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___________________________________________________________________________________________________________________________________________________2022-02-16: Lula de 14 pontos para 9 de vantagem em apenas UM MÊS. NÃO dá pra CONFIAR nesse POVINHO de MERDA, NÃO. NUNCA mais !!!

_________________________________________________A condenação de Lula foi por um 'ATO de OFÍCIO INDETERMINADO' _________________________________________________


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_________________________________________________Josias de Souza - Ataque russo prejudica economia do Brasil e complica os planos de Bolsonaro

Colunista do UOL 24/02/2022 09h31

Do ponto de vista historiográfico, o mundo presencia nas últimas horas um recuo de 77 anos. Ressurgem fantasmas que todos imaginavam que haviam sido exorcizados pelo sistema criado em 1945, no pós-guerra. Do ponto de vista doméstico, naquilo que afeta mais diretamente o Brasil, a incursão da Rússia na Ucrânia produziu uma instabilidade econômica que terá impactos negativos na economia, com reflexos na política.

A inevitável alta do preço dos combustíveis e fertilizantes tende a puxar a inflação para cima. O Banco Central terá de esticar a fase dos juros altos. O esforço para deter os preços anestesia a economia.

Folha corrige erros cometidos há 50 anos sobre o enxadrista Mequinho

O dólar, que estava em queda, deve inverter a curva. Em ambiente de risco, o investimento costuma buscar refúgio em praças mais seguras do que países emergentes e instáveis como o Brasil.

Potencializa-se a perspectiva de um crescimento econômico pífio —ou negativo— neste ano eleitoral de 2022. Tudo isso complica o plano político de Bolsonaro de obter um segundo mandato.

As pesquisas detectam uma preocupação acentuada do eleitor brasileiro com temas econômicos, sobretudo inflação e desemprego. Vladimir Putin ordenou o ataque à Ucrânia num instante em que a prévia da inflação oficial no Brasil subiu em fevereiro para 0,99%, puxando o índice acumulado em 12 meses para 10,76%.

O Banco Central estimava que a inflação atingiria o pico até maio, quando começaria a declinar. A crise irradiada a partir da Ucrânia deve prolongar o ciclo de carestia, empurrando a irritação dos brasileiros para mais perto das urnas.

Metade da população brasileira sobrevive com uma renda familiar mensal inferior a dois salários mínimos. Dois terços da população têm rendimento abaixo de três salários mínimos. É esse contingente, que rala para encher a geladeira, que decide a eleição. A exemplo do que fez na pandemia, Bolsonaro sempre poderá tentar terceirizar responsabilidades, culpando a crise internacional e os governadores.

O problema é que, no presidencialismo brasileiro, a crise costuma ter a cara do presidente. O superlucro de R$ 106 bilhões que a Petrobras acaba de anunciar, com repasse de R$ 37 bilhões para o Tesouro Nacional, compromete o esforço de Bolsonaro para grudar no ICMs dos estados a culpa pela alta dos combustíveis.

De resto, ao manifestar sua "solidariedade" à Rússia e fazer pose de pacificador ao lado de Putin na visita que fez ao Kremlin há uma semana, Bolsonaro como que se transportou para a zona de guerra. Era a pessoa errada, no local impróprio, na hora mais indevida. Não foi por falta de aviso.

_________________________________________________Nas eleições, o presidente Bolsonaro pode NÃO ser um 'PATO MANCO 

Maluca corrida

Por Merval Pereira

A última novidade na corrida presidencial é a percepção de que o presidente Bolsonaro pode não ser um “pato manco”. A eleição está difícil para a terceira via, até porque Bolsonaro estabilizou e, com ajuda do Centrão, continua na margem de 20% a 25% nas pesquisas. É bom para ele, porque, se for para o segundo turno — não acredito na vitória de Lula já no primeiro —, conseguirá reviver a polarização de 2018, e não se sabe o que pode acontecer. A campanha será radicalizada, e todo o passado petista de envolvimento com corrupção, no mensalão e no petrolão, será reavivado.

O salto alto da militância petista está fazendo com que erros políticos ajudem a recuperação de Bolsonaro. No Rio, onde o presidente Bolsonaro e seu clã têm origem, o PT não está conseguindo o apoio do prefeito Eduardo Paes na composição para a disputa do governo e Senado, o que já está enfraquecendo Lula e fortalecendo Bolsonaro, que apoia a reeleição do governador Cláudio Castro.

