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A condenação de Lula foi por um 'ATO de OFÍCIO INDETERMINADO'

2022-04-06: __________________________________________ ▪︎Sai Moro ▪︎Lula 44%-44% ▪︎BolsoBosta 26%-30%


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Bolsonaro vem FORTE DEMAIS para as eleições em outubro: onde estão as propostas para derrotá-lo?

É necessário construir um projeto de país que faça brilhar os olhos dos eleitores e se contraponha ao bolsonarismo Imagem: Diomício Gomes/O Popular/FolhapressCarlos Juliano Barros

05/04/2022 04h00

A dança das cadeiras na janela partidária encerrada na sexta-feira passada, e que transformou o PL - a atual legenda do presidente - na maior bancada da Câmara com 73 deputados federais, é um ótimo termômetro da popularidade do governo.

Há muita gente se iludindo com a promessa de que na solidão da urna eletrônica os eleitores vão, finalmente, punir Bolsonaro por toda sua incompetência.

Motivos não faltam: milhares de mortes evitáveis na pandemia, inflação desembestada, desemprego de 12 milhões de pessoas, índices recordes de desmatamento, sequestro do Ministério da Educação por pastores picaretas.

Mas a cada nova pesquisa divulgada fica evidente que Bolsonaro vem crescendo nas intenções de voto. Sinal de que o presidente conta com uma base popular muito superior à imaginada por uma banda negacionista da realidade política.

Há muitas chaves para entender essa conexão tão visceral do presidente com quase um terço do eleitorado. A mais imediata e sedutora delas é a estética.

O bolsonarismo construiu uma aura de rebeldia contra o politicamente correto e os valores progressistas, calcados no respeito às minorias e na defesa dos direitos humanos.

Além disso, o enredo religioso do político que carrega "messias" no nome - e que se vende como alguém que escapou por milagre da morte para salvar o país - é outra frente dessa dimensão estética capaz de cativar multidões.

Mas é no diálogo com os brasileiros da base da pirâmide social que a eficácia do discurso bolsonarista se mostra mais intrigante. Como pode um governo que defende abertamente a supressão de direitos sociais e trabalhistas ter tanta legitimidade entre os que dependem justamente do trabalho para pagar as contas?

Em países como a França, onde a extremista de direita Marine Le Pen tem sua melhor chance de chegar ao poder nas eleições que começam no próximo domingo, os candidatos "populistas" se conectam com a classe trabalhadora insuflando a xenofobia.

Em outras palavras, o culpado de todos os males é o imigrante que rouba empregos e perverte a cultura nacional. Por essa visão de mundo, o atalho para recolocar o país nos trilhos é simples: fechar as fronteiras.

Por aqui, o extremismo de direita sofreu adaptações à realidade local. A receita bolsonarista é apostar na acumulação primitiva e jogar a culpa em quem supostamente atrapalha aqueles que só querem produzir, sem encheção de saco.

Assim, a solução mágica do bolsonarismo é esvaziar o Estado e estimular o cada um por si. Para caminhoneiros e motoboys com medo de ladrões, a recomendação é simples: compre uma arma. Para o dono de empresa disposto a precarizar seu funcionário, o recado é claro: não se preocupe com a fiscalização do governo.

Na prática, isso soa como um salvo conduto para todo tipo de ilegalidade: do garimpeiro que retira ouro de terra indígena à dona de casa que não registra a empregada doméstica.

Em um país em que os serviços públicos não gozam da melhor reputação e o Estado é visto como negligente, não é mesmo de se estranhar que esse discurso do vale-tudo tenha tanta ressonância: "só depende de mim, com ajuda de Deus".

O que chama atenção, a esta altura do campeonato, é a falta de imaginação dos opositores do bolsonarismo para propor uma alternativa ao verdadeiro faroeste caboclo em que o Brasil foi transformado - em apenas três anos e meio.

Se existem boas propostas para recuperar a economia e gerar empregos decentes, elas não foram colocadas na mesa ainda. E estamos a apenas seis meses das eleições mais importantes desde a redemocratização do país. Até porque Bolsonaro não parece disposto a aceitar uma derrota - se perder.

Sim, também é preciso que setores que chocaram o ovo do bolsonarismo, como a nata do mercado financeiro e os grupos da direita democrática, façam um mea culpa e condenem, de uma vez por todas, a ameaça que o atual governo representa.

Mas, acima de tudo, é necessário construir um projeto de país que faça brilhar os olhos dos eleitores. Foi exatamente o que Bolsonaro fez em 2018, ao canalizar a raiva de uma grande parcela da população brasileira e implementar um programa de governo baseado na pura e simples destruição. Não nos enganemos: há um risco cada vez maior de ele ser bem-sucedido, novamente.



