planejou a transição para a função de pesquisador e comentarista aos poucos. Seu último trabalho como carnavalesco foi o de 2010, na Acadêmicos do Cubango, no grupo de Acesso. Usou os anos como profissional de barracão para ser uma voz respeitada nos desfiles. "Enquanto alguns me metiam críticas, fui crescendo. Aprendi francês e inglês enquanto eles latiam", diverte-se.
Foi colunista do jornal O Dia, trabalhou com Leda Nagle no Sem Censura, fez transmissão do Festival de Parintins na Band, apresentou o Carnaval do Povão na CNT, até chegar um convite do Boninho para a TV Globo. "Tinha virado uma notícia positiva isso de 'Milton com doutorado', mas não achava que a Globo me chamaria, eu era viado demais pra eles! Mas já estou lá desde 2013. O figurinista nem tem trabalho comigo. Eu sou o meu melhor figurino", afirma.
A Sapucaí também lhe deu o marido. Ele é casado com o preparador físico Eduardo Costa, com quem divide um apartamento em Copacabana, no Rio. "Passo descalço na avenida com a Viradouro, em 2009, e ele está sentado no setor 11. Eduardo se apaixona, e me manda uma cantada na internet. A gente engata e nunca mais se separa", diz ele, assim mesmo, com verbos no presente, como se tudo acontecesse agora.
Carnaval em abril
Tal como todos que amam o Carnaval, Milton segue apreensivo com a realização dos desfiles em 2022, após a suspensão em fevereiro por causa da pandemia. A nova data será nos dias 22 e 23 de abril. "Sou a favor, desde que a ciência também seja."
Sobre a presença de Jair Bolsonaro na Sapucaí, Milton diverge de Gabriel David, diretor de marketing da Liesa (Liga Independente das Escolas de Samba). Ao TAB, Gabriel defendeu a presença do presidente.
"Bolsonaro NÃO tem NADA a fazer lá. Ele DEMONIZA a manifestação da NEGRITUDE, DEBOCHA do país de MARICAS.
E nós, maricas, fazemos a Sapucaí. Por que sua presença seria importante?
Vamos raciocinar pela cabeça do Gabriel. Ele acha que o símbolo máximo da nação referenda o Carnaval. Só que aquilo não precisa de legitimação de ninguém! A narrativa é grande, porque é a força do povo enquanto estrutura de cultura".
E como Milton sonha que serão os dias de folia deslocados para abril? Ao seu estilo, ele dá o recado:
"As pessoas vão se pendurar nos lustres, se vestir de papel crepom, vão mostrar a perereca, o pau, vão abrir o cu, vai ser uma loucura. Vai ficar todo mundo nu! Ninguém segura. Eu serei o líder, vou como baliza, puxando a Avenida de salto alto com todos os loucos do mundo!".










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