“Pato manco” é uma expressão usada principalmente na política americana (lame duck), que define o político que continua no cargo, mas, por algum motivo, não tem chance de disputar a reeleição e perde a expectativa de poder. A expressão nasceu na Bolsa de Valores de Londres, no século XVIII, em referência a um investidor que não pagou suas dívidas e ficava exposto à pressão dos credores. A ave (e o político) com problemas torna-se presa fácil dos predadores.

A expressão surgiu de um velho provérbio de caçadores que diz: “Never waste powder on a dead duck” (“Nunca desperdice pólvora com pato morto”). Bolsonaro já pareceu um “pato manco” por diversas vezes, quando as besteiras que comete cotidianamente o fizeram desabar nas pesquisas, situação que parecia irreversível. O Bolsa Família turbinado como Auxílio Brasil e as diversas medidas populistas aprovadas a toque de caixa pela maioria do Centrão no Congresso parecem ter dado um gás ao governo.

O Centrão parece acreditar na reeleição e no consequente aumento do poder do Congresso num eventual segundo mandato de Bolsonaro. Já tomou conta da economia, inviabilizando os resquícios de liberalismo que o ministro Paulo Guedes ainda vislumbrava, a ponto de ele já sugerir que poderia não continuar no governo. O equilíbrio fiscal foi para segundo plano, e o governo está “fazendo o diabo” para se manter no poder, como diria a ex-presidente Dilma Rousseff.

Para facilitar a vida de Bolsonaro, a terceira via não consegue deixar de ser um desejo de muitos para se tornar uma realidade. Moro e Ciro Gomes empacaram antes de chegar aos 10% nas pesquisas. O governador de São Paulo, João Doria, anda mal das pernas, e a imagem dele, apesar de tudo o que fez pelas vacinas e do bom governo em São Paulo, não é popular. É uma situação muito delicada. Ele já disse que aceitaria abrir mão da candidatura, demonstrando não ser egocêntrico como aponta a maioria das críticas que recebe da classe política e, sobretudo, da população paulista.

Essa admissão pode ser um primeiro passo, porque ele nunca tinha aceitado a ideia. Mas deve estar se convencendo de que tem poucas chances de se recuperar a ponto de ir para o segundo turno. Pode chegar a um acordo para continuar no governo de São Paulo até o final para, num próximo governo que apoiaria, ter uma posição destacada e recomeçar a caminhada na tentativa de ser presidente. Esse movimento, no entanto, se acontecer, será mais adiante. A partir de maio ou junho, teremos um quadro mais definido da situação. Pode ser que as pesquisas eleitorais joguem na realidade alguns candidatos que não têm chances. Ou reacendam as esperanças de candidatos como Doria, que tem resiliência já demonstrada.

A dificuldade para a formação das federações partidárias mostra como até mesmo um partido forte como o PT, com um candidato francamente favorito, não consegue impor sua vontade a partidos que têm consistência e história, como o PSB. Apoiar Lula num provável governo é uma coisa, submeter-se ao controle da máquina petista é outra bem diferente.

Correção

Foi o Congresso, e não o Supremo, como escrevi terça-feira, que derrubou a Lei de Segurança Nacional (LSN)

_________________________________________________ALVO DE ATAQUES - SÂMIA BOMFIM: NÃO há CONTRADIÇÃO entre ser MÃE e defender legalização do ABORTO 

Deputada do PSOL vem sendo atacada por militantes antiaborto após postar foto amamentando bebê de 8 meses; "É gravíssimo e mostra a perversidade daqueles que depois dizem defender criança para pedir voto"

Em meio ao debate sobre a decisão da Corte Constitucional da Colômbia, que descriminalizou o aborto até a 24ª semana de gestação, a deputada federal Sâmia Bomfim (PSOL-SP) vem sendo, junto ao seu bebê de 8 meses, alvo de ataques nas redes promovidos por bolsonaristas e militantes antiaborto. 

Recentemente, a parlamentar postou uma foto em que aparece amamentando seu filho Hugo, o que motivou uma série de comentários violentos contra ela e o bebê. As ofensas são baixas: desde pessoas afirmando que Sâmia defende o "assassinato de crianças" até publicações dizendo que "esta criança não deveria estar aí", tentando apontar uma suposta contradição entre a parlamentar ser mãe e defender a descriminalização do aborto. 