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Lula 44%-44% BolsoBosta 26%-30%

Leonardo Sakamoto - Só a herança de Moro não explica a subida de Bolsonaro na pesquisa Ipespe

Colunista do UOL 06/04/2022 10h51

Jair Bolsonaro (PL) foi o grande beneficiário da saída de Sergio Moro (UB) da corrida eleitoral. Mas a retirada de seu ex-ministro não foi a única notícia boa para o presidente, que subiu entre os mais pobres, evangélicos e católicos e no Sul e Sudeste.

De acordo com a pesquisa Ipespe, divulgada nesta quarta (6), ele tinha 26% no levantamento de 25 de março, quando Moro ainda estava na disputa. Agora, tem 30%. Por mais que não seja possível comparar pesquisas que apresentem um conjunto de candidatos diferente, os números apontam o que já era previsto, com parte dos votos ficando com o presidente e parte com Ciro Gomes (PDT), que passou de 7% para 9%, João Doria (PSDB), de 2% para 3%, e Simone Tebet (MDB), de 1% para 2%. Lula (PT) manteve-se estável com 44%.

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Moro tinha 7% na última pesquisa. A margem de erro é de 3,2 pontos.

É a primeira vez, desde o início da série histórica do Ipespe, em janeiro de 2020, que Bolsonaro registra 30% das intenções na pesquisa estimulada. Nem quando Moro não foi considerado na pesquisa, entre setembro e outubro do ano passado, o presidente atingiu esse patamar.

Ele também alcançou a maior marca na espontânea, na qual não são fornecidas opções ao entrevistado e mostra um voto mais consolidado, passando de 25% para 27%. Lula se manteve com 36%.

Na região Sudeste, o presidente foi de 25% para 31% e, na Sul, de 31% para 39%. Nas outras, permaneceu estável. Entre quem ganha mais de cinco salários mínimos por mês, Bolsonaro foi de 31% para 35%. Esses grupos demográficos reúnem parte significativa de antipetistas e moristas, que apostavam no ex-juiz como alternativa a Bolsonaro e Lula.

Mas a simples transferência de votos de Moro (um retorno para casa, na verdade, pois o lavajatismo apoiou Jair Bolsonaro na eleição de 2018), não explica totalmente a subida do presidente.

Por mais que a inflação dos alimentos esteja alta e a renda média do brasileiro tenha caído quase 9% no último ano, segundo o IBGE, o ambiente para Bolsonaro está menos tóxico com o arrefecimento da pandemia, a geração de empregos (por mais lenta e informal que seja) e a queda no dólar derivado, principalmente, da crise na Ucrânia, do aumento no preço das commodities e da alta dos juros por aqui.

Além disso, Jair está gastando dezenas de bilhões em recursos públicos, não apenas na forma do Auxílio Brasil e de outros benefícios sociais, mas em obras e investimentos bancados com recursos transferidos a parlamentares aliados. Vive e respira campanha eleitoral 24 horas por dia, passando mais tempo em motociatas e comícios nas ruas, nos templos e nas igrejas do que em Brasília.

Com isso, a avaliação positiva do governo Bolsonaro subiu de 26% para 29%, enquanto a negativa se manteve em 54%. A aprovação do governo passou de 31% para 33% e a desaprovação caiu de 65% para 63%. A percepção de notícia desfavoráveis para o presidente caiu de 54% para 51% e as favoráveis foram de 11% para 13%. Passaram de 27% para 29% os que acham que a economia está no caminho certo - 63% ainda consideram que está na direção errada.

Por mais que algumas variações estejam dentro da margem, o pacote como um todo mostra uma "despiora" do país, o que beneficia quem está no cargo.

Bolsonaro disparou sete pontos entre os que ganham até dois salários mínimos por mês e são a maioria da população, indo de 18% para 25%. Lula perdeu dois pontos nesse grupo (de 54% para 52%), variando dentro da margem de erro.

Ele também subiu de 34% para 40% entre os evangélicos, voltando a ficar à frente de Lula - que caiu de 39% para 33%. Já entre os católicos, Bolsonaro foi de 25% para 31% enquanto o petista desceu de 44% para 41%.

A informação positiva para terceira via, que disputa, hoje, o direito de perder as eleições em outubro, é que Bolsonaro é apontado como o pior presidente desde a redemocratização, com 40%, ganhando de Dilma Rousseff (21%), Lula (14%), Fernando Collor (11%), Michel Temer (4%), Fernando Henrique (2%), José Sarney (2%) e Itamar Franco (1%).

Lula é apontado como o melhor presidente por 46%, seguido pelo próprio Bolsonaro (22%), FHC (15%), Itamar (4%), Temer (3%), Sarney (2%) e Dilma (1%). Collor não pontuou.


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