_________________________________________________PoderData: Lula tem 40% contra 31% de Bolsonaro no 1º turno

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Vantagem do petista contra o atual presidente diminui 5 pontos em 1 mês. Moro tem 9%; Ciro, 4%

Foto prismada entre Lula e BolsonaroCopyright
Sérgio Lima/Poder360
Lula e Bolsonaro seriam os candidatos que iriam para o 2º turno, se as eleições fossem hoje
16.fev.2022 (quarta-feira) - 12h36

A distância entre o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o atual presidente Jair Bolsonaro (PL) na corrida eleitoral de 2022 recuou 5 pontos percentuais em 1 mês, segundo pesquisa PoderData realizada de 13 a 15 de fevereiro de 2022. Hoje, Lula lidera com 40% das intenções de voto. Bolsonaro tem 31% –distância de 9 pontos.

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Há 1 mês, o petista marcava 42% contra 28% do atual ocupante do Planalto.

O 3º colocado é o ex-juiz da Lava Jato e ex-ministro da Justiça de Bolsonaro, Sergio Moro (Podemos), que marca 9%. Em seguida está Ciro Gomes (PDT), com 4% das intenções de voto.







João Doria (PSDB) tem 3%. Empata tecnicamente com André Janones (2%), Alessandro Vieira (1%), e Rodrigo Pacheco (1%). Simone Tebet e Luiz Felipe D’Ávila não pontuaram.

Moro oscilou 2 pontos para cima em 15 dias –ou seja, dentro da margem de erro. Ciro Gomes variou 3 p.p. para baixo. 

A pesquisa foi realizada pelo PoderData, empresa do grupo Poder360 Jornalismo, com recursos próprios. Os dados foram coletados de 13 a 15 de fevereiro de 2022, por meio de ligações para celulares e telefones fixos. Foram 3.000 entrevistas em 243 municípios nas 27 unidades da Federação. A margem de erro é de 2 pontos percentuais. O intervalo de confiança de 95%. Registro no TSE é BR-06942/2022.

Para chegar a 3.000 entrevistas que preencham proporcionalmente (conforme aparecem na sociedade) os grupos por sexo, idade, renda, escolaridade e localização geográfica, o PoderData faz dezenas de milhares de telefonemas. Muitas vezes, mais de 100 mil ligações até que sejam encontrados os entrevistados que representem de forma fiel o conjunto da população. Saiba mais sobre a metodologia lendo este texto.

PODERDATA

O conteúdo do PoderData pode ser lido nas redes sociais, onde são compartilhados os infográficos e as notícias. Siga os perfis da divisão de pesquisas do Poder360 no Twitter, no Facebook, no Instagram e no LinkedIn.

PODERDATACAST

Poder360 e o PoderData publicam de 15 em 15 dias o PoderDataCast, voltado exclusivamente ao debate de pesquisas eleitorais e de opinião pública. O último episódio, ainda com dados da rodada passada, contou com a participação do economista e diretor do FGV Social Marcelo Neri.

Assista (16min31s):

METODOLOGIA

A pesquisa PoderData foi realizada de 13 a 15 de fevereiro de 2022. Foram entrevistadas 3.000 pessoas com 16 anos de idade ou mais em 243 municípios nas 27 unidades da Federação. Foi aplicada uma ponderação paramétrica para compensar desproporcionalidades nas variáveis de sexo, idade, grau de instrução, região e renda. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos. As entrevistas foram realizadas por telefone (para linhas fixas e de celulares), por meio do sistema URA (Unidade de Resposta Audível), em que o entrevistado ouve perguntas gravadas e responde por meio do teclado do aparelho. O intervalo de confiança do estudo é de 95%.

Para facilitar a leitura, os resultados da pesquisa foram arredondados. Devido a esse processo é possível que o somatório de algum dos resultados para algumas questões seja diferente de 100. Diferenças entre as frequências totais e os percentuais em tabelas de cruzamento de variáveis podem acontecer devido a ocorrências de não resposta. Este estudo foi realizado com recursos próprios do PoderData, empresa de pesquisas que faz parte do grupo de mídia Poder360 Jornalismo. A pesquisa está registrada no TSE sob o número BR-06942/2022.

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